sexta-feira, 30 de abril de 2010
Empresas promovem igualdade
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Violência doméstica já está regulamentada 22 de Abril de 2010 às 12:56h
Em declarações à agência Lusa, Elza Pais afirmou que o aumento de queixas indica uma “desocultação” do fenómeno da violência doméstica e que o aumento de 10,1 por cento em 2009, em relação ao ano anterior, representa “uma desaceleração”. A média do aumento anual de queixas na última década, desde que a violência doméstica foi definida como crime público, é de 11 por cento, apontou.
No entanto, há distritos em que “o fenómeno permanece oculto”, porque os números de queixas estão “praticamente estáveis, com aumentos muito ligeiros”, como sejam Viseu, Castelo Branco, Guarda, Bragança e Portalegre, onde “as estratégias de intervenção têm que ser reforçadas”. Elza Pais destacou que as portarias apresentadas definem as condições para a utilização de vigilância electrónica dos agressores e para a teleassistência, que nesta fase está ainda em “projecto-piloto” nas comarcas de Coimbra e Porto e ainda sem reflexo nos números.
Os projectos serão “sujeitos a avaliação daqui a um ano” e então se verá se “há condições para os alargar a outros distritos, o que não quer dizer que pontualmente essas medidas não possam já ser requeridas pelos magistrados para serem aplicadas noutras regiões”. As portarias definem também o modelo do estatuto da vítima, que lhe confere a possibilidade de ser indemnizada pelo agressor, reembolsada das despesas com o processo e de lhe ser atribuído o documento que comprova o “estatuto de vítima”, que dá acesso a benefícios sociais, apoio ao arrendamento e frequência de formação profissional.
“As vítimas ficam com a sua protecção regulamentada e os técnicos e profissionais das forças de segurança e de intervenção têm mecanismos para poderem, com rigor, definir a estratégia que melhor se adequa a cada situação concreta”, frisa Elza Pais.
A governante apresentou também mais uma etapa da campanha “Cartão vermelho à violência doméstica”, pretendendo sensibilizar empresas e autarcas para que seja encorajada a denúncia deste crime.
“Calar é consentir”, afirmou, apelando a que “vizinhos, vizinhas, amigos e amigas”, tenham um papel activo na denúncia de situações de violência doméstica.
16 morreram em 2009
Em 2009 16 pessoas morreram em Portugal em consequência de violência doméstica, mais seis do que em 2008, indica um relatório da Direcção-Geral de Administração Interna a que a agência Lusa teve acesso.
O relatório “Violência Doméstica 2009” afirma que entre as 30.543 participações por violência doméstica às forças policiais houve “diversos casos em que os ferimentos foram graves” e adianta também que se registou “a morte de 16 vítimas”.
Com “três a quatro queixas por hora”, trata-se do “quarto crime mais registado em Portugal” e do “segundo crime mais registado na tipologia de crimes contra as pessoas”, totalizando respectivamente 7 e 28 por cento do total a nível nacional.
As vítimas de violência doméstica continuam a ser, na sua maioria, mulheres (85 por cento), com uma idade média de 39 anos, mais de metade casadas ou em união de facto, na maioria dos casos com o agressor. Destas, 77 por cento não dependiam economicamente do agressor.
Em 89 por cento dos casos foi a própria vítima a denunciar o ocorrido às autoridades. As autoridades foram chamadas a intervir em 77 por cento das queixas. Segundo o relatório, em 16 por cento das ocorrências comunicadas, foram utilizadas armas; em 46 por cento das situações havia registo de “consumo habitual de álcool” e em 11 por cento de consumo de estupefacientes. As agressões foram praticadas maioritariamente na casa da vítima (80 por cento dos casos) e foram presenciadas por menores em 45 por cento dos casos. Em mais de metade dos casos (51 por cento) tinha havido ocorrências anteriores de violência doméstica, segundo os dados da GNR. Na maior parte das situações (76 por cento) houve violência física, em alguns casos com armas brancas e de fogo, em 56 por cento dos casos registou-se violência psicológica - maioritariamente insultos e ameaças - e um por cento das queixas referiu violência sexual.
Recorde-se que Portugal conta com 36 casas de abrigo, pelo menos um núcleo de atendimento em cada distrito e três grupos de apoio a mulheres, que “reforçam” as suas capacidades “para que consigam sair do ciclo de violência”.
Elza Pais adiantou que existem já novas equipas prontas a associarem-se aos núcleos, 77 projectos apoiados por organizações não governamentais para promover o apoio à vítima e protocolos estabelecidos entre a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e 46 autarquias. A governante referiu que vai ser feito um apelo no sentido de mais autarquias aderirem a esta iniciativa
quinta-feira, 22 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Violência em casa aumenta
As autoridades registaram 83 queixas de violência doméstica por dia em 2009, o que corresponde a um total anual de 30 543, mais 10,1 % que em 2008.Os números são do relatório ‘Violência Doméstica 2009’, ontem apresentado pela Direcção-Geral da Administração Interna, na presença da secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais, e do secretário de Estado da Administração Interna, Conde Rodrigues.
Em 2007, registaram-se 43 mortes resultantes deste tipo de crime, mais três que em 2008. Relativamente ao ano passado, só estão contabilizadas 16 vítimas mortais (ocorrências da PSP e GNR), uma vez que faltam os dados da PJ, pelo que o número deverá disparar.
Lisboa (7522), Porto (6562) e Setúbal (2400) continuam a ser os distritos com mais ocorrências, com destaque para este último, que registou uma subida de 32,7%. No oposto estão Guarda (260), Beja (275) e Bragança (283).
Quanto às características de vítimas e agressores, as mulheres (85%) continuam a ser o grande alvo deste crime, têm uma média de 39 anos, estando mais de metade delas casadas ou a viver em união de facto com o próprio agressor, que, por seu lado, continua a estar associado a cenários de alcoolismo (46%) e consumo de drogas (11%), tendo 45% das agressões sido presenciadas por menores. Junho e Agosto foram os meses com mais ocorrências, e o maior número de queixas é apresentado ao domingo e segunda-feira. Em 51% dos casos, há reincidência. Segundo a Direcção-Geral de Reinserção Social, há 18 agressores a frequentar um programa de reconversão comportamental.
SÓ SETE AGRESSORES COM PULSEIRA
Apenas sete agressores em casos de violência doméstica estão a usar as novas pulseiras electrónicas. No caso dos crimes de agressão, as pulseiras são diferentes das restantes: o agressor usa uma pulseira e a vítima tem um pager. Quando se aproximam, a vítima recebe uma informação no pager, ao mesmo tempo que à central de controlo da Direcção-Geral de Reinserção Social chega um sinal sonoro. No entanto, é preciso telefonar para pedir auxílio.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Vítimas de violência com sistema que as liga à Cruz Vermelha
Pessoas alvo de violência doméstica de Porto e Coimbra vão ter acesso a equipamentos móveis de aviso imediatoAs vítimas de violência doméstica dos distritos de Coimbra e Porto vão poder ter um equipamento semelhante a um telemóvel - mas de botão único - que liga automaticamente para os serviços da Cruz Vermelha Portuguesa. Para isso basta que a própria vítima adquira este aparelho de teleassistência por 26 euros por mês ou que lhe seja atribuído por um juiz de instrução criminal, quando esteja a decorrer um inquérito.
Para já, a partir desta semana - e até 2012 -, cinquenta equipamentos móveis vão ser distribuídos às vítimas de maus tratos por decisão de um juiz de instrução criminal. Esta medida de "segurança acrescida" irá ser atribuída em casos em que o suspeito aguarde julgamento - ou cuja sentença ainda não tenha transitado em julgado - e ainda aos casos de reincidentes deste tipo de crimes.
Esta experiência-piloto é o resultado de um protocolo assinado pela Comissão para a Igualdade de Género e a Cruz Vermelha Portuguesa. A partir de 2012 poderá ser alargado para todo o País.
"Os utentes podem contactar, a qualquer hora, os técnicos da Cruz Vermelha premindo o botão vermelho do equipamento móvel", explica Marta Silva, da Comissão para a Igualdade de Género, em declarações ao DN. "E isso pode acontecer caso necessitem de 'mero' apoio psicológico em que o botão é accionado para chegar à fala de um psicólogo", explica a técnica. "Ou para casos de emergência em que a vítima nem pode falar por estar perto do agressor e estar na iminência de ser agredida de novo."
Neste caso é automaticamente accionado um sistema de alta-voz em que os técnicos da Cruz Vermelha decidem se chamam de imediato as forças de segurança -PSP e GNR -, os serviços de emergência médica ou os bombeiros. "A partir do momento em que nos apercebemos do que se trata e atendendo à emergência da situação", explica Ana Margarida Soares, assistente social da Cruz Vermelha, "chamamos os apoios mais adequados".
A mesma técnica explica que se a vítima estiver fora de casa também é "facilmente localizável através do sistema de GPS, e dizemos, por exemplo, para se dirigir a um sítio com muita gente como cafés".
Esta solução é uma extensão de um serviço da Cruz Vermelha - a teleassistência - que recebe actualmente cerca de 10 a 15 apelos por dia, mas de pessoas idosas que se encontrem numa situação de emergência ou com necessidade de apoio psicológico. Neste caso, este serviço também pode ser utilizado por familiares de doentes de Alzheimer .
A violência doméstica contra mulheres vitimou 26 jovens com idade inferior a 35 anos, durante o ano de 2009. E foram ainda registados 42 casos de tentativa de homicídio.
Sendo que o número de mulheres assassinadas por aqueles que ainda eram companheiros, maridos ou namorados constituem 64% dos casos e 36 % foram vítimas dos parceiros de quem estavam já divorciadas ou separadas.
Na maioria dos caos - 52% - as tentativas de homicídio foram igualmente praticadas pelos maridos, companheiros ou namorados e os restantes casos por ex- -companheiros.
Fonte:http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1540393
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Sessão de esclarecimento sobre Direitos de Partentalidade - 23 de Abril 2010

O IEBA – Centro de Iniciativas Empresariais Beira Aguieira e o Centro de Saúde de Mortágua, encontram-se a organizar uma sessão de esclarecimento sobre direitos de Parentalidade, destinada a Grávidas e futuros Pais e/ou Educadores/as.
Apresentar-se-ão os seguintes temas, seguindo-se esclarecimento sobre todas as questões e dúvidas que surjam:
- licenças de maternidade e paternidade,
- faltas para assistência a menores ou doentes,
- dispensas para amamentação e/ou aleitação e para consultas pré-natais,
- protecção no despedimento,
- direito de assistência médica;
- apoios sociais disponíveis,
- entre outros…
Desta forma, gostaríamos de a/o convidar a participar nesta sessão de esclarecimento, que se realiza no próximo dia 23 de Abril (6ª feira), pelas 18h:00m, no Centro de Saúde de Mortágua, com a duração, de aproximadamente, 2h:00m
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Homens presos por violência doméstica
Homens presos por violência doméstica A Polícia Judiciária de Vila Real deteve um homem, de 50 anos, jornaleiro, que disparou vários tiros contra a mulher e os filhos, em Castro Daire, num quadro de violência doméstica.Trata-se de uma situação que já se arrastava há vários anos, tendo o homem, anteontem, usado uma caçadeira para ameaçar os familiares – que fugiram da casa com medo. Por os disparos terem sido feitos com os cartuchos em seco, acabaram por não causar ferimentos.
Também em Castro Daire, a GNR deteve outro homem, de 39 anos, empresário da restauração, por violência doméstica. A vítima ligou para a GNR a dizer que estava sequestrada em casa, com os filhos de 2 e 6 anos. A GNR resgatou-os e levou-os para uma instituição. O suspeito perseguiu-os e foi detido na posse de uma pistola.
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentid=F0FBF57C-5689-42B1-8B3F-EA30C30A2565&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010&h=3
Vítimas gastam mais 140 euros em saúde
Manuel Lisboa falava na primeira sessão do fórum "Empresas contra a Violência Doméstica", subordinada ao tema "Violência Doméstica e Condições de Trabalho". Uma iniciativa do Governo Civil de Coimbra que a secretária de Estado para a Igualdade, Elza Pais, que marcou presença, considerou "brilhante", por fornecer, pela primeira vez, um olhar sobre os reflexos da violência familiar no local de trabalho.
De acordo com Manuel Lisboa, ligado à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, 15% dos custos com a saúde resultantes da violência doméstica deve-se ao absentismo no trabalho. Para que não restem dúvidas sobre o impacto do fenómeno na esfera profissional e nos cofres do Estado. "Há clara relação entre o que se passa em casa e o que se passa no trabalho", sublinhou.
Manuel Lisboa, estudioso da área, explicou que a mulher vítima de violência doméstica tem mais dificuldade em conseguir emprego e, se estiver empregada, muito menos probabilidades de ser promovido (também devido á sua debilitada auto-estima). Por outro lado, corre muito mais riscos de se despedir - por imposição do parceiro - ou de ser despedida.
Estudos demonstram, ainda, que os filhos das mulheres alvo deste tipo de violência têm maior probabilidade de adoecer.
"Hoje, deve meter-se a colher"
A violência tem custos económicos. Tanto que, segundo um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento, citado pela secretária de Estado para a Igualdade, os custos totais oscilam entre 1,6 e 2% do Produto Interno Bruto (PIB) de uma nação. Elza Pais não duvida: "Combater a violência doméstica é reforçar a competitividade do país".
A governante explicou que as queixas por violência doméstica aumentam, de ano para ano, porque o fenómeno tem conquistado visibilidade. E, a seu ver, isso "significa que está a ser combatido". Em 2009, foram apresentadas 30543 queixas - uma média de 84 por dia -, o que se traduz num aumento de 10,4% em relação ao ano anterior, observou Elza Pais.
"Combater a violência doméstica é combater valores enraizados e lutar pelos direitos humanos", defendeu, ainda, a secretária de Estado para a Igualdade.
O mesmo é falar no velho dito popular, segundo o qual "entre marido e mulher não se mete a colher". "Hoje, deve meter-se a colher", realçou o governador civil de Coimbra, Henrique Fernandes, sem deixar de lembrar que, antes do 25 de Abril, a Lei concedia ao homem os direitos de devassar a correspondência da mulher e autorizá-la, ou não, a sair do país.
Se, há cerca de dez anos, o número de queixas apresentadas correspondia a 1% do cenário global, dados de 2007 mostram que subiu para 12%. Mas Manuel Lisboa põe o dedo na ferida: "A maioria continua a calar".
Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1537413
segunda-feira, 29 de março de 2010
Concurso de Textos e Poesia Inclusiva sobre o tema “Um Olhar sobre a não-Discriminação”
Organizado pelo Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. e a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género. Prazo de candidaturas de 5 de Abril a 25 de Maio O objectivo deste concurso é sensibilizar a população para a promoção da igualdade e da não discriminação, onde se ofereçam a todos as pessoas, independentemente do sexo, origem étnica, religião ou crença, deficiência, idade e orientação sexual, as mesmas oportunidades. quinta-feira, 25 de março de 2010
Promoção da igualdade no género propicia desenvolvimento
Marilena Gambôa fez esta afirmação quando proferia o tema” O género e o desenvolvimento”, inserido na 5ª edição do projecto de debates do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), denominado “Jango do desenvolvimento”.
Referiu que a igualdade no género é fundamental porque permite que haja uma interacção entre ambos os sexos, bem como ajuda no impulsionamento a dar em qualquer trabalho a realizar.
Nesta senda, disse, a aplicação da plataforma de Beijing e a implementação dos objectivos do Milénio faz com que se tenha uma base de sustentabilidade para impulsionar o desenvolvimento das sociedades, propiciando sim uma igualdade paritária.
“Uma vez que o analfabetismo ainda é um facto no país, onde as mais afectadas são as mulheres, por serem a maioria parte da população angolana, todo engajamento em prol do desenvolvimento não se pode ser à margem deste pressuposto educativo (parte dos objectivos do milénio”, asseverou.
Marilena Gambôa ressaltou que uma população educada tem muitos instrumentos para poder progredir harmoniosamente.
Fonte: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/sociedade/2010/2/12/Promocao-igualdade-genero-propicia-desenvolvimento,45728c63-1780-4804-96e1-52d66fc03acc.html
quarta-feira, 24 de março de 2010
Professoras são penalizadas por serem mães. Sindicato tenta alterar a situação
“Consideramos esta situação totalmente injustificável e inaceitável e não iremos admitir que, numa época em que tanto se apregoa a igualdade de direitos e oportunidades, as mulheres sejam prejudicadas por serem mães”, afirma Júlia Azevedo, Presidente do SIPE. De acordo com esta estrutura sindical, esta situação decorre de uma lei promulgada no ano passado que vem colocar em causa o direito das mulheres à igualdade e à família.
O sindicato quer agora reportar esta situação à Ministra da Educação, ao Provedor de Justiça, à Assembleia da República e ao Presidente da República e vai também apresentar queixa à Comissão para a Igualdade e Direitos das Mulheres. “Se for necessário, recorreremos também aos tribunais”, acrescenta a mesma responsável.
Fonte:http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=25841&catogory=Portugal
terça-feira, 23 de março de 2010
Curso "Igualdade de Género e de Oportunidades entre Homens e Mulheres"
Esta acção de formação tem como objectivo principal a alteração de atitudes e de práticas, directa ou indirectamente, discriminatórias das mulheres no mercado de trabalho e dos homens na vida familiar e destina-se a colaboradores/as com o 12º ano completo e/ou ensino superior das Instituições Particulares de Solidariedade Social, bem como ao público em geral que se encontre empregado e/ou a desenvolver estágio não curricular.
Esta acção será ministrada em horário pós-laboral, mais precisamente das 18:00h às 22:00h no período de 05 de Abril a 12 de Maio de 2010.
No decorrer desta acção formativa será fornecido pela entidade todo o tipo de material didáctico necessário, bem como, um certificado final de aproveitamento.
Mais se informa que esta acção de formação é totalmente gratuita.
Caso esteja interessado/a em inscrever-se, por favor preencha a ficha de inscrição que se encontra em anexo e envie até dia 09 de Março de 2010 para os seguintes contactos:
Morada: Avenida Infante D. Henrique, nº 47, 3º esq.9500-150 Ponta DelgadaFax: 296 209 609
Email: info@cipavioleta.org
Telefone: 296 209600
Saudações Paritárias,
A equipa do CIPA
Fonte:http://www.novodiacipa.org/index.php?option=com_content&view=article&id=164&catid=164
segunda-feira, 22 de março de 2010
Arranque do Ciclo de Acções de sensibilização "Informática para Tod@s"
sexta-feira, 19 de março de 2010
Igualdade entre trabalhadores na ordem do dia: Prémio 'Igualdade é Qualidade' para Ikea e Axa

O prémio atribuído reconhece a promoção da igualdade do género e a conciliação entre a vida profissional e pessoal, bem como a não discriminação entre os trabalhadores.
O Ikea foi distinguido pelo seu trabalho na área do trabalho a partir de casa, nas ausências para assistência familiar e, tal como a Axa, na flexibilidade nos horários cujo objectivo é promover um equilíbrio entre o trabalho e a família.
De acordo com a agência Lusa, na cerimónia estiveram presentes a ministra do Trabalho, Helena André, e o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira que assistiram ainda à atribuição de menções honrosas às empresas Oracle, Nova Gráfica, Metalomecânica Vítor Monteiro e Serviços Municipalizados de Loures.
Empresas exemplares na área da igualdade entre mulheres e homens premiadas
Gabinete do Ministro da Presidência
VIII Prémio Igualdade é qualidade
Pedro Silva Pereira e Helena André entregam Prémios a empresas exemplares na área da igualdade entre mulheres e homens
O Ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira e a Ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Helena André, participam, amanhã, na cerimónia de entrega do Prémio Igualdade é Qualidade atribuído pela Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) e pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG).
Trata-se de uma distinção de mérito e prestígio atribuído às Empresas e Entidades com políticas exemplares na área da igualdade entre mulheres e homens e que tem como principais objectivos o combate à discriminação e a promoção da igualdade entre mulheres e homens no trabalho no emprego e na formação profissional bem como a conciliação da vida profissional, familiar e pessoal.
O Prémio Igualdade é Qualidade foi instituído há oito anos e desde então foram apresentadas 180 candidaturas por parte de empresas e entidades, tendo sido atribuídos 15 Prémios e 22 Menções Honrosas.
Este ano, os vencedores do Prémio distinguiram-se pela promoção de políticas de diversidade e promoção da participação de mulheres em funções de topo e pelas práticas de não discriminação entre mulheres e homens nos processos de recrutamento e selecção.
A cerimónia de entrega dos prémios terá lugar no Museu da Moda e do Design situado na Rua Augusta - 10h30.
terça-feira, 16 de março de 2010
Workshop Género e Exclusão Social
No âmbito do Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social, a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género vai patrocinar a realização do Workshop “Género e Exclusão Social” com a intervenção do Grupo Teatro do Oprimido. Após o espectáculo, o tema da pobreza será debatido com a Prof. Doutora Amélia Bastos, investigadora nesta área. Dia 24 de Março, às 21h00, esperamos por si, no Chapitô.
Workshop "Género e Exclusão Social" - Dia 24 de Março às 21h no Chapitô
Junto se anexa um abstract sobre este evento.
No âmbito do Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social, a CIG – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género vai patrocinar a realização de um espectáculo/debate, com a intervenção do Grupo de Teatro do Oprimido e de uma investigadora que tem estudado o fenómeno da pobreza, no dia 24 de Março, às 21h00 no Chapitô.
O espectáculo será produzido pelo Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa – GTO Lx e levado à cena pelo colectivo DRK, constituído por jovens da Cova da Moura e do Zambujal, no âmbito do projecto Diversidade da iniciativa EQUAL e sediado num dos bairros críticos da área da Grande Lisboa.
A Cova da Moura e as pessoas que a habitam estão habituadas a serem notícia de destaque nos meios de comunicação social, geralmente por razões associadas à pobreza e à exclusão social, reforçando assim na opinião pública uma imagem pouco gratificante e geradora de uma visão negativa dos seus habitantes, homens e mulheres. Com esta iniciativa a CIG pretende mostrar o outro lado do bairro: o lado interessante da Cova da Moura e dos/as seus/suas moradores/as.
A partir da encenação, o tema da pobreza no feminino será enquadrado pela Prof. Doutora Amélia Bastos (ISEG-UTL), que tem analisado a pobreza no feminino e a pobreza infantil, por forma a estimular o debate. No mês em que se comemora o Dia Internacional das Mulheres, introduzimos a perspectiva de género nas iniciativas do Ano Europeu, reflectindo sobre as causas profundas e estruturantes da desigualdade, olhando para a discriminação não como um problema das vítimas, mas como uma questão de qualidade da democracia e de desenvolvimento humano.
Este workshop é uma oportunidade de olharmos para a realidade pela perspectiva dos que lá vivem. “Ich bin ein berliner” foram as palavras de Kennedy para se solidarizar com os berlinenses em 1963. Então e se eu fosse da Cova da Moura? Venha experimentar, afinal de contas temos garantias…
Divulgação do concurso Pensar os Afectos Viver em Igualdade
O concurso Pensar os Afectos Viver em Igualdade, é promovido pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) em colaboração com a Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC). No sentido de dar cumprimento ao III Plano Nacional Contra a Contra a Violência Doméstica, este tem como objectivo contribuir para que crianças, adolescentes e jovens desenvolvam relações afectivas mais saudáveis e se tornem protagonistas de uma cidadania activa.O concurso consiste na concepção e apresentação de uma Campanha de Sensibilização Local produzida por alunos e alunas dos 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário, que promova o estabelecimento de relações interpessoais paritárias e equilibradas, baseadas no respeito mútuo, enquanto condição necessária para a eliminação da violência de género nas relações afectivas.
Para mais informações contactar:
Cláudia Mateus – claudia.mateus@cig.gov.pt
Margarida Saco – margarida.saco@cig.gov.pt
Luis Lopes – luis.lopes@cig.gov.pt
Fonte: www.cig.gov.pt
Aveiro: Empresas seguem estratégia para a igualdade de género
A secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais, disse ontem na sede da Associação Industrial do Distrito de Aveiro (AIDA) que não existe uma lei da paridade, designadamente, para aumentar a presença de mulheres em cargos de chefia nas empresas, tal como há para a formação de listas de candidatos a cargos políticos, mas valorizou a existência de uma estratégia “para imprimir ritmo à modernização para que cada vez mais as empresas promovam a conciliação pessoal, empresarial e familiar”. A declaração foi feita durante a apresentação do projecto “Planos para a Igualdade”, promovido pela AIDA, a implementar em empresas-piloto que aderiram a este projecto. Elza Pais anunciou a entrada numa “nova lógica empresarial, uma nova cultural empresarial que é uma nova cultura social, que avança na igualdade, na conciliação e no desenvolvimento”. A governante quer implementar uma “mudança organizacional” e adoptar “modelos inovadores de gestão conducentes à igualdade do género”. Numa altura em que o Governo “aposta na igualdade do género” e não baixaram os apoios financeiros da União Europeia a este tipo de projectos, a secretária de Estado anunciou ainda “o fim do desperdício de recurso humanos, de talento, sobretudo em tempo de crise”.
Fonte: http://www.diarioaveiro.pt/main.php?mode=public&template=frontoffice&srvacr=pages_13&id_page=7908
segunda-feira, 15 de março de 2010
Abertura de exposição "Olhares sobre a Igualdade" na Associação Felgueirense-13/03/10
Nova lei britânica da igualdade dita o fim da Ladie's Night e dos avisos nos ginásios
Os Ginásios que alertam as mulheres para o perigo de levantar pesos podem ser processados. Insinuar que as mulheres não são tão fortes como os homens pode ser considerado discriminação sexual, tendo em conta a legislação prevista na Equality Bill.O código, elaborado pela Comissão de Igualdade e Direitos Humanos, inclui uma lista de exemplos de “tratamento menos favorável não intencional”, nos quais as mulheres sejam afectadas.Não é só nos ginásios que poderão ser visíveis algumas modificações. A nova lei pode significar o final das “ladies nights” em discotecas, onde normalmente as mulheres pagam menos do que os homens.As alterações não estão apenas relacionadas com a discriminação sexual. Xenofobia e racismo também estão previstas no código. Por exemplo, se três polacos e um inglês forem proibidos de entrar num bar, o inglês pode alegar discriminação racial por associação. Outro exemplo: se uma criança não for admitida num clube de futebol e se os seus pais forem gays, pode alegar discriminação relacionada com a orientação sexual.Fonte: http://www.ionline.pt/conteudo/51090-nova-lei-britanica-da-igualdade
sexta-feira, 12 de março de 2010
Arranque de Ciclos de Acções de Sensibilização "Informática para Tod@s" e Exposição de fotografia " Olhares sobre a Igualdade"

Este Ciclo tem a duração de 21horas e decorrem em horário pós-laboral, conta com a participação de 15 pessoas.
Relembramos que a frequencia destas acções é gratuita e destina-se a qualquer pessoa, que deseje saber mais sobre como usar o seu computador, utilizar a internet e os e-emails.
Em simultâneo a este Ciclo de Acções, estará patente (na mesma Associação) a Exposição de Fotografia amadora "Olhares sobre a Igualdade", estando disponivel à comunidade em geral até dia 30 de Abril de 2010.
quinta-feira, 11 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
Mulheres trabalham mais 16 horas por semana do que homens
O dia de trabalho das mulheres começa normalmente mais cedo e termina invariavelmente mais tarde. «Quando olhamos para os gráficos de tempo de trabalho pago e não pago, as mulheres trabalham em média mais 16 horas por semana do que os homens», contou à Lusa Natividade Coelho, presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), a propósito do Dia da Mulher, que se assinala na segunda feira.
«Num mercado de trabalho sem horários, as mulheres são as mais penalizadas porque são as responsáveis por cuidar dos filhos e das tarefas domésticas», lembrou a especialista em direitos femininos, Regina Tavares da Silva.
Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=439074
Comissão de Igualdade no Emprego revela aumento de queixas em 2009
A Comissão de Igualdade no Emprego anunciou, esta segunda-feira, que continua a haver discriminação relativamente ao sexo feminino no mercado de trabalho, nomeadamente a discrepância salarial, e que as queixas aumentaram em 2009.Zeinal Bava diz que a PT promove a igualdade de género
O presidente da Comissão Executiva da PT, Zeinal Bava, proferiu as declarações enquanto distribuía flores e um espelho, ao lado de outros administradores e diretores, às mulheres que entravam nas instalações, no Fórum Picoas.
O responsável sublinhou que o que está no "código de ética da empresa é para valer", e que "não é apenas um exercício de marketing".
A empresa tem "30 por cento de mulheres em lugares de chefia e seis por cento em lugares de administração", a PT é uma das seis empresas do PSI20 que publica no seu Código de Ética cláusulas anti-discriminatórias, nomeadamente em relação às mulheres, frisou.Zeinal Bava enalteceu o papel da empresa em relação aos esquemas laborais para simplificar a vida das funcionárias, "permitindo mais teletrabalho, trabalhar em part-time, ou mesmo mobilidade geográfica", para que as mulheres possam estar mais tempo com os filhos e com a família.A Lusa questionou o presidente executivo se seriam mulheres a ocupar os dois lugares na administração da empresa deixados vagos pela demissão recente de Rui Pedro Soares e de Fernando Soares Carneiro, ao que respondeu que "não se trata de mulher e de homem, mas sim de ter as pessoas certas no sítios certos".
"A escolha dos próximos administradores será pelo reconhecimento e pelo mérito", sem ter nada a ver com o sexo ou outro fator, concluiu.A funcionária da PT Cristina Torres revela que as dificuldades sentidas enquanto mulher se prendem em conseguir "conciliar as funções de mãe e a vida profissional", reconhecendo que a empresa ajuda, apesar de "ser muito exigente em termos profissionais".
Maria João Nogueira, também funcionária da PT, nunca sentiu discriminação nesta empresa, mas reconhece "dificuldades enquanto trabalhou na área da publicidade".
quinta-feira, 4 de março de 2010
Comemoração Dia Internacional da Mulher
Junto se anexa o convite e o programa da supra referida sessão.
RSF: cig@cig.gov.pt
Tlf: 21 798 00 00
quarta-feira, 3 de março de 2010
Vereadora do PS propõe criação de Gabinete Municipal para a Igualdade
Jovita Ladeira, a única vereadora na câmara algarvia além dos seis eleitos do executivo do PSD, considera que a criação do Gabinete, aliada à nomeação de um Conselheiro Autárquico para a Igualdade, "seria a melhor forma de assinalar o Dia Internacional da Mulher", marcado para domingo.
"A Igualdade é uma área que exige um tratamento prioritário, do qual depende, em boa medida, a modernidade e a qualidade da democracia portuguesa", afirmou Jovita Ladeira, para quem o gabinete permitiria "amparar as vítimas de violência doméstica, crime que tem vindo a aumentar no Algarve".
O lançamento de campanhas de informação e formação, o apoio e o acolhimento de vítimas de violência doméstica, de forma confidencial e gratuita, são algumas das funções que a vereadora prevê poderem ser atribuídas ao Gabinete.
"A criação do Gabinete para a Igualdade irá integrar o município vilarrealense na Rede Europeia para a promoção da igualdade de género e não discriminação, comprometendo-o a promover o desenvolvimento integrado da perspetiva de género e de igualdade de oportunidades nas políticas municipais", disse ainda a vereadora num comunicado.
Fonte: http://www.ionline.pt/conteudo/49462-vereadora-do-ps-propoe-criacao-gabinete-municipal-igualdade
terça-feira, 2 de março de 2010
Mulheres Prémios Nobel- Em exposição na Biblioteca Municipal do Seixal
A Biblioteca Municipal do Seixal assinala o Dia Internacional da Mulher com a exposição Mulheres Prémios Nobel.A exposição, patente até dia 13 de Março na Biblioteca Municipal do Seixal, foi concebida pela Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres – CIDM (actualmente designada Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género - CIG).
Composta por diversos cartazes alusivos às mulheres que alcançaram o Prémio Nobel, a exposição visa destacar algumas das mulheres mais marcantes na história mundial, em diversas áreas, com o intuito de alertar para a falta de visibilidade das mulheres em diversas esferas de decisão, seja a nível político, económico, científico, ou artístico, pois desde que os Prémios Nobel foram instituídos, em 1901 e até 2006, apenas 33 mulheres receberam a distinção, um número diminuto quando comparado com os 725 homens galardoados, nas áreas da Física, Química, Medicina, Literatura e Paz.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Sessões de Contos com o Serafim - foi um SUCESSO

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Seminário-Debate:As vítimas de crime e os órgãos de comunicação social
Serve a presente para divulgar a realização do seminário sobre o tema “As vítimas de crime e os órgãos de comunicação social”, no dia 22 de Fevereiro, organizado pela APAV, data em que se comemora o Dia Europeu da Vítima de Crime.
Para confirmar a sua inscrição, p.f. contacte Deolinda Santos:
21 358 79 19 secretariado@apav.pt
PROGRAMA
14H00 Abertura: Joana Marques Vidal Presidente da APAV
As vítimas e os órgãos de comunicação social
14H20 Percepção da criminalidade e sentimentos de insegurança: Alina Esteves
14H40 O Risco: da compreensão à gestão: Bruno Brito
APAV
15H00 Os jornalistas e as vítimas de crime: Orlando César
Presidente do Conselho Deontológico dos Jornalistas
15H20 Pausa
15H45 Protecção da imagem e privacidade das vítimas de crime e direito de informar:
O papel da regulamentação da comunicação social: João Pedro Freire
ERC – Entidade Reguladora para a Comunicação Social
16H15 As forças de segurança e a comunicação social: sub-comissário Carla Duarte
Núcleo de Relações Públicas da PSP – Polícia de Segurança Pública
16H45 Debate
moderadora Marta Atalaia jornalista SIC – Sociedade Independente de Comunicação
17H30 Encerramento
Local: APAV - Sede Rua José Estevão 135-A 1150-201 Lisboa
Metro: Estação Arroios (Linha Verde) / Estação Saldanha (Linha Amarela)
Fonte: Fonte: Núcleo Distrital de Lisboa da REAPN
Seminário Violência Doméstica
Para mais informações contacte: baloicodotempo@gmail.com ou 910279273.
Fonte: Baloiço do Tempo Associação
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Acções de Sensibilização "Informática para tod@s"
Estão abertas inscrições para um novo ciclo, que vai decorrer na Felgueira, durante o Mês de Março/2010. Os interessados/as podem inscrever-se na Associaçãi Felgueirense, ou no IEBA.
Relembramos que a frequencia destas acções é gratuita e destina-se a qulaquer pessoa, que deseje saber mais sobre como usar o seu computador, utilizar a internet e os e-emails. Cada ciclo de acções tem a duração de 21horas e decorre em horário pós - laboral.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Igualdade: Sara Falcão Casaca é a nova presidente da CIG
Elza Pais avançou que a presidente «já está indigitada e tomará posse assim que for possível, mas iniciará funções na segunda feira», quando se realiza, em Lisboa, o seminário internacional «Pelo Fim da Mutilação Genital Feminina».
Esta iniciativa marca o Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina (MGF) que hoje se celebra e vai reunir representantes governamentais e da ONU, elementos de diversas ONG e mulheres que foram vítimas da prática.
Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=434392
Sociedade : RUMO promove Seminário “Igualdade de Género e Violência Doméstica”
O Gabinete de Apoio à Vítima da RUMO, no âmbito do Projecto financiado pelo QREN/POPH promove o 2º Seminário no âmbito da temática da Igualdade de Género e Violência Doméstica - "A (IN)Justiça na Violência Doméstica" que se realiza no próximo dia 24 de Fevereiro de 2010 entre as 14h e as 17h30m no Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro.quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Já se encontram a decorrer as acções de sensibilização “TIC para Tod@s” em Quilho
Serão abordados vários conteúdos, adaptando-se em função dos conhecimentos dos/as participantes, centrando-se nas noções básicas do Word e Internet, formatações, criar tabelas, inserção e tratamento de imagem, configuração da página, aspectos gerais do Windows, segurança na Internet, criar utilizar um e-mail.
È de realçar o empenho e a dedicação com que Associação de Quilho abraçou esta iniciativa.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Formação de Profissionais da Comunicação Social em igualdade de Género
Data : 22 de Fevereiro a 22 de Março de 2010
Horário*: Segundas, Quartas e Quintas-feiras – 18:30 às 21:30
Local: Coimbra (local a confirmar)
Características da Formação:
· 40 Horas de formação, sendo que a frequência obrigatória é de 90% do total de horas previstas.
· Atribuição de subsídio de alimentação diária (4,11€ por formanda/o)
· Atribuição do Certificado correspondente à frequência desta Acção de Formação em Igualdade de Género
· Equipa de formação multidisciplinar
· Metodologias activas e participativas adequadas ao contexto de sala de aula
Inscrições:
· A decorrerem até ao dia 19 de Fevereiro de 2010.
· Enviar ficha de inscrição, devidamente preenchida, para o email: desenvolvimento@ajpaz.org.pt
· Limite de inscrições: 25 (aceites por ordem de chegada)
Objectivos da formação:
- Promover um pensamento crítico e uma atitude exigente no que toca à Igualdade de Género;
- Consciencializar profissionais da comunicação social para o seu papel na mudança de mentalidades e na visão sobre o mundo;
- Incentivar os profissionais da comunicação social a incluir, nas suas práticas, a dimensão da Igualdade de Género na linguagem escrita e visual.
Fonte: AJP - Acção para a Justiça e Paz
Sócrates: igualdade é «batalha nunca terminada»
O primeiro-ministro, José Sócrates, declarou esta terça-feira, que o objectivo da igualdade entre homens e mulheres é «uma batalha nunca terminada» e um «caminho sem fim», no que respeita à compatibilização da vida familiar e profissional e igualdade salarial. José Sócrates participou num almoço com 12 mulheres representativas de diferentes áreas profissionais, numa iniciativa integrada nos cem dias de Governo socialista.«A questão da igualdade entre homens e mulheres é uma batalha nunca terminada e um caminho sem fim, que temos sempre que aprofundar. Ainda há muito a fazer no que diz respeito à compatibilização entre a vida profissional e familiar», considerou José Sócrates.
«Hoje temos um país que tem mais mulheres a trabalhar em percentagem comparados com os restantes países europeus e que tem mais mulheres no Ensino Superior ou na Ciência», acrescentou.
O primeiro-ministro referiu a importância da existência de creches que possibilitem «às jovens famílias terem os filhos que pretendem e não apenas aqueles que a vida profissional lhes permita», salientando também a necessidade de vigiar as diferenças salariais entre géneros. « O papel da mulher na sociedade portuguesa é hoje um dos nossos elementos de maior modernidade», sustentou.
Na residência oficial do primeiro-ministro, onde decorreu o almoço, marcaram presença as ministras do Trabalho, Helena André, da Educação, Isabel Alçada, da Saúde, Ana Jorge, da Cultura, Gabriela Canavilhas e do Ambiente, Dulce Pássaro, bem como as secretárias de Estado Elza Pais, Dalila Araújo, Fernanda Carmo e Idália Moniz.
Fonte: http://www.tvi24.iol.pt/politica/socrates-mulheres-almoco-igualdade-governo-tvi24/1136184-4072.html
Liga para a Protecção da Natureza debate papel da mulher
A Liga para a Protecção da Natureza (LPN) organiza hoje um Workshop sobre o \"Papel da Mulher no Desenvolvimento Rural\".A iniciativa, inserida no projecto Rural Value, procura, segundo a LPN, “promover a partilha de experiências e vivências, num debate entre mulheres de diferentes contextos sociais sobre as suas oportunidades neste campo”.
“Para uma estratégia de desenvolvimento rural é imprescindível considerar a igualdade entre homens e mulheres, bem como a participação de ambos no trabalho agrário”, realça a Liga.
“O papel da mulher no desenvolvimento local autárquico”, “empreendedorismo feminino em meio rural”, e o “Papel da mulher no mundo agrícola” são alguns dos temas em reflexão, revelou à Rádio Pax Cristina Sousa, coordenadora do projecto.
O workshop tem lugar no Fórum Municipal de Castro Verde.
Fonte:http://www.radiopax.com/noticias.php?go=noticias&id=8261&d=noticias
Diploma de Especialização em Mainstreaming de Género nas Políticas Públicas (DEGÉNERO)
OBJECTIVO:A integração transversal da dimensão de género em todos os domínios de política (mainstreaming) está determinada no III Plano Nacional para a Igualdade – Cidadania e Género (2007-2010), tendo em vista alcançar os objectivos previstos na Convenção sobre a Eliminação de todas as formas de Discriminação contra as Mulheres (ONU, 1979) e seguindo o disposto na Declaração e Plataforma de Acção de Pequim (ONU, 1995), bem como na estratégia e nas medidas de política da União Europeia para a promoção da igualdade entre mulheres e homens. Reconhece-se a importância da integração da dimensão de género em todos os domínios de política enquanto estratégia de promoção da igualdade entre mulheres e homens e como requisito de boa governança.
Mais informações em: http://www.ina.pt/index.php?option=com_wrapper&view=wrapper&Itemid=202
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
"Levar a Igualdade à Letra" - Contos com o Serafim: dia 19/02/10 - 21h na Biblioteca Municipal de Mortágua
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Teatro:resumos dos enasios
Tal como já tinhamos referido, este projecto comtempla a encenação de uma peça de teatro juvenil, sobre temática central do projecto (IOEHM). Pretende-se recriar a evolução do namoro nos últimos 100 anos, vincando as diferenças de época e a postura de relação entre homem e mulher. Para isto, pretende-se que todos as pessoas envolvidas na peça recolham histórias/episódios que caracterizem o namoro da época a que se estão a referir, ou seja, esta peça de teatro é uma construção colectiva.
A seguir, resume-se um pouco o que tem sido os nossos ensaios de teatro :
- Ensaio nº 1 - 27/11/2009, Centro Micológico (Pq. Manuel lourenço Ferreira em Mortágua) - Descreveu-se um pouco o projecto e o respectivo enquadramento desta actividade.
Apresentou-se o elenco, assim como os/as encenadores/as.
Informou-se que esta peça será uma produção colectiva, onde a temática central será o namoro, ou seja, o próprio elenco com base em histórias reais vai escrever um episódio característico da época a que se refere, na qual deverão mencionar, todos os pormenores: as músicas, as expressões, as prendas...) - Ensaio nº 2- 20/12/2009, EBA- Este ensaio serviu para o grupo se apresentar e conhecer, sentir-se à vontade, realizamos umas dinâmicas de grupo, exercícios de relaxamento, jogos de mímica e, depois, leitura das histórias escritas pelo próprio elenco!
- Ensaio nº 3 – 10/01/2010, EBA - Começou-se por um aquecimento do físico, depois de marcha e corrida, música, jogar com um balão e com bolas imaginárias e dançar, sozinhos em grupo. Depois, uma simulação só com mímica: imaginar que estávamos numa estação de comboio, construir uma personagem e mostrá-la através da expressão corporal, sem que os colegas soubessem o que estávamos a fazer: haviam pares, amigos, pais e filhos e outros sozinhos: senhoras da limpeza, seguranças, vendedores de bilhetes, pedintes, "madames"... Depois, lemos mais umas histórias de situações namoro. Já há histórias dos anos 40, 50, 60, 80, 90 e actuais. Temos que recolher informação sobre presentes que, em cada época era usual, receber dos namorados.
- Ensaio nº 4 – 17/01/2010, EBA - Iniciou-se este ensaio com os habituais exercícios de aquecimento do corpo e de expressão corporal: andar, correr, jogar basquete, dançar... A importância da mímica, do gesto, sem palavras, do delinear lentamente as expressões e os gestos. Depois, representar com mímica, ao som da música, algumas cenas em grupo, já no palco. Estar em cena a representar e estar em cena a contracenar, é diferente e, segundo, o encenar é no saber contracenar que os/as grandes actores e actrizes se revelam... Fizemos uma cena num jardim, com um ladrão, um polícia, uma senhora assaltada e duas outras senhoras que estavam a passear os seus filhos num carrinho, que foram socorrer a senhora assaltada. Depois, cenas de namoro (tudo em mímica e com música) na fonte (anos 50) e namoro num jardim (anos 60), com as mães a "apanhar" os parzinhos .
Por fim, leitura de mais umas histórias de namoro. - Ensaio nº 5 - 24/01/2010 -Iniciou-se com o habitual aquecimento orientado por uma das actrizes, saltamos à corda, jogamos basket, relaxamos músculos, entre outros exercicios. Posteriormente, e simplesmente recorrendo à mimica fomos para o palco, uns repesentavam a chuva a cair, outros o vento e por fim as folhas das arvores a cair. Seguiram-se várias cenas onde vários grupos de actores/actrizes, representavam a mulher vitima de maus tratos, outra cena da mulher abandonada pelo namorado, e por fim o ultimo grupo recordavam apenas fotografias da adolescencia.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Escolas apostam em aulas sobre violência doméstica
As escolas do ensino básico e secundário estão a apostar na prevenção da violência doméstica e do bullying (violência entre alunos) como tema das suas aulas. O concurso "A Nossa Escola pela Não Violência", da responsabilidade da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), foi o primeiro projecto a nível nacional a abordar estas questões e já chegou a mais de mil alunos do 3.º ciclo e do secundário. Este ano "vai ser generalizado a todos os graus de ensino", adianta a secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais.A CIG deu formação a professores que integraram, pela primeira vez, ao longo do ano lectivo 2008/ /2009, a temática da violência nas suas aulas.
Além da prevenção, esta vertente serve de preparação para o trabalho que os alunos vão levar a concurso. Este ano, segundo explica Elza Pais, os professores vão incluir o combate à violência no namoro e o desenvolvimento de relações saudáveis na área de cidadania.
A par desta iniciativa nacional existem projectos locais, como o Bem Me Quero, em Setúbal, onde vários profissionais exteriores à escola analisam fenómenos de violência com os alunos na aula de formação cívica, durante todo o ano lectivo.
O trabalho de prevenção da violência junto dos alunos é um dos objectivos do III Plano Nacional contra a Violência Doméstica, estabelecido para três anos e que termina em Dezembro. A sua concretização está a ser feita também através de alguns projectos-piloto, explica o vice-presidente da CIG, Manuel Albano. Algumas iniciativas estão a ser executadas por associações como a APAV (Associação de Apoio à Vítima), a UMAR (União das Mulheres Alternativa e Resposta) e a SEIES (Sociedade de Estudos e Intervenção em Engenharia Social).
A hipótese de estas intervenções virem a ser alargadas a nível nacional vai depender da avaliação que for feita no final de cada projecto. Quem está no terreno não tem dúvidas do seu sucesso e da sua importância.
Em Setúbal, a cooperativa SEIES trabalha há dois anos com alunos do 7.º, 8.º e 9.º anos da Escola D. João II. "Trabalhamos na disciplina de Intervenção Cívica, que entra na avaliação dos alunos. É um trabalho continuado de formação participativa", explica a coordenadora do projecto Bem Me Quero, Joana Peres.
A equipa constituída por vários profissionais vai às aulas de cada turma de 15 em 15 dias. Aqui, os jovens "são levados a reflectir sobre várias situações de violência e a falar das suas posições", acrescenta a responsável. Este método permite aos alunos "reconstruir as suas próprias vivências e mu- dar mentalidades", defende. As aulas já permitiram a muitas crianças e jovens denunciar os casos de violência doméstica que os próprios são vítimas ou que assistem.
A par da violência doméstica, são também trabalhados os contextos de bullying. "São realidades que estão relacionadas, porque muitas vezes estas são crianças que estão sujeitas a violência em casa, na escola podem tornar-se mais facilmente vítimas ou agressores, dependendo do modelo que recolhem em casa", descreve Joana Peres.
Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1475955
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Assembleia Geral da MMM | 17 de Janeiro | SPGL / Lisboa | 10h30 - 17h30
Na sequência da última reunião da coordenação portuguesa da Marcha Mundial das Mulheres (MMM) considerou-se a necessidade de montar uma estrutura organizativa mais operacional para a concretização das acções que vão decorrer ao longo de 2010, bem como de dar conteúdo às acções de 2010 em Portugal.No dia 17 de Janeiro (domingo) acontecerá, então, a Assembleia Geral (AG) da MMM Portugal na sede do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPSGL*), com início às 10h30m e com fim previsível às 17h30m.Associações e pessoas a título individual são muito bem-vindas!
A vossa presença é imperiosa! Nesta AG definir-se-ão aspectos organizativos e ideias mais concretas sobre as acções de 2010.
Nas Assembleias realizadas em 2009 em Coimbra e na Cova da Moura surgiram muitas ideias em torno dos 4 eixos - Bem Comum, Violência contra as Mulheres, Trabalho das Mulheres, Paz e Desmilitarizaçã o - mas agora é tempo de operacionalizar, de definir datas, locais, temas e responsáveis pela sua concretização, tendo em conta a especificidade e os interesses das diferentes organizações participantes!2010 poderá ser um grande ano de afirmação da MMM a nível nacional e de afirmação das problemáticas e das lutas das mulheres portuguesas num contexto nacional, europeu e internacional! Para isso, há que contar com a participação, envolvimento e energia de todos/as!Poderão confirmar a vossa presença para o e-mail da MMM Portugal: mmmulherespt@gmail.com*
O SPGL fica situado na Rua Fialho de Almeida nº3.Fica em frente ao Corte Inglês e junto à saída do Estação do Metro de S. Sebastião
Mais info em http://marchamundialdasmulheres.blogspot.com/http://www.marchemondiale.org/index_html/en
ADRL cria Núcleo Integrado para a Igualdade de Mulheres e Homens e Cidadania
A Associação de Desenvolvimento Rural de Lafões, criou um Núcleo Integrado para a Igualdade de Mulheres e Homens e Cidadania que terá como missão ser um pólo difusor dos princípios e práticas fundamentais da igualdade entre mulheres e homens, assumidos e trabalhados como elementos da responsabilidade colectiva dos diversos tipos de agentes da região de Lafões, na promoção da qualidade de vida das populações e do seu desenvolvimento sustentável.A ADRL desenvolverá este projecto em articulação com o CADI – Centro de Apoio ao desenvolvimento da Infância e com as acções da Marcha Mundial de Mulheres de que a é co-coordenadora nacional.Em declarações à Lafões, Carmo Bica, presidente da ADRL, começa por explicar o que no fundo é este NIC
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Direitos de Parentalidade nova publicação
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
TAP não pagou prémios a funcionárias grávidas
TAP não pagou prémios a funcionárias grávidas
A TAP não pagou prémios de desempenhos às dez funcionárias que em 2007 gozaram de licença de maternidade alegando que como estas estiveram ausentes, não cumpriram os mínimos de trabalho para terem prémios e o primeiro-ministro, José Sócrates, apoiou esta decisão, avança a edição desta quarta-feira do jornal 'I'.
No entanto, um parecer da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) considera esta atitude discriminatória.
Confrontado a pronunciar-se sobre o caso, o gabinete de José Sócrates, concordou a decisão da transportadora aérea.
De acordo com o jornal 'I' as queixas na Comissão para a Igualdade no Trabalho triplicaram durante o ano de 2009. Entre as reclamações encontram-se casos de grávidas e lactentes que são despedidas em processos colectivos com as empresas a alegarem que os seus postos de trabalho foram extintos, casos em que as mães não têm um horário flexível para amamentação, previsto por lei e outros casos nos quais as mulheres são despedidas sem justa causa.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Cinema aborda tema da igualdade de género no TAGV - Coimbra

Programa
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Mulheres licenciadas são discriminadas no acesso ao mercado de emprego - Comissão para a Igualdade no Trabalho
A repórter Paula Veran foi falar com duas responsáveis sobre estas matérias.
Violência doméstica: Rede de casas-abrigo não é suficiente
A rede oficial de casas-abrigo para vítimas de violência doméstica, que conta, actualmente, com 36 edifícios, não é suficiente para o número de casos de mulheres e crianças que precisam sair de casa para fugir ao sofrimento diário.
Além da comunidade de inserção da Associação de Moradores de Lameiras, a do Centro de Apoio à Vida, a da Cáritas de Coimbra, a da Casa de Sant´Ana, a do Centro Social e Paroquial de S. Lázaro, a da Comunidade Juvenil S. Francisco de Assis, a da Fundação Bissaya Barreto, a do Lar Divino Salvador, a do Lar Madre Sacramento, por vezes, hospedarias e pensões têm também de acolher as vítimas, que fugiram de casa, muitas vezes, apenas com a roupa do corpo.
«As vagas desta rede, que, ao fim e ao cabo, é pública, porque, apesar de formada por casas geridas por organizações não governamentais, é financiada pelo Estado, chegam», garante a secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais. Contudo, as associações afirmam que não é isso que se verifica no terreno, especialmente a nível do interior, onde quase não existem este tipo de organismos.
As vítimas têm, muitas vezes, de mudar de zona, «precisam de refazer a vida, eventualmente, de aumentar a escolaridade, de fazer formação», explica Maria José Magalhães, da União de Mulheres Alternativa e Resposta. Apesar de tudo, Elza Pais está sintonizada com esta necessidade e já afirmou que «as casas que vierem a ser construídas terão de ser no interior».
«Algumas instituições não percebem o que é uma casa-abrigo, pensam que é igual a um lar de terceira idade ou a um centro de ocupação de tempos livres», diz Magalhães, questionando ainda a qualidade destas instituições. «Tem de haver uma equipa técnica multidisciplinar e especializada», remata Rosmaninho.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Mulheres pouco representadas na ciência
por CÉU NEVESSegundo a edição do She Figures 2009, um inquérito sobre a igualdade entre homens e mulheres nas ciências, publicado esta semana pela Comissão Europeia, a desigualdade entre sexos persiste. Embora a percentagem de mulheres investigadoras esteja a aumentar a um ritmo mais acelerado que os homens, bem como as que concluíram o doutoramento, elas "continuam sub-representadas a nível da carreira científica".
"Esta desigualdade entre homens e mulheres constitui um desperdício de oportunidades e de talentos que a Europa não pode permitir. O problema não se resolve num dia, é preciso acabar com os obstáculos estruturais que surgem no percurso profissional das mulheres cientistas", alertou Janez Potocnik, comissário responsável pela ciência e investigação.
Em Portugal, as mulheres constituem 59,8% dos licenciados, mais 2,5% que a média europeia, maioria que, também, conquistou no campo da docência, mas essa maioria não se reflecte nos órgãos de decisão, facto sublinhado pelas dirigentes da Associação Portuguesa de Mulheres Cientistas (AMONET).
Semana da Igualdade em Ferreira do Alentejo
Uma campanha de recolha de alimentos que vai percorrer todas as freguesias do concelho de Ferreira do Alentejo é uma das principais iniciativas da III Semana da Igualdade, que termina na próxima sexta-feira, 4.A Semana da Igualdade pretende "sensibilizar a população para a questão da igualdade de oportunidades para todos", explica o município local, o promotor do evento.Além da recolha de alimentos, a semana inclui ateliês de consumo sustentável e sessões de esclarecimento sobre novas tecnologias e de educação para a saúde, com realização de rastreios gratuitos à diabetes.
Fonte: http://correioalentejo.com/?diaria=4001


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