terça-feira, 26 de junho de 2012

Maioria das vítimas de violência doméstica volta para os agressores

Paula (nome fictício) procurou ajuda ao fim de 30 anos de maus-tratos. Para o fazer, contou os minutos que esteve fora de casa. Cada segundo de atraso podia significar uma agressão. Por isso, quando saiu da Associação Democrática de Defesa dos Interesses e da Igualdade das Mulheres (ADDIM) deixou o seu número de telefone fixo às técnicas. O objectivo era que lhe ligassem pouco depois para perceberem se estava bem. E estava, porque o marido ainda não tinha acordado.Só na manhã da passada quarta-feira, além de Paula, foram mais duas as mulheres que procuraram a sede da ADDIM, no Porto, para denunciar casos de violência doméstica. «Nas últimas semanas, temos tido muito pedidos de ajuda», conta a presidente, Carla Branco, que acredita que a explicação para este aumento pode estar nas notícias que nos últimos dias contam as histórias de mulheres que morreram às mãos dos seus agressores.
Em duas semanas, foram já cinco os casos de homicídios ou tentativas de homicídio de vítimas de violência doméstica. Os números provisórios da Polícia Judiciária (PJ) mostram que, desde Janeiro até à semana passada, foram dez as mulheres mortas pelos companheiros. E, se olharmos para a contabilidade feita pelo Observatório das Mulheres Assassinadas, em 2011 foram 27 os casos de femicídio (termo técnico para homicídios de mulheres pelos companheiros).
No entanto, fonte oficial da PJ acredita que não há nada que indique um aumento deste fenómeno «em relação ao primeiro semestre do ano passado». E sublinha o facto de as situações serem ainda muito recentes para se tirar uma conclusão. Não se esconde, no entanto, que este é um crime que «causa especial preocupação». A razão está nas estatísticas: cerca de 40% de todos os homicídios registados em Portugal estão relacionados com situações de violência entre cônjuges.
Resposta demasiado lenta
Magda tinha 20 anos e estava grávida de oito meses. Morreu no dia 10 Junho, depois de um ex-namorado a ter atacado com uma catana. Tinha feito várias participações à GNR. A imprensa escreveu que foram 47, mas fonte oficial da polícia explica que esse número não corresponde à realidade. «Houve duas queixas no Bombarral e duas no Cadaval apresentadas pela vítima». A estas juntam-se mais sete feitas por familiares e amigos, mas nem todas ficaram registadas como violência doméstica – algumas foram apresentadas como meras ofensas à integridade física.
De qualquer modo, o Ministério Público (MP) impôs uma proibição de contacto com a vítima e com os seus familiares, estando o agressor proibido de se aproximar até 300 metros de Magda. Além disso, a GNR tinha feito uma busca domiciliária à casa do agressor, onde «não encontrou qualquer arma». «Era uma coisa impossível de impedir. Ela vivia com um militar da GNR e nem isso impediu o crime», comenta fonte daquela polícia.
Joana Marques Vidal, presidente da APAV (Associação de Apoio à Vítima), lembra que o motivo pelo qual o MP nem sempre actua, impondo medidas de afastamento do agressor, está na forma como o crime é registado na queixa. «Se a participação for feita como agressão ou ameaça à integridade física, em vez de violência doméstica, isso faz com que não sejam accionados os mecanismos adequados, como a prisão preventiva». A solução, defende, está «em mais formação e sensibilização de polícias e magistrados».
Carla Branco, da ADDIM, tem outra explicação para o desfecho fatal destas cinco mulheres. «O tempo de resposta é demasiado lento», denuncia, contando que às vezes espera-se «oito meses ou um ano até que a queixa seja comunicada ao MP».
Fonte: http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=52882

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Oliveira do Hospital institui “Dia Municipal para a Igualdade”

O dia 21 de junho foi a data escolhida pela Câmara de Oliveira do Hospital para assinalar o Dia Municipal para a Igualdade. Doravante , a efeméride vai passar ...
... a ser assinalada com ações de combate às desigualdades sociais.

O município de Oliveira do Hospital assinala hoje, a partir das 21h00, na Biblioteca Municipal o “Dia Municipal para a Igualdade”. Com esta iniciativa que decorre da candidatura “Igualdade Local: Cidadania Responsável” aprovada pela Comissão Para a Cidadania e Igualdade de Género , o município oliveirense pretende instituir aquela efeméride no concelho, para que todos os anos, o dia 21 de junho, possa ser lembrado com ações de combate às desigualdades sociais, quer em função do género, quer em função da cor, condição física, etnia, entre outros.

Uma data que não foi escolhida em vão e que teve em atenção o facto de no dia 21 de junho se dar o solstício de verão, que faz juz ao lema igualitário “o sol quando nasce é para tod@s”.

As primeiras comemorações, serão assinaladas hoje com uma sessão na Biblioteca Municipal com o tema “Sobre Igualdade e desigualdades “.

No concelho de Oliveira do Hospital, o projeto “Igualdade Local, Cidadania Responsável” tem disponível uma linha de apoio jurídico para as vítimas de violência doméstica, através dao número: 238 605260.

Paralelamente, na Eptoliva de Oliveira do Hospital estão também a decorrer duas ações de formação - “Mainstreaming no Mercado de Trabalho, Educação e Vida Politica” e “Paridade na Vida Familiar” - cujo objetivo é dotar os formandos de competências no que diz respeito a uma abordagem integrada da igualdade de género.

Fonte: http://www.correiodabeiraserra.com/index.php?option=com_content&view=article&id=4795:oliveira-do-hospital-institui-dia-municipal-para-a-igualdade&catid=39&Itemid=89

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Lançamento da nova Comissão para a Igualdade de Género

O Conselho da Europa anunciou oficialmente, no passado dia 6 de Junho, o lançamento de uma nova Comissão para a Igualdade de Género.

Na cerimónia de lançamento, Thorbjørn Jagland, Secretário-Geral do Conselho da Europa, disse estarem reunidas todas as condições para que a organização alcance importantes resultados em matéria de igualdade de género até ao final de 2013.

"As mulheres continuam a ganhar menos, decidir menos e contar menos que os homens. Há uma área em que as mulheres contam mais que os homens: nos números de vítimas de violência", acrescentou.

O Secretário-Geral também se referiu à igualdade de género como um meio para garantir respeito pelos direitos humanos de todos: "Simplesmente não podemos dar-nos ao luxo de excluir metade da população dos esforços que devemos empreender em prol do progresso social e económico e da garantia de uma paz duradoura", disse.

Falando em nome da presidência albanesa do Comité de Ministros, a Vice Ministra albanesa do Trabalho, Assuntos Sociais e Igualdade de Oportunidades, Filloreta Kodra, referiu o apoio do seu governo a uma renovada agenda do Conselho da Europa para a Igualdade de Género centrada na aplicação das normas existentes. "O Conselho da Europa pode orgulhar-se das normas que estabeleceu em matéria de igualdade de género, já que a maioria delas tem um impacto mensurável, tornando-se uma referência-chave para reformas políticas e legislativas a nível interno, dentro e fora da Europa". A promoção da igualdade de género e a eliminação da violência contra as mulheres são alguns dos temas prioritários da presidência albanesa do Comité de Ministros do Conselho da Europa.

Espera-se que a nova Comissão para a Igualdade de Género desempenhe um papel fundamental ajudando o Conselho da Europa a avaliar as necessidades e a identificar formas de eliminar os obstáculos à implementação das suas normas na área da igualdade de género.

Fonte:http://www.gddc.pt/noticias-eventos/artigo.asp?id=noticia.4511152012611&seccao=Not%EDcias_Imprensa

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Celorico de Basto promove formação sobre 'Igualdade de Género'

Colaboradores e Dirigentes da autarquia de Celorico de Basto estão a participar em ações de formação sobre a Igualdade de Género, na Biblioteca Municipal.

Uma iniciativa desenvolvida pelo pelouro de Ação Social da Câmara Municipal que procura consciencializar para uma problemática existente sobretudo, quando está em causa o mercado de trabalho.

“Ainda existe muita discrepância entre géneros, não só a nível laboral mas a outros níveis, por isso, torna-se prementea tomada de consciência para que possamos contribuir para

um verdadeiro estado de democracia”, palavras do presidente da Câmara Municipal, Joaquim Mota e Silva.
Esta ação insere-se no Plano da Candidatura para a Igualdade de Género e segue na ótica do Seminário que decorreu no dia 31 de Maio. Conta com a colaboração do Centro de Formação de Basto e termina no dia 21 de junho.
Fonte: http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=62175

Como ter mais mulheres na liderança das empresas?

O objectivo é levar as mulheres a 30% das administrações das empresas europeias.
O objectivo é ambicioso. Garantir que haja uma mulher em cada três lugares nos conselhos de administrações das maiores empresas europeias, nos próximos três anos. Depois há que subir a fasquia para os 40%, até 2020. O desafio foi lançado por Vivianne Reading, vice-presidente da Comissão Europeia. Mas em toda a Europa, apenas 24 empresas subscreveram este compromisso. "O que é muito pouco", sublinha Mónica Santigo, presidente da EPWN Lisbon. Para ajudar a traçar uma estratégia para concretizar este objectivo, Viviane Reading decidiu lançar um questionário a pedir a opinião dos europeus sobre o tema. Depois de um período de debate de três meses deverá ser lançada uma directiva sobre o assunto.
Uma das propostas em causa é a aprovação de quotas que obrigam as empresas privadas a ter mais mulheres nos conselhos de administração. E essa é uma das questões colocadas no questionário.
O inquérito está a ser lançado em Portugal pela European Woman´s Professional Network's (EPWN) com a coordenação de Mariana Branquinho da Fonseca, partner da Heidrick & Struggles (empresa que integra o grupo Ongoing, proprietário do Diário Económico). O inquérito está disponível na página do Diário Económico em www.economico.pt .
Em Portugal, por exemplo, apenas 3% das empresas portuguesas têm mulheres nos conselhos de administração. Portugal está, assim, no fim da lista no que toca à participação de mulheres em cargos de decisão no sector económico. Na Noruega, por exemplo, considerada um dos países mais desenvolvidos do mundo, as mulheres já são 36% dos directores de empresas.
Mas no mapa-mundo, cerca de 10% dos directores de empresas são mulheres e 40% já têm, pelo menos, uma administradora. Mas, no último ano, a presença das mulheres diminui ligeiramente.
Estudos revelam que a diversidade de género na liderança das organizações garante: mais lucros, maior percepção do risco, menos hiper-competitividade e maior capacidade de sobreviver a crises financieras.
Fonte:http://economico.sapo.pt/noticias/como-ter-mais-mulheres-na-lideranca-das-empresas_144460.html

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Acção de Sensibilização Igualdade de Género, para Técnicos de Instituições, 04 e 11 junho 2012

A Terras Dentro - Associação para o Desenvolvimento Integrado, entidade promotora do Projeto Miga II - Mais Igualdade de Género no Alentejo promove dias 4 e 11 de junho, uma ação de sensibilização em Igualdade de Género, dirigida a Técnicos de Instituições.
Esta acção terá lugar em Alcáçovas, na Sede da Terras Dentro e terá a duração de 12 horas, repartidas por 2 sessões (6 horas cada), agendadas para dia 4 e 11 de Junho de 2012. As sessões terão início às 10h e terminarão pelas 17h, com intervalo para almoço entre as 13h e as 14h.
A inscrição é gratuita e sem limite de participantes por entidade/organização.
Ficha de inscrição (em anexo, que poderá ser remetida por correio ou fax).
Poderá ainda remeter os seus dados por e-mail: ( sonia.sezinando@terrasdentro.pt Este endereçod e email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. / leonor.lopes@terrasdentro.pt Este endereçod e email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ) ou pelo telefone da Associação (9h30/13h e as 14h/17h30)

Fonte:http://www2.drealentejo.pt/index.php/noticias-mnu/65-gerais/300-accao-de-sensibilizacao-igualdade-de-genero-para-tecnicos-de-instituicoes-04-e-11-junho-2012

terça-feira, 29 de maio de 2012

Palestra sobre Igualdade de Género no Desporto, 30 de Maio às 15h no Auditório da Escola Profissional do Montijo


Na Escola Profissional de Montijo (EPM), no âmbito dos cursos CEF (equivalência ao 9º ano), foi selecionado um módulo denominado “ Todos os homens são livres e as mulheres?” que aborda a temática da igualdade de género como um princípio fundador de uma sociedade democrática e um elemento essencial para o seu desenvolvimento.
Neste contexto foi escolhido um tema sensibilizasse para a igualdade de oportunidades no Desporto.
A iniciativa tem o apoio do Conselho de Administração da Associação para Formação Profissional e Desenvolvimento do Montijo (entidade proprietária da EPM).
Local- Auditório da EPM
Horário- 15h
Duração- 1h30 a 2 horas ( máximo)
Total de Participantes- 80
Público alvo principal - Jovens do ensino secundário (mas serão enviados convites a dirigentes desportivos locais e técnicos da autarquia)
Média de idades dos jovens- 17/18 anos
Modelo da sessão: apresentação das comunicações, havendo no final um espaço para algumas questões colocadas pela audiência.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Reguengos de Monsaraz vai “Caminhar para a Igualdade”

“Caminhar para a Igualdade” é o mote para a caminhada de cerca de dois quilómetros que vai decorrer este sábado, dia 26 de maio, pelas 9h, nas imediações da localidade de S. Marcos do Campo. Esta iniciativa organizada pelo Município de Reguengos de Monsaraz com o apoio da Junta de Freguesia de S. Marcos do Campo surge na sequência da 7.ª Semana Distrital da Prevenção dos Maus Tratos Infantis, dinamizada pela Associação Chão dos Meninos, de Évora, que este ano se debruça sobre a temática da igualdade de género.
Os objetivos desta caminhada são a promoção do relacionamento entre comunidades, incentivar a população para a prática da atividade física, convivendo, partilhando e interagindo com familiares, amigos e vizinhos, fomentando também a prevenção de situações de violência e de maus tratos. No final da caminhada haverá um piquenique partilhado.
As inscrições podem ser efetuadas na Junta de Freguesia de Campo e através do telefone 266 587 126. A concentração dos participantes será no Largo do Cruzeiro, em S. Marcos do Campo.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

“Caminhar para a igualdade”: inscreva-se até 25 de maio

De 20 a 27 de maio de 2012 realiza-se, no distrito de Évora, a 7ª Semana Distrital da Prevenção dos Maus Tratos Infantis, dinamizada pela Associação Chão dos Meninos, semana que este ano tem como temática a Igualdade entre os Géneros.
O município de Vendas Novas, não podendo deixar de associar-se a esta causa, irá realizar uma caminhada denominada “Caminhar para a Igualdade”, no dia 27 de maio, pelas 10h00, com concentração junto ao Parque Desportivo Municipal.
Para além do caráter simbólico da iniciativa que encerra esta Semana, a caminhada promove também o incentivo à prática de atividade física, vivida em família ou entre amigos, através do estímulo da afetividade e do relacionamento interpessoal tão necessários à harmonia das relações familiares e parentais e altamente favoráveis na prevenção de situações de violência e de maus tratos.
As inscrições decorrem até dia 25 de maio às 12h00, no Serviço de Desporto, no Serviço de Intervenção Social (junto ao Jardim Público) e na Junta de Freguesia de Landeira. O percurso tem cerca de 5 km ’s dentro da cidade.
Contamos consigo!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Município organizou tertúlia sobre igualdade de género

Com o objetivo de assinalar o Dia Internacional da família no concelho de Amarante, decorreu a 15 de maio, no Auditório da Biblioteca Albano Sardoeira, uma Tertúlia subordinada ao tema “Igualdade de Género: Boas Práticas de Conciliação entre Trabalho e Família”.

Resultado de uma parceria com a Associação Nacional de Empresárias, a iniciativa, destinada à comunidade amarantina, contou com a presença de cerca de 20 pessoas e consistiu num momento de reflexão em torno de questões primordiais para a família, como o uso do tempo e, de uma forma mais abrangente, para o exercício da cidadania.

O dia 15 de maio foi proclamado pela ONU (Organização das Nações Unidas) como o Dia Internacional da Família, com o objetivo de chamar a atenção da população mundial para a importância da família como estrutura erguida em bases sólidas de união, respeito, compreensão e solidariedade.

Numa altura em que se assiste a alterações estruturais na génese da constituição familiar e quando se exige cada vez mais da família, introduzir o tema da igualdade de género e da conciliação dos tempos (trabalho e família) na discussão e reflexão afigura-se necessário e urgente.
Fonte:http://www.cm-amarante.pt/index.php?info=YTozOntzOjQ6Im1lbnUiO3M6MzoiY2FtIjtzOjU6ImFjY2FvIjtzOjEyOiJub3RpY2lhc19sZXIiO3M6MjoiaWQiO3M6MzoiOTc5Ijt9

terça-feira, 8 de maio de 2012

A Igualdade de Género em Tempos de Crise

Local
COIMBRA

Horário
10,00 H.

Data de início
Sexta, 11 de Maio de 2012

Data de fim
Sexta, 11 de Maio de 2012

A IGUALDADE DE GÉNERO EM TEMPOS DE CRISE
CASA MUNICIPAL DA CULTURA DE COIMBRA | SALA FRANCISCO DE SÁ DE MIRANDA
11 MAIO
PROGRAMA
10,00H. - Conferência “Igualdade de Género em Tempos de Crise”
Lina Coelho, investigadora do Centro de Estudos Sociais (NECES) e professora auxiliar de Economia
na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra
12,00H. - Debate
Moderadora: Rosa Monteiro, consultora especialista em Igualdade de Género
13,00H. - Almoço Livre
14,30H. - Narrativas de experiências de mainstreaming de género no Desenvolvimento Local
José Carlos Correia, coordenador técnico e responsável do centro de formação (ADM Estrela)
Marta Santos, coordenadora técnica de projetos (Associação Fernão Mendes Pinto)
Célia Lavado, coordenadora de projetos (Animar)
16,30H. - Debate
Moderadora: Tânia Gaspar, técnica de projetos
17,00H - Encerramento e Conclusões
Maria do Carmo Bica, responsável do projeto +Igualdade: Novas práticas de cidadania organizacional no DL
Fonte: http://www.animar-dl.pt/index/agenda/igual

segunda-feira, 7 de maio de 2012

VIOLÊNCIA NAS RELAÇÕES SENTIMENTAIS E IGUALDADE DE GÉNERO

No âmbito da unidade Curricular de Psicologia II do ISAVE, no dia 14 de maio, das 9h às 13h, no Anfiteatro 1 do ISAVE, realiza-se o seminário Violência nas Relações Sentimentais e Igualdade de Género. A oradora, Carla Melo é coordenadora do Serviço Para a Promoção da Igualdade de Género, na Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso.

Violência nas Relações Sentimentais e Igualdade de Género são os temas do seminário que vai decorrer no ISAVE no dia 14 de maio, das 9h às 13h e com entrada livre. Embora a violência tenha sempre existido na família desde os seus primórdios, nos tempos presentes é considerado um flagelo da sociedade. Perante tal situação a autarquia da Póvoa de Lanhoso, embora tenha noção e consciência de que constituirá tarefa particamente impossível banir ou erradicar tal fenómeno, aspira dar uma resposta urgente e permanente às vítimas, num serviço que se pretende de proximidade e de sigilo. O SIGO engloba: ações de informação dirigidas aos diferentes agentes locais, que integram a Rede Social e ações de sensibilização dirigidas a públicos específicos, com intervenção nesta problemática. São objetivos do projeto: aumentar a eficácia das medidas de apoio social existentes; organizar e difundir a informação; diagnosticar precocemente as situações de violência doméstica e intervir em situações de emergência.

CV Carla Melo• Licenciada em Sociologia pelo Institutos de Ciências Sociais (ICS) da Universidade do Minho;
• Pós-Graduação em Desenvolvimento e Politicas Sociais pelo mesmo Instituto e Universidade;
• Aguarda defesa da tese de Mestrado em Sociologia na UM, abordando as questões da atribuição das responsabilidades parentais sob o tema “Condições Igualitárias, Decisões Desiguais: Pais divorciados e regulação do poder paternal”;
• Especialização em Violência Doméstica e de Género, pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género;
• Especialização em Igualdade de Género – responsabilidade social, pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género;
• Coordenadora do Serviço Para a Promoção da Igualdade de Género, na Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso. Serviço que visa, informar, atender, apoiar, acompanhar e encaminhar as vitimas de violência doméstica e de género do Concelho da Póvoa de Lanhoso;
• Responsável pela linha de atendimento permanente a vítimas de violência doméstica no âmbito de abrangência do serviço;
• Coordenadora do projeto Local Desiguais, projeto que tem como finalidade fazer um diagnóstico sobre a importância dada às questões da igualdade e o seu verdadeiro exercício no Concelho, implementar e avaliar um Plano Municipal para a Igualdade de Género. O Plano Municipal para a Igualdade de Género tem como principal finalidade apoiar a implementação de uma política concelhia integrada de promoção da igualdade de género no concelho da Póvoa de Lanhoso. Pretende, ainda, contribuir para a redução/minimização das principais formas de desigualdade patentes no concelho.
Fonte: http://www.isave.pt/index.php?op=1&id=973&t=2

Trabalho: Aumento de casos de assédio sexual no emprego tem de ser estudado - Teresa Morais

Lisboa, 04 mai (Lusa) -- A secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade disse hoje que o aumento de casos de assédio sexual no local de trabalho tem de ser estudado e avaliado "por forma a descobrir a verdadeira dimensão do problema".
Teresa Morais falava aos jornalistas no final de uma reunião com a vice-presidente da Comissão Europeia, Viviane Reding para a informar sobre as medidas do Governo tendentes à igualdade entre homens e mulheres.
As mulheres são as principais vítimas de assédio sexual e moral e é da área de Lisboa e do Porto que chegam a maioria das queixas, segundo os últimos dados da Autoridade para as Condições de Trabalho

(Fonte)Ler mais: http://visao.sapo.pt/trabalho-aumento-de-casos-de-assedio-sexual-no-emprego-tem-de-ser-estudado-teresa-morais=f662512#ixzz1uBCXQ12H

As mulheres, a crise e a pós-crise

Acabo de participar no Congresso Internacional da Associação dos Direitos das Mulheres no Desenvolvimento, em Istambul. Mais de 2500 mulheres ativistas, vindas dos mais diferente países, reuniram-se para discutir e desafiar os obstáculos económicos, políticos, culturais, religiosos que continuam a bloquear a sua plena cidadania. Estávamos reunidos num país onde as mulheres não são mais que 25% da força de trabalho, a violência contra elas aumenta, o partido no governo mostra muito pouco entusiamo pelo seu direito à igualdade e o primeiro-ministro as exorta a terem pelo menos três filhos. Aliás, o desagrado que este congresso causou às autoridades fez com que muitas mulheres (como as moçambicanas) vissem os seus vistos de entrada recusados.
O impacto da crise europeia foi um dos temas do Congresso, analisado no âmbito mais amplo de outras crises que o mundo atravessa. São muito diferentes as trajetórias de vida das mulheres em diferentes partes do mundo, mas têm algo em comum, ainda que a intensidade varie muito. Mesmo em tempos de relativo desafogo social, continuam a ser vítimas de discriminações sociais, salariais e no acesso à terra ou à propriedade; de assédios sexuais; de violência no espaço doméstico e no trabalho; e do bloqueio no acesso à esfera púbica e à atividade política.
Em tempos de crise, este sofrimento injusto não só se mantém como até se agrava. Nos países do sul global, a crise ecológica e alimentar tem um impacto específico nas mulheres africanas, asiáticas e latino-americanas que têm a seu cargo a busca da água, boa parte das tarefas agrícolas e a preparação dos alimentos. Nos países do norte global, a crise financeira veio afetá-las de múltiplas maneiras, algumas delas pouco visíveis. Mesmo quando não são as primeiras a ser despedidas, têm que se desdobrar em novas atividades pagas e não pagas para manter o orçamento familiar acima da asfixia. São limpezas, costura, explicações, cozinhar para fora, babysitting, artesanato, agricultura de varanda, etc.

Por outro lado, os custos sociais e psicológicos da crise no bem estar das famílias recaem sobretudo nas mulheres. Exigem delas um esforço adicional numa área da economia que os economistas convencionais nunca reconheceram e sem a qual as sociedades não subsistem: a economia do cuidado. É um conjunto vasto de trabalho não pago que serve as crianças e os velhos da família, que gere a depressão ou a agressividade (ou ambas) do companheiro stressado pelo emprego ou pela falta dele, que atende às necessidades dos filhos casados e agora necessitados de algumas refeições decentes por semana ou do apoio da família (quase sempre eufemismo de mãe) nos tempos livres dos filhos antes passados nas atividades extra-escolares, no ballet ou no ténis, etc.
Mas não esqueçamos que a economia de cuidado pode circular em dois sentidos, de pais para filhos e de filhos para pais, e que o verdadeiro colapso social ocorre quando ela já não é possível em nenhum dos sentidos. A esta economia do cuidado também chamamos "sociedade providência", porque em Portugal ela sempre teve de colmatar as fortes lacunas do Estado-providência que, ao contrário do que clama a direita, foi sempre fraco e sempre se apoiou na proteção social a cargo das famílias. Um dos efeitos perversos da crise é fixar as mulheres no trabalho não pago e fazê-lo com um apelo às virtudes dos papéis tradicionais da "dona de casa".

As mulheres, que suportam um fardo desigual quando a austeridade imposta pelo neoliberalismo desaba sobre as famílias, sabem bem que a solução é lutar por um outro modelo económico que elimine as causas do fardo: redução drástica dos orçamentos militares, reconhecimento de outras economias baseadas na reciprocidade e na dádiva, serviços públicos eficientes, tributação progressiva, direitos de cidadania eficazes, incluindo os direitos reprodutivos e sexuais, que libertem as mulheres do jugo do sexismo e do fundamentalismo religioso (católico ou muçulmano).


(Fonte) Ler mais: http://visao.sapo.pt/as-mulheres-a-crise-e-a-pos-crise=f662025#ixzz1uBBqcuD2

terça-feira, 24 de abril de 2012

Vidigueira: Projecto Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género

O concelho de Vidigueira está a receber, até sexta-feira, o projecto da Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género da UMAR.
O projecto da Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género da UMAR-União de Mulheres Alternativa e Resposta está no concelho de Vidigueira, até à próxima sexta-feira, aproveitando as comemorações do 25 de Abril, como marco determinante para a emancipação e dignificação da mulher em Portugal.
Através da Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género, a população do concelho poderá consultar livros, materiais informativos, jogos pedagógicos, falar e debater com a UMAR sobre os desafios colocados à igualdade de género, à igualdade e à cidadania. Este projecto inclui ainda a exposição “Mulheres no Espaço Público e Novas Masculinidades” .
Esta iniciativa integra-se no desenvolvimento das acções previstas pelo projecto Vid’Igualdade, promovido pela Câmara Municipal de Vidigueira.
Fonte:http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/48741

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Portugal: Mulheres podem ajudar o país a sair da crise

Com a crise, assuntos como a igualdade de género podem passar para segundo plano. A secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e Igualdade destacou a importância da mulher para mudar o rumo do país.

A igualdade de género esteve em destaque esta terça-feira, em Concertação Social, no Parlamento. A discussão surgiu no seguimento das declarações de Teresa Morais, secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e Igualdade, que destacou a importância que as mulheres têm para ajudar o país a fugir da crise.
A secretária de estado da Igualdade diz que a crise não pode ser pretexto para a alienação de outras problemáticas como a igualdade de género. Lembra que as mulheres são a parte da população com maior qualificação a nível do ensino superior e têm, atualmente, "menos poder de decisão". Apesar disso, garante a jornalista e feminista Diana Andringa, "continuam a ser exigidas mais provas às mulheres do que aos homens".
Em declarações ao JPN, a feminista dá relevo ao papel das mulheres e afirmaafirma que, em situações de crise, são estas que "tomam a luta nas suas mãos".
Para a jornalista, o agravamento da situação económica tem influência proporcional à situação social. "Sempre que a situação social piora, os setores mais fragilizados são os que sentem mais", dizdiz. As mulheres não estão "numa situação de igualmente" e, por isso, em situações de crise, "pagam a fatura".
Diana Andringa consideraconsidera que é preciso apostar em "todos os seres humanos para sair da crise". No entanto, a jornalista destaca o facto das mulheres representarem 52% da população, ou seja, uma fatia muito importante na sociedade portuguesa.
Fonte: http://jpn.icicom.up.pt/2012/04/19/portugal_mulheres_podem_ajudar_o_pais_a_sair_da_crise.html

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Bruxelas: Progressos na igualdade de género conduzem ao crescimento económico

A promoção da igualdade entre homens e mulheres é essencial para que a União Europeia (UE) dê resposta à atual crise económica, defende a Comissão Europeia com base num relatório hoje divulgado.
"Os países da UE precisam de fazer entrar mais mulheres no mercado de trabalho se quiserem cumprir o objetivo global da UE que consiste numa taxa de emprego de 75 por cento para todos os adultos até 2020", aponta Bruxelas.
O relatório analisa os progressos efetuados no ano passado para suprir as lacunas que subsistem entre homens e mulheres a nível de emprego, da economia e da sociedade em geral.
No mercado de trabalho, diz o documento, a taxa de emprego das mulheres na Europa é de 62,1 por cento, enquanto a dos homens é de 75,1 por cento, "o que significa que a UE só pode atingir a taxa global de 75 por cento do emprego fixada na estratégia Europa 2020 com um forte empenhamento em relação à igualdade de género".
Em 2011, as disparidades salariais entre homens e mulheres diminuíram ligeiramente em toda a UE, mas em média as mulheres ganham 16,4 por cento menos do que os homens por cada hora de trabalho.
"As disparidades salariais entre homens e mulheres são causadas por múltiplos fatores como a segregação no mercado de trabalho e as diferenças a nível das opções de ensino", diz a Comissão Europeia.
"Só poderemos atingir os nossos objetivos económicos e de emprego através da plena utilização de todos os nossos recursos humanos, tanto no mercado de trabalho no seu conjunto como a nível do topo. Este é um elemento essencial dos nossos planos de recuperação económica", analisa a vice-presidente do executivo comunitário, Viviane Reding, responsável pelas áreas da Justiça, Direitos Fundamentais e Cidadania.
Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=568357

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Seminário “Docência e Igualdade de Género”

A realizar em 31 maio 2012, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Anfiteatro 7.21, às 9H30.
O Projeto UBIgual – Plano de Igualdade de Género da UBI organiza, a 31 de maio, o seminário “Docência e Igualdade de Género”, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (anfiteatro 7.21).
Promover a reflexão crítica sobre a igualdade de género em contexto educacional e dar visibilidade às desigualdades ainda existentes, debater a importância do papel do/a docente na promoção da igualdade de género e compreender a necessidade de todas as pessoas assumirem a sua responsabilidade na promoção de uma sociedade igualitária e inclusiva são os objetivos do seminário que tem como destinatários docentes e estudantes da Universidade da Beira Interior. A entrada é livre.
O Projeto UBIgual é promovido pela Universidade da Beira Interior, através do seu Centro de Estudos Sociais, e co-financiado pela União Europeia e Estado Português, no âmbito da Tipologia 7.2 do POPH do QREN, tendo como organismo intermédio a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.
Programa a divulgar brevemente.


Fonte: Projeto UBIgual e Faculdade de Ciências Sociais e Humanas

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Formação na Igualdade para Empresários e seus Colaboradores

A Adere-Minho no âmbito do projecto Formar para Igualdade da medida 7.2. do POPH cujo objectivo é de esclarecer sobre direitos e deveres do trabalhador em matéria de igualdade oportunidade como a Parentalidade (maternidade e a paternidade), contribuindo para o exercício da igualdade de oportunidades na iniciativa empresarial, realizou mais de 25 sessões com várias empresas do Minho.
Estas sessões tiveram lugar em algumas empresas (nas próprias instalações, pelo elevado número de trabalhadores), ou na Adere-Minho, abrangendo empresários e colaboradores. São acções focalizadas que pretendem  eliminar preconceitos e mudar atitudes e práticas, não só a nível individual, mas também a nível das empresas, contribuindo para uma cultura organizacional que promova a conciliação entre a vida familiar e profissional.
Contamos já com a participação de mais de 30 empresas , num universo de mais de 300 pessoas (entre empresários e seus colaboradores).
O projecto termina em Março de 2013 e a Adere-Minho e está aberto a todas as empresas e instituições que pretendam aderir ao projecto. Para tal basta entrar em contacto ou para mais informações aceder ao site em www.adereminho.pt/formarparaaigualdade

Nota: http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=60654

segunda-feira, 9 de abril de 2012