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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Encontro Nascer de Novo - 12 de Dezembro

 
A Cáritas Diocesana de Coimbra irá promover o Encontro Nascer de Novo o, no próximo dia 12 de Dezembro, por ocasião do V aniversário da Comunidade de Inserção Renascer.
           
A Renascer é uma estrutura residencial que promove a integração de mulheres em situação de risco social agravado, criando condições para o seu desenvolvimento pessoal e efetiva inserção social, familiar e profissional. Procura ser um espaço protegido e contentor de afetos, permitindo à mulher acolhida e seus filhos investir num projeto de vida autónomo.

O Encontro Nascer de Novo irá realizar-se no Recordatório Rainha Santa Isabel/São Rosas Bar, das 14.30 às 18.00 e contará com um painel alargado de especialistas nas áreas da violência no feminino, parentalidade e proteção aos menores, que irão refletir com os participantes sobre as várias faces destas problemáticas.

 A entrada é gratuita, mediante inscrição para cirenascer@caritascoimbra.pt.
           
A Cáritas propõe ainda para este evento um gesto solidário – apoie as mulheres e as crianças acolhidas na Comunidade de Inserção Renascer participando com um produto de higiene ou beleza, que será recolhido no encontro.
           
Contamos com a sua presença para celebrar este V aniversário para continuar a fazer Nascer de Novo
       
                 
 
Comunidade de Inserção Renascer
Cáritas Diocesana de Coimbra

 
  telef. 239 792 430 / 962359192


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Mulheres trabalham mais 16 horas que homens

Mulheres trabalham mais 16 horas que homens
 

As mulheres ainda trabalham mais 16 horas por semana que os homens em tarefas não pagas, relacionadas com a família, apesar da evolução legislativa relativa à parentalidade.
De acordo com o Relatório sobre o Progresso da Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens no Trabalho, no Emprego e na Formação Profissional que hoje será apresentado no Parlamento, continua a existir uma acentuada assimetria na partilha do trabalho não pago entre homens e mulheres.

Segundo o documento, a que agência Lusa teve acesso, os homens dedicam em média 43 horas e meia semanais ao trabalho pago e menos de 9 horas e meia ao trabalho não pago.

As mulheres trabalham de forma remunerada 41 horas e seis minutos e não remunerada 25 horas e 24 minutos.

Contando com o tempo de deslocação para o trabalho e de regresso a casa os homens trabalham um total de 55 horas e 42 minutos enquanto as mulheres trabalham 69 horas.

Assim, as mulheres trabalham em média mais 13 horas por semana porque são as principais responsáveis pelas tarefas domésticas e pelos cuidados com as crianças e idosos.

O facto de as mulheres continuarem a ser as principais cuidadoras da familia faz com que continuem a ganhar menos que os homens e a estarem menos representadas nos lugares de decisão das empresas, embora a taxa de actividade feminina tenha aumentado consideravelmente nos últimos anos.

"Isto são questões estruturais que se combatem com fiscalização efectiva da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), com trabalho de promoção dos direitos para a igualdade e com trabalho junto das empresas para que percebam a importância da igualdade de oportunidades para a própria produtividade da empresa", disse à Lusa a presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), Catarina Marcelino.

"Por isso se está a tentar dar mais condições às famílias para melhor conciliarem a actividade profissional com a vida familiar e trazer o homem mais para esfera privada, partilhando as responsabilidades familiares com a mulher", acrescentou, lembrando a nova lei da parentalidade e o programa PARES, que levou a criação de novas creches e lares de idosos por todo o país.

Segundo Catarina Marcelino foram dados passos positivos para a promoção da igualdade de género entre 2006 e 2008 - período a que se refere o relatório - pois "as empresas estão a cumprir mais e os trabalhadores conhecem melhor os seus direitos".

"A prova disso é que as queixas apresentadas na CITE e na ACT diminuiram", afirmou.

O relatório que será hoje apresentado pelo secretário de Estado do Emprego é obrigatório, de acordo com um lei de 2001, e deveria ser anual mas só foi apresentado um em 2005.

Fonte: http://publico.pt/sociedade/noticia/mulheres-trabalham-mais-16-horas-que-homens-1387316

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Oficina para Pais, Mães e/ou Encarregados/as de Educação

Oficina para Pais, Mães e/ou Encarregados/as de Educação

Questões (im)pertinentes!
Durante a tarde do passado Sábado (24-11-12), decorreu uma oficina para Pais, Mães e/ou Encarregados/as de Educação, que teve como objectivo incentivar as famílias para uma educação mais igualitária. Debateram-se várias questões (im)pertinentes em torno do desenvolvimento infantil e da educação, com que os pais/mães e encarregados/as de educação se confrontam no quotidiano:

·         Sabe o que fazer quando as birras passam a tamanho XXL?

·         Ou o que responder quando a sua filha lhe faz perguntas “para maiores de 18”?

·         E quando um NÃO desencadeia uma "guerra civil" familiar?

·         Quando ele diz que o cor-de-rosa é para meninas?

·         Sente-se uma mãe ou pai “táxi”?

·         Os TPC são seus ou dele/a? E que tempo máximo diário cada criança lhes deve dedicar?

·         Sabe qual é o melhor brinquedo para o seu filho/a?

·         A entrada para a escola, estaremos preparados?

·         Adolescência… e agora?

A oficina teve lugar nas instalações do IEBA, em Mortágua, das 15h:00m às 19h:00m. Foi dinamizada pelas psicólogas Ana Pereira e Carolina Veiga, que fazem parte da equipa técnica do Prof. Eduardo Sá.

Contámos com a participação activa de 22 pessoas que, na educação das suas crianças, mais do que as respostas, percebem a importância das perguntas!

Esta actividade insere-se no ciclo de workshops temáticos "Conciliar é Preciso", organizado no âmbito do projecto Ser ou Não Ser Igual III, promovido pelo IEBA com o apoio da CIG Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e do POPH Programa Operacional do Potencial Humano.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Grupo Auchan vai abrir primeira creche este ano

Receberam no ano passado o prémio "Igualdade é qualidade" da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego e, desde 2006, são a primeira empresa do sector da distribuição nacional certificada em Responsabilidade Social (de acordo com a norma SA 8000).
Mas Jorge Filipe, director de recursos humanos do grupo Auchan, garante que as preocupações com os trabalhadores e com a comunidade são uma marca do grupo desde a sua entrada em Portugal, há 40 anos.
Esta preocupação com as pessoas e com a promoção da igualdade vê-se em pequenas coisas, como o facto de todos os cerca de nove mil colaboradores terem o mesmo seguro de saúde familiar e de haver 82 pessoas com deficiência e de 18 nacionalidades diferentes a trabalhar na empresa. Mais de 80% dos trabalhadores são efectivos e as mulheres já ocupam 45,4% dos cargos de chefia.
A formação contínua é regra e cada trabalhador tem em média 35 a 40 horas de formação/ano. Desde 1993 o grupo conta com a Fundação Pão de Açúcar (criada por quadros da empresa), destinada a apoiar os colaboradores com dificuldades económicas. No ano passado foram 1211, mais 37% do que no ano anterior. Cerca de 40% do orçamento é para ajudar os trabalhadores a pagarem as creches dos filhos, mas há também 20 bolsas de estudo universitárias e prémios para os filhos dos colaboradores com melhor desempenho escolar (9ª /11º ano).
Este ano, o grupo vai abrir no Dolce Vita Tejo a primeira de cinco creches que quer ter junto aos grandes hipermercados, para os filhos dos colaboradores e comunidade. O lema é funcionários satisfeitos e envolvidos são mais fiéis e eficientes e todos têm a ganhar.
Fonte:http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1576850

quarta-feira, 24 de março de 2010

Professoras são penalizadas por serem mães. Sindicato tenta alterar a situação

As professoras cuja licença de maternidade seja coincidente com a progressão na carreira não têm qualquer direito ao abono de retroactivos, uma vez que os rendimentos auferidos durante a licença parental são calculados com base nos salários dos seis meses anteriores. Entre os vários casos já conhecidos pelo Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE) está uma professora do Agrupamento de Escolas Bernardino Machado, em Famalicão, que, após ser avaliada, ganhar o direito a progredir na carreira e receber o pagamento dos retroactivos, vai ter que devolver este rendimento à escola.
“Consideramos esta situação totalmente injustificável e inaceitável e não iremos admitir que, numa época em que tanto se apregoa a igualdade de direitos e oportunidades, as mulheres sejam prejudicadas por serem mães”, afirma Júlia Azevedo, Presidente do SIPE. De acordo com esta estrutura sindical, esta situação decorre de uma lei promulgada no ano passado que vem colocar em causa o direito das mulheres à igualdade e à família.
O sindicato quer agora reportar esta situação à Ministra da Educação, ao Provedor de Justiça, à Assembleia da República e ao Presidente da República e vai também apresentar queixa à Comissão para a Igualdade e Direitos das Mulheres. “Se for necessário, recorreremos também aos tribunais”, acrescenta a mesma responsável.

Fonte:http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=25841&catogory=Portugal

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

TAP não pagou prémios a funcionárias grávidas

Comissão de Igualdade diz que atitude é discriminatória

TAP não pagou prémios a funcionárias grávidas
A TAP não pagou prémios de desempenhos às dez funcionárias que em 2007 gozaram de licença de maternidade alegando que como estas estiveram ausentes, não cumpriram os mínimos de trabalho para terem prémios e o primeiro-ministro, José Sócrates, apoiou esta decisão, avança a edição desta quarta-feira do jornal 'I'.
No entanto, um parecer da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) considera esta atitude discriminatória.
Confrontado a pronunciar-se sobre o caso, o gabinete de José Sócrates, concordou a decisão da transportadora aérea.
De acordo com o jornal 'I' as queixas na Comissão para a Igualdade no Trabalho triplicaram durante o ano de 2009. Entre as reclamações encontram-se casos de grávidas e lactentes que são despedidas em processos colectivos com as empresas a alegarem que os seus postos de trabalho foram extintos, casos em que as mães não têm um horário flexível para amamentação, previsto por lei e outros casos nos quais as mulheres são despedidas sem justa causa.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Observatório sobre Violência Contra as Mulheres do Lobby Europeu das Mulheres

A Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres, enquanto Coordenação em Portugal do Lobby Europeu das Mulheres (LEM), e a Associação de Mulheres Contra a Violência, representante de Portugal no Observatório Contra a Violência do LEM, convidam-na/no a participar na Reunião de apresentação do Ramo Nacional do Observatório sobre Violência Contra as Mulheres do Lobby Europeu das Mulheres, que terá lugar no próximo dia 28 de Novembro, no Hotel Sana Reno, em Lisboa, conforme programa em anexo.
As inscrições são livres mas sujeitas aos lugares disponíveis.
Inscreva-se até 27 de Novembro aqui.Mais informações no site da Plataforma em www.plataformamulheres.org.pt .Com os melhores cumprimentos,Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres

Fonte: www.plataformamulheres.org.pt

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Lançamento da Campanha "Maltrato Zero" - Dia 25 de Novembro, 10:30H no Museu da Electricidade

Em Portugal, a Campanha será promovida conjuntamente pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, em colaboração com o Instituto Português da Juventude.

Trata-se de uma campanha destinada à sociedade em geral, com especial enfoque na população jovem, dos países ibero-americanos com o objectivo de alertar a consciência social para as questões da igualdade e da violência de género, tendo em vista a erradicação desta última.

Pela primeira vez, os 22 países ibero-americanos surgem a uma só voz para consciencializar as sociedades de que a violência contra a mulher é um problema social, que não pode ficar oculto na esfera do privado. Esta voz única vem somar-se aos esforços que cada um dos países tem vindo a realizar contra este problema, através das suas próprias campanhas, legislação específica e dos recursos e meios que dedica ao seu combate.

A campanha tem por objetivo unir toda a sociedade ibero-americana, em especial a juventude, para se comprometer contra a desigualdade e contra a violência de género através do movimento social ‘MaltratoZero’. Este movimento pretende congregar uma população estimada de 150 milhões de pessoas e conta com um sítio na internet - www.maltratozero.com – que movimento pretende congregar uma população estimada de 150 milhões de pessoas e conta com um sítio na internet - www.maltratozero.com - que contém spots de rádio, de televisão, cartazes, informações, dados sobre violência doméstica, depoimentos, manifestos, entre outros. Qualquer cidadão/ã pode aderir ao movimento. Todo o material foi produzido em português e em espanhol.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Encontram-se abertas as inscrições para o “Seminário Ibérico Igualdade para Tod@s”

Organizado pela Associação de Solidariedade Internacional (ASI), o evento realiza-se no Porto, a 21 de Novembro, Campus da Foz da Universidade Católica Portuguesa. As intervenções encontram-se organizadas em torno de dois painéis: Boas Práticas e Intervenção no terreno, e Sinergias e Mudança Social.Para além de participações nacionais, estão previstas intervenções da Asociación de Mujeres Progresistas de Torrelodones y Sierra Norte, da Asamblea de Mujeres de Salamanca ,e do Centro Escolar Balder, entidades espanholas da região da Galiza e Madrid.A entrada é gratuita e livre, mas mediante inscrição prévia. A ficha de inscrição e o respectivo programa, poderão ser obtidos através dos seguintes links:

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Relatório da OMS evidencia falhas na protecção às mulheres

No lançamento de um relatório sobre este tema, o Director-Geral da OMS, Margaret Chan, apelou a uma acção urgente tanto no sector da saúde como fora dele, a fim de melhorar a saúde e a vida das mulheres, desde a nascença até à velhice.
Apesar dos progressos que se fizeram nas últimas décadas, as sociedades continuam a abandonar as mulheres em momentos decisivos das suas vidas, considera a OMS no relatório com o título ‘As mulheres e a Saúde: a realidade de hoje e o programa de amanhã’.
As mulheres asseguram a maior parte dos cuidados de saúde, mas raramente recebem os cuidados específicos que elas necessitam, seja em casa, no seio da comunidade onde vivem ou mesmo dentro dos sistemas de saúde, constata o relatório da Organização Mundial de Saúde.
Quase 80 por cento de todos os cuidados de saúde e até 90 por cento dos cuidados em afecções como o HIV/sida são prestados por mulheres.
No entanto, a maior parte das vezes elas não são ajudadas, nem reconhecidas e nem remuneradas por este papel essencial, refere o relatório da OMS.
Além disso, na resposta às necessidades específicas das mulheres, algumas, como os cuidados pré-natais, são atendidas, mas outras, como a saúde mental, a violência sexual ou a despistagem de cancro do colo do útero, são ignoradas.
O relatório mostra também que as mulheres têm uma esperança de vida mais longa, mas não necessariamente com boa saúde e desafia a sociedade a antecipar mudanças na organização do trabalho, da família e do apoio social, também tendo em conta essa maior esperança de vida.
Na fase entre os 15 e os 45 anos são o HIV/Sida, doenças ligadas à gravidez e à tuberculose que mais mortes de mulheres causam a nível mundial, mas após os 45 anos as principais causas são doenças não transmissíveis, que causam a morte mas também múltiplas incapacidades.
Fonte: Lusa / SOL

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Entrega de Prémios e abertura de exposição fotográfica "Olhares sobre a Igualdade" - 7-11-2009, às 15h - Biblioteca Municipal de Mortágua


Gostaríamos de o/a convidar a assistir à entrega de prémios aos/às vencedores/as do concurso de Fotografia “Olhares sobre a Igualdade”, bem como para a abertura da Exposição Fotográfica, que terá lugar no próximo dia 7 de Novembro, Sábado, pelas 15horas, na Biblioteca Municipal de Mortágua.

A exposição fotográfica é composta pelos 17 trabalhos apresentados a concurso e estará patente ao público de 7 de Novembro a 31 de Dezembro de 2009, na Biblioteca Municipal, itinerando, de seguida por diferentes locais do concelho de Mortágua.

O Concurso de Fotografia e respectiva Exposição inserem-se nas actividades do projecto Ser ou Não Ser Igual? II, que tem como objectivo central sensibilizar a comunidade de Mortágua para a Igualdade de Oportunidades entre Homens e Mulheres.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Portugal piora desempenho no ranking que mede disparidades entre homens e mulheres

Portugal caiu cinco lugares no ranking global que mede a diferença entre homens e mulheres na vida económica e política de um país. O Fórum Económico Mundial estudou 143 países. Portugal aparece na posição 46, caiu quatro lugares em relação a 2008.
Os dados não deixam margem para dúvidas. Relativamente ao ano passado, Portugal perdeu pontos nos indicadores que medem a participação económica e política, assim como as oportunidades de carreira dadas às mulheres, bem como no acesso destas à educação básica e superior.
Quando se compara os dados com 2008, as perdas não ficam por aqui. Há também uma quebra na igualdade do salários pagos a homens e mulheres para a mesma função bem como no acesso a cargos de topo nas empresas e na justiça.
Apesar do panorama ter piorado, o ranking do Fórum Económico e Mundial revela que, nos resultados gerais, Portugal conseguiu ainda assim estar, acima da média em três indicadores: esperança média de vida, acesso as profissões técnicas e acesso aos ensinos secundário e superior.
O ranking que hoje é divulgado em Nova Iorque avalia a forma como cada país distribui, entre homens e mulheres, as oportunidades existentes independentemente dos recursos de que dispõe.
Na linha da frente dos que mais fazem pela igualdade de sexos estão os países no Norte da Europa, Noruega, Finlândia e Islândia. Os que menos fazem são o Iémen, Chade, Paquistão e o Benim.
Consulte o artigo em: http://tsf.sapo.pt/paginainicial/vida/interior.aspx?content_id=1402454

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Mulheres avançam na carreira de investigadoras, mas continuam afastadas do poder

Lisboa, 12 Out (Lusa) - As mulheres estão cada vez mais presentes na carreira de investigação científica em Portugal, mas continuam longe dos círculos de poder, disse à Lusa a presidente da associação de mulheres cientistas (Amonet).

Helena Pereira assinalou, na abertura do II Encontro Internacional da Amonet, que hoje teve início em Lisboa, que "a mulher na ciência tem uma expressão demasiado reduzida face aos benefícios que representa para a sociedade".

Em Portugal, "a situação é muito particular", já que as mulheres fazem um percurso avançado em investigação, incluindo doutoramentos, mas à medida que sobem na carreira vão "desaparecendo" dos órgãos com poder de decisão estratégica e financeira, descreve.
Fonte: www.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Sessão pública de Alcobaça- Movimento pela Igualdade - 31-10-2009

A igualdade de acesso ao casamento civil, necessariamente ligada à dignidade pública da homossexualidade e ao combate à homofobia, não é nem pode nunca ser uma causa de uma minoria urbana das grandes cidades. Deve, isso sim, ser uma causa nacional que diz respeito a todos os cidadãos, sejam eles de que orientação sexual forem, do mesmo modo que a luta contra o racismo ou o sexismo são causas de todos nós, cidadãos, independentemente da raça ou do sexo.
Assim, mais de cem quilómetros a norte de Lisboa também se discute publicamente o direito de duas pessoas do mesmo sexo a firmarem um contrato de casamento civil sem menosprezos ou tolerâncias mesquinhas de direitos cortados a meio ou de nomes diferentes.
Dia 31 de Outubro, sábado, no auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça, o MPI vai marcar presença como, de resto, tem marcado nos media locais e na Assembleia Municipal.
Com a alteração do Código Civil no horizonte, que ninguém possa dizer que esta causa é elitista e urbana ou que o debate está por se fazer. O caminho para a igualdade faz-se caminhado e ele passa este mês por Alcobaça. Trilhem-no também, sejam vocês de que parte do país forem. E estejam presentes no dia 31, se possível.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Violência doméstica: Estão a nascer grupos de ajuda para apoiar as vítimas

“Projecto GAM – Grupo+ de Ajuda Mútua”
O grande objectivo é a recuperação da auto-confiança, para reconstruir a vida. O Projecto GAM é apresentado esta terça-feira pela presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), Elza Pais, e pela coordenadora do projecto, Marlene Matos, professora na Universidade do Minho.
Nesta altura, estão a funcionar dois grupos de ajuda mútua na capital e, nos próximos dias, deverão começar a funcionar também no Porto, em parceria com a Universidade do Minho.
Ao longo de 12 sessões, e com a ajuda de um técnico, as mulheres partilham as suas experiências num processo que pretende "ajudar as vítimas a reconstruir a sua vida e a quebrar os ciclos de violência", explica Elza Pais.
Nas sessões semanais, fala-se dos obstáculos do dia-a-dia e, sobretudo, de uma expectativa vã – é que, por norma, "as mulheres criam a falsa esperança de que as coisas se vão resolver no dia seguinte. Mas alimentar a esperança é perpetuar o sofrimento", sublinha a responsável.
Através do conhecimento de outras experiências, as mulheres descobrem que são também vítimas de "estratégias" típicas do agressor que, as isola e é responsável pela sua baixa auto-estima.
Os grupos de ajuda são compostos por mulheres em várias fases da agressão: algumas vivem com os agressores, outras estão em casas de abrigo; há histórias de mulheres que sofrem agressões ao longo de muitos anos e casos que ainda estão no início. Em comum, estas mulheres têm o facto de "ainda não se terem conseguido reconstruir como pessoas".
O Projecto GAM, que visa a intervenção terapêutica em grupo com mulheres vítimas de violência na intimidade, ainda está na fase piloto. No próximo ano, será avaliado e poderá ser alargado a todo o país, antecipa a presidente da CIG.

Fonte: http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=73481

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Discriminação: entre um homem e uma mulher a diferença é… o salário?

De acordo com os dados recolhidos pela comissão de Igualdade e Direitos Humanos, as mulheres britânicas são fortemente discriminadas, nomeadamente no sector financeiro: em média auferem menos 39% do que os homens; mas esta diferença atinge os 47% quando considera, além do salário, o que lhes é pago a titulo de bónus ou com horas extraordinárias.
No entanto, também em Portugal as mulheres são discriminadas no que diz respeito à remuneração: isto, segundo um estudo do Eurofound, publicado em 2008. Porque há fenómenos, como este, que merecem ser analisados, a bem da justiça, esta noite, até às duas, na R.Renascença o Óscar Daniel conta consigo! 808 500 210: é este o número disponível para trocarmos experiências, impressões e conhecimentos. Se está a navegar na internet, também pode enviar uma mensagem para oscar.daniel@rr.pt
Na sua opinião, há de facto uma tendência para pagar as mulheres pior do que os homens no nosso mercado de trabalho? A que é que isso se deve? A um problema de mentalidade? Esta noite a sua opinião conta!
Converse com o Óscar, dê a sua opinião!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Alargado o prazo de entrega dos trabalhos - Concurso de fotografia "Olhares sobre a Igualdade"

A organização do concurso decidiu alargar o prazo de participação no concurso de fotografia "Olhares sobre a Igualdade"até ao dia 15 de Outubro de 2009.
Desta forma, pretendemos dar condições às muitas pessoas que nos têm contactado, no sentido de ainda poderem enviar as suas fotografias.

Esperamos que todos/as compreendam esta decisão, que apenas pretende alargar as condições de participação e sobretudo o gosto pela Arte da Fotografia.
A organização, agradece desde já a todos os/as que já participaram.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Concurso de Fotografia "Olhares sobre a Igualdade"

O IEBA, no âmbito do projecto Ser ou Não Ser Igual?II, encontra-se a organizar um Concurso de Fotografia intitulado “Olhares sobre a Igualdade”, subordinado às temáticas da (des)igualdade entre homens e mulheres, discriminação sexual, violência doméstica e conciliação entre a vida familiar e profissional.

Podem participar no concurso todas as pessoas interessadas, estando vedada a participação aos elementos da entidade organizadora (IEBA) e aos membros do Júri, bem como aos seus familiares directos.

Cada concorrente pode apresentar até 3 trabalhos originais, impressos a cores ou a preto e branco, no formato 20x30cm ou 30x40cm. As fotos a concurso deverão ser entregues/enviadas até ao dia 30 de Setembro de 2009, no IEBA.

Os prémios a atribuir são:
> 1º Prémio:Cheque FNAC no valor de 150€;
> 2º Prémio:Cheque FNAC no valor de 100€;
> 3º Prémio:Cheque FNAC no valor de 75€;
> Menção honrosa: Um jantar para 2 pessoas.

Os trabalhos apresentados a concurso e seleccionados pelo Júri, participarão em exposição itinerante pelo concelho de Mortágua.
O Regulamento e Ficha de inscrição poderão ser solicitados na sede do IEBA – Centro de Iniciativas Empresariais Beira Aguieira – Pq Industrial Manuel Lourenço Ferreira (Mortágua), por telefone 231 927 470; por e-mail sandra.marques@ieba.org.pt ou através do site www.ieba.org.pt

Participem!