As mulheres portuguesas ganham, em média, menos 18 por cento que os homens (181 euros), apesar de a sua participação no mercado de trabalho ter aumentado nos últimos anos, segundo um estudo da CGTP. Hoje decorre em Varsóvia o Congresso Europeu da Mulher.
Fonte:http://publico.pt/Sociedade/mulheres-portuguesas-ganham-menos-18-por-cento-que-os-homens_1512418
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Mendes Bota eleito para Comissão para a Ética, Cidadania e Comunicação da AR
A Comissão Parlamentar para a Ética, a Cidadania e a Comunicação da Assembleia da República (AR) vai ser dirigida pelo deputado algarvio Mendes Bota. A eleição realizou-se no passado dia 6 e permitiu eleger ainda as vice-presidentes desta comissão Inês Medeiros, deputada socialista, e Catarina Martins, deputada do Bloco de Esquerda.Além desta comissão e do trabalho enquanto deputado do PSD eleito pelo Algarve, Mendes Bota é ainda presidente da Comissão para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa.
Fonte:http://www.jornaldoalgarve.pt/2011/07/mendes-bota-eleito-para-comissao-para-a-etica-cidadania-e-comunicacao-da-ar/
Fonte:http://www.jornaldoalgarve.pt/2011/07/mendes-bota-eleito-para-comissao-para-a-etica-cidadania-e-comunicacao-da-ar/
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Braga,03 jun (Lusa)-Três centenas de pessoas marcharam hoje, em Braga, pela igualdade de género
Braga, 03 jun (Lusa) -Três centenas de pessoas marcharam hoje, em Braga, pela igualdade de género, deixando vincada a ideia de que "ainda há muito caminho a percorrer" até as mulheres serem tratadas "de igual para igual" com os homens.
Envergando t-shirts brancas e empunhando vários cartazes com frases alusivas àquela temática, os participantes na marcha fizeram um pequeno percurso pelo centro histórico de Braga, que terminou junto à Sé Catedral.
"O objetivo é pôr a problemática da igualdade de género na ordem do dia", referiu Regina Sequeira, uma das responsáveis pelo Projeto Convergências, promovido pela Associação Famílias.
Para Regina Sequeira, apesar de nos últimos anos já se terem registado "bastantes avanços" no sentido da paridade entre homem e mulher, "ainda há muito caminho a percorrer" até conseguir a igualdade plena.
Uma das participantes na marcha foi a antiga atleta Albertina Machado, que sublinhou que continua a haver "muita desigualdade" de género, com a sociedade a persistir em pôr as mulheres "em segundo plano".
"Essa desigualdade nota-se sobretudo no emprego. Os patrões preferem os homens, porque as mulheres engravidam e, por isso, faltam mais", criticou.
Opinião partilhada pelo antigo andebolista Jorge Rodrigues, o primeiro português da modalidade a jogar numa equipa estrangeira, que sublinhou a evolução registada na última década mas que defendeu que "ainda há muita hipocrisia e muita desigualdade no tratamento".
Um dos cartazes dos participantes reclamava a instituição do Dia Municipal para a Igualdade.
O Projecto Convergências tem vindo a organizar diversas ações que visam a promoção da igualdade de género e prevenção/combate da violência doméstica e tráfico de seres humanos.
Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2011/06/03/braga-marcha-pela-igualdade-de-genero-juntou-tres-centenas-de-pessoas
Envergando t-shirts brancas e empunhando vários cartazes com frases alusivas àquela temática, os participantes na marcha fizeram um pequeno percurso pelo centro histórico de Braga, que terminou junto à Sé Catedral.
"O objetivo é pôr a problemática da igualdade de género na ordem do dia", referiu Regina Sequeira, uma das responsáveis pelo Projeto Convergências, promovido pela Associação Famílias.
Para Regina Sequeira, apesar de nos últimos anos já se terem registado "bastantes avanços" no sentido da paridade entre homem e mulher, "ainda há muito caminho a percorrer" até conseguir a igualdade plena.
Uma das participantes na marcha foi a antiga atleta Albertina Machado, que sublinhou que continua a haver "muita desigualdade" de género, com a sociedade a persistir em pôr as mulheres "em segundo plano".
"Essa desigualdade nota-se sobretudo no emprego. Os patrões preferem os homens, porque as mulheres engravidam e, por isso, faltam mais", criticou.
Opinião partilhada pelo antigo andebolista Jorge Rodrigues, o primeiro português da modalidade a jogar numa equipa estrangeira, que sublinhou a evolução registada na última década mas que defendeu que "ainda há muita hipocrisia e muita desigualdade no tratamento".
Um dos cartazes dos participantes reclamava a instituição do Dia Municipal para a Igualdade.
O Projecto Convergências tem vindo a organizar diversas ações que visam a promoção da igualdade de género e prevenção/combate da violência doméstica e tráfico de seres humanos.
Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2011/06/03/braga-marcha-pela-igualdade-de-genero-juntou-tres-centenas-de-pessoas
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Inscrições abertas para Prémio Jovens pela Igualdade
A Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) lançou o Prémio “Jovens para a Igualdade”, destinado a associações de jovens que se destaquem na promoção da igualdade de género. O prémio é promovido em colaboração com o Instituto Português da Juventude (IPJ). As candidaturas devem ser entregues até dia 31 de Maio directamente para a CIG, sendo obrigatória a filiação das associações no Registo Nacional do Associativismo Jovem. Os prémios pecuniários são de 1000, 750 e 500 euros, respectivamente para o primeiro, segundo e terceiro classificados.
Fonte: http://semanal.omirante.pt/index.asp?dEdicao=496&id=74599&idSeccao=8062&Action=noticia
Fonte: http://semanal.omirante.pt/index.asp?dEdicao=496&id=74599&idSeccao=8062&Action=noticia
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Mulheres discriminadas no mercado salarial
Segundo relatório do Ministério do Trabalho, as diferenças acentuam-se em lugares de topo
Segundo o estudo-síntese sobre os trabalhadores em 2009, as mulheres ganham menos do que os homens em todos os cargos, mas a diferença acentua-se à medida que se chega aos lugares de topo de carreira.
No relatório do Ministério do Trabalho pode ler-se que ”o maior afastamento das remunerações" continua a registar-se nos quadros superiores com uma diferença de 29,5%.
Uma mulher que trabalhe por conta de outrem num desses cargos de topo ganha à volta de 2000 euros mensais brutos; um homem com as mesmas funções recebe 800 euros a mais (cerca de 2838 euros no total).
O estudo acrescenta ainda que dos quase 2,9 milhões de trabalhadores por conta de outrem, o salário médio total bruto das mulheres ronda os 900 euros por mês, ao passo que os homens recebem quase 1140 euros.
Uma das explicações para esta situação é que a maior parte dos pouco ou nada qualificados são do sexo feminino, liderando ainda as mulheres a modalidade de trabalho em part-time: 70 por cento dos 165,4 mil trabalhadores.
Segundo o estudo-síntese sobre os trabalhadores em 2009, as mulheres ganham menos do que os homens em todos os cargos, mas a diferença acentua-se à medida que se chega aos lugares de topo de carreira.
No relatório do Ministério do Trabalho pode ler-se que ”o maior afastamento das remunerações" continua a registar-se nos quadros superiores com uma diferença de 29,5%.
Uma mulher que trabalhe por conta de outrem num desses cargos de topo ganha à volta de 2000 euros mensais brutos; um homem com as mesmas funções recebe 800 euros a mais (cerca de 2838 euros no total).
O estudo acrescenta ainda que dos quase 2,9 milhões de trabalhadores por conta de outrem, o salário médio total bruto das mulheres ronda os 900 euros por mês, ao passo que os homens recebem quase 1140 euros.
Uma das explicações para esta situação é que a maior parte dos pouco ou nada qualificados são do sexo feminino, liderando ainda as mulheres a modalidade de trabalho em part-time: 70 por cento dos 165,4 mil trabalhadores.
Falar da (des)igualdade em Mortágua
A temática central é da igualdade entre homens e mulheres. Produzida no âmbito do Projeto Ser ou não Ser Igual II, dinamizado pelo Centro de Iniciativas Empresariais e Sociais, estreia esta noite (30), às 21H00, no Centro de Animação Cultural de Mortágua, a peça de teatro “Lembras-te Madalena?”. O texto é de João Maria André, encenador e dramaturgo ligado desde sempre à Cooperativa Bonifrates de Coimbra, e a encenação esteve a cargo de Sílvia Brito, atriz e encenadora, com carreira feita na companhia de teatro de Coimbra A Escola da Noite.De acordo com uma nota da produção, a peça é uma criação coletiva, desenvolvida a partir de narrativas recolhidas pelo elenco, com a colaboração de João Maria André, Cândida Ferreira e Sílvia Brito. O elenco – de 23 pessoas – integra jovens estudantes, profissionais de diversas áreas, desempregados, reformados, homens e mulheres, amadores do teatro que aderiram ao projeto de “criar e levar à cena uma peça de teatro, que mostra a história do namoro, dos afetos e das relações entre homens e mulheres, visitando o passado e mostrando o presente”.
Para João Maria André, esta peça nasceu de um desafio: “mostrar em teatro o problema da (des)iguldade de género”. Num texto a acompanhar a peça, prossegue o autor, “Lembras-te, Madalena?” é um conto de afetos. Os afetos com que se faz a vida, na sua evolução, nos seus movimentos e contradições, nas suas hesitações e sobressaltos, nos seus risos e tristezas, nos seus espantos e rotinas. Um conto de afetos nas contas do amor. De uma família que tem muitos nomes, muitos membros, muitas histórias”.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Peça de Teatro: Lembras-te, Madalena?
“Lembras-te, Madalena?” é uma peça de teatro integralmente concebida e realizada no âmbito do Projecto “Ser ou Não Ser Igual? II".
É uma criação colectiva de um grupo de pessoas de Mortágua.
Este projecto é dinamizado pelo IEBA Centro de Iniciativas Empresariais e Sociais, durante os anos de 2009 e 2010, integrando um conjunto de actividades que visam sensibilizar a comunidade do concelho de Mortágua para a temática da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres.
Vai-se realizar um espectáculo a 26/12 (reservado convidados) e a estreia a 30/12 no Centro de Animação de Mortágua
50% das vítimas de agressão no namoro perdoam o agressor
Investigadora aponta, entre as várias razões para esta situação, a sobreposição do amor à violência
Estudo envidado pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCEUC) revela que metade das vítimas de agressão acabam por perdoar o agressor.
Suzana Lucas, a investigadora à frente do projecto, afirmou à agência Lusa que tal deve-se, em grande parte, ao facto de “o amor se sobrepor à própria violência”.
Outras das razões apontadas são a convicção de que “o outro vai mudar” o comportamento ou “o medo de represálias”, revelou a mesma, à margem de uma conferência sobre “violência no namoro”, promovida pela Associação Académica de Coimbra (AAC).
Durante este encontro foi referido também que nem sempre as vítimas são mulheres. Ou seja, tanto a mulher como o homem são vítimas de violência, apesar do tipo de agressão ser diferente: o agressor masculino pratica, na maior parte das situações, “violência física”, enquanto a mulher adopta mais a agressão “verbal e psicológica” e/ou “provoca ciúmes”, acrescenta a investigadora.
Este estudo incidiu apenas sobre 274 adolescentes vítimas de violência no relacionamento amoroso, mas Suzana Lucas está a desenvolver, no âmbito do seu doutoramento na FPCEUC, um estudo que envolve dois mil casos.
Estudo envidado pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCEUC) revela que metade das vítimas de agressão acabam por perdoar o agressor.
Suzana Lucas, a investigadora à frente do projecto, afirmou à agência Lusa que tal deve-se, em grande parte, ao facto de “o amor se sobrepor à própria violência”.
Outras das razões apontadas são a convicção de que “o outro vai mudar” o comportamento ou “o medo de represálias”, revelou a mesma, à margem de uma conferência sobre “violência no namoro”, promovida pela Associação Académica de Coimbra (AAC).
Durante este encontro foi referido também que nem sempre as vítimas são mulheres. Ou seja, tanto a mulher como o homem são vítimas de violência, apesar do tipo de agressão ser diferente: o agressor masculino pratica, na maior parte das situações, “violência física”, enquanto a mulher adopta mais a agressão “verbal e psicológica” e/ou “provoca ciúmes”, acrescenta a investigadora.
Este estudo incidiu apenas sobre 274 adolescentes vítimas de violência no relacionamento amoroso, mas Suzana Lucas está a desenvolver, no âmbito do seu doutoramento na FPCEUC, um estudo que envolve dois mil casos.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Violência doméstica: Pulseira eletrónica já "vigiou" 25 agressores
Porto, 03 dez (Lusa) - A secretária de Estado para a Igualdade, Elza Pais, afirmou hoje que a pulseira eletrónica já foi aplicada a 25 suspeitos da prática de violência doméstica, 21 dos quais ainda a mantêm.
A governante falava aos jornalistas à margem
do colóquio de encerramento do projeto Rebeca, promovido no Porto pela Associação Portuguesa de Mulheres Juristas (APMJ), sobre as boas práticas judiciais no âmbito da violência doméstica.
Fonte: http://dn.sapo.pt/Inicio/interior.aspx?content_id=1726590
A governante falava aos jornalistas à margem
do colóquio de encerramento do projeto Rebeca, promovido no Porto pela Associação Portuguesa de Mulheres Juristas (APMJ), sobre as boas práticas judiciais no âmbito da violência doméstica.
Fonte: http://dn.sapo.pt/Inicio/interior.aspx?content_id=1726590
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Violência Doméstica: 39 mulheres assassinadas este ano, mais dez do que em 2009 - UMAR
O Observatório das Mulheres Assassinadas da UMAR anunciou hoje que este ano foram já assassinadas por violência doméstica e de género 39 mulheres, mais dez do quem em 2009.
Também as tentativas de homicídio subiram para 37, tendo sido 28 no ano anterior, afirmou Maria José Magalhães, que salientou o facto destes dados serem provisórios.
Face a estes números, a dirigente da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) reiterou a necessidade de reforçar as medidas de polícia, avaliação de risco e aplicação de medidas de coação, no sentido de melhor preservar a segurança e proteção das vítimas.
Fonte:http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/11800773.html
Também as tentativas de homicídio subiram para 37, tendo sido 28 no ano anterior, afirmou Maria José Magalhães, que salientou o facto destes dados serem provisórios.
Face a estes números, a dirigente da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) reiterou a necessidade de reforçar as medidas de polícia, avaliação de risco e aplicação de medidas de coação, no sentido de melhor preservar a segurança e proteção das vítimas.
Fonte:http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/11800773.html
Contos com o Serafim nas Associações do Concelho de Mortágua, um verdadeiro sucesso!!


Estas sessões de contos foram distribuidas pelas Associações de Marmaleira, Vila Moinhos, Carvalhal e Quilho. Nas quais contaram com a presença de aproximadamente 500 pessoas.
Associação de mulheres empresárias organiza seminário «O Talento não tem Género»
«O Talento não tem Género» é o tema do seminário que a Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias (APME) vai organizar na próxima terça-feira, 23, no auditório da delegação regional do Instituto Português da Juventude, em Faro. “O talento não tem género e nós, mulheres, tal como os homens, temos potencial para mudar as nossas empresas e os nossos países. É preciso acabar com os estereótipos de género e dar uma oportunidade a quem tem talento.
E as mulheres, com o seu posicionamento, valores e ideias políticas e sociais distintas das assumidas pelos homens, podem ser – e são, de facto – uma mais-valia nos altos quadros de qualquer empresa”, refere a presidente da APME, Ana Bela Silva.
O seminário, organizado pela APME no âmbito do projecto «P.E. – Passaporte para o Empreendedorismo», tem inscrições gratuitas e destina-se ao público em geral, com particular enfoque para gestores, consultores, formadores, educadores e outros profissionais que trabalham na área empresarial e educativa. Em debate, entre as 14:00 horas e as 18:30, estarão temas como «Boas práticas em PME», «Acabar com os estereótipos: Como?», «Práticas de Igualdade de Género: Diagnóstico e Planeamento» e «Instrumentos e Ferramentas de implementação de Planos de Igualdade». As inscrições no seminário são gratuitas, sujeitas a limite de participantes e podem ser feitas através dos contactos 213150323 e 213150317 ou pelo endereço geral@apme.pt.
Fonte: http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=110502
E as mulheres, com o seu posicionamento, valores e ideias políticas e sociais distintas das assumidas pelos homens, podem ser – e são, de facto – uma mais-valia nos altos quadros de qualquer empresa”, refere a presidente da APME, Ana Bela Silva.
O seminário, organizado pela APME no âmbito do projecto «P.E. – Passaporte para o Empreendedorismo», tem inscrições gratuitas e destina-se ao público em geral, com particular enfoque para gestores, consultores, formadores, educadores e outros profissionais que trabalham na área empresarial e educativa. Em debate, entre as 14:00 horas e as 18:30, estarão temas como «Boas práticas em PME», «Acabar com os estereótipos: Como?», «Práticas de Igualdade de Género: Diagnóstico e Planeamento» e «Instrumentos e Ferramentas de implementação de Planos de Igualdade». As inscrições no seminário são gratuitas, sujeitas a limite de participantes e podem ser feitas através dos contactos 213150323 e 213150317 ou pelo endereço geral@apme.pt.
Fonte: http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=110502
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Dia Internacional Para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres
A Governadora Civil de Castelo Branco e a CooLabora – Consultoria e
Intervenção Social têm a honra de convidar V. Exa. para a cerimónia de
abertura da iniciativa Violência Zero - Dia Internacional Para a
Eliminação da Violência Contra as Mulheres, que terá lugar no Salão
Nobre do Governo Civil, dia 25 de Novembro, pelas 17h00, seguida da
inauguração da exposição de cartoons “Violência Não Faz o Meu Género”,
organizada pela World Press Cartoon.
Fonte:COOLABORA, CRL
Consultoria e Intervenção Social
Quinta das Rosas, Lote 6, RCH Esq. 6200-551Covilhã PT
tel e fax: +351 275335427 telemóvel +351 967455775
www.coolabora.webnode.com
Intervenção Social têm a honra de convidar V. Exa. para a cerimónia de
abertura da iniciativa Violência Zero - Dia Internacional Para a
Eliminação da Violência Contra as Mulheres, que terá lugar no Salão
Nobre do Governo Civil, dia 25 de Novembro, pelas 17h00, seguida da
inauguração da exposição de cartoons “Violência Não Faz o Meu Género”,
organizada pela World Press Cartoon.
Fonte:COOLABORA, CRL
Consultoria e Intervenção Social
Quinta das Rosas, Lote 6, RCH Esq. 6200-551Covilhã PT
tel e fax: +351 275335427 telemóvel +351 967455775
www.coolabora.webnode.com
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Serafim conta históriasn de homens e mulheres pelas aldeias de Mortágua

Jorge Serafim, conhecido contador de histórias, vai uma vez mais, presentear os Mortáguenses com várias noites de contos de histórias. Depois de ter actuado em Mortágua (Biblioteca Municipal e nas escolas) em Fevereiro passado, com salas esgotadas, Jorge Serafim volta a Mortágua e conta histórias de homens e mulheres pelas aldeias de Mortágua
SEX, 12 21H00 Associação da Marmeleira
SÁB, 13 21H00 Associação de Vila Moinhos
DOM 14 15H00 Associação do Carvalhal
DOM, 14 18H30 I Associação de Quilho
A sua narrativa é recheada de muito humor com pitadas de stand-up comedy.
Dono de uma dinâmica singular, Serafim consegue envolver o público que o rodeia pois, se quem conta um conto acrescenta um ponto, Jorge Serafim acrescenta dois ou três, pois tem o humor à flor da pele e promete várias sessões que serão sem dúvida recheada de gargalhadas e boa disposição.
Jorge Serafim natural de Beja, que foi técnico da biblioteca Municipal de Beja durante muitos anos, e popularizou-se através do programa de televisão Levanta-te e Ri, passando depois para o programa Fátima. Mas nunca deixou de ser um contador de histórias e vai fazendo também algumas incursões pela escrita.
Por isso já sabe, saia de casa e passe uma tarde/noite bem divertida na companhia deste humorista.
Org. Centro de Iniciativas Empresariais e Sociais
SEX, 12 21H00 Associação da Marmeleira
SÁB, 13 21H00 Associação de Vila Moinhos
DOM 14 15H00 Associação do Carvalhal
DOM, 14 18H30 I Associação de Quilho
A sua narrativa é recheada de muito humor com pitadas de stand-up comedy.
Dono de uma dinâmica singular, Serafim consegue envolver o público que o rodeia pois, se quem conta um conto acrescenta um ponto, Jorge Serafim acrescenta dois ou três, pois tem o humor à flor da pele e promete várias sessões que serão sem dúvida recheada de gargalhadas e boa disposição.
Jorge Serafim natural de Beja, que foi técnico da biblioteca Municipal de Beja durante muitos anos, e popularizou-se através do programa de televisão Levanta-te e Ri, passando depois para o programa Fátima. Mas nunca deixou de ser um contador de histórias e vai fazendo também algumas incursões pela escrita.
Por isso já sabe, saia de casa e passe uma tarde/noite bem divertida na companhia deste humorista.
Org. Centro de Iniciativas Empresariais e Sociais
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Uma “Caminhada pela Igualdade” levou a que 25 pessoas de todas as idades percorressem no domingo algumas ruas e praças do centro histórico de Abrantes
Uma “Caminhada pela Igualdade” levou a que 25 pessoas de todas as idades percorressem no domingo algumas ruas e praças do centro histórico de Abrantes, passando pelos jardins do castelo e Aquapolis, num percurso de seis quilómetros. A iniciativa, organizada pela câmara municipal em parceria com a Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local (Animar) integra-se no trabalho que tem vindo a ser desenvolvido no âmbito da temática da Igualdade de Género.Fonte:http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=467&id=69230&idSeccao=7481&Action=noticia
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Espaço t lança revista para promover igualdade entre géneros
"Mais Igualdade" foi o tema que o Espaço t escolheu para o número 16 da revista Espaço Con(tacto). Uma publicação que pretende sensibilizar todo o tipo de público para a prevenção da violência doméstica.
Na passada sexta-feira, dia 22, o Espaço t apresentou o número 16 da revista Espaço Con(tacto). Com características peculiares, como o facto de ser escrita em diversas línguas e em Braille, esta publicação tem como missão chegar a todas as pessoas. A prevenção da violência doméstica serviu de mote à campanha "Mais igualdade", título desta nova edição.
Apesar do tema ser violência doméstica, houve espaço para discutir outros tipos de crime. Em declarações ao JPN, Elisa Cervina, sócia da instituição, reforça que "o tema violência é muito vasto", pois existem outras formas de "violência silenciosa", "como a segregação", que também devem ser combatidas, apesar de tal combate não apresentar resultados práticos a curto prazo.
O lançamento decorreu nas instalações do Comando Metropolitano do Porto da PSP. Um espaço alusivo ao tema, já que "a violência doméstica deve ser denunciada o quanto antes por todos aqueles que estão implicados e também pelos que não estão implicados", como revela Jorge Oliveira, director do Espaço t.
O centro histórico do Porto, onde se encontram as instalações do Comando da PSP, é conhecido por ser "uma zona particularmente atingida pela pobreza", começa por afirmar Cristiana Silva, representante do Secretariado para a Igualdade de Géneros. Pobreza essa que constitui "um meio onde, muitas vezes, a violência é mais visível", embora "não queira dizer que seja o local onde a violência doméstica esteja mais presente, porque esta está presente em todos os estratos sociais", conclui a representante.
É para esta "realidade transversal" que a revista Espaço Con(tacto) tenta alertar, apostando, para isso, no aspecto pictórico. Maria Isabel Santos, governadora civil do Porto, considera essa aposta de grande relevância, porque "a imagem é apelativa, é agressiva, é acutilante e, acima de tudo, inquieta". A violência doméstica é um fenómeno "que rouba espaço de cidadania a muitas mulheres, a muitas crianças e também a muitos idosos e a muitas pessoas com deficiência neste país", reforça a governadora civil.
Fonte:http://jpn.icicom.up.pt/2010/10/25/espaco_t_lanca_revista_para_promover_igualdade_entre_generos.html
Na passada sexta-feira, dia 22, o Espaço t apresentou o número 16 da revista Espaço Con(tacto). Com características peculiares, como o facto de ser escrita em diversas línguas e em Braille, esta publicação tem como missão chegar a todas as pessoas. A prevenção da violência doméstica serviu de mote à campanha "Mais igualdade", título desta nova edição.
Apesar do tema ser violência doméstica, houve espaço para discutir outros tipos de crime. Em declarações ao JPN, Elisa Cervina, sócia da instituição, reforça que "o tema violência é muito vasto", pois existem outras formas de "violência silenciosa", "como a segregação", que também devem ser combatidas, apesar de tal combate não apresentar resultados práticos a curto prazo.
O lançamento decorreu nas instalações do Comando Metropolitano do Porto da PSP. Um espaço alusivo ao tema, já que "a violência doméstica deve ser denunciada o quanto antes por todos aqueles que estão implicados e também pelos que não estão implicados", como revela Jorge Oliveira, director do Espaço t.
O centro histórico do Porto, onde se encontram as instalações do Comando da PSP, é conhecido por ser "uma zona particularmente atingida pela pobreza", começa por afirmar Cristiana Silva, representante do Secretariado para a Igualdade de Géneros. Pobreza essa que constitui "um meio onde, muitas vezes, a violência é mais visível", embora "não queira dizer que seja o local onde a violência doméstica esteja mais presente, porque esta está presente em todos os estratos sociais", conclui a representante.
É para esta "realidade transversal" que a revista Espaço Con(tacto) tenta alertar, apostando, para isso, no aspecto pictórico. Maria Isabel Santos, governadora civil do Porto, considera essa aposta de grande relevância, porque "a imagem é apelativa, é agressiva, é acutilante e, acima de tudo, inquieta". A violência doméstica é um fenómeno "que rouba espaço de cidadania a muitas mulheres, a muitas crianças e também a muitos idosos e a muitas pessoas com deficiência neste país", reforça a governadora civil.
Fonte:http://jpn.icicom.up.pt/2010/10/25/espaco_t_lanca_revista_para_promover_igualdade_entre_generos.html
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Curso de Violência Doméstica: acções não financiadas
No seguimento do que já havia sido anunciado, a Fundação António Silva Leal (FASL) vai realizar duas acções de formação não financiadas sobre a temática da Violência Doméstica.
Face ao limitado número de vagas permitidas no projecto de formação financiada pela CIG e POPH-QREN, esta iniciativa tem como objectivo possibilitar o acesso à formação a todos os que manifestaram interesse nesta temática.
Em virtude de terem sido recepcionadas inscrições dos mais diversos concelhos do Algarve, a FASL decidiu realizar uma acção em Faro e outra em Albufeira, com o intuito de aproximar o local de formação aos seus destinatários.
Acção de Faro: de 04/11/2010 a 17/12/2010 (todas as 5.ªs feiras) das 19h00 às 23h00;
Acção de Albufeira: de 08/11/2010 a 10/01/2011 (todas as 2.ªs feiras) das 19h00 às 23h00.
A formação será ministrada nos mesmos moldes da formação financiada, nomeadamente com a participação das formadoras Dr.ª Liliana Palma (Psicóloga da APAV) e Dr.ª Cristina Raposo (Advogada), e sendo trabalhado o mesmo referencial produzido pela CIG – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.
O curso tem um custo de 70 euros por participante (isento de IVA) podendo ser pago em duas prestações no valor de 35 euros cada, sendo a 1.ª prestação liquidada no acto de inscrição e a 2.ª no último dia de formação.
Face ao limitado número de vagas permitidas no projecto de formação financiada pela CIG e POPH-QREN, esta iniciativa tem como objectivo possibilitar o acesso à formação a todos os que manifestaram interesse nesta temática.
Em virtude de terem sido recepcionadas inscrições dos mais diversos concelhos do Algarve, a FASL decidiu realizar uma acção em Faro e outra em Albufeira, com o intuito de aproximar o local de formação aos seus destinatários.
Acção de Faro: de 04/11/2010 a 17/12/2010 (todas as 5.ªs feiras) das 19h00 às 23h00;
Acção de Albufeira: de 08/11/2010 a 10/01/2011 (todas as 2.ªs feiras) das 19h00 às 23h00.
A formação será ministrada nos mesmos moldes da formação financiada, nomeadamente com a participação das formadoras Dr.ª Liliana Palma (Psicóloga da APAV) e Dr.ª Cristina Raposo (Advogada), e sendo trabalhado o mesmo referencial produzido pela CIG – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.
O curso tem um custo de 70 euros por participante (isento de IVA) podendo ser pago em duas prestações no valor de 35 euros cada, sendo a 1.ª prestação liquidada no acto de inscrição e a 2.ª no último dia de formação.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Igualdade pode solucionar a crise
Foto Luís Carregã “Só combatemos a crise e garantimos o desenvolvimento se apostarmos na igualdade de género”. A receita para tentar fugir à recessão é da secretária de Estado para a Igualdade de Género e foi divulgada ontem, no Hotel Dona Inês.
Elza Pais abriu o seminário “Igualdade de Género no Trabalho”, promovido pela Unidade Geral de Trabalhadores (UGT) e falou dos projetos em curso para promover a conciliação de género. “Reside aqui a construção do novo paradigma”, afirmou. Dados de Portugal na Europa
A representante do governo aproveitou a ocasião para referir a subida dos números portugueses no Global Gender Gap Report 2010, realizado todos os anos pelo World Economic Forum. Portugal, que ocupava a 46.ª posição neste ranking, subiu 14 lugares e encontra-se agora no 32.º lugar.
De acordo com a secretária de Estado, nesta área, “Portugal é dos países que tem menos discrepâncias”. Um sinal positivo, apesar de, ainda hoje, se desperdiçarem “os recursos das mulheres (…) no mercado de trabalho”.
“Nós não queremos ser super mulheres, queremos ser mulheres normais, queremos os mesmos direitos dos homens”, concluiu.
Depois da abertura, o seminário continuou com um debate moderado por Eduarda Macário, subdiretora do DIÁRIO AS BEIRAS. Uma das participantes foi Sandra Ribeiro, presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e Emprego, que definiu 2010 como “um ano decisivo” para os direitos das mulheres.
O debate foi depois encerrado com novas palavras da secretária de Estado para a Igualdade de Género.
Fonte:http://www.asbeiras.pt/2010/10/igualdade-pode-solucionar-a-crise/
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Portugal sobe no ranking da igualdade de género Por Ana Cristina Pereira
Por força da participação das mulheres no mercado de trabalho e do aumento do seu peso no Governo, Portugal subiu 14 posições no ranking da igualdade de género. O país ocupa agora o 32.º lugar num índice criado pela World Economic Fórum, cujo relatório anual foi ontem divulgado.O índice foi criado em 2006 com o propósito de captar a dimensão da desigualdade de género e de monitorizar os progressos feitos nesta área. Baseia-se em indicadores de política, de economia, de educação e de saúde. Para figurar na tabela, um país tem de, no mínimo, possuir dados sobre 12 dos 14 indicadores em análise.
Este ano, a organização considerou 134 países. O top 10 não surpreende. Como nos anos anteriores, quatro países da Europa do Norte mantêm-se firmes na dianteira.
A Islândia encabeça a lista. Com uma primeira-ministra e um parlamento paritário a quase 100 por cento, é dona de uma das mais elevadas taxas de participação feminina no mercado de trabalho e, em Março, aprovou uma reforma que obriga as empresas públicas com mais de 50 funcionários a ter, no mínimo, 40 por cento de homens ou mulheres nos quadros.
A Noruega ultrapassou a Finlândia, que figura agora em segundo lugar. A Suécia completa o domínio nórdico. A Dinamarca está um pouco atrás - em sétimo. Talvez porque este índice de desigualdade de género está dissociado do nível de rendimento das famílias e do desenvolvimento nacional.
De acordo com o relatório, os nórdicos alcançaram igualdade na literacia há décadas. Há igualdade nos vários níveis de educação, excepto no superior, onde as mulheres já ultrapassaram os homens. A maior parte dos países desenvolvidos logrou este feito, mas poucos conseguem "maximizar o retorno desse investimento".
Os cinco estados nórdicos foram os que chegaram mais longe. Tudo porque combinam elevadas taxas de participação feminina no mercado de trabalho com fossos salariais quase inexistentes e garantem às mulheres imensas oportunidades de ascender a cargos de chefia.
No ranking, seguem-se: a Nova Zelândia, a Irlanda, as Filipinas, a Suíça, a Alemanha, a Bélgica, o Reino Unido, a Holanda, a Letónia, a Espanha. Espanha subiu seis posições este ano, graças a "pequenas melhorias" em diversos indicadores. Os autores do relatório destacam um aumento na presença das mulheres no mercado trabalho e no Governo. E são precisamente esses indicadores que enfatizam, mais à frente, quando referem Portugal.
O Governo de Portugal está longe da paridade: tem um primeiro-ministro, 11 ministros e cinco ministras, o que mesmo assim o coloca em 21 lugar a este nível. A lei da paridade, que obriga os partidos a reservar um terço dos lugares das listas para as mulheres, provocou os seus efeitos no ano passado: nas eleições europeias de Junho, nas legislativas de Setembro e autárquicas de Outubro - na Assembleia da República, por exemplo, foram eleitas 62 deputadas, mais 14 do que em 2005.
Fonte:http://jornal.publico.pt/noticia/13-10-2010/portugal-sobe-no-ranking-da-igualdade-de-genero-20392721.htm
Este ano, a organização considerou 134 países. O top 10 não surpreende. Como nos anos anteriores, quatro países da Europa do Norte mantêm-se firmes na dianteira.
A Islândia encabeça a lista. Com uma primeira-ministra e um parlamento paritário a quase 100 por cento, é dona de uma das mais elevadas taxas de participação feminina no mercado de trabalho e, em Março, aprovou uma reforma que obriga as empresas públicas com mais de 50 funcionários a ter, no mínimo, 40 por cento de homens ou mulheres nos quadros.
A Noruega ultrapassou a Finlândia, que figura agora em segundo lugar. A Suécia completa o domínio nórdico. A Dinamarca está um pouco atrás - em sétimo. Talvez porque este índice de desigualdade de género está dissociado do nível de rendimento das famílias e do desenvolvimento nacional.
De acordo com o relatório, os nórdicos alcançaram igualdade na literacia há décadas. Há igualdade nos vários níveis de educação, excepto no superior, onde as mulheres já ultrapassaram os homens. A maior parte dos países desenvolvidos logrou este feito, mas poucos conseguem "maximizar o retorno desse investimento".
Os cinco estados nórdicos foram os que chegaram mais longe. Tudo porque combinam elevadas taxas de participação feminina no mercado de trabalho com fossos salariais quase inexistentes e garantem às mulheres imensas oportunidades de ascender a cargos de chefia.
No ranking, seguem-se: a Nova Zelândia, a Irlanda, as Filipinas, a Suíça, a Alemanha, a Bélgica, o Reino Unido, a Holanda, a Letónia, a Espanha. Espanha subiu seis posições este ano, graças a "pequenas melhorias" em diversos indicadores. Os autores do relatório destacam um aumento na presença das mulheres no mercado trabalho e no Governo. E são precisamente esses indicadores que enfatizam, mais à frente, quando referem Portugal.
O Governo de Portugal está longe da paridade: tem um primeiro-ministro, 11 ministros e cinco ministras, o que mesmo assim o coloca em 21 lugar a este nível. A lei da paridade, que obriga os partidos a reservar um terço dos lugares das listas para as mulheres, provocou os seus efeitos no ano passado: nas eleições europeias de Junho, nas legislativas de Setembro e autárquicas de Outubro - na Assembleia da República, por exemplo, foram eleitas 62 deputadas, mais 14 do que em 2005.
Fonte:http://jornal.publico.pt/noticia/13-10-2010/portugal-sobe-no-ranking-da-igualdade-de-genero-20392721.htm
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