terça-feira, 26 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Teatro:resumos dos enasios
Tal como já tinhamos referido, este projecto comtempla a encenação de uma peça de teatro juvenil, sobre temática central do projecto (IOEHM). Pretende-se recriar a evolução do namoro nos últimos 100 anos, vincando as diferenças de época e a postura de relação entre homem e mulher. Para isto, pretende-se que todos as pessoas envolvidas na peça recolham histórias/episódios que caracterizem o namoro da época a que se estão a referir, ou seja, esta peça de teatro é uma construção colectiva.
A seguir, resume-se um pouco o que tem sido os nossos ensaios de teatro :
- Ensaio nº 1 - 27/11/2009, Centro Micológico (Pq. Manuel lourenço Ferreira em Mortágua) - Descreveu-se um pouco o projecto e o respectivo enquadramento desta actividade.
Apresentou-se o elenco, assim como os/as encenadores/as.
Informou-se que esta peça será uma produção colectiva, onde a temática central será o namoro, ou seja, o próprio elenco com base em histórias reais vai escrever um episódio característico da época a que se refere, na qual deverão mencionar, todos os pormenores: as músicas, as expressões, as prendas...) - Ensaio nº 2- 20/12/2009, EBA- Este ensaio serviu para o grupo se apresentar e conhecer, sentir-se à vontade, realizamos umas dinâmicas de grupo, exercícios de relaxamento, jogos de mímica e, depois, leitura das histórias escritas pelo próprio elenco!
- Ensaio nº 3 – 10/01/2010, EBA - Começou-se por um aquecimento do físico, depois de marcha e corrida, música, jogar com um balão e com bolas imaginárias e dançar, sozinhos em grupo. Depois, uma simulação só com mímica: imaginar que estávamos numa estação de comboio, construir uma personagem e mostrá-la através da expressão corporal, sem que os colegas soubessem o que estávamos a fazer: haviam pares, amigos, pais e filhos e outros sozinhos: senhoras da limpeza, seguranças, vendedores de bilhetes, pedintes, "madames"... Depois, lemos mais umas histórias de situações namoro. Já há histórias dos anos 40, 50, 60, 80, 90 e actuais. Temos que recolher informação sobre presentes que, em cada época era usual, receber dos namorados.
- Ensaio nº 4 – 17/01/2010, EBA - Iniciou-se este ensaio com os habituais exercícios de aquecimento do corpo e de expressão corporal: andar, correr, jogar basquete, dançar... A importância da mímica, do gesto, sem palavras, do delinear lentamente as expressões e os gestos. Depois, representar com mímica, ao som da música, algumas cenas em grupo, já no palco. Estar em cena a representar e estar em cena a contracenar, é diferente e, segundo, o encenar é no saber contracenar que os/as grandes actores e actrizes se revelam... Fizemos uma cena num jardim, com um ladrão, um polícia, uma senhora assaltada e duas outras senhoras que estavam a passear os seus filhos num carrinho, que foram socorrer a senhora assaltada. Depois, cenas de namoro (tudo em mímica e com música) na fonte (anos 50) e namoro num jardim (anos 60), com as mães a "apanhar" os parzinhos .
Por fim, leitura de mais umas histórias de namoro. - Ensaio nº 5 - 24/01/2010 -Iniciou-se com o habitual aquecimento orientado por uma das actrizes, saltamos à corda, jogamos basket, relaxamos músculos, entre outros exercicios. Posteriormente, e simplesmente recorrendo à mimica fomos para o palco, uns repesentavam a chuva a cair, outros o vento e por fim as folhas das arvores a cair. Seguiram-se várias cenas onde vários grupos de actores/actrizes, representavam a mulher vitima de maus tratos, outra cena da mulher abandonada pelo namorado, e por fim o ultimo grupo recordavam apenas fotografias da adolescencia.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Escolas apostam em aulas sobre violência doméstica
As escolas do ensino básico e secundário estão a apostar na prevenção da violência doméstica e do bullying (violência entre alunos) como tema das suas aulas. O concurso "A Nossa Escola pela Não Violência", da responsabilidade da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), foi o primeiro projecto a nível nacional a abordar estas questões e já chegou a mais de mil alunos do 3.º ciclo e do secundário. Este ano "vai ser generalizado a todos os graus de ensino", adianta a secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais.A CIG deu formação a professores que integraram, pela primeira vez, ao longo do ano lectivo 2008/ /2009, a temática da violência nas suas aulas.
Além da prevenção, esta vertente serve de preparação para o trabalho que os alunos vão levar a concurso. Este ano, segundo explica Elza Pais, os professores vão incluir o combate à violência no namoro e o desenvolvimento de relações saudáveis na área de cidadania.
A par desta iniciativa nacional existem projectos locais, como o Bem Me Quero, em Setúbal, onde vários profissionais exteriores à escola analisam fenómenos de violência com os alunos na aula de formação cívica, durante todo o ano lectivo.
O trabalho de prevenção da violência junto dos alunos é um dos objectivos do III Plano Nacional contra a Violência Doméstica, estabelecido para três anos e que termina em Dezembro. A sua concretização está a ser feita também através de alguns projectos-piloto, explica o vice-presidente da CIG, Manuel Albano. Algumas iniciativas estão a ser executadas por associações como a APAV (Associação de Apoio à Vítima), a UMAR (União das Mulheres Alternativa e Resposta) e a SEIES (Sociedade de Estudos e Intervenção em Engenharia Social).
A hipótese de estas intervenções virem a ser alargadas a nível nacional vai depender da avaliação que for feita no final de cada projecto. Quem está no terreno não tem dúvidas do seu sucesso e da sua importância.
Em Setúbal, a cooperativa SEIES trabalha há dois anos com alunos do 7.º, 8.º e 9.º anos da Escola D. João II. "Trabalhamos na disciplina de Intervenção Cívica, que entra na avaliação dos alunos. É um trabalho continuado de formação participativa", explica a coordenadora do projecto Bem Me Quero, Joana Peres.
A equipa constituída por vários profissionais vai às aulas de cada turma de 15 em 15 dias. Aqui, os jovens "são levados a reflectir sobre várias situações de violência e a falar das suas posições", acrescenta a responsável. Este método permite aos alunos "reconstruir as suas próprias vivências e mu- dar mentalidades", defende. As aulas já permitiram a muitas crianças e jovens denunciar os casos de violência doméstica que os próprios são vítimas ou que assistem.
A par da violência doméstica, são também trabalhados os contextos de bullying. "São realidades que estão relacionadas, porque muitas vezes estas são crianças que estão sujeitas a violência em casa, na escola podem tornar-se mais facilmente vítimas ou agressores, dependendo do modelo que recolhem em casa", descreve Joana Peres.
Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1475955
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Assembleia Geral da MMM | 17 de Janeiro | SPGL / Lisboa | 10h30 - 17h30
Na sequência da última reunião da coordenação portuguesa da Marcha Mundial das Mulheres (MMM) considerou-se a necessidade de montar uma estrutura organizativa mais operacional para a concretização das acções que vão decorrer ao longo de 2010, bem como de dar conteúdo às acções de 2010 em Portugal.No dia 17 de Janeiro (domingo) acontecerá, então, a Assembleia Geral (AG) da MMM Portugal na sede do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPSGL*), com início às 10h30m e com fim previsível às 17h30m.Associações e pessoas a título individual são muito bem-vindas!
A vossa presença é imperiosa! Nesta AG definir-se-ão aspectos organizativos e ideias mais concretas sobre as acções de 2010.
Nas Assembleias realizadas em 2009 em Coimbra e na Cova da Moura surgiram muitas ideias em torno dos 4 eixos - Bem Comum, Violência contra as Mulheres, Trabalho das Mulheres, Paz e Desmilitarizaçã o - mas agora é tempo de operacionalizar, de definir datas, locais, temas e responsáveis pela sua concretização, tendo em conta a especificidade e os interesses das diferentes organizações participantes!2010 poderá ser um grande ano de afirmação da MMM a nível nacional e de afirmação das problemáticas e das lutas das mulheres portuguesas num contexto nacional, europeu e internacional! Para isso, há que contar com a participação, envolvimento e energia de todos/as!Poderão confirmar a vossa presença para o e-mail da MMM Portugal: mmmulherespt@gmail.com*
O SPGL fica situado na Rua Fialho de Almeida nº3.Fica em frente ao Corte Inglês e junto à saída do Estação do Metro de S. Sebastião
Mais info em http://marchamundialdasmulheres.blogspot.com/http://www.marchemondiale.org/index_html/en
ADRL cria Núcleo Integrado para a Igualdade de Mulheres e Homens e Cidadania
A Associação de Desenvolvimento Rural de Lafões, criou um Núcleo Integrado para a Igualdade de Mulheres e Homens e Cidadania que terá como missão ser um pólo difusor dos princípios e práticas fundamentais da igualdade entre mulheres e homens, assumidos e trabalhados como elementos da responsabilidade colectiva dos diversos tipos de agentes da região de Lafões, na promoção da qualidade de vida das populações e do seu desenvolvimento sustentável.A ADRL desenvolverá este projecto em articulação com o CADI – Centro de Apoio ao desenvolvimento da Infância e com as acções da Marcha Mundial de Mulheres de que a é co-coordenadora nacional.Em declarações à Lafões, Carmo Bica, presidente da ADRL, começa por explicar o que no fundo é este NIC
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Direitos de Parentalidade nova publicação
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
TAP não pagou prémios a funcionárias grávidas
Comissão de Igualdade diz que atitude é discriminatória
TAP não pagou prémios a funcionárias grávidas
A TAP não pagou prémios de desempenhos às dez funcionárias que em 2007 gozaram de licença de maternidade alegando que como estas estiveram ausentes, não cumpriram os mínimos de trabalho para terem prémios e o primeiro-ministro, José Sócrates, apoiou esta decisão, avança a edição desta quarta-feira do jornal 'I'.
No entanto, um parecer da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) considera esta atitude discriminatória.
Confrontado a pronunciar-se sobre o caso, o gabinete de José Sócrates, concordou a decisão da transportadora aérea.
De acordo com o jornal 'I' as queixas na Comissão para a Igualdade no Trabalho triplicaram durante o ano de 2009. Entre as reclamações encontram-se casos de grávidas e lactentes que são despedidas em processos colectivos com as empresas a alegarem que os seus postos de trabalho foram extintos, casos em que as mães não têm um horário flexível para amamentação, previsto por lei e outros casos nos quais as mulheres são despedidas sem justa causa.
TAP não pagou prémios a funcionárias grávidas
A TAP não pagou prémios de desempenhos às dez funcionárias que em 2007 gozaram de licença de maternidade alegando que como estas estiveram ausentes, não cumpriram os mínimos de trabalho para terem prémios e o primeiro-ministro, José Sócrates, apoiou esta decisão, avança a edição desta quarta-feira do jornal 'I'.
No entanto, um parecer da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) considera esta atitude discriminatória.
Confrontado a pronunciar-se sobre o caso, o gabinete de José Sócrates, concordou a decisão da transportadora aérea.
De acordo com o jornal 'I' as queixas na Comissão para a Igualdade no Trabalho triplicaram durante o ano de 2009. Entre as reclamações encontram-se casos de grávidas e lactentes que são despedidas em processos colectivos com as empresas a alegarem que os seus postos de trabalho foram extintos, casos em que as mães não têm um horário flexível para amamentação, previsto por lei e outros casos nos quais as mulheres são despedidas sem justa causa.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Cinema aborda tema da igualdade de género no TAGV - Coimbra

Hoje vai decorrer, às 21H30, no Teatro Académico Gil Vicente, a décima sessão do Ciclo de Cinema O Outro Sexo com o filme 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias (2007, Cristian Mungiu). Após a projecção do filme, terá lugar um debate sobre o tema “Saúde e Igualdade de Género”, no qual contamos com a presença da Dra. Elza Pais, Secretária de Estado da Igualdade.
Programa
Programa
A entrada é gratuita!
Para reserva de bilhetes: enviar um e-mail para ooutrosexo@gmail.com, com indicação do nome da reserva e do número de bilhetes pretendido.
Pode levantar o seu bilhete na bilheteira do TAGV.
Mais informações sobre esta iniciativa estão disponíveis na Internet, em http://www.ooutrosexo.blogspot.com/.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Mulheres licenciadas são discriminadas no acesso ao mercado de emprego - Comissão para a Igualdade no Trabalho
Portugal não aproveita o trabalho das mulheres com licenciatura. São cada vez mais as mulheres licenciadas, mas são ainda discriminadas, no acesso ao emprego. Nos primeiros nove meses deste ano foram apresentadas mais de 100 reclamações na Comissão para a Igualdade no Trabalho. Registou-se um aumento em relação a 2008.
A repórter Paula Veran foi falar com duas responsáveis sobre estas matérias.
A repórter Paula Veran foi falar com duas responsáveis sobre estas matérias.
Violência doméstica: Rede de casas-abrigo não é suficiente
Violência doméstica: Rede de casas-abrigo não é suficiente
A rede oficial de casas-abrigo para vítimas de violência doméstica, que conta, actualmente, com 36 edifícios, não é suficiente para o número de casos de mulheres e crianças que precisam sair de casa para fugir ao sofrimento diário.
Além da comunidade de inserção da Associação de Moradores de Lameiras, a do Centro de Apoio à Vida, a da Cáritas de Coimbra, a da Casa de Sant´Ana, a do Centro Social e Paroquial de S. Lázaro, a da Comunidade Juvenil S. Francisco de Assis, a da Fundação Bissaya Barreto, a do Lar Divino Salvador, a do Lar Madre Sacramento, por vezes, hospedarias e pensões têm também de acolher as vítimas, que fugiram de casa, muitas vezes, apenas com a roupa do corpo.
«As vagas desta rede, que, ao fim e ao cabo, é pública, porque, apesar de formada por casas geridas por organizações não governamentais, é financiada pelo Estado, chegam», garante a secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais. Contudo, as associações afirmam que não é isso que se verifica no terreno, especialmente a nível do interior, onde quase não existem este tipo de organismos.
As vítimas têm, muitas vezes, de mudar de zona, «precisam de refazer a vida, eventualmente, de aumentar a escolaridade, de fazer formação», explica Maria José Magalhães, da União de Mulheres Alternativa e Resposta. Apesar de tudo, Elza Pais está sintonizada com esta necessidade e já afirmou que «as casas que vierem a ser construídas terão de ser no interior».
«Algumas instituições não percebem o que é uma casa-abrigo, pensam que é igual a um lar de terceira idade ou a um centro de ocupação de tempos livres», diz Magalhães, questionando ainda a qualidade destas instituições. «Tem de haver uma equipa técnica multidisciplinar e especializada», remata Rosmaninho.
A rede oficial de casas-abrigo para vítimas de violência doméstica, que conta, actualmente, com 36 edifícios, não é suficiente para o número de casos de mulheres e crianças que precisam sair de casa para fugir ao sofrimento diário.
Além da comunidade de inserção da Associação de Moradores de Lameiras, a do Centro de Apoio à Vida, a da Cáritas de Coimbra, a da Casa de Sant´Ana, a do Centro Social e Paroquial de S. Lázaro, a da Comunidade Juvenil S. Francisco de Assis, a da Fundação Bissaya Barreto, a do Lar Divino Salvador, a do Lar Madre Sacramento, por vezes, hospedarias e pensões têm também de acolher as vítimas, que fugiram de casa, muitas vezes, apenas com a roupa do corpo.
«As vagas desta rede, que, ao fim e ao cabo, é pública, porque, apesar de formada por casas geridas por organizações não governamentais, é financiada pelo Estado, chegam», garante a secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais. Contudo, as associações afirmam que não é isso que se verifica no terreno, especialmente a nível do interior, onde quase não existem este tipo de organismos.
As vítimas têm, muitas vezes, de mudar de zona, «precisam de refazer a vida, eventualmente, de aumentar a escolaridade, de fazer formação», explica Maria José Magalhães, da União de Mulheres Alternativa e Resposta. Apesar de tudo, Elza Pais está sintonizada com esta necessidade e já afirmou que «as casas que vierem a ser construídas terão de ser no interior».
«Algumas instituições não percebem o que é uma casa-abrigo, pensam que é igual a um lar de terceira idade ou a um centro de ocupação de tempos livres», diz Magalhães, questionando ainda a qualidade destas instituições. «Tem de haver uma equipa técnica multidisciplinar e especializada», remata Rosmaninho.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Mulheres pouco representadas na ciência
por CÉU NEVESAs mulheres estão sub-representadas na ciência, alerta um estudo da Comissão Europeia. Elas constituem 30% dos investigadores e 18% dos professores regentes de cadeira, o que denuncia uma desigualdade entre sexos na área científica. É que há uma maior percentagem de licenciadas do que licenciados, o que acontece na maioria dos países da União Europeia, nomeadamente em Portugal.
Segundo a edição do She Figures 2009, um inquérito sobre a igualdade entre homens e mulheres nas ciências, publicado esta semana pela Comissão Europeia, a desigualdade entre sexos persiste. Embora a percentagem de mulheres investigadoras esteja a aumentar a um ritmo mais acelerado que os homens, bem como as que concluíram o doutoramento, elas "continuam sub-representadas a nível da carreira científica".
"Esta desigualdade entre homens e mulheres constitui um desperdício de oportunidades e de talentos que a Europa não pode permitir. O problema não se resolve num dia, é preciso acabar com os obstáculos estruturais que surgem no percurso profissional das mulheres cientistas", alertou Janez Potocnik, comissário responsável pela ciência e investigação.
Em Portugal, as mulheres constituem 59,8% dos licenciados, mais 2,5% que a média europeia, maioria que, também, conquistou no campo da docência, mas essa maioria não se reflecte nos órgãos de decisão, facto sublinhado pelas dirigentes da Associação Portuguesa de Mulheres Cientistas (AMONET).
Segundo a edição do She Figures 2009, um inquérito sobre a igualdade entre homens e mulheres nas ciências, publicado esta semana pela Comissão Europeia, a desigualdade entre sexos persiste. Embora a percentagem de mulheres investigadoras esteja a aumentar a um ritmo mais acelerado que os homens, bem como as que concluíram o doutoramento, elas "continuam sub-representadas a nível da carreira científica".
"Esta desigualdade entre homens e mulheres constitui um desperdício de oportunidades e de talentos que a Europa não pode permitir. O problema não se resolve num dia, é preciso acabar com os obstáculos estruturais que surgem no percurso profissional das mulheres cientistas", alertou Janez Potocnik, comissário responsável pela ciência e investigação.
Em Portugal, as mulheres constituem 59,8% dos licenciados, mais 2,5% que a média europeia, maioria que, também, conquistou no campo da docência, mas essa maioria não se reflecte nos órgãos de decisão, facto sublinhado pelas dirigentes da Associação Portuguesa de Mulheres Cientistas (AMONET).
Aliás, foi esta desigualdade que levou à sua criação, em 2003. O objectivo foi constituir um fórum onde as mulheres cientistas pudessem, "de forma organizada, optimizar a sua capacidade de intervenção na sociedade" e conquistar uma maior visibilidade para as mulheres.
Semana da Igualdade em Ferreira do Alentejo
Uma campanha de recolha de alimentos que vai percorrer todas as freguesias do concelho de Ferreira do Alentejo é uma das principais iniciativas da III Semana da Igualdade, que termina na próxima sexta-feira, 4.A Semana da Igualdade pretende "sensibilizar a população para a questão da igualdade de oportunidades para todos", explica o município local, o promotor do evento.Além da recolha de alimentos, a semana inclui ateliês de consumo sustentável e sessões de esclarecimento sobre novas tecnologias e de educação para a saúde, com realização de rastreios gratuitos à diabetes.
Fonte: http://correioalentejo.com/?diaria=4001
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Violência Contra as Mulheres: Portugal vai ter uma delegação do observatório europeu
Lisboa, 27 Nov (Lusa) - Portugal vai ter uma delegação do Observatório sobre Violência Contra as Mulheres do Lobby Europeu das Mulheres (LEM) que terá como missão principal alertar para as várias formas de violência de género.
Mais informações em: http://clix.expresso.pt//violencia-contra-as-mulheres-portugal-vai-ter-uma-delegacao-do-observatorio-europeu=f549857
Mais informações em: http://clix.expresso.pt//violencia-contra-as-mulheres-portugal-vai-ter-uma-delegacao-do-observatorio-europeu=f549857
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Portuguesas são as europeias que mais valorizam filhos e carreira
As portuguesas são as europeias que mais valorizam quer a carreira quer a família, concluiu um estudo europeu sobre políticas de género, que sublinha que o custo elevado dos serviços de apoio às crianças em Portugal dificulta a gestão entre trabalho e família
Artigo detalhado em: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=155326
Artigo detalhado em: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=155326
83 homens condenados por homicídio de mulheres no país
A maioria dos homens que respondem em tribunal pelo crime de homicídio escapa à punição máxima. Isto, apesar das participações à polícia estarem a aumentar. As mulheres, as vítimas em 90% dos casos, reagem cada vez mais à perseguição e maus tratos. E eles respondem da forma mais violenta. E há quem defenda a inclusão do crime de 'femícidio'Os tribunais portugueses condenaram 83 homens por homicídio de mulheres nos últimos dois anos, mas apenas um terço foi castigado com a pena máxima: entre 12 e 25 anos de prisão. O ano passado condenaram 40 homens, dos quais 15 por homicídio qualificado.
Os números das condenações por homicídio, avançados pela secretaria de Estado da Igualdade, resultam das mudanças ao Código Penal, em 2007. O crime de maus tratos passou a incluir os casos em que as pessoas vivam uma situação "análoga à do cônjuge", o que implica namorados e ex-namorados e as relações homossexuais.
Estamos a falar em processos findos e que levaram à condenação por homicídio de 43 homens em 2007 e de 40 em 2008. Destes, a maioria conseguiu ver as penas atenuadas, sendo que em 16% dos casos a vítima sobreviveu.
Dados do Ministério da Justiça (MJ) indicam um aumento de 27% do número de acusações por crimes de violência doméstica, de 1918 (2007) para 2430 (2008). E, mostram também que aumentaram os processos que resultaram em condenações, de 953 para 1157 (21%). Mas falta saber quantos arguidos é que cumprem pena de prisão efectiva. É que, em 2005 e 2006, apenas três por cento dos agressores ficaram presos. Em cada um destes anos, mil indivíduos responderam em tribunal por agressão doméstica.
Além disso, fonte do MJ adverte que aqueles são dados preliminares e que a informação dos últimos dois anos não tem correspondência com a apurada até ao ano de 2006, quando apenas era contabilizada uma acusação ou uma condenação por pessoa, a qual correspondia ao crime mais grave. "A partir de 2007, o número de acusações ou condenações pode não ser igual ao número de arguidos ou condenados, uma vez que uma pessoa pode ser condenada por crimes diferentes".
O que se sabe é que, cada vez, há mais queixas junto das autoridades policiais de vítimas de violência doméstica. No primeiro semestre deste ano, 14 600 pessoas pediram apoio à GNR e à PSP, mais de metade do ano passado, 27 743. E, esta última força policial, recebeu 16 240 queixas até ao dia 31 de Outubro, enquanto a GNR regista 7 693 até ao último dia de Agosto.
A secretaria de Estado para a Igualdade, Elza Pais, defende que o aumento das participações, mais de dez mil nos últimos quatro anos, se deve a uma maior sensibilização para o fenómeno, da população em geral, das vítimas e das policias. E, para o ano, os agentes da PSP e da GNR vão ter formação na área da avaliação de risco, o que significa a atribuição de carácter de urgente aos casos e a detenção em 24 horas do agressor.
Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1429494
Campanha de Sensibilização contra a Violência de Gênero ‘Maltrato Zero’

É a primeira vez que os 22 países ibero-americanos surgem a uma só voz para consciencializar as sociedades de que a violência con tra a mulher é um problema social, que não pode ficar oculto na esfera do privado. A campanha tem por objectivo unir toda a sociedade ibero-americana, em especial a juventude, para se comprometer contra a desigualdade e contra a violência de género, tendo em vista a sua erradicação, através do movimento social ‘MaltratoZero’. Este movimento pretende congregar uma população estimada de 150 milhões de pessoas e conta com um sítio na internet - www.maltratozero.com – onde qualquer cidadão/ã pode aderir ao movimento. Em Portugal, a Campanha será promovida conjuntamente pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, em colaboração com o Instituto Português da Juventude.
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terça-feira, 24 de novembro de 2009
Observatório sobre Violência Contra as Mulheres do Lobby Europeu das Mulheres
A Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres, enquanto Coordenação em Portugal do Lobby Europeu das Mulheres (LEM), e a Associação de Mulheres Contra a Violência, representante de Portugal no Observatório Contra a Violência do LEM, convidam-na/no a participar na Reunião de apresentação do Ramo Nacional do Observatório sobre Violência Contra as Mulheres do Lobby Europeu das Mulheres, que terá lugar no próximo dia 28 de Novembro, no Hotel Sana Reno, em Lisboa, conforme programa em anexo.
As inscrições são livres mas sujeitas aos lugares disponíveis.
Inscreva-se até 27 de Novembro aqui.Mais informações no site da Plataforma em www.plataformamulheres.org.pt .Com os melhores cumprimentos,Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres
Fonte: www.plataformamulheres.org.pt
As inscrições são livres mas sujeitas aos lugares disponíveis.
Inscreva-se até 27 de Novembro aqui.Mais informações no site da Plataforma em www.plataformamulheres.org.pt .Com os melhores cumprimentos,Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres
Fonte: www.plataformamulheres.org.pt
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Lançamento da Campanha "Maltrato Zero" - Dia 25 de Novembro, 10:30H no Museu da Electricidade
Em Portugal, a Campanha será promovida conjuntamente pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, em colaboração com o Instituto Português da Juventude.
Trata-se de uma campanha destinada à sociedade em geral, com especial enfoque na população jovem, dos países ibero-americanos com o objectivo de alertar a consciência social para as questões da igualdade e da violência de género, tendo em vista a erradicação desta última.
Pela primeira vez, os 22 países ibero-americanos surgem a uma só voz para consciencializar as sociedades de que a violência contra a mulher é um problema social, que não pode ficar oculto na esfera do privado. Esta voz única vem somar-se aos esforços que cada um dos países tem vindo a realizar contra este problema, através das suas próprias campanhas, legislação específica e dos recursos e meios que dedica ao seu combate.
A campanha tem por objetivo unir toda a sociedade ibero-americana, em especial a juventude, para se comprometer contra a desigualdade e contra a violência de género através do movimento social ‘MaltratoZero’. Este movimento pretende congregar uma população estimada de 150 milhões de pessoas e conta com um sítio na internet - www.maltratozero.com – que movimento pretende congregar uma população estimada de 150 milhões de pessoas e conta com um sítio na internet - www.maltratozero.com - que contém spots de rádio, de televisão, cartazes, informações, dados sobre violência doméstica, depoimentos, manifestos, entre outros. Qualquer cidadão/ã pode aderir ao movimento. Todo o material foi produzido em português e em espanhol.
Trata-se de uma campanha destinada à sociedade em geral, com especial enfoque na população jovem, dos países ibero-americanos com o objectivo de alertar a consciência social para as questões da igualdade e da violência de género, tendo em vista a erradicação desta última.
Pela primeira vez, os 22 países ibero-americanos surgem a uma só voz para consciencializar as sociedades de que a violência contra a mulher é um problema social, que não pode ficar oculto na esfera do privado. Esta voz única vem somar-se aos esforços que cada um dos países tem vindo a realizar contra este problema, através das suas próprias campanhas, legislação específica e dos recursos e meios que dedica ao seu combate.
A campanha tem por objetivo unir toda a sociedade ibero-americana, em especial a juventude, para se comprometer contra a desigualdade e contra a violência de género através do movimento social ‘MaltratoZero’. Este movimento pretende congregar uma população estimada de 150 milhões de pessoas e conta com um sítio na internet - www.maltratozero.com – que movimento pretende congregar uma população estimada de 150 milhões de pessoas e conta com um sítio na internet - www.maltratozero.com - que contém spots de rádio, de televisão, cartazes, informações, dados sobre violência doméstica, depoimentos, manifestos, entre outros. Qualquer cidadão/ã pode aderir ao movimento. Todo o material foi produzido em português e em espanhol.
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