quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Igualdade de Género no Jornalismo em discussão

“As notícias têm sexo feminino e masculino?” foi a pergunta escolhida para dar título à sessão de formação sobre Igualdade de Género realizada no passado dia 13 no Anfiteatro da Parada no pólo I da UBI
 
A conferência conduzida pela investigadora da Universidade de Coimbra na área de Estudos Feministas nos Media, Rita Basílio Simões, decorreu num ambiente reflexivo e adaptou as questões que acompanharam a história do papel da mulher na sociedade ao longo dos anos, às práticas jornalísticas do momento.

A “transmissão por parte dos meios de comunicação de estereótipos de género”, e o poder influente quer da parte das organizações legislativas, quer das instituições como grande peso social, como é o caso das empresas mediáticas, foram as razões apontadas pela investigadora para justificar o atual papel de subalternidade das mulheres.

Rita Simões dividiu a sua apresentação em três sectores de análise à problemática e afirmou ter importância não só saber quem redige as notícias mas também analisar quem são os protagonistas, e quem são as fontes de informação. A oradora chamou a atenção para alguns exemplos de notícias desportivas protagonizadas por figuras femininas. “O problema é a utilização do corpo das mulheres como objeto sexual, é isso que as afasta da condição de sujeitos ativos da vida social ”, afirmou. Foi ainda abordado o tema da invisibilidade das mulheres que as faz adquirir junto dos cargos mais importantes, o estatuto de não-mulheres, mas pessoas do género feminino que se dedicam a assuntos maioritariamente masculinos.

A oradora comparouos resultados dos últimos dois estudos do Global Media Monitoring Project, a organização base de investigação das mulheres nas notícias em geral, referentes aos anos de 2005 e 2010, onde apesar da invisibilidade, se constata que a presença das mulheres nas notícias tem vindo a crescer ligeiramente. Verifica-se ainda que por cada notícia protagonizada por uma mulher, cinco são protagonizadas por homens, correspondendo maioritariamente a eles as ocupações e profissões importantes. Já 43 por cento dos trabalhos sobre personagens femininas correspondem a celebridades. Apesar de se falar numa feminização do jornalismo, o conteúdo das notícias continua a ser preferencialmente masculino, e foi nesse âmbito que surgiu como benesse uma possível análise sobre quem comanda as redações e se haveriam diferenças na produção noticiosa consoante o género de quem exerce essa função.

Como solução para este problema, Rita Basílio, propôs a prática de um “Jornalismo Inclusivo, estreitamente ligado a preocupações editoriais com a invisibilidade e aniquilação simbólica das mulheres e que passe pela alteração da linguagem e pela diversidade temática.” O projeto foi fruto de uma parceria do UBIgual (Plano de Igualdade de Género da UBI), da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) e do Departamento de Comunicação e Artes da universidade, e foi destinado preferencialmente a estudantes de Ciências da Comunicação da UBI, bem como jornalistas.
 
Fonte:  http://www.urbi.ubi.pt/pag/10756                         

MIGA II – mais igualdade de género no Alentejo

A Terras Dentro – Associação para o Desenvolvimento Integrado, sediada em Alcáçovas mas com intervenção num território que abrange diversos concelhos do Alentejo Central e Baixo Alentejo, está a desenvolver o Projeto Mais Igualdade de Género no Alentejo, financiado pelo Programa Operacional Potencial Humano (POPH)/ Eixo 3 – Igualdade de Género/ Medida 7.3 – Apoio Técnico e Financeiro às Organizações Não Governamentais.


Com este projeto procura-se a mudança ao nível das mentalidades no que respeita à igualdade de género e oportunidades (IGO), dando consistência ao trabalho de consolidação de dinâmicas e atores (já iniciado numa fase anterior) e constituindo-se como uma intervenção em 3 áreas: Uma área que corresponde à criação de ferramentas de suporte à informação e sensibilização em matéria de I.G.O. direcionada a contextos formativos e educativos, para a intervenção das mulheres na vida pública e dos homens na vida privada; uma área de intervenção que incide nas ações de sensibilização e informação, ou seja, efetivar a divulgação/disseminação junto das ONG e da Sociedade Civil, de produtos sobre IG e VG, em redes locais, regionais e nacionais, rentabilizando sinergias e produtos, procurando a transversalidade e visando a passagem à igualdade de facto e promover ações para sensibilizar, alertar e desmistificar a problemática da VG e da IG; e por último uma área de intervenção que incide no acompanhamento/tutoria, ou seja, na constituição de um gabinete Apoio à Vitima de Violência Doméstica, para uma intervenção descentralizada e sistematizada pela consolidação de redes de parceria locais já existentes com o objetivo de diagnosticar, informar, acompanhar e encaminhar prioritariamente mulheres vítimas de violência doméstica.


Os objetivos específicos do projeto são:

No final de Junho de 2013 ter contribuído para a integração da dimensão da Igualdade de Género em todas as ONG e Entidades participantes no projeto através da informação/ divulgação, e envolvimento dos Média Partners da região.

Garantir a execução de 25 ação de sensibilização, informação, esclarecimento ou debate sobre IVG, com participação de um mínimo de 300 mulheres e homens.

Garantir a execução de 2 ações IG, e 2 ações VG, com a participação mínima de 40 técnicas/os com intervenção na área social, comunitária e educativa.

Garantir que no mínimo 30 técnicas/os das entidades parceiras e organizações da sociedade civil participaram em pelo menos 1 sessão de IVG.


Um Kit para a Igualdade de Género

No âmbito do Projecto MIGA – Mais Igualdade de Género no Alentejo (POPH), a TERRAS DENTRO – Associação Para o Desenvolvimento Integrado desenvolveu num Kit para a Igualdade de Género que se traduz num instrumento pedagógico a utilizar em qualquer organização que tenha nos seus objetivos a abordagem desta temática junto dos jovens.




A Terras Dentro, para a conceção do Kit, estabeleceu uma parceria com a Escola Secundária de Montemor-o-Novo e, dinamizou várias sessões de exploração de conteúdos associados à problemática da igualdade e violência de Género com o envolvimento direto das/os alunas/os do 12.ºC 2009/10 da Escola Secundária de Montemor-o-Novo. Este trabalho foi feito com a colaboração da escola através da Oficina dos Afectos, e da assessoria da Empresa Iniciativa Positiva, que proporcionou assessoria técnica nas questões relacionadas com os conteúdos da Igualdade de Género.

O Kit conta com um Guião de Utilização, uma BD intitulada “Quem Lava a Loiça” e ainda um DVD com sete spots que abordam várias temáticas do dia-a-dia em que as diferenças entre géneros estão presentes e são uma constante (todos eles protagonizados pelos as/os alunas/os da turma do 12.ºC 09/10).

Curiosidade é o facto de este projeto se poder vir a internacionalizar, sendo que o Guião do Kit já está traduzido em quatro línguas: Alemão, Espanhol, Francês e Inglês. Existe ainda a hipótese de, a breve trecho poder todo o KIT estar traduzido para estas línguas, em parceria com alunos de escolas dos respetivos países.

 A Terras Dentro disponibiliza o Kit a todos os eventuais interessados

Fonte: http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=18458

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Sessão Evocativa do Dia Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Violência contra as Mulheres | 23 de novembro | 15H | Aula Magna do Hospital de Santa Mari


Ferreira acolhe VI Semana da Igualdade

A Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo tem em curso, desde ontem, mais uma edição da Semana da Igualdade.
A iniciativa, que conta com a colaboração da ADTR, das Juntas de Freguesia e do Agrupamento de Escolas de Ferreira do Alentejo, prevê a realização de várias actividades em todas as freguesias.
Do vasto programa a autarquia destaca a realização do Mercado Social a decorrer em todas as freguesias, a instalação de contentores de recolha de roupa nas freguesias de Ferreira do Alentejo, Figueira dos Cavaleiros e Alfundão e o lançamento do transporte social “Ferreira + Perto”.


Fonte: http://www.radiopax.com/noticias.php?go=noticias&id=16805&d=noticias

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres - 23 de Novembro

A CooLabora - Consultoria e Intervenção Social tem o prazer de convidar V. Exa. para a iniciativa que irá assinalar, na Covilhã, o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres e que terá lugar no próximo dia 23 de Novembro
 
 
 

Fonte:http://www.coolabora.pt/pt/evento/33

Workshop Final do projeto Aequalitate - Responsabilidade Social

No próximo dia 20 de novembro terá lugar na Auditório da AI Minho em Viana do Castelo o Workshop Final do projeto Aequalitate, um projeto de referência na área da Responsabilidade Social.

Este evento consiste na apresentação do projeto Aequalitate e das empresas que nele participaram, todas elas localizadas geograficamente na zona norte do país operantes em setores de atividade tão distintos como beleza e bem-estar, comércio, arquitetura, restauração, apoio à indústria e outros.

Apesar da diversidade ao nível das áreas de atividade, e dimensão das empresas participantes, os principais objetivos do Aequalitate estão relacionados com a consolidação dos princípios da Igualdade de Género nas políticas das empresas, reforçando a sua competitividade.

O reforço da temática da Igualdade de Género nos valores, políticas e objetivos estratégicos destas empresas permitiu a identificação de boas práticas e através da elaboração de Planos de Igualdade encontrar novas soluções para reforçar a sua inovação e liderança empresarial.

O projeto Aequalitate, a par de outros projetos desenvolvidos pela APEE, como o 6º Sentido, PME Social, Práticas RS e Diálogo Social e Igualdade nas Empresas, é uma iniciativa da maior importância, no âmbito da sensibilização e implementação de boas práticas no domínio da Responsabilidade Social nas organizações em Portugal.

A pareceria para este evento com a Associação Industrial do Minho reforça a necessidade e atualidade da introdução da temática da Igualdade de Género em todas as empresas, independente da sua dimensão e localização. 

A entrada no evento de apresentação do Aequalitate é livre.

Consulte o programa em: http://www.apee.pt/site/noticias/114-workshop-sobre-igualdade-de-genero-em-viana-do-castelo-sensibiliza-para-a-responsabilidade-social-das-organizacoes

 Para mais informações, por favor contacte a APEE através do endereço de email apee@apee.pt ou através do número 213 156 734.

Fonte: http://www.apee.pt/site/noticias/114-workshop-sobre-igualdade-de-genero-em-viana-do-castelo-sensibiliza-para-a-responsabilidade-social-das-organizacoes

Jornadas Nacionais Contra a Violência Doméstica - 15 de novembro/15 de dezembro



Fonte: http://www.cig.gov.pt/

terça-feira, 13 de novembro de 2012

AÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO EM IGUALDADE DE GÉNERO NO BARREIRO

O Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro recebe, a partir de dia 30 de novembro, das 21h00 às 23h00, a Ação de Sensibilização em Igualdade de Género “O Papel dos/as Educadores/as na Construção de Uma Sociedade mais Justa e Equilibrada”.
Destinada a mães, pais e educadores, esta iniciativa tem a duração de 12 horas. A data das restantes sessões será acordada no dia 30 de novembro em função da disponibilidade dos participantes.
A ação, promovida por Questão de Igualdade – Associação para a Inovação Social, no âmbito do Projeto “Crescer + IGUAL”, é apoiada pela Câmara Municipal do Barreiro.

Programa

1. Aspetos fundamentais da historicidade das mulheres: da Pré-História aos nossos dias;

2. Aspetos da situação atual das mulheres e dos homens em Portugal:
- Mercado de trabalho
- Educação e formação profissional
- Organização da vida familiar
- Participação cívica
- Violência doméstica/Violência no namoro

3. Conceitos-chave para a compreensão da igualdade;

4. Intervir para a mudança – A lei e a igualdade.

Mais informações podem ser obtidas através do email geral@questaodeigualdade.pt.
 
Fonte:http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=97823&mostra=2&seccao=moldura&titulo=ACAO-DE-SENSIBILIZACAO-EM-IGUALDADE-DE-G

Quatro em cada 10 casos de violência doméstica é presenciada por menores

Quatro em cada dez ocorrências de violência doméstica participadas à PSP e à GNR foram presenciadas por menores, revela o relatório anual das forças de segurança, com base em quase 30 mil participações deste crime feitas no ano passado.
Em 2011 foram registadas pelas forças de segurança 28.980 participações de violência doméstica, 17.495 das quais pela PSP (60,4%), 11.485 pela GNR (39,6%), o que correspondeu a uma diminuição de 7,2% relativamente a 2010.
Em média, as forças de segurança receberam 2.415 participações por mês, 79 por dia e três por hora, menos uma do que em 2010.
Em 42% dos casos, as ocorrências foram presenciadas por menores, refere o relatório anual de monitorização de ocorrências participadas às forças de segurança publicado no site da Direcção-Geral da Administração Interna (DGAI)
Segundo o documento, 26.791 participações foram registadas no Continente (92,4%), 1.238 nos Açores (4,3%) e 951 na Madeira (3,3%).
Lisboa foi o distrito que registou o maior número de participações (6.741), seguindo-se o Porto (6.039), Setúbal (2.282), Aveiro (1.795) e Braga (1.698).
Agosto é o mês em que se registaram mais queixas, mantendo-se a tendência para uma maior proporção de participações à segunda-feira (17%) e uma maior proporção de ocorrências ao fim de semana (34%).
Mais de um terço das participações (34%) foi feito entre as 19 e as 24 horas, seguindo-se o período da tarde (33%), entre as 13 e as 18 horas.
Geralmente as situações tiveram como consequências para a vítima ferimentos ligeiros (48%). Contudo, em cerca de um por cento dos casos os ferimentos resultantes foram graves.
O relatório adianta que, em cerca de 30% dos casos, as forças de segurança entraram no domicílio do denunciado e da vítima.
Em 78% dos casos as ocorrências sucederam numa casa particular e 17% na via pública ou em espaços públicos «fechados».
A violência física esteve presente em 73% das situações, a psicológica em 78%, a sexual em 2%, a económica em 7% e a social em 8,5%.
O documento aponta que 85% das vítimas são mulheres, casadas ou em união de facto (51%), com uma idade média de 40 anos, não dependendo economicamente do denunciado (78%).
Mais de dois terços tinham habilitações literárias iguais ou inferiores ao 9º ano e 24% possuía habilitações ao nível do ensino secundário ou superior.
Metade das vítimas encontrava-se empregada (50%), 22% estavam desempregadas, 12% eram domésticas, 10% eram reformadas/pensionistas e as vítimas estudantes representavam 7%.
Os alegados agressores são homens (88%), casados ou em união de facto (53%), com uma idade média de 41 anos e não dependem economicamente da vítima (86%).
Em quase três quartos dos casos os denunciados possuíam habilitações iguais ou inferiores ao 9º ano (74%) e cerca de 19% possuía habilitações ao nível do ensino secundário ou do ensino superior.
A maioria encontrava-se empregada (62%), 25% estavam desempregados, 9% em situação de reforma, 3% eram estudantes ou domésticos;

Fonte:http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=62841

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Oficina para Pais, Mães e Encarregados/as de Educação - IEBA - 24/11/2012



O IEBA, está a organizar uma Oficina para Pais, Mães e/ou Encarregados/as de Educação, terá lugar nas nossas instalações, no próximo dia 24 de Novembro (Sábado) das 15h às 19h,  aberto a todos/as  que, na educação, mais do que as respostas, percebem a importância das perguntas!

Esta oficina será dinamizada pela equipa técnica do Prof. Eduardo Sá, centrar-se-á em diversas questões (im)pertinentes, com os quais os pais/mães se debatem diariamente: Sabe o que responder quando o seu/sua filho/a lhe faz perguntas “para maiores de 18”?  ou quando ele diz que o cor-de-rosa é para meninas? Sente-se uma mãe ou pai "taxi"? os TPC são seus ou dele/a? E quando um NÃO desencadeia uma guerra civil familiar?

A PARTICIPAÇÃO É GRATUITA, mas a inscrição é obrigatória e limitada (20 participantes).

A selecção dos/as participantes far-se-á considerando a data e hora de entrada da ficha de inscrição nos nossos serviços administrativos.

A inscrições: Pessoalmente nos nossos serviços administrativos, fax (231 927 472), correio ou e-mail (ieba@ieba.org.pt) ou através do nosso site: www.ieba.org.pt.

Caso necessite de alguma informação ou esclarecimento adicional bastará contactar-nos - tel. 231927470 ou 914170556 ou 966872715

Contamos com a sua participação!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Projeto Coimbra Sem Violência: "Violência Entre Parceiros Íntimos" | 8 Novembro

.PROJECTO COIMBRA SEM VIOLÊNCIA

3ª Sessão: “Violência Entre Parceiros Íntimos”

Dia 8 de Novembro de 2012

UNIDADE DE VIOLÊNCIA FAMILIAR DO SERVIÇO DE PSIQUIATRIA DO CHUC

(Pavilhão 4 - “Hospital Sobral Cid”)

ORGANIZAÇÃO:
Grupo Violência: Informação, Investigação intervenção (Grupo V!!!)

 COLABORAÇÃO
Unidade de Violência Familiar do Serviço de Psiquiatria do CHUC
Grupo Violência e Escola

APOIO

Escola Superior de Educação de Coimbra

Caritas Diocesana de Coimbra

PROGRAMA

 16h00 ACOLHIMENTO / SESSÃO DE ABERTURA

MESA REDONDA I

Palestrantes:
-JOÃO REDONDO (DR.), Psiquiatra, Coord. Unidade de Violência Familiar -Serviço de
Psiquiatria do CHUC, Grupo V!!!, Grupo Violência e Escola — “Violência Sexual Entre
Parceiros Íntimos”
-NATÁLIA CARDOSO (Dr.ª), Jurista, Gestora do Gabinete de Apoio à Vítima de
Coimbra., Grupo V!!! — “Apresentação do Projecto Unisexo -prevenção da violência
sexual no ensino superior”.
Moderador: RUI PAIXÃO (Prof. Doutor), Fac. Psicologia e C.E da UC; Grupo V!!!
17h00 DEBATE
17h20 PAUSA
17h30 MESA REDONDA II
Palestrantes:
-PAULA FORJAZ (Dr.ª), Advogada, FORJAZ DE SAMPAIO Advogados — “Violência entre
parceiros íntimos: Que papel para @ advogad@ na sinalização e prevenção do
risco/perigo”
-CRISTINA SANTOS (Profª Doutora), Socióloga; Investigadora do CES -Universidade de
Coimbra; Doutorada em Estudos de Género pela Univ. de Leeds, Reino Unido —
'Entre duas mulheres isso não acontece' -estudo exploratório sobre violência
conjugal lésbica em Portugal”
Moderadora: PAULA GARCIA (Dr.ª), Procuradora da República, DIAP; Grupo V!!!
Relatoras: INÊS PIMENTEL (Dr.ª), Psicóloga, Unidade de Viol. Familiar; NATÁLIA
CARDOSO (Dr.ª), Jurista, APAV, Grupo V!!!.
18h30 DEBATE
19h00 ENCERRAMENTOS dos trabalhos

As inscrições estão limitadas ao número de lugares disponíveis. Para se inscrever agradecíamos que contactasse Dina
Lourenço (Secretariado da Unidade de Violência Familiar) através do email svf@chpc.min-saude.pt ou através do
telefone 239 796400 – Ext. 411, entre as 9:00H - 13:00H e as 14:00H - 17:00H.

Fonte: http://apav.pt/apav_v2/index.php/pt/

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Palestra sobre igualdade de género em Miranda do Corvo


A autarquia de Miranda do Corvo promove na quarta-feira uma palestra sobre os Guiões para a Educação e Cidadania, com a participação da professora universitária Cristina Vieira e de Teresa Alvarez, da Comissão para a Igualdade de Género.
Segundo uma nota da autarquia, a iniciativa decorre no auditório da Câmara Municipal e visa sensibilizar para as questões da igualdade de género no contexto educativo.
“Esta palestra pretende promover a integração da dimensão de género na educação para a cidadania, visando o crescimento e o desenvolvimento pessoal e social dos alunos e das alunas, com proveito para toda a comunidade escolar”, refere a autarquia, que se encontra a desenvolver o projeto Trilhos para a Igualdade.
A iniciativa é dirigida a todos os profissionais da área de Educação, Saúde, Ação Social, Psicologia, pais e mães, no sentido de todos assumirem “o desafio de tornar a escola um espaço privilegiado de construção de identidades individuais e coletivas, alicerçadas no princípio da igualdade entre os sexos”.

Fonte: http://www.asbeiras.pt/2012/11/palestra-sobre-igualdade-de-genero-em-miranda-do-corvo/

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

OesteCIM compromete-se a promover igualdade de género




Potenciar a igualdade entre géneros através de acções de sensibilização, efectivar uma representação equilibrada dos dois sexos na designação para cargos autárquicos e garantir às mulheres condições de acesso às acções co-financiadas pelos fundos estruturais são algumas das iniciativas que os municípios dos Oeste se propõem a concretizar no âmbito do Plano Municipal para a Igualdade.
O protocolo de cooperação que visa promover a igualdade de oportunidades nas políticas municipais foi assinado no passado dia 25 de Outubro entre OesteCIM e a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG). Esta cerimónia, que decorreu na sede da OesteCIM, nas Caldas da Rainha, foi um “momento singular” nas palavras da presidente da CIG, Fátima Duarte, pois foi a única vez que houve uma assinatura conjunta de 13 entidades, sendo que uma delas é uma comunidade intermunicipal, o que leva a “uma potenciação dos resultados”.
“Se todos os representantes das autarquias se reuniram num acto para celebrarem o mesmo tipo de protocolo é evidente que já há uma sinergia conjunta e uma comunhão de interesses nesta área que pronuncia tudo de bom”, considera a responsável, que também coloca maiores expectativas nestas autarquias.
Com esta adesão oestina sobe para perto de uma centena o número de protocolos assinados com câmaras do país. Destas, apenas cerca de 20 já avançaram com a implementação dos planos municipais, mas a CIG está confiante que esse número suba para cerca de 70 até ao início de 2013. De acordo com Fátima Duarte estes dados demonstram que Portugal ainda “não chegou ao nível desejável” no que se refere à igualdade de oportunidades para homens e mulheres, registando-se “desequilíbrios de poder” especialmente ao nível dos domínios da tomada de decisão.
“Aqui há qualquer coisa que ainda não funciona, há resistências ocultas”, disse a responsável, que considera que é preciso questionar quais são as metodologias mais adequadas para tentar resolver essas diferenças. Ainda assim, Fátima Duarte reconhece que tem havido uma evolução natural da diminuição das desigualdades, tanto por imposição legislativa (lei da paridade), como pelas recomendações do Conselho de Ministros, para que as empresas adoptem planos para a igualdade e respeitem a paridade nas nomeações para os conselhos de administração.
A OesteCIM foi distinguida com uma menção honrosa no prémio Viver em Igualdade, pelas práticas que tem implementado nestas áreas e que, segundo Fátima Duarte, é uma “boa rampa de lançamento” para um protocolo com vista a um plano municipal para a igualdade.
O presidente da OesteCIM, Carlos Lourenço, explicou que este troféu é o resultado do trabalho feito ao nível da igualdade do género, de cidadania e não discriminação promovidas por todos os municípios da região Oeste.
O também presidente da Câmara de Arruda dos Vinhos disse ser contra cotas para mulheres na política. “Devemos ter igualdade mas não devemos ter imposições”, defendeu.
Para Carlos Lourenço o trabalho deve ser feito ao nível da repartição das tarefas, permitindo às mulheres terem condições para se candidatar por exemplo à autarquia, caso o queiram. “Não é pela competência que as mulheres não estão na política, é sobretudo pela disponibilidade familiar que não lhes permite libertar-se para outras coisas”, concluiu.

Fonte:http://www.gazetacaldas.com/26703/oestecim-compromete-se-a-promover-igualdade-de-genero/

Fátima Ferreira fferreira@gazetacaldas.com

Câmara recebeu prémio “Viver em Igualdade

A Câmara de Águeda foi distinguida pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género com uma Menção Honrosa no âmbito da 1.ª edição do prémio “Viver em Igualdade”, para o biénio 2012-2013.
O prémio visa distinguir municípios com boas práticas na integração da dimensão da Igualdade de Género, Cidadania e Não-Discriminação, quer na sua organização ou funcionamento, quer nas atividades por si desenvolvidas.
O Município de Águeda tem vindo a desenvolver uma ação concertada na área da garantia dos princípios da Igualdade de Oportunidades entre todos, numa perspetiva de dar os mesmos direitos, independentemente da sua posição social, económica, faixa etária e sexo, contribuindo desta forma para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e solidária.
Fonte:http://www.soberaniadopovo.pt/portal/index.php?news=20991

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Ação de formação em Igualdade de Género Tarefas Domésticas no Masculino: contrariar tendências
























Promovida pela Beira Serra - Associação de Desenvolvimento, vai decorrer no dia 17 de novembro das 9h00 às 19h00 nas instalações do Centro do Tempo.
Formação ideal para profissionais da área social que trabalham ou poderão vir a trabalhar na Igualdade de Género, estudantes universitários do sexo masculino e outros homens da sociedade civil.
Tem carácter gratuito e encontra-se homologada pela DGERT, conferindo direito a certificado de formação profissional.

Inscrições para acima@beiraserra.pt ou 275 181 204 com indicação do nome, contacto e situação face ao emprego.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Alvito debate “Igualdade de Oportunidades no Envelhecimento”

A Câmara de Alvito promove hoje o seminário “Igualdade de Oportunidades no Envelhecimento. Saber + para Agir Melhor”. Além da abordagem ao envelhecimento activo a organização tem como objectivo “reforçar as competências técnicas dos que operam nas áreas sociais, conciliando a vida profissional com a vida privada, saúde e direitos, poder e tomada de decisão, pobreza e exclusão”.
João Penetra, presidente da Câmara de Alvito, refere que é importante que os “mais velhos não sejam retirados da sociedade” e que “vão tendo um papel cada vez mais activo” na mesma.
O seminário decorre ao longo do dia de hoje no Centro Cultural de Alvito.

Fonte: http://www.radiopax.com/noticias.php?go=noticias&id=16634&d=noticias

Adere Minho recebe seminário sobre Igualdade

A Associação para o Desenvolvimento Regional do Minho (ADERE-Minho) recebe, hoje, a partir das 14h00, o seminário ‘Igualdade de Género - o papel da comunicação social’. Inserida no projecto PICA - Promover a Igualdade Construindo Alicerces, o seminário tem como grande objectivo a reflexão sobre o papel dos média, divulgando e promovendo a igualdade de género e cidadania.

São oradores neste seminário Abílio Vilaça (presidente da ADERE-Minho), Felisbela Lopes (pró-reitora da Universidade do Minho), Sofia Branco (jornalista da agência Lusa), Paulo Monteiro (director do Correio do Minho), Carla Cerqueira (investigadora da UMinho) e Manuel Albano (delegado da Comissão para Igualdade Género).
Fonte:http://www.ovilaverdense.com/noticia.php?n=4338

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

UBI promove formação de Docência e Igualdade de Género para docentes do ensino básico e secundário

A UBI, no âmbito do projeto UBIgual - Plano de Igualdade de Género da UBI irá realizar uma formação de Docência e Igualdade de Género durante o mês de novembro, nos dias 10, 17 e 24, que terá lugar nas instalações do CFIUTE.
A formação destina-se a todos os Docentes do 2º e 3º ciclo do ensino básico e secundário e tem como principal objetivo promover a mudança com conhecimento e responsabilidade por parte dos professores e das professoras no contexto escolar, respeitante à igualdade de tratamento e oportunidades entre homens e mulheres. Esta ação terá uma componente teórica e outra prática que irá incidir no desenvolvimento de um workshop para os e as estudantes da Região da Beira Interior, organizado por parte dos e das formandas da ação.

Será uma oportunidade única, com uma equipa de formação de peritas conceituadas em igualdade de género a nível nacional e internacional e por outro lado promove a possibilidade de se realizar workshops beneficiando os e as estudantes da Região da Beira Interior.

Fonte:https://www.ubi.pt/Noticia.aspx?id=3113

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Plano Municipal para a Igualdade de Carregal do Sal

Realizou-se na tarde do dia 19 de outubro o 1.º seminário do Plano Municipal para a Igualdade, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Carregal do Sal
“Reconhecer que somos todos iguais… assumindo as nossas diferenças!” foi o lema escolhido para este Plano que surgiu no âmbito de uma candidatura apresentada pela Câmara Municipal ao POPH – Programa Operacional Potencial Humano, Tipologia 7.2. – já aprovada que inclui, entre outros, a realização de um diagnóstico para aferir da igualdade de género. Foi, aliás, esse o primeiro trabalho desenvolvido, e que esteve a cargo da empresa Bestcenter e cujos resultados foram apresentados por Ana Henriques, Especialista em Igualdade de Género, a quem coube a primeira intervenção de fundo no Seminário do Plano Municipal para a Igualdade, após abertura do evento pelo Presidente da Edilidade Carregalense, Atílio Nunes.
Perante cerca de 80 participantes, Ana Henriques frisou a importância de se fazer um diagnóstico fiel pois só a partir daí é possível desenvolver ações com vista ao equilíbrio que defendeu deve existir entre homens e mulheres.
Da “conciliação trabalho/família: um desfaio para qualquer dos géneros” falou Leonor Pais, docente na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra e Presidente da Assembleia Municipal de Mangualde, para afirmar que tem a convicção de que as mulheres são as principais culpadas pela situação de desigualdade que ainda existe na sociedade. Sobre a conciliação trabalho/família, Leonor Pais foi clara: é possível conciliar as duas mas é imperativo, antes de mais, que se respeitem as pessoas enquanto pessoas e o facto de todas terem direito a realizarem-se profissional e pessoalmente. Referiu, a propósito, o exemplo de uma empresa da região onde foram desenvolvidos mecanismos que permitem aos trabalhadores, em situações justificadas, desenvolverem as suas tarefas a partir de casa ou sem se ausentarem do país reportando-se às videoconferências possíveis com as tecnologias disponíveis.
Num discurso efusivo, claro, direto, Leonor Pais deixou o desafio para promovermos e, mais do que isso, para praticarmos Igualdade de Género.
Após um intervalo nos trabalhos foi apresentado o logótipo do Plano Municipal para a Igualdade… uma ideia concebida, desde logo, com uma instituição desafiada a colaborar e que aceitou o convite dando o pontapé de saída como parceira do Plano – o Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal. Por isso, foi convidado a usar a palavra Herminio Cunha Marques, diretor do Agrupamento que, desde logo, defendeu a integração no Plano Municipal Para a Igualdade e permanente abertura da Instituição a estes eventos. Sobre o concurso para a elaboração do logótipo até referiu foram as mulheres que acederam ao desafio através da apresentação de três ideias concebidas por 5 estudantes do sexo feminino.
Foram, então, de imediato apresentadas as respetivas criações sendo a vencedora da autoria de Telma Abreu de Jesus, classificando-se em 2.º lugar a de Clara Isabel Veloso dos Santos e em 3.º lugar o trabalho conjunto elaborado por Marta Catarina Ribeiro Gomes, Diana de Jesus Monteiro e Maria Inês Borges Bonifácio.
Seguiu-se a leitura do Protocolo Para a Igualdade pela Conselheira para a Igualdade do Município, a Vereadora Joana Carvalho Lopes que procedeu, depois, à assinatura simbólica do respetivo documento. Oportunamente, outras entidades e instituições irão proceder à assinatura do Protocolo constituindo-se, desde logo como parceiras aquelas que integram o Núcleo Executivo do CLAS – Conselho Local de Ação Social, i.e., Juntas de Freguesia, Centro de Saúde, Segurança Social e Instituições Particulares de Solidariedade Social do Concelho de Carregal do Sal.
Até julho de 2013, e no âmbito do Plano Municipal Para a Igualdade serão ministrados mais 3 seminários e ações de sensibilização destinados aos trabalhadores da Câmara Municipal, das entidades parceiras e outras, incluindo empresas, que demonstrem interesse em participar, junto da Autarquia.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Crise pode prejudicar vítimas de violêcia, diz secretária de Estado da Igualdade

http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=2841671

Teresa Morais, a secretária de Estado da Igualdade, reconhece que a crise pode estar a prender em casa muitas mulheres que são vítimas de violência doméstica.

Nas últimas horas, várias entidades como, por exemplo, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), lançaram o alerta numa das iniciativa das jornadas parlamentares do Bloco de Esquerda.
A APAV afirma que é cada vez maior o número de mulheres vítimas de violência doméstica que não saem de casa porque se antes já era difícil arranjar maneira de sobreviver o caso complica-se agora com a crise.
Teresa Morais, em declarações à TSF, admite que essa pode ser uma realidade, mas também trata de lembrar que as estatísticas dizem que os casos de violência doméstica estão a cair há algum tempo.

Fonte:http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=2841671

Viana do Castelo: AJDeão assinala Dia pela Igualdade

É já esta quarta-feira, dia 24 de outubro, que se assinala o Dia pela Igualdade, em Viana do Castelo, numa organização da Associação Juvenil de Deão (AJD), em parceria com Agrupamento de Escolas de Arga e Lima.

As Comemoração acontecem na Escola EB 2,3 de Lanheses, envolvendo essencialmente a comunidade escolar. As ações de sensibilização passarão pela animação com pintura de um mural e t-shirts, seguindo-se a apresentação do projeto “Caminhos de Igualdade”, promovido pela AJD, e uma oficina de sensibilização com a participação dos/as alunos/as e aberta à comunidade.

Esta é mais uma iniciativa que surge no âmbito do projeto que a AJD está desenvolver em Viana do Castelo, desde 2011, intitulado “Caminhos da Igualdade”, que pretende motivar a sociedade a desenvolver a participação dasmulheres na esfera púb lica e dos homens na esfera privada, contribuindo para a Igualdade de Género neste território.

“Em diferentes atividades, dinâmicas e projetos, procuramos informar e sensibilizar para a temática da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres”, explica a coordenadora do Projeto, Ana Paula Dias.

Em 2010, ao abrigo do projeto “Igualdade de Género como Exercício de Cidadania”, no qual a AJD participou, a Animar desenvolveu um processo de capacitação das organizações da sua Rede e criou a campanha “Igualdade é Desenvolvimento”. Foi também no âmbito deste projeto que surgiu a ideia de criar o Dia Municipal para a Igualdade, 24 de outubro, posteriormente adotado como medida do PNI - Plano Nacional para a Igualdade.

Fonte:http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=65047

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Sessão de apresentação dos Guiões de Educação Género e Cidadania


Sessão de apresentação dos Guiões de Educação Género e Cidadania
Fonte:http://www.cig.gov.pt/

Dia Municipal para a Igualdade


Para celebrar o Dia Municipal para a Igualdade, a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género vai realizar uma Sessão de trabalho destinada a Conselheiras e Conselheiros Locais para a Igualdade e ao pessoal técnico dos Municípios, membros de ONG representadas nos Conselhos Locais de Ação Social e público interessado em geral, a decorrer no próximo dia 26 de outubro de 2012, entre as 9.30 e as 17 horas, no Auditório dos Serviços Centrais da Câmara Municipal do Seixal, sito na Alameda dos Bombeiros Voluntários, n.º 45- 2844-001 Seixal.

Muito gostaríamos de contar com a sua presença. As inscrições poderão ser feitas através do preenchimento da folha de registo em anexo, que deverá ser enviada para joao.paiva@cig.gov.pt ou por fax para o número 217 983 099.

Oficina de Formação “Docência e Igualdade de Género”

Terão lugar a 3, 17 e 24 de novembro, no Centro de Formação Interação UBI Tecido Empresarial. Formação gratuita e acreditada pelo Conselho Pedagógico de Formação Contínua. Inscrições limitadas a 25 participantes.
Promover a mudança com conhecimento e responsabilidade por parte dos professores e das professoras no contexto escolar, respeitante à igualdade de tratamento e oportunidades entre homens e mulheres é o principal objetivo da Oficina de Formação “Docência e Igualdade de Género” a decorrer nos dias 2, 17 e 24 de novembro de 2012 no CFIUTE (Centro de Formação Interação UBI Tecido Empresarial).
Realizada no âmbito do projeto UBIgual – Plano de Igualdade de Género da Universidade da Beira Interior, a oficina tem como destinatários docentes dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Secundário da Beira Interior. A formação é gratuita e acreditada pelo Conselho Pedagógico de Formação Contínua (número de créditos = 1.3). As inscrições, limitadas a 25 participantes, podem ser feitas através do site ou por correio eletrónico para suvboas@ubi.pt.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

“Depois do Não, Pára!”: pelo fim da violência sexual entre universitários

A APAV lançou uma campanha para garantir o fim dos crimes sexuais entre os estudantes do ensino superior. Vídeos, "flyers" e também acções na Queima das Fitas são os meios de difusão

É em cenário de festas académicas, como a Queima das Fitas, que as noites podem ter um final infeliz e imprevisível. São inúmeras as vítimas de violência sexual no ensino superior e comportamentos de perigo, como o consumo de drogas e álcool, encorajam a desinibição nas atitudes, nomeadamente de teor sexual.

Por isso, a partir do projecto “Unisexo”, que previne a violência no namoro no meio académico, a Associação de Apoio à Vítima (APAV) desenvolveu a campanha "Depois do Não, Pára! Respeita a vontade dos outros. A violência sexual é crime". O objectivo passa por eliminar os actos de violência sexual, bem como ajudar as vítimas e sensibilizar todos os jovens para estas situações de hostilidade. Com os estudantes de ensino superior como público-alvo, a rádio, a internet, os "flyers", mupis e vídeos são as principais formas de difusão.

Segundo Natália Cardoso, da APAV, este tipo de abuso entre estudantes nunca tinha sido abordado. Daí surgiu a necessidade de criar esta iniciativa, como forma de ajudar e apoiar as vítimas, com foco na cidade universitária, Coimbra. A responsável pelo projecto admite mesmo que a maioria das queixas são feitas dias ou até meses após o acto de violência.

29,3% dos estudantes já foram vítimas

De acordo com um estudo recente da Universidade do Minho (UM), 29,3% dos estudantes que frequentam o ensino superior já sofreu pelo menos um acto de violência sexual. Dessa amostra, 60% são alunas do sexo feminino, enquanto que 40% pertence, claro, à população masculina. Já estudos internacionais apontam para índices de prevalência de vitimação sexual feminina entre os 25% e os 30%, sendo que entre 75% a 90% não denunciaram os crimes às autoridades ou estruturas de ajuda, refere a associação na apresentação da campanha no site.

Apesar destes números, Natália Cardoso afirma que a APAV recebe queixas com pouca frequência, uma vez que, por estarem em causa pormenores íntimos e privados, a informação acaba por ser retraída por parte dos jovens que sofrem actos não consentidos. O sistema utilizado pela APAV consiste no apoio psicológico, jurídico e emocional, quer seja através de e-mail e telefone, apesar de insistirem no contacto pessoal. Ajudam não só a vítima, mas também a família.

Esta campanha vai ainda ser intensificada nas festas académicas mais frequentadas, como a Latada e a Queima das Fitas de Coimbra, em colaboração com a Associação Académica de Coimbra e a Associação de Estudantes da Escola Superior de Educação de Coimbra (AEESEC). O recinto da Queima vai ter, pela primeira vez, acções de sensibilização para com os estudantes. Pretendem abordar a desvalorização do acto sexual forçado, ajudar vítimas de abuso sexual e as famílias e a prevenção de comportamentos de risco.

Fonte: http://p3.publico.pt/actualidade/sociedade/4915/depois-do-nao-para-pelo-fim-da-violencia-sexual-entre-universitarios

Abertura do Prémio Igualdade é Qualidade (PIQ) – 10ª edição

 
 
A Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) e a Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) informam que o prazo para a entrega de candidatura ao PRÉMIO IGUALDADE É QUALIDADE, 10ª Edição, decorre até 30 de novembro.

O PRÉMIO IGUALDADE É QUALIDADE destina-se a distinguir empresas e outras entidades empregadoras com políticas exemplares nas áreas da igualdade entre mulheres e homens, no trabalho, no emprego e na formação profissional e da conciliação entre a vida familiar e profissional.

Fonte e para mais iformações: http://www.cig.gov.pt/

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Dia Europeu de Combate ao Tráfico de Seres Humanos - 18 de Outubro


Por ocasião do Dia Europeu de Combate ao Tráfico de Seres Humanos, o Ministro da Administração Interna, a Ministra da Justiça e a Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, tem o prazer de convidar V.Exa., para a sessão evocativa que ocorrerá no dia 18 de Outubro pelas 17h30, Centro de Estudos Judiciários, em Lisboa, com a temática “Tráfico de Seres Humanos: da Investigação à Decisão Judicial.

Resposta s.f.f. email: 18-10-2012@cig.gov.pt
Fonte:http://www.cig.gov.pt/

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

A nossa campanha na CNotícias!

http://www.cnoticias.net/?p=99544

Campanha "Igualdade na Ida às Compras", em Mortágua, de 8 a 13 de Outubro


 
Durante a semana de 8 a 13 de Outubro de 2012, vai decorrer no comércio local de Mortágua, a Campanha "Igualdade na Ida às Compras”, que consiste na decoração das montras e interior das lojas aderentes com cartazes alusivos à temática da campanha e na oferta aos/às clientes de sacos de compras reutilizáveis. Aderiram a esta campanha 44 espaços comerciais da vila de Mortágua, que comercializam os mais variados tipos de produtos. O objectivo é contribuir para a sensibilização dos/as comerciantes e dos/as clientes do comércio local, chamando a atenção para a necessidade de uma distribuição mais equilibrada das tarefas (nomeadamente das compras), desconstruir estereótipos de género e, ainda, promover a participação mais igualitária da mulher na esfera pública e do homem na esfera privada.
Esta campanha é organizada pelo IEBA - Centro de Iniciativas Empresariais e Sociais, inserida no projecto Ser ou Não Ser Igual?III  que tem como objectivo central de mobilizar o concelho de Mortágua para a temática igualdade de género. Este projecto e esta campanha são financiados pelo POPH -  Programa Operacional Potencial Humano e pela CIG - Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Violência Doméstica: Municípios convidados a criar rede de casas a baixo custo para vítimas

Os municípios podem a partir de hoje aderir ao programa que visa criar uma rede solidária com casas a baixo custo para integrar as vítimas de violência doméstica na sociedade, quando estiverem preparadas para deixar as casas-abrigo.
O Governo - através da secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais, e do secretário de Estado da Administração Local e da Reforma Administrativa, Paulo Simões Júlio - e a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) formalizaram hoje em Lisboa um protocolo para facilitar o acesso a habitação a baixo custo a vítimas de violência doméstica.
De acordo com Teresa Morais, o grande objetivo desta rede é conseguir casas a preços acessíveis, com a ajuda do parque habitacional já detido pelos municípios, para que "as condições que estas mulheres têm para a sua autonomização sejam cada vez maiores".
Segundo um levantamento realizado por Teresa Morais junto de casas-abrigo, em 2011 "houve 187 casos de mulheres que saíram das casa-abrigo sem o apoio da retaguarda familiar, em que foi preciso procurar uma habitação no mercado".
"Se uma mulher, que sai muitas vezes acompanhada dos seus filhos, gasta dois terços do seu rendimento mensal numa habitação, muito dificilmente conseguirá sobreviver a essa situação e pode muitas vezes ter, como em alguns casos conhecidos aconteceu, a tendência de voltar para trás e voltar a viver com o seu agressor", disse.
Com a criação desta rede solidária, na prática, as equipas técnicas das casas-abrigo têm ao dispor uma lista com a localização das casas inseridas pelos municípios no programa.
"Assim, consoante a sua localização geográfica e o lugar onde estejam a tentar inserir essa mulher na comunidade, podem contactar os municípios daquela zona que já aderiram e tentar encontrar uma casa a baixo custo", explicou.
De acordo com a secretária de Estado, este programa não deverá trazer custos adicionais aos municípios, não impõe um número de fogos, nem valores mínimos de rendas para a participação das autarquias, para que cada um "participe de acordo com a sua capacidade financeira e com a sua oferta de habitação que tem a possibilidade de avaliar".
"As câmaras já têm habitação social, em alguns casos, praticam determinados critérios, praticam determinado volume de rendas e, portanto, poderão, se assim o entenderem, aplicar os mesmos critérios na habitação que entregam a estas vítimas fora da habitação social ou encontrar outros critérios", afirmou.
Aos municípios que aderirem cabe incluir as vítimas de violência doméstica entre as suas prioridades na atribuição de fogos de habitação social ou na disponibilização de fogos que detenham no seu património para arrendamento a baixo custo.
O presidente da ANMP, Fernando Ruas, destacou que os municípios são livres de aderir ao projeto, mas mostrou-se convencido de que a adesão será grande.
"Estamos convencidos de que, como é normal em áreas tão sensíveis como esta da componente social, vai aderir um grande número de municípios", salientou.
Os municípios que pretendam aderir podem inscrever-se através do site da ANMP na Internet e do site da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género.
Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=589425

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Assinado protocolo para facilitar habitação a vítimas de violência doméstica

O Governo e a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) formalizam na quarta-feira um protocolo para facilitar o acesso a habitação a baixo custo a vítimas de violência doméstica.
O documento, de acordo com um comunicado hoje divulgado pela Secretaria de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, «institui uma relação de cooperação entre o Governo e a ANMP, no apoio ao processo de autonomização das vítimas de violência doméstica após a sua saída das Casas de Abrigo, através da criação de uma rede de municípios solidários que disponibilizem fogos a baixo custo às vítimas que recomeçam as suas vidas na comunidade».
A execução do protocolo, a que os municípios são «convidados a aderir», será assegurada pela ANMP.
A Associação irá, junto dos seus associados, «sensibilizar, divulgar e promover a sua adesão, e acompanhar a sua implementação».
A nota da Secretaria de Estado adianta ainda que os municípios que aderirem ao protocolo «comprometem-se a incluir as vítimas de violência doméstica entre as suas prioridades na atribuição de fogos de habitação social ou, e de acordo com a sua opção, na avaliação da possibilidade de disponibilização de fogos que detenham no seu património para arrendamento a baixo custo».
Esta medida insere-se no IV Plano Nacional Contra a Violência Doméstica. O protocolo será assinado pela secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais, e o secretário de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa, Paulo Júlio, e representantes da ANMP.
A lista dos municípios que aderirem ao protocolo será divulgada nas páginas da Internet da ANMP e da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.
Lusa/ SOL
Fonte:http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=57853

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Conferência sobre formação em igualdade de género,organizada pelo Instituto Europeu para a Igualdade de Género – EIGE 13 e 14 de novembro – Vilnius

Nos dias 13 e 14 de novembro, o Instituto Europeu para a Igualdade de Género organiza uma conferência europeia “Formação avançada em igualdade de género para uma efetiva tranversalidade da dimensão de género”, em Vilnius, na Lituânia.
As inscrições, por convite, estarão abertas a partir de 1 de setembro de 2012.
Para mais informações, consultar:
http://www.eige.europa.eu/content/news-article/gender-training-conference-in-vilnius-13-14-november-2012
Fonte: http://www.cite.gov.pt/pt/destaques/noticia178.html

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Mulheres em maioria e mais educadas nos municípios do Norte

Mulheres em maioria e mais educadas nos municípios do Norte
Mas ocupam menos cargos dirigentes
Os municípios da região norte empregavam, no final de 2011, mais mulheres do que homens, sendo estas mais educadas, ainda que ocupassem menos cargos dirigentes e fossem em menor número nos maiores vencimentos.

Segundo o relatório de “Caracterização dos Recursos Humanos dos Municípios da Região do Norte de Portugal” para 2011”, da responsabilidade da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) havia, no ano passado, 20.302 mulheres a trabalhar nos 86 municípios regionais, mais 263 do que os homens, o que, ainda assim, corresponde a um decréscimo de duas décimas em relação a 2010.

O número de efetivos nos municípios da região norte foi reduzido em quatro por cento entre 2010 e 2011, atingindo 40.341 pessoas nas 86 autarquias, segundo o mesmo relatório.

“Da análise da escolaridade segundo o género, evidencia-se com alguma expressividade o sexo feminino com níveis de escolaridade superiores: 23 por cento atingem o 9.º ou o 11.º ano, 29 por cento possuem o 12.º ano e 28 por cento têm formação superior, por comparação aos trabalhadores do sexo masculino, com 18, 17 e 17 por cento, respetivamente”, escrevem os autores do documento, que é publicado pelo quarto ano consecutivo.

Em termos de repartição por carreiras, os homens encontram-se em números superiores nos assistentes operacionais, uma tendência que se inverte em relação aos assistentes técnicos e aos técnicos superiores. Porém, em termos de cargos dirigentes, os homens são a maioria quer em termos intermédios quer em termos superiores, com 512 face a 421 mulheres no primeiro caso e 24 face a 11 no segundo.

As mulheres são predominantes no escalão de remuneração mais baixo, até 500 euros, encontrando-se 3.741 nesta faixa face a 1.791 homens no mesmo escalão. Há mais mulheres do que homens nos escalões entre os 1.251 euros e os 2.250, números que se invertem daí para a frente.

Fonte: http://mulher.sapo.pt/atualidade/noticias/mulheres-em-maioria-e-mais-edu-1261934.html

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

FAJUDIS recebe prémio “Jovens pela Igualdade”

A FAJUDIS - Federação das Associações Juvenis do Distrito de Santarém, recebeu dia 3 de Agosto, o prémio monetário relativo ao terceiro lugar a nível nacional do prémio “Jovens pela Igualdade”.
A cerimónia de entrega de prémios decorreu nas instalações do Instituto Português do Desporto e Juventude e foi presidida pela presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, Dra. Fátima Duarte e pelo presidente do IPDJ, Dr. Augusto Baganha.
O presidente da FAJUDIS, Jorge Claro, após a entrega do prémio, agradeceu à Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género e ao Instituto Português do Desporto e da Juventude, pois considera que é uma honra para a federação receber este prémio, que “significa por um lado o reconhecimento e mérito ao trabalho desenvolvido e por outro lado o incentivo e apoio à continuidade do mesmo”, destacando o papel que o associativismo juvenil tem na sensibilização e mobilização dos jovens para todas as questões relacionadas com a igualdade de género.
O prémio Jovens pela Igualdade é uma iniciativa bianual promovida pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) em colaboração com o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), criado em 2011 pelo que é a primeira vez que está a ser atribuído.
Este prémio destina-se a associações de jovens e grupos informais de jovens inscritos no Registo Nacional de Associativismo Jovem (RNAJ), com boas práticas na integração da dimensão da Igualdade de Género, Cidadania e Não Discriminação, quer na sua organização ou funcionamento, quer nas actividades por si desenvolvidas.
Em 2012, primeiro ano de atribuição foram premidas as seguintes associações: 1º Lugar: Associação Juvenil de Deão, de Viana do Castelo; 2º Lugar: LIFESHAKER, Monte da Caparica; 3º Lugar: Federação das Associações Juvenis do Distrito de Santarém.
Diga o que pensa sobre este Artigo. O seu comentário será enviado directamente para a redacção de O MIRANTE.
Fonte:http://semanal.omirante.pt/index.asp?Edicao=560&id=85230&idSeccao=9442&Action=noticia

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

AJD recebe 1º PRÉMIO "JOVENS PELA IGUALDADE"

A Associação Juvenil de Deão(AJD), recebeu na sexta - feira, 3 de Agosto, no Instituto Português do Desporto e Juventude, em Lisboa, o PRIMEIRO PRÉMIO “Jovens pela Igualdade”. A cerimónia foi presidida pelo Presidente do instituto Português do Desporto e Juventude, Dr. Augusto Baganha, e pela Presidente da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, Dr.ª Fátima Duarte. Este prémio é promovido pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), em colaboração com o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), no âmbito do IV Plano Nacional para a Igualdade, Género, Cidadania e Não Discriminação, 2011-2013, e destina-se ao Associativismo Jovem com boas práticas na integração da dimensão da Igualdade de Género, Cidadania e Não Discriminação, quer na sua organização ou funcionamento, quer nas actividades por si desenvolvidas.
O Primeiro Prémio “Jovens pela Igualdade” serviu para reconhecer e incentivar o trabalho que a Associação Juvenil de Deão vem desenvolvendo ao longo dos anos em projectos e actividades que promovem a cidadania e igualdade de género.

Fonte: http://assocjuvenildeao.blogspot.pt/2012/08/ajd-recebe-1-premio-jovens-pela.html

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Prémio Jovens pela Igualdade

O Prémio Jovens pela Igualdade é uma iniciativa bianual promovida pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) em colaboração com o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ).

Este prémio destina-se a associações de jovens e grupos informais de jovens inscritos no Registo Nacional de Associativismo Jovem (RNAJ), com boas práticas na integração da dimensão da Igualdade de Género, Cidadania e Não Discriminação, quer na sua organização ou funcionamento, quer nas atividades por si desenvolvidas, e foi lançado e apresentado no dia 30 de Abril de 2011.

As associações premiadas são:

1º Lugar: Associação Juvenil de Deão

2º Lugar: LIFESHAKER

3º Lugar: Federação das Associações Juvenis do Distrito de Santarém

A Cerimónia de entrega dos prémios decorrerá no próximo dia 3 de Agosto pelas 11h nas Instalações do IPDJ na Rua Rodrigo da Fonseca.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Um quinto dos casais optaram por partilhar licença parental em 2011

Um em cada cinco casais portugueses optou, em 2011, por partilhar, em pelo menos um mês, a "licença parental inicial" aquando do nascimento do filho, um crescimento considerado "pouco significativo" depois do impacto inicial da medida em 2008.

Os dados, divulgados no relatório anual do Observatório das Famílias e das Políticas de Família (OFAP), mostram que a partilha, em pelo menos um mês, da "licença parental inicial" -- que tem a duração de 120, 150 ou 180 dias consecutivos - entre os casais se manteve na ordem dos 20 por cento do total das licenças parentais iniciais concedidas.

Em 2011, 16.719 homens partilharam com a mãe, em pelo menos 30 dias, a licença parental de 120 ou 150 dias, mais 358 do que em 2010.

"Depois do impacto inicial de 2008 para 2009 e de 2009 para 2010, os dados apontam agora para um crescimento pouco significativo e mais lento", refere o relatório publicado no site da OFAP, adiantando que em 2011 foram concedidos, no total, 81.300 subsídios parentais, contra 80.494 em 2010.

Como explicação para o aumento pouco significativo do número de pais que partilham a licença parental, o relatório aponta o facto de só terem passado pouco mais de dois anos desde que foi criado em Portugal o bónus que incentiva o pai a partilhar a licença com a mãe.

"A adesão à mudança nas políticas demora anos, por vezes décadas, a concretizar-se", comenta.

Por outro, salienta, "o contexto de crise económica que o país está a viver" também pode "ter algum impacto na evolução mais lenta da partilha da licença entre o casal".

"O desemprego e o clima de insegurança, a pressão para garantir o emprego e o rendimento da família e o aumento de formas de trabalho precário são fatores que podem estar a influenciar a opção de não recorrer ao direito (ou de não ter esse direito) por parte de alguns homens".

Tomando como referência para base de cálculo o número de casais que gozaram a licença parental inicial, o OFAP apurou que 81% dos homens gozaram a licença obrigatória de 10 dias.

Utilizando como base de cálculo o número de nascimentos, essa percentagem desce para 68%.

Para a OFAP, é um valor significativo pois os dados disponíveis só contabilizam os subsídios pagos no âmbito do regime geral da segurança social, deixando de fora toda a função pública e regimes paralelos, como, por exemplo, os bancos e outros sistemas privados.

"Os dados estão subestimados em relação à realidade, o que só poderá ser controlado após a convergência definitiva entre os regimes da segurança social e os demais".

Analisando os últimos 11 anos, o documento observa que, em 2000, apenas 13.000 homens gozaram a licença de cinco dias, enquanto em 2011 foram 65.700 a gozar essa licença (de 10 dias a partir de 2009).

O Observatório destaca igualmente o facto de se confirmar a importância relativa da opção pelos 180 dias de licença (pagos a 83%) em comparação com os casais que optam pelos 150 dias (pagos a 100%).

Apenas no caso dos subsídios sociais se mantém como tendência dominante a opção pelos 120 dias sem partilha.

Relativamente ao gozo dos três meses de licença parental alargada e subsidiada a 25% do ordenado bruto - nas situações em que é gozada imediatamente a seguir à licença parental inicial ou licença inicial parental do outro progenitor - só 2.041 progenitores é que gozaram esta licença parental complementar alargada em 2011, representando 2,5% do total de licenças concedidas.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Mercado de trabalho: Mulheres mais ameaçadas com crise

Alerta lançado pela União de Mulheres Alternativa e Resposta
Em contexto de crise e no mercado de trabalho, as mulheres estão em situação mais fragilizada, eis uma das conclusões do debate sobre “As profissões não têm Sexo”, iniciativa da UMAR, União de Mulheres Alternativa e Resposta, e da CITE, Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego.
Sandra Ribeiro, da CITE, evidenciou que, “apesar de existir uma mudança social, as mulheres no mercado de trabalho, em contexto de crise, encontram-se ainda mais ameaçadas, o que origina retrocessos”.
Indicadores tais como taxas de atividade, emprego, desemprego, níveis de remuneração e ganhos, participação nos processos de decisão, tipo de contrato, entre outros, continuam a evidenciar fortes desequilíbrios e discriminações múltiplas que se vêm acentuando com a atual crise económica e financeira.
Por outro lado, o valor que se atribui ao trabalho realizado por mulheres e por homens continua a não ser igual. Segundo a UMAR, “a maior percentagem de licenciadas não impede que as mulheres continuem a ocupar no mercado de trabalho profissões tradicionalmente ditas femininas, de mais baixa qualificação e mal remuneradas, com maior precariedade e possibilidade de desemprego e se mantenham sub-representadas na esfera pública”.
Continuam a existir setores muito feminizados como a saúde, a ação social, a educação, o alojamento, as limpezas, a restauração, o têxtil e o vestuário, e outros em que a participação das mulheres é muito reduzida, como o da construção civil, o das forças armadas, das pescas, estiva e técnicos de gás.
No debate, Sara Falcão Casaca (ISEG) salientou precisamente “a carga simbólica das profissões tipificadas como masculinas e femininas e as hierarquias que dão valores diferentes, em função das representações sociais, às atividades ditas femininas e masculinas”. Lídia Fernandes, da UMAR, acrescentou que “embora na esfera pública desempenhem funções ditas masculinas, na esfera privada persistem os estereótipos de género, pois as mulheres maioritariamente continuam a desempenhar as tarefas domésticas e do cuidar”.
A segregação horizontal e vertical no mercado de trabalho continua a existir em Portugal e ainda há um longo percurso até as discriminações de género terminarem, conclui a UMAR no pós evento.
16 de julho de 2012

Fonte: http://mulher.sapo.pt/atualidade/noticias/mercado-de-trabalho-mulheres-m-1257074.html

Adere-Minho ‘pica’ contra violência no namoro

Controlar o telemóvel, partilhar o mesmo e-mail, querer saber tudo que o/a companheiro/a faz, bater e pedir perdão constantemente são apenas algumas formas de violência no namoro e percepções sobre a igualdade de oportunidades expressas no desdobrável apresentado ontem e que foi criado pelos alunos do curso de Design Técnico da Esprominho, no âmbito do projecto PICA (Promover a Igualdade Construindo Alicerces), dinamizado pela Adere-Minho.

No âmbito deste projecto, financiado pelo Programa Operacional Potencial Humano (POPH), medida 7.3. da CIG (Comissão para Igualdade de Género), a Adere-Minho está a promover a ‘Actividade 5’ (campanha sobre a igualdade para a comunidade escolar) na Esprominho, na Escola Secundária de Maximinos, na EB2,3 Frei Caetano Brandão, em Maximinos, e na Escola Secundária Alcaides Faria, em Barcelos.

“Apoiar a conciliação entre trabalho e a vida familiar, sensibilizar para a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres e prevenir e combater a violência doméstica e no namoro” são os objectivos deste projecto destacados pela directora geral da Adere-Minho, Teresa Costa.

O projecto, que arrancou em Setembro do ano passado vai continuar no próximo ano lectivo. “Já fizemos mais de 50 sessões e envolvemos cerca de 1800 alunos”, informou, entretanto, aquela responsável, adiantando que vai começar uma parceria com escolas do concelho de Famalicão.

“As escolas têm que aderir ao projecto e vamos fazer acções a todas que nos solicitam. Este desdobrável é um suporte para levar para as futuras acções de forma os alunos perceberem que outros jovens da mesma idade já estão inseridos nesta temática”, justificou.

Na Esprominho, “os alunos mostraram-se muito interessados e as sessões são muito interactivas com passagem de vídeos, de imagens e de estatísticas para eles perceberem que não estamos a falar de cor em relação à temática”, defendeu.

O projecto continua no próximo ano lectivo com “o objectivo de sensibilizar os alunos para esta temática que começa a ser problemática no namoro. Os estudos comprovam que um em cada cinco jovens é vítima de violência doméstica e sabemos que, se no namoro já é assim, quando se casam não vai melhorar”, lamentou a directora geral , deixando o conselho: “tenham namoros saudáveis e felizes”

Acções de sensibilização “importantes para prevenir”

No final da apresentação do desdobrável, feita pelo director pedagógico da Esprominho, António Teixeira, e pela directora geral da Adere-Minho, o ‘Correio do Minho’ falou com Agostinho Sá, um dos alunos da turma 42 do Curso de Técnico de Design. “Gostei muito de fazer este trabalho e de abordar este tema”, referiu o jovem estudante, admitindo que em relação à violência no namoro “é mais normal ouvir falar” do que ter alguém conhecido que já tenha sido vítima.
Sobre estas acções, Agostinho Sá foi peremptório: “é sempre muito importante para prevenir este tipo de situações um dia”.

Fonte: http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=62896

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Parada da Igualdade de Oeiras acontecerá em setembro

A Parada da Igualdade de Oeiras já tem data marcada. O evento que já está em sua 4ª edição será realizado no dia 30 de setembro, a partir da 14h.

Segundo Kátia Tapety, organizadora do evento e atual líder LGBT de Oeiras e Região, este ano o evento contará com algumas novidades.

"Serão realizados um seminário para discutir direitos humanos, DST E AIDS e conscientização do voto limpo. Artisticamente, contaremos trios elétricos gogoboys e girls e muita gente bonita vinda de todas as partes do Piaui", disse Kátia Tapety.
Velha CAP
Fonte:http://180graus.com/oeiras/parada-da-igualdade-de-oeiras-acontecera-em-setembro-541927.html

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Mulheres vivem mais anos mas homens vivem saudáveis mais tempo

As portuguesas têm uma esperança média de vida três anos superior à dos homens, mas eles são saudáveis até mais tarde, ao contrário da média europeia em que as mulheres se mantém sãs durante mais tempo.
Aos 65 anos, as mulheres têm uma esperança média de vida de 20 anos enquanto os homens têm, em média, apenas mais 17,1 anos. No entanto, o Eurostat estima que as portuguesas vão manter-se sem problemas de saúde até aos 60, enquanto os homens deverão estar saudáveis aos 62.
"As mulheres têm uma esperança de vida maior, mas isso não quer dizer que esse tempo seja vivido de forma saudável", sublinhou Pedro Perista, um dos responsáveis pelo estudo "Género e Envelhecimento", apresentado esta terça-feira durante o seminário promovido pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) na Assembleia da República.
Comparando com a média europeia, parece que ser mulher em Portugal é mais penalizador, já que a diferença entre sexos "na Europa" é mais discreta: depois dos 65, as mulheres têm 8,8 anos de vida saudável e os homens 8,7.
"Os anos a mais das mulheres são de solidão, pobreza e incapacidade", lembrou a secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais, durante a apresentação do estudo, sublinhando que as portuguesas "são mais pobres e incorrem em maior risco de pobreza", quando comparadas com os homens.
Esta terça-feira, os responsáveis pelo estudo "Género e Envelhecimento" traçaram o perfil da mulher em Portugal: tem menos escolaridade, recebe pensões mais baixas, vive mais sozinha e sofre mais com os efeitos da idade.
Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2645808

terça-feira, 3 de julho de 2012

Mulheres ganham menos 200 euros de reforma do que os homens

As mulheres ganham, em média, menos 200 euros de reforma do que os homens, segundo um estudo nacional hoje divulgado, que alerta para as dificuldades por que passam as idosas em Portugal.
“As mulheres têm uma esperança de vida maior, mas isso não quer dizer que esse tempo seja vivido de forma saudável”, sublinhou Pedro Perista, um dos responsáveis pelo estudo “Género e Envelhecimento”, apresentado hoje durante o seminário promovido pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) na Assembleia da República.

Dois investigadores do Centro de Estudos para a Intervenção Social (CESIS) cruzaram os dados existentes (desde os Censos 2011, aos números do Instituto da Segurança Social e da Eurostat) e traçaram um retrato das portuguesas com mais de 65 anos. Resultado: as mulheres vivem mais sozinhas, com menos dinheiro e em casas mais degradadas.

No ano passado, a GNR contabilizou 23 mil idosos a viver sozinhos. Dois em cada três eram mulheres (63,5% mulheres versus 37,5%). Muitas chegam à velhice sós e sem dinheiro. Se a pobreza está muito associada aos idosos, é entre as mulheres que a situação é mais preocupante.

O investigador realçou “a diferença abismal entre a situação de pobreza dos idosos antes e depois de receberem as prestações sociais: Antes das prestações, a maior parte da população idosa estaria numa situação de pobreza. Depois das transferências sociais as diferenças evidenciam-se”, com uma clara desvantagem para as mulheres.

O valor médio das pensões de velhice atribuídas aos homens com mais de 65 anos rondava os 500 euros, em 2010, enquanto o valor atribuído às mulheres se ficava nos 297 euros.

Em algumas situações, as diferenças de rendimentos poderão não estar diretamente relacionados com os anos de trabalho, mas apenas com os descontos feitos: “É preciso distinguir as carreiras contributivas e o trabalho, porque existem muitos casos de mulheres que trabalharam mas não descontaram. Isto tem depois um impacto nas taxas de pobreza”, sublinhou o investigador do CESIS.

No caso das pensões de invalidez verifica-se o mesmo fenómeno, com os homens a ganhar em média 358 euros e as mulheres apenas 281 euros.

Olhando para a pensão social de velhice, destinada a quem não tem qualquer sistema de proteção social obrigatória ou não fez descontos suficientes para ter direito à pensão de velhice, as mulheres aparecem em maioria: representam dois em cada três beneficiários, entre os 80 e os 84 anos (74%), e quatro em cada cinco beneficiários, com mais de 85 anos (82,7%).

Quando as pensões são demasiado baixas, o estado dá o “Complemento Solidário para Idosos”. Segundo números apresentados hoje, dois em cada três beneficiários deste apoio são mulheres.

As mulheres também surgem neste retrato como vivendo em habitações mais degradadas: casas com tetos que deixam passar água, com humidade nas paredes ou janelas apodrecidas são a realidade de 27,4% das idosas. Nas mesmas condições vivem 21,9% dos homens, com mais de 65 anos.

Para 4,7% das mulheres, viver num sítio sem casa de banho, duche ou autoclismo não são coisas do passado, passando-se o mesmo com 3,5% dos homens.

As más condições das habitações dos idosos levou o governo a criar, em 2008, o Programa Conforto Habitacional para Pessoas Idosas que deu resposta, na primeira fase, a 1.100 pessoas. “Destas, 57,2% eram mulheres”, concluiu o investigador.
Fonte: Diário Digital com Lusa

segunda-feira, 2 de julho de 2012

A igualdade de Género é Jovem! Voluntaria-te, Capacita-te e Multiplica!

LocalBeja - Évora - Portalegre

Data de início
Sexta, 21 de Setembro de 2012

Data de fim
Sábado, 20 de Outubro de 2012

No âmbito do Projecto Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género (BIIG - ver descrição em baixo) a UMAR, em parceria com a Direção Regional do Alentejo do IPDJ e colaboração do Núcleo de Beja da Rede Europeia Anti Pobreza, estão previstas a realização de três ações de sensibilização sobre a temática igualdade de género, com a duração de 12 horas cada, gratuitas e certificadas.
Estas ações têm como principal objetivo capacitar dirigentes associativos/as juvenis, membros de associações juvenis, técnicos/as na área da juventude, técnicos/as de organizações do terceiro setor e pessoas interessadas com manifesto potencial multiplicador sobre as temáticas relacionadas com a (des)igualdade de género.

As ações previstas decorrerão nas instalações das Delegações de Beja, Évora e Portalegre do IPDJ, nas seguintes datas:

- Beja : 21 e 22 de setembro 2012. Horário: Dia 21 das 14h às 20h, Dia 22 das 10h às 13h e das 14h00 às 18h.
- Évora: 9 e 10 de outubro 2012. Dia 9 das 14h às 20, Dia 10 das 10h às 13h e das 14h00 às 18h.
- Portalegre: 19 e 20 de outubro , Horário: dia 19 das 14h às 20h , dia 20 das 10h às 13h e das 14h00 às 18h.

Dado que existe um nº limite de participantes, apelamos à divulgação desta iniciativa e à manifestação de interesse na sua frequencia, até dia 30 de julho de 2012, bastando para tal, preencher a ficha de inscrição, em anexo e enviá-la para projectobiig@gmail.com
O Projeto Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género, projeto financiado pelo Fundo Social Europeu através do Programa de Potential Humano (POPH/QREN) e pelo Estado Português através da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) é desenvolvido pela associação UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta - desde dia 1 de julho de 2011 e terá seu término a 31 de dezembro de 2012.

Os seus principais objetivos são:
- Promover a Igualdade de Género e a Cidadania com e junto de jovens, docentes, educadores/as, decisores/as, bibliotecários/as e outros setores populacionais da região do Alentejo, utilizando como principais ferramentas uma Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género e o Centro de Documentação e Arquivo Feminista Elina Guimarães.
- Delinear e implementar com as parcerias locais Semanas pela Igualdade de Género em 13 concelhos da Região do Alentejo.
- Fomentar atividades de índole artístico/cultural, baseadas na desconstrução de estereótipos de género e apostadas na plena participação e capacitação de todos/as.
- Dinamizar Redes Locais de Intervenção Comunitária para a Igualdade de Género!
Convidamo-lo ainda a visitar do site do projeto para mais informações: Http//:www.umarfeminismos/projectobig
Fonte: http://www.animar-dl.pt/index/agenda/biig