terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Municipio de Vouzela promove seminário sobre a igualdade de género

No âmbito do Plano Municipal para a Igualdade, a Câmara Municipal de Vouzela vai realizar, no próximo dia 1 de Fevereiro, pelas 10h, no Auditório Municipal 25 de Abril, um seminário subordinado ao tema: “Construindo Redes para a Igualdade”.
A iniciativa tem como principais objectivos promover uma reflexão crítica sobre a igualdade de género; debater a importância do mainstreaming de género como valor estratégico de desenvolvimento das políticas locais; apresentar o Plano Municipal para a Igualdade de Vouzela e formalizar a criação de uma Rede de Parceiros para a Igualdade.
O projecto será amadrinhado por Matilde Sousa Franco.
Programa:
10h – Sessão de Abertura – Presidente do Município de Vouzela, Dr. Telmo Antunes
10h15 – Dra. Matilde Sousa Franco – “Representações sociais homem/mulher- breve contextualização e novos paradigmas sociais”
11h – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, Dra. Ana Paula Fitas– “O mainstreaming de género como estratégia de desenvolvimento integrado”
11h45 – Intervalo
12h – Técnica Superior de Sociologia do Município de Vouzela, Drª Carla Maia – Apresentação do Plano Municipal para a Igualdade
12h30 – Apresentação e Assinatura dos Protocolos – Rede de Parceiros para a Igualdade

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Eles têm melhores ordenados que elas

Os dados são da deputada Ho Sio Kam: a diferença salarial entre homens e mulheres está a aumentar todos os anos. A presidente da Associação de Educação de Macau, nomeada pelo Chefe do Executivo à Assembleia Legislativa, falou ontem em plenário para pedir igualdade de género no trabalho e na política. Defende também que o Conselho Consultivo dos Assuntos das Mulheres deve passar a abranger todas as classes sociais.
“Em 2009, o rendimento médio das mulheres correspondia a 80 por cento do salário dos homens, mas em 2009 este valor diminuiu para 78 por cento. A diferença entre os rendimentos dos homens e das mulheres tende a aumentar de ano para ano”, afirmou Ho Sio Kam, que participou em Novembro no Fórum Internacional sobre Mulher e o Desenvolvimento Sustentável, organizado em Pequim. A deputada citou sondagens de 2009 para concluir que 70 por cento das mulheres de Macau dizem não ter sido promovidas nos últimos cinco anos. “Isto mostra que, nos últimos dois anos, a mudança do estatuto social das mulheres para cargos mais elevados é pequena”, rematou.
A deputada defende que o Governo deve “proporcionar oportunidades de participação económica e profissional” – quase dez por cento das mulheres entre 45 e 54 anos estão já reformadas – e propõe também mudanças no órgão consultivo que fala pelo género feminino junto do Executivo. “É necessário unir todas as mulheres das diferentes classes sociais e elevar a sua consciencialização de participação na vida política”, defendeu Ho, que pede ao Governo para alargar a representatividade do Conselho Consultivo.
Para confirmar “o baixo nível de participação da mulher” na política, Ho Sio Kam lembrou que entre os cinco secretários “apenas uma é mulher” e contou as quatro deputadas com assento nos 29 lugares da Assembleia. A dirigente associativa sugere um “reforço da capacidade feminina” e avança para o campo da Educação – dos 5104 docentes que dão aulas em Macau, 3753 são mulheres.
“A equipa de professoras em Macau constitui uma força de elite no âmbito da gestão social e da prestação de serviços sociais”, apontou Ho Sio Kam, para quem as mulheres “têm vantagens relevantes no âmbito da manutenção da ordem e estabilidade social”. As professoras, exemplificou, conseguem manter “um contacto mais estreito com as encarregadas de educação, conhecendo bem a respectiva situação social”.
“Caso este impacto feminino seja efectivamente aproveitado, isto contribuirá para consciencializar as mulheres a participar nos assuntos sociais”, defendeu. Estatísticas à parte, Ho Sio Kam acha que as mulheres “têm ainda de ser fortes e autónomas, e devem atrever-se a assumir responsabilidades”. S.N.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Decreto Regulamentar n.º 1/2012, de 6 de Janeiro - Aprova a orgânica da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, abreviadamente designada por CIG.

Decreto Regulamentar n.º 1/2012, de 6 de Janeiro - Aprova a orgânica da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, abreviadamente designada por CIG.
Procede à reorganização interna da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, abreviadamente designada por CIG, organismo da administração directa do Estado, integrado na Presidência do Conselho de Ministros, responsável pela execução das políticas públicas no domínio da cidadania e da promoção e defesa da igualdade de género.
Reduz o número de equipas multidisciplinares de três para duas, as quais passam a agregar as duas grandes áreas de missão da CIG: CIDADANIA E IGUALDADE DE GÉNERO e VIOLÊNCIA DOMÉSTICA/VIOLÊNCIA DE GÉNERO, prioridades assumidas pelo Governo.

Fonte: http://escritosdispersos.blogs.sapo.pt/356758.html

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

A Comissão Cidadania e Igualdade de Género (CIG) vai ser presidida pela jurista Fátima Duarte, a partir de 9 de Janeiro, disse à agência Lusa a secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais.

Fátima Duarte, jurista de formação e que actualmente exercia funções de assessora jurídica no Ministério dos Negócios Estrangeiros, substitui Teresa Fragoso neste organismo da administração pública.

Fátima Duarte integrou o quadro jurídico da antecessora da CIG -- a CIDM (Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres) -- entre 1994 e 2000. Foi depois presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) entre Janeiro de 2006 e Janeiro de 2009. É mestre em Ciências Jurídicas pela Faculdade de Direito de Lisboa.

Na vice-presidência da CIG, até agora ocupada por Manuel Albano, ficará, também a partir de 9 de Janeiro, Teresa Chaves de Almeida, igualmente jurista e que integra o quadro do Ministério da Defesa Nacional.

Foi secretária geral adjunta do Ministério da Defesa Nacional e era actualmente secretária geral adjunta do Ministério da Educação.

“A escolha recaiu sobre pessoas com formação jurídica, uma ampla experiência profissional, um conhecimento profundo da administração pública e um conhecimento e uma sensibilidade específicos para as matérias da igualdade”, disse à Lusa Teresa Morais.

A escolha de Fátima Duarte “é particularmente relevante por, para além da sua sólida formação jurídica, conhecer bem a CIG, onde esteve durante seis anos, e ter presidido a um organismo na área da igualdade [a CITE], que lhe dá um conhecimento profundo das matérias com as quais terá de trabalhar”, justificou a secretária de Estado.

No caso de Teresa Chaves de Almeida, “é muito relevante a experiência que tem de gestão de pessoas e orçamentos”, acrescentou.

Fátima Duarte e Teresa Chaves de Almeida ficarão em funções, no máximo, até ao limite do prazo que a nova lei dos titulares de cargos dirigentes da administração pública estabelece para a realização de concursos públicos para estes lugares, ou seja, 31 de Dezembro de 2013.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

(des)Igualdade entre homens e mulheres em tempos de crise…

Uma análise sob a perspectiva do género é fundamental para compreender a profundidade e os efeitos da actual crise económica e para desenhar as respostas de recuperação mais adequadas. A crise afectou e afecta homens e mulheres, mas afecta-os de maneira diferente.
Um recente relatório das Nações Unidas demonstra que se no início da crise foram os homens quem mais perderam postos de trabalho, entretanto, têm sido as mulheres quem mais estão expostas a situações de desemprego. Efectivamente, as mulheres, neste momento, são quem perde mais e mais rapidamente empregos, enquanto os homens apresentam uma ténue tendência de estabilização da taxa de desemprego. Quando a crise financeira se abateu inicialmente nos Estados Unidos e a seguir na Europa, as consequências fizeram-se sentir primeiro nos sectores com mão de obra masculinizada, como a construção e indústria extractiva e só mais tarde atacou sectores tradicionalmente femininos como os serviços e a industria manufactureira, nomeadamente os têxteis. A situação, passados três anos inverteu-se claramente. No terceiro trimestre deste ano, em Portugal, a taxa de desemprego dos homens atingiu os 12%, mas a das mulheres ultrapassou largamente este valor e fixou-se em 12.9%.
A desigualdade entre homens e mulheres no trabalho não é um fenómeno novo, mas a actual crise económica tem vindo a aumentar os factores de desigualdade de género em todo o mundo. Não há dúvida de que as mulheres estão particularmente em desvantagem para lidar com a crise financeira. A sua falta de poder político e económico, consequência da sobre representatividade em empregos precários ou temporários, salários mais baixos, e o facto de serem os principais provedores do cuidado dos filhos e dos dependentes, torna-as obviamente o elo mais fraco. Por tudo isto, é previsível que sejam as mulheres a ficar ainda mais em desvantagem na recessão económica. Mas por outro lado, é preciso lembrar que esta crise é diferente de outras que aconteceram em momentos anteriores da nossa história recente, porque hoje em dia, o trabalho das mulheres, por mais precário e mal pago que possa ser é indispensável para o seu sustento e para o sustento os seus lares. O trabalho das mulheres é fundamental para a economia de qualquer país. Por isso, o afastamento das mulheres do mercado de trabalho não é uma hipótese minimamente ponderável, nem para as próprias, nem para o mercado de trabalho, nem para o sistema de segurança social nem para o sistema fiscal.
As mulheres não vão desistir do seu lugar no mercado de trabalho, nem o mercado de trabalho quer prescindir da sua força e competência laboral, mais do que provada em todos os sectores de actividade, nem o sistema contributivo ou tributário quer perder a sua comparticipação. Precisamos pois, de não perder algum optimismo e pensar que a actual situação de crise também poderá oferecer uma grande oportunidade de mudança. Mudar, por exemplo, a arquitectura do sistema financeiro global tornando-o mais atento à igualdade. Mudar, por exemplo, para um modelo macroeconómico de desenvolvimento em que a igualdade de género seja uma parte integrante. Mudar, por exemplo, a forma rígida dos papéis sociais atribuídos aos homens e às mulheres. Mudar os preconceitos.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Uma igualdade com diferenças
 
O desporto deve tratar de igual modo homens e mulheres. Só o pode fazer se respeitar as diferenças.A análise da história e sobretudo dos diferentes sistemas de organização social, revela-nos que não é fácil. Razão pela qual o problema da igualdade entre homens e mulheres ter sido, recorrentemente, abordado ao longo dos séculos. No domínio da política, da religião, da economia, da sociologia. O que revela a importância do tema e simultaneamente a sua complexidade. E o desporto não ficou de fora.
Um post recente da Maria José Carvalho para além da oportunidade que revelou teve o mérito de abrir um debate importante. É que o direito das mulheres ao desporto está hoje carregado de outros direitos que o desporto deve acolher na sua singularidade. Nos tempos actuais já não estamos apenas perante um propósito de igualdade de direitos entre sexos que são diferentes, mas entre géneros onde as diferenças não são as mesmas. A alteração semântica não é neutra. Ela acentua a passagem da diferença biológica para a diferença social. E resulta da pressão de movimentos de características diversas, mas muito por força dos movimentos feministas, para quem o género é construído socialmente, independentemente da base biológica. Simone de Beauvoir (O Segundo Sexo), utilizou uma expressão emblemática quando escreveu que ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Com o conceito de género o que se pretende acolher não é apenas o masculino/feminino, mas as representações sociais quer de um, quer de outro, onde, no limite, se podem abrigar, até, diferentes sexualidades e papéis sociais, incluindo na composição da célula familiar e dos diferentes papéis sociais no seu interior (p.e. um homem ser mãe ou uma mulher ser pai…).
A organização de competições desportivas em função da orientação sexual é apenas uma manifestação extrema destes novos tempos, mas cujo futuro ninguém pode, em bom rigor, adivinhar. E a mimetização de comportamentos e vestuário masculinos em algumas modalidades praticadas por mulheres ou os tratamentos de rosto e os modos amaneirados em alguns homens, em modalidades tradicionalmente femininas, demonstram esse facto. Na estética das modalidades verifica-se mesmo que na sua dimensão feminina algumas acentuaram essa feminização enquanto outras optaram por se masculinizar. E no domínio do espectáculo desportivo, palco de signos e valorações simbólicas do corpo em exercício, as metamorfoses masculino/feminino ou vice -versa tem óbvias leituras de conformação/desconformação aos arquétipos e aos padrões sociais dominantes. Podemos deles discordar. Mas não temos como os evitar.
Este modo de abordar o problema não é pacífico. Em alguns círculos de opinião termos como feminizar ou masculinizar suscitam muitas controvérsias porque decorrentes de padrões civilizacionais que foram socialmente moldados. Por outro lado, muito deste debate é feito como posições de grande conflitualidade e onde abundam perspectivas radicais quer de homofobia, quer de misogenia.
Mas o desporto tem uma outra singularidade: é, contrariamente à generalidade das práticas sociais em que participam ambos os sexos (ou géneros?), uma dimensão que, para a sua realização/avaliação, mantém competições e classificações em que os separa. O que é a evidência de uma igualdade com diferenças muito por força do reconhecimento de que, no plano biológico, fisiológico e motor existem diferenças que têm de ser levadas em linha de conta. Mesmo quando, convém reconhecê-lo, a evolução filogenética, social e comportamental das mulheres tenha vindo ao longo dos tempos a reduzir o impacto dessas diferenças no rendimento desportivo.
O direito ao desporto foi um direito tardio e que não acompanhou os restantes direitos cívicos e políticos. Nos tempos actuais o princípio da igualdade de ambos os sexos no uso desse direito não suscita qualquer controvérsia, mas importa ter presente que os Jogos da Antiguidade eram interditos a mulheres, e que, nas primeiras edições dos Jogos Olímpicos da Era Moderna as mulheres foram proibidas de participar. E este último tempo histórico é, apesar de tudo, recente.
A ligação da prática do desporto à promoção dos direitos das pessoas, incluindo as mulheres, obriga a recolocar valores, conteúdos éticos e educativos do desporto à luz do que tem sido o seu desenvolvimento social nos últimos anos. Não pedindo ou esperando do desporto, aquilo que isoladamente não está em condições de dar - uma sociedade mais igualitária entre homens e mulheres - mas pedindo e esperando que dê o seu contributo no que são as suas possibilidades. E que são ainda bastantes.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011


Postais sobre Violência(s) contra as (jovens) Mulheres - Nós Dizemos Não a Qualquer Forma de Violência! E tu?

Neste Dia 25 de Novembro - Dia Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Violência Contra as Mulheres - o Projecto BIIG da UMAR criou e divulga postais aludindo a várias formas de violência contra as (jovens) mulheres.
Postais que o Projecto propôs às várias instituições parceiras (12 câmaras municipais, a ESDIME - Agência para o Desenvolvimento Local do Alentejo Sudeste,  Instituto Português da Juventude, I.P, algumas escolas e organizações da sociedade civil da Região do Alentejo) que divulgassem pelos seus meios (via electrónica ou em papel).

O verso dos postais contem alguns contactos úteis e dados sobre este fenómeno que, na Região do Alentejo como por todo o país, mata, fere, diminui inúmeras jovens raparigas e mulheres residentes em Portugal.
Dizemos Não a qualquer forma de violência! E tu?




 
  
  
Fonte: Facebook: BIG Projectos - big~EI e BIIG
www.umarfeminismos .org   ; www.cdocfeminista.org

Plano de Igualdade de Género da UBI na WEB

A Universidade da Beira Interior (UBI) é a primeira instituição universitária portuguesa a desenvolver um Plano de Igualdade de Género e, consequentemente, a assumir o compromisso de o pôr em prática.
Um Plano de Igualdade de Género é uma estratégia institucional destinada a assumir a equidade real entre homens e mulheres no trabalho, eliminando estereótipos, atitudes e obstáculos que dificultem o acesso de qualquer dos sexos a determinadas profissões e categorias de trabalho em igualdade de condições.

Consciente de que a igualdade de género dentro de uma Instituição potencia o aproveitamento do potencial e das capacidades de todo o pessoal, o aumento da motivação e do compromisso com o trabalho por parte dos trabalhadores e das trabalhadoras e a criação de uma instituição de qualidade, a UBI tem como objetivo promover medidas que favoreçam a incorporação, a permanência e o desenvolvimento da carreira profissional das pessoas, mediante uma participação equilibrada de mulheres e homens em todas as ocupações e em todos os níveis de responsabilidade.

Consulte
http://ubigual.igualdadedegenero.ubi.pt para obter todas as informações sobre o Plano de Igualdade de Género da UBI, as atividades em curso, a legislação vigente, a biblioteca de igualdade de género e muito mais.

Fonte:http://noticias.universia.pt/vida-universitaria/noticia/2011/11/27/892104/plano-igualdade-genero-da-ubi-na-web.html

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O telefone 213 802 160 pode salvar muitas vidas

A Associação das Mulheres Contra a Violência (AMCV) lançou uma campanha de divulgação da linha telefónica, 213 802 160, destinada a denunciar casos de violência doméstica.

 


Uma campanha que surge numa altura em que foram revelados dados do Observatório de Mulheres Assassinadas (OMA) dando conta que este ano já morreram 23 mulheres vítimas de violência doméstica.

A campanha "Denuncie a violência doméstica", disponibiliza o número de telefone 213 802 160, para todos aqueles que tenham testemunhado casos de violência doméstica e os possam denunciar às autoridades competentes.

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2148664

Hoje, comemora-se o dia internacional de luta contra a violência à mulher

Municípios comemoram eliminação da violência doméstica

Hoje, sexta-feira, Lousada, Penafiel e Paredes assinalam o dia com actividades para apelar à eliminação de todas as formas de violência contra as mulheres.
"Diferença na Igualdade" é a designação das actividades que estão a ser desenvolvidas em Lousada até ao dia 5 de Dezembro. Durante três dias, os técnicos frequentam uma acção de formação sobre Igualdade de Género, que decorre no Espaço AJE.
Hoje, realizam-se actividades nos três concelhos para assinalar o dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres com a apresentação do Projecto ALPHI (Agência Local para a Igualdade), no Espaço AJE, pelas 16h00. Em Penafiel, acontecem jornadas de reflexão e, em Paredes, fóruns sobre a violência do namoro nas.
No Hospital Padre Américo vai estar exposta uma obra representativa do projecto que engloba particularidades dos três concelhos, como a pedra, a madeira e o tecido. Este monumento, elaborado por um artista de Penafiel, vai estar exposto em diversos locais dos concelhos e nas instituições parceiras do projecto.
Nos dias 28 e 29 decorre, no Espaço AJE, uma acção de formação sobre tráfico de seres humanos e, no dia 30, vai ser assinado o protocolo de parceria do serviço Flor-de-Lis, no âmbito da problemática da Violência doméstica.
"Um Sorriso pela Diferença" é o nome da exposição que vai estar disponível no Espaço AJE, desde o dia 25 de Novembro até 5 de Dezembro composta por trabalhos realizados pelos alunos das escolas do 3.º ciclo alusivos à igualdade de género, deficiência e voluntariado.
De acordo com a vereadora da Acção Social de Lousada, Cristina Moreira, a violência doméstica "assume-se como uma problemática transversal na nossa sociedade cuja resposta adequada, atempada e satisfatória nem sempre é fácil". "Por isso, entendemos que o desenvolvimento de uma resposta colectiva que congregasse experiências e recursos de três concelhos e de um conjunto alargado de parceiros seria mais consistente e permitiria minorar os efeitos deste flagelo nas nossas vítimas e respectivas famílias", disse ainda.

 Fonte: http://www.verdadeiroolhar.pt/materias.php?id=19976&secao=lousada

83 denúncias de violência doméstica por dia, 15 condenados por homicídio em 2010

A pena mais baixa deste ano foi ouvida no Tribunal de Sintra: 15 anos. Entregara-se na GNR: "Dei um tiro à minha mulher e não sei se está viva ou morta". O tribunal teve em conta "a confissão, o arrependimento e a idade" do homem, de ar frágil, que ia nos 75 anos, menos cinco do que a vítima.

Fonte: http://www.publico.pt/Sociedade/pelo-menos-15-condenados-por-homicidio-de-mulheres-1522482?p=1

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

A ADIBER dinamiza Campanha do Laço Branco de 25 de Novembro a 6 de Dezembro

A ADIBER - Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra, através do Projecto "Expandir Mais Oportunidades", apoiado pelo POPH – Programa Operacional Potencial Humano, sendo o organismo Intermédio a CIG – Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, irá à semelhança de anos anteriores, desenvolver a Campanha do Laço Branco, nos Concelhos de Arganil, Góis, Oliveira do Hospital e Tábua.
O Dia Internacional para a Eliminação de todas as formas de Violência contra as Mulheres, 25 de Novembro, dá o inicio a esta Campanha. Pretende-se deste modo prestar a nossa homenagem às 43 Mulheres que em 2010 perderam a vida. A violência sobre as mulheres é um fenómeno que atravessa classes sociais, idades e regiões, constituindo uma grave violação dos Direitos Humanos. Os números não são subjectivos nem nos podem deixar indiferentes.
Assim, durante estes 12 dias pela não violência, irá ser efectuada a distribuição GRATUITA de LAÇOS BRANCOS a todas as pessoas que se associem a esta causa, solicitando que permaneçam com o seu Laço até 6 de Dezembro, dia em que esta Campanha surgiu, por um grupo de homens, no Canadá que manifestaram deste modo a sua indignação e repulsa pela violência sobre as mulheres.
Refira-se ainda que este ano a Campanha será alargada com a colaboração das equipas de futebol sénior, masculino, as quais se-lhe ssociaram através da colocação do laço branco nos jogos de futebol em que participam. Neste sentido, a ADIBER estará presente, pelas 15 horas, para proceder à distribuição de Laços Brancos nos seguintes jogos:
  • Dia 27/11/2011 – Jogo da 1ª Divisão Série A - Góis / União FC, no Estádio Engº Augusto Nogueira Pereira.
  • Dia 4/12/2011 – Jogo da Divisão de Honra - Arganil / Vigor de Mocidade, no Estádio Dr. Eduardo Ralha.
  • Dia 4/12/2011 - Jogo da Divisão de Honra - Tabuense / Gândara, no Estádio Municipal de Tábua.
  • Dia 4/12/2011 – Jogo da 1ª Divisão Série A - Desportivo de Lagares / Poiares , no Estádio Campo de Futebol da Associação Desportiva de Lagares da Beira.
Associe-se a esta Campanha, use o seu Laço Branco.
Participe!



segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Sessão Evocativa do Dia Internacional para a eliminação de todas as formas de violência contra as mulheres


Fonte:http://www.cig.gov.pt/

Semana da Igualdade regressa a Ferreira

A Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo promove, a partir de hoje, mais uma edição da Semana da Igualdade. A iniciativa prevê a realização de várias actividades descentralizadas em todas as freguesias.
Um mercado social, workshops sobre reciclagem de roupas, exposição sobre os apoios sociais existentes no concelho, conversas sobre “o idoso e os medicamentos”, ginástica para todos, pintura, modelagem de balões e jornadas pedagógicas, são actividades que marcam a Semana da Igualdade.

Fonte: http://www.radiopax.com/noticias.php?go=noticias&id=13726&d=noticias

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Igualdade entre gêneros aumenta em 85% dos países, diz estudo

Durante os últimos seis anos, 85% dos países registraram mais igualdade entre gêneros. No entanto, no restante do mundo a situação está piorando, principalmente em países africanos e sul-americanos, de acordo com o sexto Relatório Global de Desigualdade entre Gêneros 2011 do World Economic Forum (Fórum Econômico Mundial), divulgado nesta terça-feira (1º).
Segundo o estudo, houve queda dos rankings de igualdade em países como Nova Zelândia, África do Sul, Espanha, Sri Lanka e Reino Unido, com diminuição da desigualdade no Brasil, Etiópia, Qatar, Tanzânia e Turquia.
Países nórdicos como Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia mantêm os primeiros lugares do ranking, reduzindo a desigualdade entre gêneros em mais de 80%, enquanto os países ocupando as últimas colocações ainda precisam reduzir suas desigualdades em até 50%.
"Existe uma relação direta entre menor desigualdade e maior competitividade econômica", afirma Saadia Zahidi, Diretora Sênior do Programa de Mulheres Líderes e Paridade de Gênero do World Ecomic Forum e uma das autoras do relatório, por meio de nota. "O mundo está focado em criação de empregos e crescimento econômico e a igualdade de gêneros é a chave para realizar esse potencial e estimular economias."
Saúde e educação
Os resultados internacionais dos setores de educação e saúde são positivos, com 96% das desigualdades em saúde e 93% das desigualdades em educação já eliminadas. Em termos globais, a participação econômica e política ainda representam as maiores desigualdades.
"Em muitas regiões da África e da Ásia as mulheres ainda enfrentam uma expectativa de vida saudável muito baixa e nível de alfabetização reduzido. Na América Latina, as mulheres recebem mais educação que os homens, mas o casamento e a maternidade ainda não estão compatíveis com a participação plena das mulheres na economia e na política. Muito já foi feito, mas ainda se tem muito a fazer", afirma Ricardo Hausmann, Diretor do Centro para Desenvolvimento da Universidade de Harvard e um dos autores do relatório, em nota.
Fonte: http://www.portalodm.com.br/igualdade-entre-generos-aumenta-em-85-dos-paises-diz-estudo--n--677.html

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Slide - Show de informação

Fonte: http://www.rtp.pt/noticias/?headline=12&t=Os-melhores-e-os-piores-paises-para-as-mulheres.rtp&visual=6&article=495147&tm=1

E o melhor país para as mulheres é...

... a Islândia, segundo o Relatório Global da Diferença de Géneros para 2011, desenvolvido pelo Fórum Económico Mundial. Analisados 135 países, Portugal fica em 35.º lugar e o Iémen na última posição.

Parece que o melhor país do mundo para uma mulher viver e trabalhar, sendo-lhe oferecidas oportunidades iguais às que são apresentadas a um homem, é a Islândia. Pelo menos, de acordo com o Relatório Global da Diferença de Géneros do Fórum Económico Mundial (World Economic Forum) lançado este ano.

O relatório classificou 135 países, colocando seis países europeus nos 10 primeiros. A vizinha Espanha surge em décimo segundo lugar, os EUA em décimo sétimo, seguidos pelo Canadá, pela Letónia e por Cuba. Portugal surge em 35.º lugar no ranking geral, o que o coloca na 16ª posição na Europa, sendo ultrapassado pela Irlanda, a Espanha e a Letónia. Todos os 135 países receberam uma pontuação numérica entre 0 (desigualdade total) e 1 (igualdade total).
Veja a galeria de imagens para saber quais os países melhor e pior classificados.
O relatório constrói o ranking, medindo a diferença entre homens e mulheres em quatro áreas principais:
1. Participação económica e oportunidades, avaliando a diferença salarial, bem como a percentagem de mulheres trabalhadoras e mulheres que trabalham em empregos altamente qualificados.
2. Educação, avaliando o nível de escolaridade dos dois sexos e a facilidade de acesso a todos os níveis de ensino.
3. Saúde e sobrevivência, que mede a esperança média de vida e a taxa de mortalidade.

4. Papel na política, analisando o papel das mulheres na vida política do país, medindo a percentagem de mulheres representadas nas estruturas decisórias e no governo.

Portugal, no primeiro indicador, respeitante às oportunidades e à participação económica, ficou em 59.º lugar, atrás da Croácia, da bulgária, do Botsoana, do Cazaquistão. E neste parâmetro a Islândi ficou na 24.º posição, ficando o primeiro lugar para as Bahamas.
Relativamente à educação, Portugal ficou na 55ª posição, ultrapassando a hungria, a Bulgária, a Bélgica e o Brasil. Em primeiro lugar, com igualdade total, ficaram 22 países empatados, entre os quais a Austrália, a Costa Rica, a República Checa, o Lesoto, as Filipinas, o Reino unido e os EUA.
Na saúde e sobrevivênica Portugal ficou mais para trás, em 71.º lugar, abaixo de Cuba, do Suriname e da Turquia. Em primeiro ficaram 38 países com a pontuação perfeita, entre os quais Angola, Argentina, Cambodja, Costa de amrfim, Mauritânia, Mongólia e Sri Lanka. Os países com os piores resultados nesta área foram a China, a Índia e a Albânia.
Quanto ao poder político das mulheres, Portugal desceu um pouco em relação ao relatório anterior por ter menos mulheres representadas no parlamento. Está agora na 34ª posição. Em primeiro surge a Islândia, seguida da Finlândia e da Noruega. Nos últimos lugares surgem o Iémen, Belize, Brunei, Qatar e Arábia Saudita.
Fonte: http://www.rtp.pt/noticias/?t=E-o-melhor-pais-para-as-mulheres-e.rtp&article=495136&visual=3&layout=10&tm=7

Mulheres com menos igualdade em Portugal

As mulheres em Portugal continuam com piores salários e pior acesso à saúde, indicou o Fórum Económico Internacional que assinala ainda que houve um recuo na igualdade de género, relativamente ao ano passado.

No relatório anual sobre igualdade de género, Portugal surge na 35ª posição entre 135 países, três posições abaixo do relatório de 2010. Portugal surge atrás de países como a Espanha (12º) ou Moçambique (26º) mas à frente de outras nações europeias, como a França (48º).

A descida de posição de Portugal, segundo o relatório, deve-se a «pequenas deteriorações nas categorias de rendimento estimado, igualdade salarial e representação feminina no parlamento».
Islândia, Noruega, Finlândia e Suécia são os quatro primeiros em termos de igualdade de género, e o Iémen é o último da tabela.
Numa escala em que a pontuação 1 significa igualdade total entre homens e mulheres e 0 (zero) representa a desigualdade, Portugal regista 0,714 pontos.

A Política é a componente em que os resultados são mais positivos, situando-se o país na 34ª posição geral, sobretudo devido ao número de ministras (21ª posição) e deputadas (29ª posição), que compensam a 44ª posição no indicador de chefes de Estado do sexo feminino nos últimos anos.

Na Educação, o país ocupa a 55ª posição geral e na Economia cai para a 59ª, penalizado pela igualdade de salário por trabalho semelhante (109ª posição) e rendimento estimado (69ª posição).
O pior dos vários indicadores considerados pelo Fórum é a Saúde, que em Portugal surge na 71ª posição.

«A competitividade de um país depende, entre outras coisas, de ser educado e utilizado o seu talento feminino, e como tal é feito», adianta o Fórum.
Fonte:http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=296451
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Pais do Século XXI

Mudar fraldas, esterilizar biberons, preparar refeições já não são tarefas exclusivamente femininas. No século XXI, há cada vez mais homens a assumir o papel de pai a tempo inteiro. Os dados do Instituto Nacional de Estatística apontam que em Portugal, em 2010, cerca de 43 mil homens cuidavam dos filhos sozinhos. O Boas Notícias foi conhecer alguns casos e descobrir quem são estes “novos pais”.

São vários os casos de homens que cuidam dos filhos. Alguns assumem a tarefa sozinhos, devido a processos de divórcio, viuvez ou ainda, em menor percentagem, na sequência de processos de adoção de crianças. Outros, apesar de viverem com a sua companheira, assumem voluntariamente as principais tarefas na educação dos filhos.

 João Tavares, 37 anos, jornalista, pai de três filhos e autor do livro “Os homens precisam de mimo”, explica ao Boas Notícias que o homem do século XXI, que exerce o papel de pai, está “preocupado com outras atividades para além de estender os pés no sofá, ligar a televisão e pedir uma cerveja à mulher quando chega a casa”.

“É um pai que conhece o lugar dos tupperwares, que sabe quantas gavetas tem o congelador, onde se mete o amaciador na máquina de lavar, que se levanta à noite para dar o leite ao filho e que também tem de tirar cocó das unhas quando uma mudança de fralda não corre tão bem quanto gostaria”.

Este “pai moderno” acentua ainda que, nos dias de hoje, o progenitor faz cerca de 40 a 50 por cento das tarefas que as “mulheres faziam a 100% na década de 60”. Catarina Mexia, psicóloga e terapeuta familiar, confirma que “para além de manter o papel de provedor, o homem de hoje acrescentou o papel de cuidador e companheiro”.

A terapeuta considera que papel do pai tem vindo a alterar-se de forma apreciável nos últimos 20/25 anos. Com os tempos foi quase uma consequência, ou seja, a "moda" de participar na mudança das fraldas, ou dar banho aos filhos tornou-se em símbolo de uma participação ativa e empenhada na educação das crianças.

E, aparentemente, os homens assumiram esta tarefa com a competência necessária: “O homem que assume a parentalidade a tempo inteiro ou sozinho é tão competente quanto uma mãe e a motivação para o fazer tanto existe no homem como na mulher”. Catarina Mexia explica ainda que "ambos precisam de aprender competências básicas de parentalidade e na prática o que distingue um bom pai é a sua capacidade de estabelecer uma relação segura e emocionalmente gratificante com o seu filho".

Por outro lado, é fundamental que o adulto responsável pelas crianças tenha "capacidade de estabelecer regras e limites no que concerne à disciplina, tudo o resto pode ser aprendido, junto dos familiares próximos, dos amigos".

Fonte:http://www.boasnoticias.pt/noticias_Pais-do-Século-XXI_8565.html

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

DIA MUNICIPAL PARA A IGUALDADE - VISEU

Concurso para a criação do Logótipo da Igualdade no Município de Mangualde
Com o objectivo de promover a igualdade de género junto da comunidade escolar, a Câmara Municipal de Mangualde, através do Gabinete de Acção Social e Saúde e em parceria com o Agrupamento de Escolas de Mangualde, assinalou ontem, dia 24 de Outubro, na Escola Secundária Felismina Alcântara, o Dia Municipal para a Igualdade. A acção contou com a presença da Vereadora da Acção Social, Maria José Coelho.

Os alunos foram alertados para a problemática dos estereótipos de género ainda muito presentes na nossa sociedade, facto que faz com que rapazes e raparigas se percepcionem de maneira diferente e sintam algumas restrições ao pleno desenvolvimento das suas capacidades e interesses.
Nesta acção de sensibilização para a Igualdade de género, e a título ilustrativo desta problemática, foi exibido o filme “Igualdade de Sexos”, que retracta a Luta das Operárias da Fábrica Inglesa da Ford, pela igualdade salarial e de direitos. No final, foi anunciado um concurso para a criação do Logótipo da Igualdade no Município de Mangualde, dirigido ao 3º Ciclo e Secundário, a realizar brevemente.
O Dia Municipal para a Igualdade insere-se no âmbito da implementação do Plano para a Igualdade no Município de Mangualde, como um projecto de intervenção para a mudança.
Fonte: <http://noticiasdeviseu.com/?p=2147>

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Seminário de Boas-Práticas Municipais em Igualdade

Local: Ermesinde
Horário:15,00 h.
Data de início: Segunda, 24 de Outubro de 2011
Data de fim:Segunda, 24 de Outubro de 2011

A Câmara Municipal de Valongo e a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) promovem, no próximo dia 24 de Outubro, no Fórum Cultural de Ermesinde, o Seminário de Boas-Práticas Municipais em Igualdade.

Com a presença da Secretária de Estado de Assuntos Parlamentares e Igualdade, Dra. Teresa Morais, a Presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, Dra. Teresa Fragoso, e do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Valongo, Dr. João Paulo Baltazar, e da Vereadora da Educação e Acção Social Dra. Maria da Trindade Vale, o seminário será uma oportunidade para discutir a promoção da igualdade de género nos municípios, bem como apresentar as boas-práticas em Portugal nesta área.

Paralelamente decorrerá uma Mostra de Produtos e Boas-Práticas na área da igualdade, que contará com a presença de diversas instituições com intervenção neste âmbito, entre as quais se destaca: a ANIMAR, a Associação para o Planeamento da Família (APF), a Associação para o Desenvolvimento Integrado da Cidade de Ermesinde (ADICE), a Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens (REDE) e a Associação Nacional das Empresárias (ANE).

Informações, inscrições e contactos: avl@cm-valongo.pt ou 22 973 15 85.
Fonte:http://www.animar-dl.pt/index/agenda/igulad

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A Câmara Municipal de Montalegre e o Ecomuseu de Barroso associam-se à ANIMAR na comemoração do "Dia Municipal para a Igualdade" marcado para dia 24


 Na véspera, pelas 15 horas, na sede do Ecomuseu, é exibido o filme "North Country" onde é abordado a temática da igualdade de direitos.
Desenvolvido pela rede nacional ANIMAR (Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local), a igualdade de género para a cidadania é um projeto que visa assegurar dois pilares essenciais de promoção dos princípios de igualdade de oportunidades, em especial o do género: sensibilização/disseminação "Campanha regional de sensibilização e potenciação de recursos em Igualdade de Género" e investigação-ação: Diagnóstico organizacional sobre "A gestão do tempo e a conciliação da vida pessoal, profissional e familiar nas organizações da rede Animar".
FILME EXIBIDO
NO DOMINGO

Neste âmbito, a autarquia de Montalegre e o Ecomuseu de Barroso promovem a exibição de um filme intitulado "North Country". A película fala de assédio sexual e da luta de uma mãe, com dois filhos, que decide procurar trabalho numa mina, local dominado por homens.

Dia 24/10/11- Seminário de Boas-Práticas Municipais em Igualdade

A Câmara Municipal de Valongo e a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) promovem, no próximo dia 24 de Outubro, no Fórum Cultural de Ermesinde, o Seminário de Boas-Práticas Municipais em Igualdade.

Com a presença da Secretária de Estado de Assuntos Parlamentares e Igualdade, Dra. Teresa Morais, a Presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, Dra. Teresa Fragoso, e do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Valongo, Dr. João Paulo Baltazar, o seminário será uma oportunidade para discutir a promoção da igualdade de género nos municípios, bem como apresentar as boas-práticas em Portugal nesta área.
                       
Paralelamente decorrerá uma Mostra de Produtos e Boas-Práticas na área da igualdade, que contará com a presença de diversas instituições com intervenção neste âmbito, entre as quais se destaca: a ANIMAR, a Associação para o Planeamento da Família (APF), a Associação para o Desenvolvimento Integrado da Cidade de Ermesinde (ADICE) e a Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens (REDE).
                       

Neste sentido, temos o prazer de convidar a vossa instituição a assistir ao seminário. A participação é livre mas sujeita a inscrição até ao próximo dia 21/10/2011, pelas 12h.
                        

Informações, inscrições e contactos: avl@cm-valongo.pt ou 22 973 15 85.


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Aljustrel: Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género visita concelho

O concelho de Aljustrel vai receber, a partir de hoje até ao próximo dia 26, a Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género.A Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género vai percorrer o concelho de Aljustrel a partir de hoje e até ao próximo dia 26. Esta iniciativa surge no âmbito de um protocolo que foi assinado entre a autarquia de Aljustrel e a UMAR-União de Mulheres Alternativa e Resposta, uma associação Feminista com 35 anos de existência e estatuto de utilidade pública.Através da Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género, a população do concelho poderá consultar livros, materiais informativos, jogos pedagógicos, falar e debater com a UMAR sobre os desafios colocados à igualdade de género, à igualdade, à cidadania e o seu papel enquanto agentes educativos e de mudança. Para além da biblioteca itinerante, este projecto inclui ainda uma exposição sobre Mulheres no Espaço Público e Novas Masculinidades; a oferta de um kit bibliográfico sobre igualdade de género à biblioteca municipal de Aljustrel, bem como uma tertúlia sobre alguns dos livros que integram este kit durante a feira do livro.Magda Alves, coordenadora do projecto Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género, afirmou nesta região são 13 os concelhos que aderiram a esta acção.Ainda segundo Magda Alves pretende-se envolver os vários agentes locais na discussão que tem por base a “igualdade de género”.Hoje a Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género vai estar, entre as 12.00 e as 18.30 horas, no Largo do Mercado na vila mineira.
Inês Patola

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Mulheres portuguesas ganham menos 18 por cento que os homens

As mulheres portuguesas ganham, em média, menos 18 por cento que os homens (181 euros), apesar de a sua participação no mercado de trabalho ter aumentado nos últimos anos, segundo um estudo da CGTP. Hoje decorre em Varsóvia o Congresso Europeu da Mulher.
Fonte:http://publico.pt/Sociedade/mulheres-portuguesas-ganham-menos-18-por-cento-que-os-homens_1512418

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Mendes Bota eleito para Comissão para a Ética, Cidadania e Comunicação da AR

A Comissão Parlamentar para a Ética, a Cidadania e a Comunicação da Assembleia da República (AR) vai ser dirigida pelo deputado algarvio Mendes Bota. A eleição realizou-se no passado dia 6 e permitiu eleger ainda as vice-presidentes desta comissão Inês Medeiros, deputada socialista, e Catarina Martins, deputada do Bloco de Esquerda.Além desta comissão e do trabalho enquanto deputado do PSD eleito pelo Algarve, Mendes Bota é ainda presidente da Comissão para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa.
Fonte:http://www.jornaldoalgarve.pt/2011/07/mendes-bota-eleito-para-comissao-para-a-etica-cidadania-e-comunicacao-da-ar/

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Braga,03 jun (Lusa)-Três centenas de pessoas marcharam hoje, em Braga, pela igualdade de género

Braga, 03 jun (Lusa) -Três centenas de pessoas marcharam hoje, em Braga, pela igualdade de género, deixando vincada a ideia de que "ainda há muito caminho a percorrer" até as mulheres serem tratadas "de igual para igual" com os homens.
Envergando t-shirts brancas e empunhando vários cartazes com frases alusivas àquela temática, os participantes na marcha fizeram um pequeno percurso pelo centro histórico de Braga, que terminou junto à Sé Catedral.
"O objetivo é pôr a problemática da igualdade de género na ordem do dia", referiu Regina Sequeira, uma das responsáveis pelo Projeto Convergências, promovido pela Associação Famílias.
Para Regina Sequeira, apesar de nos últimos anos já se terem registado "bastantes avanços" no sentido da paridade entre homem e mulher, "ainda há muito caminho a percorrer" até conseguir a igualdade plena.
Uma das participantes na marcha foi a antiga atleta Albertina Machado, que sublinhou que continua a haver "muita desigualdade" de género, com a sociedade a persistir em pôr as mulheres "em segundo plano".
"Essa desigualdade nota-se sobretudo no emprego. Os patrões preferem os homens, porque as mulheres engravidam e, por isso, faltam mais", criticou.
Opinião partilhada pelo antigo andebolista Jorge Rodrigues, o primeiro português da modalidade a jogar numa equipa estrangeira, que sublinhou a evolução registada na última década mas que defendeu que "ainda há muita hipocrisia e muita desigualdade no tratamento".
Um dos cartazes dos participantes reclamava a instituição do Dia Municipal para a Igualdade.
O Projecto Convergências tem vindo a organizar diversas ações que visam a promoção da igualdade de género e prevenção/combate da violência doméstica e tráfico de seres humanos.
Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2011/06/03/braga-marcha-pela-igualdade-de-genero-juntou-tres-centenas-de-pessoas

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Inscrições abertas para Prémio Jovens pela Igualdade

A Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) lançou o Prémio “Jovens para a Igualdade”, destinado a associações de jovens que se destaquem na promoção da igualdade de género. O prémio é promovido em colaboração com o Instituto Português da Juventude (IPJ). As candidaturas devem ser entregues até dia 31 de Maio directamente para a CIG, sendo obrigatória a filiação das associações no Registo Nacional do Associativismo Jovem. Os prémios pecuniários são de 1000, 750 e 500 euros, respectivamente para o primeiro, segundo e terceiro classificados.
Fonte: http://semanal.omirante.pt/index.asp?dEdicao=496&id=74599&idSeccao=8062&Action=noticia

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Mulheres discriminadas no mercado salarial

Segundo relatório do Ministério do Trabalho, as diferenças acentuam-se em lugares de topo
Segundo o estudo-síntese sobre os trabalhadores em 2009, as mulheres ganham menos do que os homens em todos os cargos, mas a diferença acentua-se à medida que se chega aos lugares de topo de carreira.
No relatório do Ministério do Trabalho pode ler-se que ”o maior afastamento das remunerações" continua a registar-se nos quadros superiores com uma diferença de 29,5%.
Uma mulher que trabalhe por conta de outrem num desses cargos de topo ganha à volta de 2000 euros mensais brutos; um homem com as mesmas funções recebe 800 euros a mais (cerca de 2838 euros no total).
O estudo acrescenta ainda que dos quase 2,9 milhões de trabalhadores por conta de outrem, o salário médio total bruto das mulheres ronda os 900 euros por mês, ao passo que os homens recebem quase 1140 euros.
Uma das explicações para esta situação é que a maior parte dos pouco ou nada qualificados são do sexo feminino, liderando ainda as mulheres a modalidade de trabalho em part-time: 70 por cento dos 165,4 mil trabalhadores.

Falar da (des)igualdade em Mortágua

A temática central é da igualdade entre homens e mulheres. Produzida no âmbito do Projeto Ser ou não Ser Igual II, dinamizado pelo Centro de Iniciativas Empresariais e Sociais, estreia esta noite (30), às 21H00, no Centro de Animação Cultural de Mortágua, a peça de teatro “Lembras-te Madalena?”. O texto é de João Maria André, encenador e dramaturgo ligado desde sempre à Cooperativa Bonifrates de Coimbra, e a encenação esteve a cargo de Sílvia Brito, atriz e encenadora, com carreira feita na companhia de teatro de Coimbra A Escola da Noite.
De acordo com uma nota da produção, a peça é uma criação coletiva, desenvolvida a partir de narrativas recolhidas pelo elenco, com a colaboração de João Maria André, Cândida Ferreira e Sílvia Brito. O elenco – de 23 pessoas – integra jovens estudantes, profissionais de diversas áreas, desempregados, reformados, homens e mulheres, amadores do teatro que aderiram ao projeto de “criar e levar à cena uma peça de teatro, que mostra a história do namoro, dos afetos e das relações entre homens e mulheres, visitando o passado e mostrando o presente”.
Para João Maria André, esta peça nasceu de um desafio: “mostrar em teatro o problema da (des)iguldade de género”. Num texto a acompanhar a peça, prossegue o autor, “Lembras-te, Madalena?” é um conto de afetos. Os afetos com que se faz a vida, na sua evolução, nos seus movimentos e contradições, nas suas hesitações e sobressaltos, nos seus risos e tristezas, nos seus espantos e rotinas. Um conto de afetos nas contas do amor. De uma família que tem muitos nomes, muitos membros, muitas histórias”.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Peça de Teatro: Lembras-te, Madalena?


“Lembras-te, Madalena?” é uma peça de teatro integralmente concebida e realizada no âmbito do Projecto “Ser ou Não Ser Igual? II".
É uma criação colectiva de um grupo de pessoas de Mortágua.
Este projecto é dinamizado pelo IEBA Centro de Iniciativas Empresariais e Sociais, durante os anos de 2009 e 2010, integrando um conjunto de actividades que visam sensibilizar a comunidade do concelho de Mortágua para a temática da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres.
Vai-se realizar um espectáculo a 26/12 (reservado convidados) e a estreia a 30/12 no Centro de Animação de Mortágua

50% das vítimas de agressão no namoro perdoam o agressor

Investigadora aponta, entre as várias razões para esta situação, a sobreposição do amor à violência

Estudo envidado pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCEUC) revela que metade das vítimas de agressão acabam por perdoar o agressor.
Suzana Lucas, a investigadora à frente do projecto, afirmou à agência Lusa que tal deve-se, em grande parte, ao facto de “o amor se sobrepor à própria violência”.

Outras das razões apontadas são a convicção de que “o outro vai mudar” o comportamento ou “o medo de represálias”, revelou a mesma, à margem de uma conferência sobre “violência no namoro”, promovida pela Associação Académica de Coimbra (AAC).

Durante este encontro foi referido também que nem sempre as vítimas são mulheres. Ou seja, tanto a mulher como o homem são vítimas de violência, apesar do tipo de agressão ser diferente: o agressor masculino pratica, na maior parte das situações, “violência física”, enquanto a mulher adopta mais a agressão “verbal e psicológica” e/ou “provoca ciúmes”, acrescenta a investigadora.
Este estudo incidiu apenas sobre 274 adolescentes vítimas de violência no relacionamento amoroso, mas Suzana Lucas está a desenvolver, no âmbito do seu doutoramento na FPCEUC, um estudo que envolve dois mil casos.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Violência doméstica: Pulseira eletrónica já "vigiou" 25 agressores

Porto, 03 dez (Lusa) - A secretária de Estado para a Igualdade, Elza Pais, afirmou hoje que a pulseira eletrónica já foi aplicada a 25 suspeitos da prática de violência doméstica, 21 dos quais ainda a mantêm.
A governante falava aos jornalistas à margem
do colóquio de encerramento do projeto Rebeca, promovido no Porto pela Associação Portuguesa de Mulheres Juristas (APMJ), sobre as boas práticas judiciais no âmbito da violência doméstica.
Fonte: http://dn.sapo.pt/Inicio/interior.aspx?content_id=1726590

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Violência Doméstica: 39 mulheres assassinadas este ano, mais dez do que em 2009 - UMAR

O Observatório das Mulheres Assassinadas da UMAR anunciou hoje que este ano foram já assassinadas por violência doméstica e de género 39 mulheres, mais dez do quem em 2009.
Também as tentativas de homicídio subiram para 37, tendo sido 28 no ano anterior, afirmou Maria José Magalhães, que salientou o facto destes dados serem provisórios.
Face a estes números, a dirigente da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) reiterou a necessidade de reforçar as medidas de polícia, avaliação de risco e aplicação de medidas de coação, no sentido de melhor preservar a segurança e proteção das vítimas.
Fonte:http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/11800773.html

Contos com o Serafim nas Associações do Concelho de Mortágua, um verdadeiro sucesso!!










Mortágua recebeu mais uma vez um dos melhores produtores de alegria do pais, onde a graça das suas histórias se enqudram na Igualdade de género.

Estas sessões de contos foram distribuidas pelas Associações de Marmaleira, Vila Moinhos, Carvalhal e Quilho. Nas quais contaram com a presença de aproximadamente 500 pessoas.

Associação de mulheres empresárias organiza seminário «O Talento não tem Género»

«O Talento não tem Género» é o tema do seminário que a Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias (APME) vai organizar na próxima terça-feira, 23, no auditório da delegação regional do Instituto Português da Juventude, em Faro. “O talento não tem género e nós, mulheres, tal como os homens, temos potencial para mudar as nossas empresas e os nossos países. É preciso acabar com os estereótipos de género e dar uma oportunidade a quem tem talento.
E as mulheres, com o seu posicionamento, valores e ideias políticas e sociais distintas das assumidas pelos homens, podem ser – e são, de facto – uma mais-valia nos altos quadros de qualquer empresa”, refere a presidente da APME, Ana Bela Silva.
O seminário, organizado pela APME no âmbito do projecto «P.E. – Passaporte para o Empreendedorismo», tem inscrições gratuitas e destina-se ao público em geral, com particular enfoque para gestores, consultores, formadores, educadores e outros profissionais que trabalham na área empresarial e educativa. Em debate, entre as 14:00 horas e as 18:30, estarão temas como «Boas práticas em PME», «Acabar com os estereótipos: Como?», «Práticas de Igualdade de Género: Diagnóstico e Planeamento» e «Instrumentos e Ferramentas de implementação de Planos de Igualdade». As inscrições no seminário são gratuitas, sujeitas a limite de participantes e podem ser feitas através dos contactos 213150323 e 213150317 ou pelo endereço geral@apme.pt.
Fonte: http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=110502

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Dia Internacional Para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres

A Governadora Civil de Castelo Branco e a CooLabora – Consultoria e
Intervenção Social têm a honra de convidar V. Exa. para a cerimónia de
abertura da iniciativa Violência Zero - Dia Internacional Para a
Eliminação da Violência Contra as Mulheres, que terá lugar no Salão
Nobre do Governo Civil, dia 25 de Novembro, pelas 17h00, seguida da
inauguração da exposição de cartoons “Violência Não Faz o Meu Género”,
organizada pela World Press Cartoon.

Fonte:COOLABORA, CRL
Consultoria e Intervenção Social
Quinta das Rosas, Lote 6, RCH Esq. 6200-551Covilhã PT
tel e fax: +351 275335427 telemóvel +351 967455775
www.coolabora.webnode.com

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Serafim conta históriasn de homens e mulheres pelas aldeias de Mortágua


Jorge Serafim, conhecido contador de histórias, vai uma vez mais, presentear os Mortáguenses com várias noites de contos de histórias. Depois de ter actuado em Mortágua (Biblioteca Municipal e nas escolas) em Fevereiro passado, com salas esgotadas, Jorge Serafim volta a Mortágua e conta histórias de homens e mulheres pelas aldeias de Mortágua

SEX, 12 21H00 Associação da Marmeleira
SÁB, 13 21H00 Associação de Vila Moinhos
DOM 14 15H00 Associação do Carvalhal
DOM, 14 18H30 I Associação de Quilho

A sua narrativa é recheada de muito humor com pitadas de stand-up comedy.
Dono de uma dinâmica singular, Serafim consegue envolver o público que o rodeia pois, se quem conta um conto acrescenta um ponto, Jorge Serafim acrescenta dois ou três, pois tem o humor à flor da pele e promete várias sessões que serão sem dúvida recheada de gargalhadas e boa disposição.

Jorge Serafim natural de Beja, que foi técnico da biblioteca Municipal de Beja durante muitos anos, e popularizou-se através do programa de televisão Levanta-te e Ri, passando depois para o programa Fátima. Mas nunca deixou de ser um contador de histórias e vai fazendo também algumas incursões pela escrita.

Por isso já sabe, saia de casa e passe uma tarde/noite bem divertida na companhia deste humorista.

Org. Centro de Iniciativas Empresariais e Sociais

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Uma “Caminhada pela Igualdade” levou a que 25 pessoas de todas as idades percorressem no domingo algumas ruas e praças do centro histórico de Abrantes

Uma “Caminhada pela Igualdade” levou a que 25 pessoas de todas as idades percorressem no domingo algumas ruas e praças do centro histórico de Abrantes, passando pelos jardins do castelo e Aquapolis, num percurso de seis quilómetros. A iniciativa, organizada pela câmara municipal em parceria com a Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local (Animar) integra-se no trabalho que tem vindo a ser desenvolvido no âmbito da temática da Igualdade de Género.
Fonte:http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=467&id=69230&idSeccao=7481&Action=noticia

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Espaço t lança revista para promover igualdade entre géneros

"Mais Igualdade" foi o tema que o Espaço t escolheu para o número 16 da revista Espaço Con(tacto). Uma publicação que pretende sensibilizar todo o tipo de público para a prevenção da violência doméstica.
Na passada sexta-feira, dia 22, o Espaço t apresentou o número 16 da revista Espaço Con(tacto). Com características peculiares, como o facto de ser escrita em diversas línguas e em Braille, esta publicação tem como missão chegar a todas as pessoas. A prevenção da violência doméstica serviu de mote à campanha "Mais igualdade", título desta nova edição.
Apesar do tema ser violência doméstica, houve espaço para discutir outros tipos de crime. Em declarações ao JPN, Elisa Cervina, sócia da instituição, reforça que "o tema violência é muito vasto", pois existem outras formas de "violência silenciosa", "como a segregação", que também devem ser combatidas, apesar de tal combate não apresentar resultados práticos a curto prazo.
O lançamento decorreu nas instalações do Comando Metropolitano do Porto da PSP. Um espaço alusivo ao tema, já que "a violência doméstica deve ser denunciada o quanto antes por todos aqueles que estão implicados e também pelos que não estão implicados", como revela Jorge Oliveira, director do Espaço t.
O centro histórico do Porto, onde se encontram as instalações do Comando da PSP, é conhecido por ser "uma zona particularmente atingida pela pobreza", começa por afirmar Cristiana Silva, representante do Secretariado para a Igualdade de Géneros. Pobreza essa que constitui "um meio onde, muitas vezes, a violência é mais visível", embora "não queira dizer que seja o local onde a violência doméstica esteja mais presente, porque esta está presente em todos os estratos sociais", conclui a representante.
É para esta "realidade transversal" que a revista Espaço Con(tacto) tenta alertar, apostando, para isso, no aspecto pictórico. Maria Isabel Santos, governadora civil do Porto, considera essa aposta de grande relevância, porque "a imagem é apelativa, é agressiva, é acutilante e, acima de tudo, inquieta". A violência doméstica é um fenómeno "que rouba espaço de cidadania a muitas mulheres, a muitas crianças e também a muitos idosos e a muitas pessoas com deficiência neste país", reforça a governadora civil.
Fonte:http://jpn.icicom.up.pt/2010/10/25/espaco_t_lanca_revista_para_promover_igualdade_entre_generos.html

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Curso de Violência Doméstica: acções não financiadas

No seguimento do que já havia sido anunciado, a Fundação António Silva Leal (FASL) vai realizar duas acções de formação não financiadas sobre a temática da Violência Doméstica.
Face ao limitado número de vagas permitidas no projecto de formação financiada pela CIG e POPH-QREN, esta iniciativa tem como objectivo possibilitar o acesso à formação a todos os que manifestaram interesse nesta temática.
Em virtude de terem sido recepcionadas inscrições dos mais diversos concelhos do Algarve, a FASL decidiu realizar uma acção em Faro e outra em Albufeira, com o intuito de aproximar o local de formação aos seus destinatários.

Acção de Faro: de 04/11/2010 a 17/12/2010 (todas as 5.ªs feiras) das 19h00 às 23h00;
Acção de Albufeira: de 08/11/2010 a 10/01/2011 (todas as 2.ªs feiras) das 19h00 às 23h00.

A formação será ministrada nos mesmos moldes da formação financiada, nomeadamente com a participação das formadoras Dr.ª Liliana Palma (Psicóloga da APAV) e Dr.ª Cristina Raposo (Advogada), e sendo trabalhado o mesmo referencial produzido pela CIG – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.

O curso tem um custo de 70 euros por participante (isento de IVA) podendo ser pago em duas prestações no valor de 35 euros cada, sendo a 1.ª prestação liquidada no acto de inscrição e a 2.ª no último dia de formação.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Igualdade pode solucionar a crise

Foto Luís Carregã
“Só combatemos a crise e garantimos o desenvolvimento se apostarmos na igualdade de género”. A receita para tentar fugir à recessão é da secretária de Estado para a Igualdade de Género e foi divulgada ontem, no Hotel Dona Inês.
Elza Pais abriu o seminário “Igualdade de Género no Trabalho”, promovido pela Unidade Geral de Trabalhadores (UGT) e falou dos projetos em curso para promover a conciliação de género. “Reside aqui a construção do novo paradigma”, afirmou. Dados de Portugal na Europa
A representante do governo aproveitou a ocasião para referir a subida dos números portugueses no Global Gender Gap Report 2010, realizado todos os anos pelo World Economic Forum. Portugal, que ocupava a 46.ª posição neste ranking, subiu 14 lugares e encontra-se agora no 32.º lugar.
De acordo com a secretária de Estado, nesta área, “Portugal é dos países que tem menos discrepâncias”. Um sinal positivo, apesar de, ainda hoje, se desperdiçarem “os recursos das mulheres (…) no mercado de trabalho”.
“Nós não queremos ser super mulheres, queremos ser mulheres normais, queremos os mesmos direitos dos homens”, concluiu.
Depois da abertura, o seminário continuou com um debate moderado por Eduarda Macário, subdiretora do DIÁRIO AS BEIRAS. Uma das participantes foi Sandra Ribeiro, presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e Emprego, que definiu 2010 como “um ano decisivo” para os direitos das mulheres.
O debate foi depois encerrado com novas palavras da secretária de Estado para a Igualdade de Género.
Fonte:http://www.asbeiras.pt/2010/10/igualdade-pode-solucionar-a-crise/

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Portugal sobe no ranking da igualdade de género Por Ana Cristina Pereira

Por força da participação das mulheres no mercado de trabalho e do aumento do seu peso no Governo, Portugal subiu 14 posições no ranking da igualdade de género. O país ocupa agora o 32.º lugar num índice criado pela World Economic Fórum, cujo relatório anual foi ontem divulgado.O índice foi criado em 2006 com o propósito de captar a dimensão da desigualdade de género e de monitorizar os progressos feitos nesta área. Baseia-se em indicadores de política, de economia, de educação e de saúde. Para figurar na tabela, um país tem de, no mínimo, possuir dados sobre 12 dos 14 indicadores em análise.
Este ano, a organização considerou 134 países. O top 10 não surpreende. Como nos anos anteriores, quatro países da Europa do Norte mantêm-se firmes na dianteira.
A Islândia encabeça a lista. Com uma primeira-ministra e um parlamento paritário a quase 100 por cento, é dona de uma das mais elevadas taxas de participação feminina no mercado de trabalho e, em Março, aprovou uma reforma que obriga as empresas públicas com mais de 50 funcionários a ter, no mínimo, 40 por cento de homens ou mulheres nos quadros.
A Noruega ultrapassou a Finlândia, que figura agora em segundo lugar. A Suécia completa o domínio nórdico. A Dinamarca está um pouco atrás - em sétimo. Talvez porque este índice de desigualdade de género está dissociado do nível de rendimento das famílias e do desenvolvimento nacional.
De acordo com o relatório, os nórdicos alcançaram igualdade na literacia há décadas. Há igualdade nos vários níveis de educação, excepto no superior, onde as mulheres já ultrapassaram os homens. A maior parte dos países desenvolvidos logrou este feito, mas poucos conseguem "maximizar o retorno desse investimento".
Os cinco estados nórdicos foram os que chegaram mais longe. Tudo porque combinam elevadas taxas de participação feminina no mercado de trabalho com fossos salariais quase inexistentes e garantem às mulheres imensas oportunidades de ascender a cargos de chefia.
No ranking, seguem-se: a Nova Zelândia, a Irlanda, as Filipinas, a Suíça, a Alemanha, a Bélgica, o Reino Unido, a Holanda, a Letónia, a Espanha. Espanha subiu seis posições este ano, graças a "pequenas melhorias" em diversos indicadores. Os autores do relatório destacam um aumento na presença das mulheres no mercado trabalho e no Governo. E são precisamente esses indicadores que enfatizam, mais à frente, quando referem Portugal.
O Governo de Portugal está longe da paridade: tem um primeiro-ministro, 11 ministros e cinco ministras, o que mesmo assim o coloca em 21 lugar a este nível. A lei da paridade, que obriga os partidos a reservar um terço dos lugares das listas para as mulheres, provocou os seus efeitos no ano passado: nas eleições europeias de Junho, nas legislativas de Setembro e autárquicas de Outubro - na Assembleia da República, por exemplo, foram eleitas 62 deputadas, mais 14 do que em 2005.
Fonte:http://jornal.publico.pt/noticia/13-10-2010/portugal-sobe-no-ranking-da-igualdade-de-genero-20392721.htm

Wokshop de Cozinha - COZINHAR É PRECISO! CONCILIAR TAMBÉM.

Contou com a presença de 12 participantes, dos quais
9 homens e 3 mulheres, foi um workshop que se destinou a homens e mulheres menos experientes na cozinha, que precisavam de saber confeccionar refeições para partilhar tarefas e melhor conciliar a sua vida familiar e profissional. O objectivo foi aprender a confeccionar uma refeição completa: sopa, prato principal e sobremesa.

Este workshop, teve a duração de aproximadamente 8 horas, foi dinamizado pelo Chefe António(credenciado Chefe de Cozinha); a componente de confecção decorreu na cozinha da EBA e o jantar foi servido no Restaurante ACEPIPE REAL.

Cada participante teve a oprtunidade de convidar uma pessoa para o jantar.