quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

OIT: desemprego mundial atinge mais mulheres do que homens

De 2002 a 2007, a taxa feminina situou-se em 5,8%, comparada com 5,3% para os homens

O relatório Tendências Mundiais de Emprego de Mulheres, divulgado nesta terça-feira, em Genebra, pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), revela que as taxas de desemprego das mulheres são mais altas do que as dos homens em escala mundial e não se preveem melhoras nos próximos anos.
O relatório analisa as desigualdades de gênero em matéria de desemprego, emprego, participação na força de trabalho, vulnerabilidade e segregação setorial e profissional. Em nível mundial, antes da crise, as diferenças entre homens e mulheres em termos de desemprego e da relação emprego-população se haviam atenuado. A crise reverteu esta tendência nas regiões mais afetadas.
Nas economias avançadas, a crise parece haver afetado aos homens nos setores que dependem do comércio mais do que as mulheres que trabalham em saúde e educação. Nos países em desenvolvimento, as mulheres foram particularmente afetadas nos setores relacionados com o comércio.
“Embora as mulheres contribuam para a economia e a produtividade em todo o mundo, continuam enfrentando muitos obstáculos que lhes impedem realizar seu pleno potencial econômico. Isto não somente inibe as mulheres, mas também representa um freio ao rendimento econômico e ao crescimento”, declarou Michelle Bachelet, diretora-executiva da ONU Mulheres, que contribuiu com o relatório.
“Garantir a igualdade de oportunidades para mulheres e homens não é somente uma medida justa, é também uma estratégia econômica rentável”, acrescentou.
Outras conclusões importantes:
De 2002 a 2007, a taxa de desemprego feminina situou-se em 5,8%, comparada com 5,3% para os homens. A crise aumentou esta disparidade em 0,5 a 0,7 pontos percentuais e destruiu 13 milhões de empregos para as mulheres.
A diferença de gênero na relação emprego-população diminuiu levemente antes da crise, mas permaneceu alta, em 24,5 pontos. A redução foi particularmente alta na América Latina e no Caribe, nas economias avançadas e no Oriente Médio.
A disparidade na participação da força laboral se reduziu nos anos 90, mas mostrou pouca ou nenhuma convergência na década passada. Tanto as taxas dos homens como as das mulheres caíram do mesmo modo na última década, em grande parte por causa da educação, o envelhecimento e o efeito de “trabalhadores desalentados”.
Em 2012, a proporção de mulheres em emprego vulnerável (trabalhadores familiares não remunerados e trabalhadores por conta própria) era de 50 por cento e a dos homens 48 por cento. Mas as disparidades são muito maiores no Norte da África (24 pontos percentuais) e no Oriente Médio e África Subsaariana (15 pontos).
O indicador de segregação por setores econômicos mostra que as mulheres estão mais limitadas em sua escolha de emprego em todos os setores. A segregação setorial aumentou ao longo do tempo, com mulheres que abandonam a agricultura nas economias em desenvolvimento e passam da indústria aos serviços nas economias desenvolvidas.
Nas economias desenvolvidas, o emprego das mulheres na indústria se reduziu à metade, deslocando 85 por cento delas no setor de serviços, sobretudo na educação e saúde.O indicador de segregação profissional mostra que as mulheres continuam segregadas em certos tipos específicos de proteção. Existe alguma evidência de uma diminuição nos anos 1990 e de uma estagnação desta convergência durante a última década.
Fonte: http://www.jb.com.br/economia/noticias/2012/12/11/oit-desemprego-mundial-atinge-mais-mulheres-do-que-homens/

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Encontro Nascer de Novo - 12 de Dezembro

 
A Cáritas Diocesana de Coimbra irá promover o Encontro Nascer de Novo o, no próximo dia 12 de Dezembro, por ocasião do V aniversário da Comunidade de Inserção Renascer.
           
A Renascer é uma estrutura residencial que promove a integração de mulheres em situação de risco social agravado, criando condições para o seu desenvolvimento pessoal e efetiva inserção social, familiar e profissional. Procura ser um espaço protegido e contentor de afetos, permitindo à mulher acolhida e seus filhos investir num projeto de vida autónomo.

O Encontro Nascer de Novo irá realizar-se no Recordatório Rainha Santa Isabel/São Rosas Bar, das 14.30 às 18.00 e contará com um painel alargado de especialistas nas áreas da violência no feminino, parentalidade e proteção aos menores, que irão refletir com os participantes sobre as várias faces destas problemáticas.

 A entrada é gratuita, mediante inscrição para cirenascer@caritascoimbra.pt.
           
A Cáritas propõe ainda para este evento um gesto solidário – apoie as mulheres e as crianças acolhidas na Comunidade de Inserção Renascer participando com um produto de higiene ou beleza, que será recolhido no encontro.
           
Contamos com a sua presença para celebrar este V aniversário para continuar a fazer Nascer de Novo
       
                 
 
Comunidade de Inserção Renascer
Cáritas Diocesana de Coimbra

 
  telef. 239 792 430 / 962359192


Plano Municipal para a Igualdade de Género

A 6 de dezembro 2012, deu-se início às ações de sensibilização/ informação previstas pelo Plano Municipal para a Igualdade de Género do Município de Santa Maria da Feira. Colaboradores/as e dirigentes da autarquia foram os primeiros intervenientes, entre os vários públicos que irão integrar um conjunto de ações previstas, na promoção da igualdade de género, através da aplicação da metodologia do teatro-fórum.

Colaboradores/as e dirigentes da autarquia responderam a um desafio municipal e tornaram-se agentes privilegiados num fórum de discussão alusivo à temática da igualdade de género, nas instalações do antigo Matadouro Municipal.
Os atores sociais conheceram a metodologia do teatro-fórum e discutiram a apropriação dos direitos das mulheres pelos homens e pelas mulheres e a capacidade dos mesmos participarem ativamente na concertação e conciliação da vida pessoal, familiar e profissional no Concelho. Daqui surgirá uma apresentação pública, tendo como público-alvo a comunidade autárquica, no sentido da mesma interagir com a temática.
A rede social concelhia, a rede escolar e os/as dirigentes e colaboradores/as do Município são os principais destinatários na fomentação de uma prática concertada de igualdade, nomeadamente na integração da perspetiva de género nos programas e ações levadas a cabo dentro das organizações, na implementação de uma linguagem não sexista e inclusiva de género, na promoção da conciliação entre a vida pessoal, familiar e profissional, na contribuição para a eliminação de estereótipos de género, no incentivo à representação igual na tomada de decisões e na valorização de homem e mulher para trabalho igual de igual valor.

Colóquio sobre «Igualdade de Género – Saúde e Desenvolvimento Económico» em Faro

O Hospital de Faro organiza no próximo dia 13 de dezembro um colóquio sobre o tema «Igualdade de Género – Saúde e Desenvolvimento Económico». O evento, gratuito e aberto ao público, tem início as 9:00 horas no auditório do Hospital e conta com as intervenções da Directora do Centro Distrital de Segurança Social de Faro, Dra. Ofélia Ramos, da Diretora do Serviço de Ginecologia, Dra. Olga Viseu, do Dr. Raúl Coelho, médico no Serviço de Pediatria e responsável pelo Núcleo Hospital de Apoio às Crianças e Jovens em Risco do Hospital de Faro e do Dr. António Filhó, Presidente da Direção Nacional da Associação para o Planeamento Familiar.
Esta iniciativa, a primeira de um vasto programa de ações de sensibilização, informação e intervenção, destina-se a todos os colaboradores do Hospital e tem como objetivo aproximar os profissionais da área da saúde, enquanto agentes multiplicadores de boas práticas, e o público em geral em torno da reflexão sobre conceitos e questões essenciais relativamente à Igualdade de Género, evidenciando a importância da aplicação de um projeto deste âmbito numa unidade de saúde.
Integrado no Plano para Igualdade de Género que o Hospital de Faro está a desenvolver para posterior implementação, este projeto passará pela aplicação de questionários de autodiagnóstico a todos os colaboradores, pela inclusão de ações de formação em Igualdade de Género e Não Discriminação, bem como pela criação de manuais internos sobre o uso de uma linguagem inclusiva na Instituição e de outros materiais de informação de suporte.

De acordo com o grupo de trabalho responsável pela implementação deste projeto, “uma cidadania plena só será alcançada se existir por parte de mulheres e homens a consciência da necessidade de eliminar discriminações baseadas em estereótipos sociais e de género (re)produtoras de mecanismos de exclusão. A promoção da Igualdade de Género e da Cidadania só será eficazmente efetivada mediante a ação sobre públicos estratégicos que permitam multiplicar as ideias de transformação, assentes numa participação cidadã e numa cultura de igualdade”.

Este Plano para a Igualdade foi delineado para o período temporal de 2012-2013 e entrará em vigor no último quadrimestre 2013. Estará sujeito a monitorização e acompanhamento, através da análise dos indicadores associados a cada ação e será objeto de avaliação anual. Posteriormente, com base nos resultados obtidos, e após análise da situação atual em matéria de igualdade e conciliação, serão definidas novas medidas a implementar.
 
fonte:http://www.barlavento.pt/index.php/noticia?id=54676

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Integrar a igualdade de género na monitorização e avaliação de projetos

Integrar a igualdade de género na monitorização e avaliação de projetos
Organização Internacional do Trabalho
(Disponível em inglês)



 
 
 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Seminário “Assédio uma realidade oculta”

Seminário “Assédio uma realidade oculta”
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
6 de dezembro de 2012
 
 

Curso Livre "Trabalho, discriminações e assédio sexual"

Curso Livre "Trabalho, discriminações e assédio sexual"
Centro de Cultura e Intervenção Feminista – CCIF/ União de Mulheres Alternativa e Resposta – UMAR
8 de dezembro – 14h30-18h30



No próximo sábado, dia 8 de dezembro, o projecto big~Ei, promoverá o Curso Livre "Trabalho, discriminações e assédio sexual" das 14h30 às 18h30 no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (Rua da Cozinha Económica, Bloco D, Espaços 30M e 30N -
http://centrodeculturaeintervencaofeminista.wordpress.com/localizacao/ ).
A realização deste Curso Livre pretende promover o debate em torno das questões da discriminação no trabalho, das desigualdades salariais, da legislação vigente em diferentes países relativamente ao assédio sexual e do desemprego e precariedade no feminino em tempos de austeridade. A visualização do filme "Terra Fria", representativo de uma série de discriminações ocorridas em contexto de trabalho pretende, assim, proporcionar uma reflexão antes das intervenções de cada oradora seguidas pelo debate.

Trabalho, discriminações e assédio sexual
14h30 - Receção de participantes
15h - Visualização do filme "Terra Fria"
Sinopse: Josey Aimes apenas quer um emprego digno que lhe permita sustentar os seus filhos. O que ela encontra são ameaças, insultos, piropos, apalpadelas, ataques e desfeitas. O seu chefe aconselha-a a "encarar a situação como um homem", mas o que ela faz é reagir como um ser humano, e revoltar-se.
Charlize Theron interpreta Josey em North Country - Terra Fria, a história de um grupo de mulheres que foram contra os estereótipos de género com os seus empregos nas minas de ferro do Minnesota... e fizeram história lançando o primeiro processo judicial colectivo por discriminação e assédio sexual no lugar de trabalho.
17h - Pausa
17h15 - Mesa Redonda e Debate:
Discriminações no Trabalho e Desigualdade Salarial, Sandra Ribeiro (Presidente da CITE)
O assédio sexual - análise comparativa da legislação de diferentes países, Tatiana Silva (Jurista)
Desemprego e precariedade no feminino, Lídia Fernandes (Membro da Direcção da UMAR)
Moderação/Relatora: Maria Viegas (Socióloga)

As inscrições deverão ser feitas para o email do projecto - projectobig.ei@gmail.com
- até dia 6 de Dezembro. No acto da inscrição é essencial referir se virá a ambos os momentos do Curso Livre (filme e debate) ou se apenas a um (filme ou debate) referindo em qual pretende estar presente.
Cristina Pires, Joana Sales e Irene Rodrigues (Projecto big~Ei)
Manuela Góis e Lídia Fernandes (co-organizadoras)
Fonte:http://www.cite.gov.pt/pt/destaques/noticia201.html

Concurso de Fotografia Caminhos de Igualdade




 























A Associação Juvenil de Deão – AJD, lançou no dia 30 de novembro, em conferência de imprensa, o Concurso de Fotografia Nacional “Caminhos de Igualdade”, no âmbito da campanha de sensibilização do projeto “Caminhos de Igualdade”, co-financiado pelo POPH/QREN e FSE, através da organização intermédia CIG.
André Boto, Fotógrafo Europeu do Ano 2010 pela FEP – Federação Europeia de Fotógrafos Profissionais e Master Qualified European Photographer, é o embaixador do concurso.
Podem concorrer fotógrafos/as amadores ou profissionais, cidadãos ou cidadãs residentes em Portugal, independentemente da sua nacionalidade, com idade igual ou superior a 16 anos. Cada concorrente pode apresentar no máximo 3 fotografias.
Os trabalhos têm que ser entregues até ao dia 30 de dezembro de 2012, através do e-mail fotografiacaminhosdeigualdade@gmail.com.
As trinta fotografias selecionadas constarão numa exposição de rua itinerante a inaugurar no dia 19 de janeiro, na Rua da Bandeira de Viana do Castelo.
O Regulamento do Concurso e outras informações podem ser consultados em:
facebook.com/ConcursoDeFotografiaCaminhosDeIgualdade/notes

Fonte: http://blog.olhares.com/concurso-de-fotografia-caminhos-de-igualdade/

Mulheres trabalham mais 16 horas que homens

Mulheres trabalham mais 16 horas que homens
 

As mulheres ainda trabalham mais 16 horas por semana que os homens em tarefas não pagas, relacionadas com a família, apesar da evolução legislativa relativa à parentalidade.
De acordo com o Relatório sobre o Progresso da Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens no Trabalho, no Emprego e na Formação Profissional que hoje será apresentado no Parlamento, continua a existir uma acentuada assimetria na partilha do trabalho não pago entre homens e mulheres.

Segundo o documento, a que agência Lusa teve acesso, os homens dedicam em média 43 horas e meia semanais ao trabalho pago e menos de 9 horas e meia ao trabalho não pago.

As mulheres trabalham de forma remunerada 41 horas e seis minutos e não remunerada 25 horas e 24 minutos.

Contando com o tempo de deslocação para o trabalho e de regresso a casa os homens trabalham um total de 55 horas e 42 minutos enquanto as mulheres trabalham 69 horas.

Assim, as mulheres trabalham em média mais 13 horas por semana porque são as principais responsáveis pelas tarefas domésticas e pelos cuidados com as crianças e idosos.

O facto de as mulheres continuarem a ser as principais cuidadoras da familia faz com que continuem a ganhar menos que os homens e a estarem menos representadas nos lugares de decisão das empresas, embora a taxa de actividade feminina tenha aumentado consideravelmente nos últimos anos.

"Isto são questões estruturais que se combatem com fiscalização efectiva da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), com trabalho de promoção dos direitos para a igualdade e com trabalho junto das empresas para que percebam a importância da igualdade de oportunidades para a própria produtividade da empresa", disse à Lusa a presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), Catarina Marcelino.

"Por isso se está a tentar dar mais condições às famílias para melhor conciliarem a actividade profissional com a vida familiar e trazer o homem mais para esfera privada, partilhando as responsabilidades familiares com a mulher", acrescentou, lembrando a nova lei da parentalidade e o programa PARES, que levou a criação de novas creches e lares de idosos por todo o país.

Segundo Catarina Marcelino foram dados passos positivos para a promoção da igualdade de género entre 2006 e 2008 - período a que se refere o relatório - pois "as empresas estão a cumprir mais e os trabalhadores conhecem melhor os seus direitos".

"A prova disso é que as queixas apresentadas na CITE e na ACT diminuiram", afirmou.

O relatório que será hoje apresentado pelo secretário de Estado do Emprego é obrigatório, de acordo com um lei de 2001, e deveria ser anual mas só foi apresentado um em 2005.

Fonte: http://publico.pt/sociedade/noticia/mulheres-trabalham-mais-16-horas-que-homens-1387316

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Oficina para Pais, Mães e/ou Encarregados/as de Educação

Oficina para Pais, Mães e/ou Encarregados/as de Educação

Questões (im)pertinentes!
Durante a tarde do passado Sábado (24-11-12), decorreu uma oficina para Pais, Mães e/ou Encarregados/as de Educação, que teve como objectivo incentivar as famílias para uma educação mais igualitária. Debateram-se várias questões (im)pertinentes em torno do desenvolvimento infantil e da educação, com que os pais/mães e encarregados/as de educação se confrontam no quotidiano:

·         Sabe o que fazer quando as birras passam a tamanho XXL?

·         Ou o que responder quando a sua filha lhe faz perguntas “para maiores de 18”?

·         E quando um NÃO desencadeia uma "guerra civil" familiar?

·         Quando ele diz que o cor-de-rosa é para meninas?

·         Sente-se uma mãe ou pai “táxi”?

·         Os TPC são seus ou dele/a? E que tempo máximo diário cada criança lhes deve dedicar?

·         Sabe qual é o melhor brinquedo para o seu filho/a?

·         A entrada para a escola, estaremos preparados?

·         Adolescência… e agora?

A oficina teve lugar nas instalações do IEBA, em Mortágua, das 15h:00m às 19h:00m. Foi dinamizada pelas psicólogas Ana Pereira e Carolina Veiga, que fazem parte da equipa técnica do Prof. Eduardo Sá.

Contámos com a participação activa de 22 pessoas que, na educação das suas crianças, mais do que as respostas, percebem a importância das perguntas!

Esta actividade insere-se no ciclo de workshops temáticos "Conciliar é Preciso", organizado no âmbito do projecto Ser ou Não Ser Igual III, promovido pelo IEBA com o apoio da CIG Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e do POPH Programa Operacional do Potencial Humano.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Prorrogação do prazo - PRÉMIO IGUALDADE É QUALIDADE

 
A Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) e a Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) informam que o prazo para a entrega de candidatura ao PRÉMIO IGUALDADE É QUALIDADE, 10ª Edição, foi prorrogado até 14 de dezembro.

O PRÉMIO IGUALDADE É QUALIDADE destina-se a distinguir empresas e outras entidades empregadoras com políticas exemplares nas áreas da igualdade entre mulheres e homens, no trabalho, no emprego e na formação profissional e da conciliação entre a vida familiar e profissional.

Fonte e para mais informações:http://www.cig.gov.pt/

Sessão de Trabalho - 3 de Dezembro de 2012



Violência doméstica - meios de controlo, prevenção e proteção: Teleassistência a Vítimas de Violência doméstica, Vigilância Eletrónica e programa para Agressores"

3 de dezembro de 2012

Procuradoria-geral Distrital de Lisboa

Fonte e para mais informações: http://195.23.38.178/cig/portalcig/bo/documentos/sessao_pgr_lisboa.pdf

Conferencia Internacional combate a todas as formas de violência contra as mulheres - 5 e 6 de Dezembro de 2012

A Presidente da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, Fátima Duarte, e o Presidente do Conselho Diretivo da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Eduardo Vera Cruz, têm a honra de convidar V. Exa. para a CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE O COMBATE A TODAS AS FORMAS DE VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES,  que decorrerá nos próximos dias 5 e 6 de dezembro de 2012, na Faculdade de Direito, da Universidade de Lisboa, por ocasião das Jornadas Nacionais Contra a Violência Doméstica.

 
Inscrições em www.fd.ul.pt até dia 4 de Dezembro 2012, às 17:00h ou do link: https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dGd5dk54NzNWWWZyWldIMHYzWGc4MFE6MQ

 
 Nota: As inscrições, para além deste prazo, serão realizadas no Secretariado da Conferência. No final da Conferência será distribuído um Certificado de Participação.
       

Com os melhores cumprimentos,
          

Paula Brito

 Chefe de Divisão

Divisão de Documentação e Informação (DDI)

Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género

Presidência do Conselho de Ministros

Avenida da República, 32 - 2.º andar | 1050-193 Lisboa

Tlf: 217983000 | Fax: 217983099



 
 
Fonte: www.cig.gov.pt

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Miranda do Corvo: Concurso de fotografia dedicado à igualdade de género

O Gabinete de Igualdade Género da Câmara Municipal de Miranda do Corvo está a organizar um concurso de fotografia dedicado à igualdade de género. As candidaturas estão abertas até ao dia 28 de Fevereiro de 2013.
O objectivo do concurso é sensibilizar a comunidade para o tema e valorizar as competências técnicas e de criatividade no âmbito da fotografia.
Os três melhores trabalhos fotográficos, alusivos à valorização da igualdade de género, como um valor de cidadania, serão premiados com diversas publicações. O primeiro classificado será contemplado com as obras “À Superfície do Tempo” (fotografias de Duarte Belo), “Desdobramentos” (imagens de José Barrias) e “Maquete da Cadeia da Relação do Porto”. O segundo classificado vai receber as publicações “A Porta do Meio - Exposição Colonial de 1934” (fotografias da Casa Alvão); “Desdobramentos” (imagens de José Barrias) e “Maquete da Cadeia da Relação do Porto”. O terceiro classificado receberá os títulos “Viagem aos Mares Boreais” (fotografias de Eduardo Lopes), “Desdobramentos” (imagens de José Barrias) e “Maquete da Cadeia da Relação do Porto”.
O concurso é aberto a qualquer cidadão ou cidadã residente em Portugal, sendo que cada concorrente pode participar com um número máximo de três fotografias.
As fotografias a preto e branco ou a cores deverão ser originais e ter o formato mínimo de 20x30 e o máximo de 30x40.
Cada fotografia deverá ter inscrito no verso um título que exprima o significado da imagem e ser acompanhada por uma memória descritiva, onde conste o título da fotografia, uma breve descrição do local, motivo fotografado, data em que foi feito o registo fotográfico e a razão da sua apresentação a concurso. As fotografias deverão ser também enviadas em CD-ROM.
Os participantes devem ainda remeter uma declaração, concedendo autorização à Câmara Municipal de Miranda do Corvo para a reprodução gratuita da fotografia.
O concurso é organizado ao abrigo do projecto “Trilhos para a Igualdade”, financiado pelo POPH – Programa Operacional Potencial Humano e pela CIG – Comissão para a Cidadania a Igualdade de Género, no âmbito da Medida 7.2., e em parceria com o GAICE – Gabinete de Apoio à Inovação Competitividade e Empreendedorismo do Município de Miranda do Corvo.
 
Fonte: http://campeaoprovincias.com/pt/index.php?option=com_content&view=article&id=12825:miranda-do-corvo-concurso-de-fotografia-dedicado-a-igualdade-de-genero&catid=14:actualidade&Itemid=130

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

PONHA FIM À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA LIGUE 800 202 148

PONHA FIM À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA LIGUE 800 202 148
 


 

O ano de 2011 ficou marcado pela morte de 27 mulheres às mãos dos seus companheiros e por 28980 participações do crime de violência doméstica.

41,5% destes casos foram testemunhados por crianças.

Além de provocarem graves consequências no crescimento e desenvolvimento destas crianças, estas agressões deixam marcas que ficam para sempre.



Um murro dado à mãe, provoca nos filhos

medo e vergonha.

Um pontapé dado à mãe, provoca

nos filhos agressividade e raiva.

Uma ameaça dirigida á mãe, provoca nos filhos

depressão e dificuldades de aprendizagem.




O diagnóstico é claro:

quando lhe batem a si, há mais alguém

que fica marcado para a vida.

Se vive numa relação violenta, procure ajuda.

Existem meios humanos e físicos para a auxiliar

a encontrar uma saída. Não tenha medo.

Faça-o por si e pelos seus filhos.

Em vossa defesa, dê um murro na mesa.


PONHA FIM À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA LIGUE 800 202 148

WWW.FACEBOOK.COM/DARUMMURRONAMESA
 
 
 

Seminário Mulheres e Desporto


Governo quer mais igualdade de oportunidades na sociedade, diz Jorge Lacão

O secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, Jorge Lacão, assegurou hoje que o Governo está empenhado em promover uma "profunda mudança" na sociedade portuguesa no campo da igualdade de oportunidades, com resultados visíveis numa geração.
"É uma aposta para enfrentar os desafios da modernidade. Não temos que continuar agarrados à ideia de que vivemos numa sociedade mais atrasada do que as outras", afirmou Lacão, numa conferência sobre igualdade de oportunidades.

A conferência, organizada pela central sindical UGT, em colaboração com o Hospital S. João, analisou a actual situação da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres na área da saúde.

Na sua intervenção, Jorge Lacão frisou que "as coisas só parecem impossíveis até se revelarem possíveis", defendendo que "há razões para acreditar que podemos alterar radicalmente a sociedade portuguesa no espaço de uma geração".

"O governo está muito empenhado em apresentar resultados ao nível da transformação da sociedade, das instituições e dos sistemas para que, numa geração, possamos realizar uma profunda alteração no caminho do progresso", salientou.

Jorge Lacão, que é o responsável pelas políticas de cidadania e igualdade de género, manifestou confiança de que os portugueses possam viver no futuro numa sociedade "com igualdades de oportunidades para todos".

"A sociedade está a melhorar no sentido de possibilitar às mulheres condições plenas para, em igualdade de oportunidade com os homens, poderem realizar as suas carreiras profissionais", defendeu.

Numa longa intervenção, Lacão salientou que esta evolução social "está a criar novos problemas", relacionados com a necessidade das mulheres conciliarem a vida pessoal, profissional e familiar.

"As mulheres sofrem da dupla jornada de trabalho para poderem responder aos desafios da profissão e da vida familiar", frisou.

Nessa perspectiva, referiu algumas medidas do governo, como o aumento dos lugares disponíveis nas creches e jardins de infância, para ajudar as famílias a conciliar o trabalho e a vida familiar.

"Esta é uma grande aposta que temos que fazer para que as famílias possam conciliar as expectativas profissionais com a vida familiar", salientou, acrescentando que o mesmo objectivo está presente na melhoria da rede de cuidados continuados para idosos e pessoas dependentes e na criação de unidades de saúde familiar, com horários mais flexíveis.

Fonte: http://publico.pt/politica/noticia/governo-quer-mais-igualdade-de-oportunidades-na-sociedade-diz-jorge-lacao-1305404

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Violência doméstica: lançada campanha em defesa dos filhos


«Chegou a hora de dar um murro na mesa» é o mote da mais recente campanha do Governo contra a violência doméstica. Desta vez o foco é nas crianças, já que 42% dos casos em 2011 foram presenciados por menores.

A campanha, da responsabilidade da Comissão para a Igualdade de Género (CIG), foi apresentada esta sexta-feira, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

Na cerimónia de apresentação estiveram o ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares, a secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, o secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, Marco António Costa, e o secretário de Estado adjunto do ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa.

No final da cerimónia, em declarações aos jornalistas, a secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade apontou que o ano passado foram feitas cerca de 29 mil denúncias de violência doméstica junto das autoridades policiais e que, segundo o relatório de segurança interna de 2011, 42% dessas situações foram presenciadas por crianças.

Teresa Morais defendeu, por isso, que o objetivo da atual campanha é chamar a atenção das mulheres para os efeitos negativos nas crianças que assistem a atos de violência sobre as mães e encorajá-las, com isso, a tomarem a decisão de «se libertarem das relações violentas» em que vivem.

A secretária de Estado sublinhou que há mulheres que se mantêm em relações violentas porque estão convencidas de que é melhor para os filhos que a família exista tal como está, quando, na verdade, «as crianças sofrem com a violência exercida sobre as mães» e «ficam com marcas para o resto da vida».

«Essas marcas nalguns casos são imediatas e evidentes, como o insucesso escolar, os pesadelos, a agressividade, mas há outras marcas que persistem para o resto da vida, e há também em algumas crianças uma aprendizagem do comportamento violento que mais tarde acabam por replicar sobre as pessoas com quem estão e com quem vivem», sublinhou Teresa Morais.

«É muito importante que as mulheres percebam que não faz bem aos filhos permanecerem numa relação violenta e que eles [filhos] são uma razão acrescida a ter em conta na atitude de libertação em relação às situações de violência», acrescentou.

Na apresentação da campanha, o ministro Miguel Relvas disse que o Governo tem «uma agenda firme no combate às desigualdades de género e à violência doméstica» e que entende, por isso, que tem de haver uma concentração de esforço no combate a este fenómeno.

«No primeiro semestre de 2012, segundo dados do Observatório de Mulheres Assassinadas, terão sido assassinadas 20 mulheres. À data de hoje, infelizmente, terão sido mais de 30. Nem que estivéssemos reduzidos à unidade, o combate jamais poderia esmorecer», defendeu Miguel Relvas.

Números que «envergonham» na opinião do ministro, que garantiu que o «Governo não descurou as suas obrigações nesta matéria».

A campanha vai ser divulgada nos jornais, revistas, televisões e rádios e nas redes sociais, através de uma página no Facebook: https://www.facebook.com/DarUmMurroNaMesa.

Fonte:http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/violencia-domestica-sociedade-chegou-a-hora-de-dar-um-murro-na-mesa-campanha-tvi24-sociedade/1395807-4071.html

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Seminário em Odemira debate igualdade de género e violência doméstica

Provocar a reflexão em torno da igualdade de género e da violência doméstica, "aliando desde a componente teórica ao conhecimento de experiências locais e nacionais de trabalho nestas áreas", é o grande objectivo do seminário "Igualdade de Género e Violência Doméstica: (Des)Igualdades (Irre)Conciliáveis", que se realiza esta quinta-feira, 22, na Biblioteca Municipal José Saramago, em Odemira.
Realizada no âmbito da semana temática sobre "A Igualdade de Género, Violência Doméstica e Direitos das Crianças", a iniciativa é promovida pela TAIPA – Organização Cooperativa para o Desenvolvimento Integrado do Concelho de Odemira e contará com a participação de figuras de destaque na área.
A sessão de abertura do seminário está agendada para as 9h30, com a presença da directora do Centro Regional de Segurança Social de Beja, Helena Barreto, e do presidente da Câmara de Odemira, José Alberto Guerreiro.
Às 10h00 realiza-se a conferência de João Redondo (psiquiatra e coordenador do Serviço de Violência Familiar do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra), seguindo-se o painel de debate sobre o tema "Igualdade de Género", em que participarão João Paiva (da Comissão para a Igualdade e Cidadania) e Magda Alves (do projecto Biblioteca Itinerante pela Igualdade da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta).
Depois de almoço, às 14h30, está previsto o painel "Violência doméstica… Afecto, medo e poder", com a participação de Manuel Lisboa (director do Observatório Nacional de Violência e Género da Universidade Nova de Lisboa), Manuel Lopes (representante da Rede de Intervenção Integrada em Violência Doméstica do Distrito de Évora e director da Escola Superior de Enfermagem São João de Deus, da Universidade de Évora) e Ana Calhau (directora da delegação do Alentejo da Direcção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais).

Fonte:http://correioalentejo.com/?diaria=8181