sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Gabinete Itinerante de Emprego e Formação Profissional

Desde o mês de Julho, que se encontra a funcionar de forma itinerante, pelas várias freguesia do concelho de Mortágua, o Gabinete de Apoio ao Emprego e Formação Profissional.
Este Gabinete funciona uma vez por mês, em cada sede de freguesia, nas instalações da respectiva Junta de Freguesia.
Disponibilizará um conjunto de informações e serviços gratuitos, que visam esclarecer a população e apoiar a (re)integração de pessoas em situação de desemprego, ou à procura de emprego.
Calendarização para o mês de SETEMBRO:
  • Junta de Cortegaça - Dia 16 - 10h-12h
  • Junta de Espinho - Dia 16 - 14h:15m-16h:15m
  • Junta do Sobral - Dia 16 - 16h:30m-18h:30m
  • Junta de Almaça - Dia 17 -10h - 12h
  • Junta de Vale de Remigio - Dia 17- 14h:15m - 16h:15m
  • Junta de Pala - Dia 17- 16h:30m-18h:30m
  • Junta de Trezoi - Dia 18 - 10h-12h
  • Junta de Marmeleira - Dia 18 -14h:15m-16h:15m
  • Junta de Cercosa - Dia 18 - 16h:30m-18h:30m
Em Mortágua este serviço encontra-se disponibilizado no IEBA (Pq. Ind. Manuel Lourenço Ferreira) todos os dias (excepto nos dias de serviço externo) das 9h-12h:30m e das 14h-18h:30m
Para além das actividades presenciais, podem ser solicitadas informações ou apoios específicos utilizando o e-mail (ieba@ieba.org.pt).
Esta é uma das actividades do projecto "Ser ou Não Ser Igual?"II

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Parlamento São-Tomense terá no mínimo 30 % de mulheres deputadas

São Tomé - O Parlamento de São Tomé e Príncipe aprovou uma resolução que determina as mulheres têm uma quota mínima de trinta por cento dos assentos da Assembleia Nacional, a partir das eleições Legislativa de Março de 2010.

Mais de uma centena de mulheres de todos os partidos políticos de São Tomé e Príncipe tomaram o pequeno-almoço e almoçaram à porta do Parlamento com mais de duas dezenas de cartazes onde protestavam contra a maioria masculina no parlamento são-tomense, e lembraram que só existe uma deputada do MLSTP / PSD, partido no poder e ex primeira-ministra, Maria das Neves que lidera a Rede das Mulheres da CPLP. O mesmo grupo liderado pelas dirigentes da OMSTP / PSD (Organização das Mulheres de São Tomé e Príncipe), logo após a aprovação da lei que impõe uma quota mina de 30 por cento de mulheres na Assembleia manifestaram a alegria com gritos, dançando e fizeram «fotos de família» com o slogan «mulheres unidas a luta continua até legislativas de Março de 2010».
Para a presidente da Rede das Mulheres a fraca presença feminina na Assembleia Nacional legislatura «constituía uma situação deveras preocupante», e defendeu a igualdade de direitos e de oportunidades para todas as mulheres na participação na vida politica e cívica do país. «É preciso acreditar e ter fé na primeira Comissão da Assembleia e no apoio de todos os partidos São-tomenses. Já conseguimos a quota de trinta por cento que dá 17 deputadas nos 55 assentos Parlamentar e agora as mulheres do meu país têm de assumir agora e já as suas responsabilidades eleitorais, dizendo sim, eu sou candidata dentro do seu Partido e a Rede está aqui para apoiar», afirmou a deputada Maria das Neves.

A Ministra da Defesa Nacional, Elsa Pinto, que acompanhou a votação na bancada governamental não conseguiu ficar indiferente abandonando imediatamente a sala para se juntar ao grupo das manifestantes, em declarações à PNN afirmou que «foi um motivo de satisfação porque foi uma trajectória longa e grande passo, hoje parte desta luta está concluída com o reconhecimento especial dos homens que nos acompanharam e lutaram pela esta causa justa porque consideráramos que no São Tomé e Príncipe desenvolvido é preciso ter lado a lado homens e mulheres unidos e não pode haver uma desequilibro para uma sociedade justa e igualitária».

Esta é a segunda conquista «Parlamentar da Mulher São-tomense» que é aprovada pelos deputados. A primeira foi a aprovação da lei contra a violência doméstica em São Tomé e Príncipe que contou com apoio da quinta Comissão da Assembleia Nacional, chefiada também pela deputada Maria das Neves.
IM Fonte:www.jornaldigital.com

Workshop sobre Empreendedorismo Feminino em Portugal como uma resposta à crise

A Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), entidade competente para a execução das medidas A e E da área 2.2. preconizadas no III-PNI-Plano Nacional para a Igualdade – Cidadania e Género (2007-2010) e responsável para a promoção do empreendedorismo feminino na sua concretização, tem o prazer de contar com a presença de V.Exª. para um Workshop, subordinado à temática, sobre Empreendedorismo Feminino em Portugal como uma resposta à crise”, que se irá realizar no próximo dia 9 de Setembro, pelas 09h30-17h00, no Auditório do Instituto Nacional de Reabilitação.

Este Workshop terá como objectivo sensibilizar a investir numa cultura mais empreendedora, o Empreendedorismo Feminino. Agradecendo desde já a sua disponibilidade, aguarda-se confirmação até ao dia 7 de Setembro p.f.v. para os e-mails: rosario.fidalgo@cig.gov.pt e evelyn.houard@cig.gov.pt”.

Presidente da CIG
Drª Elza Pais
Para mais informações: http://www.cig.gov.pt/

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Concurso de Fotografia "Olhares sobre a Igualdade"

O IEBA, no âmbito do projecto Ser ou Não Ser Igual?II, encontra-se a organizar um Concurso de Fotografia intitulado “Olhares sobre a Igualdade”, subordinado às temáticas da (des)igualdade entre homens e mulheres, discriminação sexual, violência doméstica e conciliação entre a vida familiar e profissional.

Podem participar no concurso todas as pessoas interessadas, estando vedada a participação aos elementos da entidade organizadora (IEBA) e aos membros do Júri, bem como aos seus familiares directos.

Cada concorrente pode apresentar até 3 trabalhos originais, impressos a cores ou a preto e branco, no formato 20x30cm ou 30x40cm. As fotos a concurso deverão ser entregues/enviadas até ao dia 30 de Setembro de 2009, no IEBA.

Os prémios a atribuir são:
> 1º Prémio:Cheque FNAC no valor de 150€;
> 2º Prémio:Cheque FNAC no valor de 100€;
> 3º Prémio:Cheque FNAC no valor de 75€;
> Menção honrosa: Um jantar para 2 pessoas.

Os trabalhos apresentados a concurso e seleccionados pelo Júri, participarão em exposição itinerante pelo concelho de Mortágua.
O Regulamento e Ficha de inscrição poderão ser solicitados na sede do IEBA – Centro de Iniciativas Empresariais Beira Aguieira – Pq Industrial Manuel Lourenço Ferreira (Mortágua), por telefone 231 927 470; por e-mail sandra.marques@ieba.org.pt ou através do site www.ieba.org.pt

Participem!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Abertura de novos concursos (21 de Julho a 24 de Agosto)

A CIG e a Comissão Directiva do POPH informam que decorre entre os dias 21 de Julho e 24 de Agosto, o período para apresentação de candidaturas ao POPH, no âmbito das Tipologias de Intervenção 7.3, 8.7.3 e 9.7.3 – Apoio Técnico e Financeiro às ONG’s e 7.6, 8.7.6 e 9.7.6 – Apoio ao Empreendedorismo, Associativismo e Criação de Redes Empresariais de Actividades Económicas geridas por mulheres, nos termos do Aviso em anexo.

Consulte o Aviso para saber mais detalhes
http://195.23.38.178/cig/portal/bo/documentos/AvisoAberturaCand_16_2009.pdf

Nota: Mais se informa que os Regulamentos Específicos, bem como as matrizes referencial de análise das tipologias a concurso foram objecto de revisão, pelo que deverão ser consultados os despachos de alteração e as novas grelhas nos sites da CIG Espaço POPH-QREN e do POPH.

terça-feira, 21 de julho de 2009

quarta-feira, 17 de junho de 2009

ESTILHAÇOS:Espectáculo sobre violência doméstica

NOTAS SOBRE UMA ENCENAÇÃO DA DOR

“Estilhaços”, peça que a Cooperativa Bonifrates tem cena no Teatro-Estúdio da Casa Municipal da Cultura de Coimbra, é uma criação colectiva com direcção, encenação e dramaturgia de João Maria André centrada no tema da violência doméstica.

Estilhaços é um espectáculo sobre o que insistentemente invade o campo do visível e se furta ao olhar de quem o quer ver: o acontecimento da violência, em espaço doméstico, familiar, privado, íntimo.
Como nasce um gesto que violenta o outro? Como se desenha, como se constrói, como evolui, como acaba, como renasce? Por uma palavra, por um silêncio, por um objecto, por um olhar, por uma presença, por uma ausência, por um sopro, um ruído, uma respiração? Onde actua esse gesto? Onde se inscreve? No corpo e na pele que o define? Ou mais além do corpo e da própria pele? Na cabeça, no coração?
Neste espectáculo, o teatro fica à porta: porque não há palco, mas apenas bastidores. Bastidores que se desdobram em inúmeras galerias de outros bastidores. Onde tudo se mistura longe dos projectores. Sombras de reflexos. Reflexos de sombras. Por detrás da primeira, da segunda e da terceira parede. Por detrás da quarta parede. Precisamente essa, que parece proteger o público e o deixa, afinal, também desprotegido. Nunca antes o teatro foi, para nós, tão desafiadoramente teatro e tão impossivelmente teatro: dar a ver o invisível na sua invisibilidade. Esse invisível que é a dor da alma. Esse invisível que é a dor do interior do corpo. Esse invisível que é a dor do mundo. João Maria André
Datas dos espectáculos: 18, 19, 25 e 26 de Junho, sempre às 22h00.
A reserva de bilhetes pode ser efectuada através do telefone 239 716 095 e os bilhetes estão à venda no local uma hora antes do espectáculo, com preços entre os 5 e os 7 euros.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Tertúlias na Biblioteca da CIG, em Junho

Prazo de candidaturas Prorrogado: Prémio às entidades com Políticas Exemplares na área da Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens

Prémio IGUALDADE É QUALIDADE
(8.ª edição – 2008-2009)
O que é o Prémio IGUALDADE É QUALIDADE?
É uma distinção de prestígio que tem como objectivo estratégico combater a discriminação e promover a igualdade entre mulheres e homens no trabalho, no emprego e na formação profissional, bem como a conciliação da vida profissional, familiar e pessoal.
As prioridades, os objectivos e as metas do Prémio IGUALDADE É QUALIDADE são, designadamente:
a) Combater a segregação no mercado de trabalho;
b) Reduzir as desigualdades nos ganhos médios mensais entre as mulheres e os homens;
c) Reduzir o diferencial entre as taxas de desemprego das mulheres e dos homens;
d) Melhorar a qualidade das condições de trabalho;
e) Criar as condições para progressos na contratação colectiva;
f) Aumentar a participação das mulheres na formação profissional qualificante;
g) Apoiar o emprego das mulheres;
h) Valorizar competências adquiridas em contexto profissional, familiar e social;
i) Introduzir na cultura das organizações, designadamente das empresas, a ideia de que a conciliação da vida profissional, familiar e pessoal é um direito e um dever dos trabalhadores e das trabalhadoras;
j) Promover a sensibilização à igualdade de género.
O Prémio IGUALDADE É QUALIDADE visa também:
a) Distinguir as empresas e entidades que realizam ou promovem acções positivas na área da igualdade entre mulheres e homens e da qualidade no trabalho, no emprego e na formação profissional;
b) Divulgar casos e medidas exemplares de diferente tipo que tenham sido desenvolvidas neste âmbito pelas empresas e entidades, informando e sensibilizando gestores/as e público em geral para a natureza dessas medidas e para a importância destes domínios;
c) Promover nas empresas e entidades a adopção de medidas concretas que visem a melhoria da qualidade e a igualdade entre mulheres e homens no trabalho, no emprego e na formação profissional e a melhoria da qualidade do emprego, nomeadamente no que se refere à conciliação entre actividade profissional, vida familiar e pessoal, dando cada vez mais visibilidade a estes factores e às empresas e entidades que integram esses objectivos na sua gestão global;
d) Criar exigência junto do público consumidor no sentido da preferência por bens e serviços produzidos com qualidade total, o que implica o cumprimento da legislação aplicável, nomeadamente em matéria de igualdade entre mulheres e homens.
Mais Informações e regulamento em:
http://www.cite.gov.pt/pt/premioigualdade/index.html
Fonte:www.cig.gov.pt

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Parentalidade: só 265 pais e mães beneficiam das novas regras

Menos de 1% dos pais decidiu partilhar a licença parental

Um mês e meio depois de terem entrado em vigor as novas regras de parentalidade, só 265 pais e mães ficaram deslumbrados com a partilha da licença de parto. São números da segurança social que mostram as diversas dificuldades que os portugueses têm em interpretar a Lei.

De acordo com o «Jornal de Negócios», nos primeiros quatro meses do ano nasceram mais de 34 mil crianças, do que o ano passado, mas as adesões apenas representam 0,8% do total de nascimentos.

A nova Lei lança o mote à maior conciliação entre a vida profissional e familiar, mas nem os anúncios nas televisões parecem ter incentivado a partilha da licença. Além disso, muitos dizem que têm dúvidas em decifrar a legislação.

Só 60% dos homens gozou os cinco dias obrigatórios

Segundo os dados da Segurança Social, os serviços atenderam 122 pedidos de pais e/ou mães que, depois de terem gozado os 4 ou 5 meses de licença ao abrigo da anterior legislação, decidiram prolongar por mais 3 meses a licença parental.

Além destes, 143 pais resolveram partilhar a licença com a mãe. Em 44 dos casos a licença será de 5 meses e em 99 chegará aos 6 meses.

Q quando se compara o número de pais que em 2008 beneficiou desta licença com o número de bebés nascidos nesse período, chega-se à conclusão que apenas 60% dos trabalhadores que tiveram filhos ficou em casa nos primeiros 5 dias de vida da criança, tendo 40% não usufruído deste direito.

FONTE: IOL Portugal Diário 15 de Junho de 2009


terça-feira, 9 de junho de 2009

Actividades do Ser ou Não Ser Igual II

De forma a darmos continuidade ao anterior projecto (Ser ou Não Ser Igual?I), prevemos até 2010 desenvolver as seguintes actividades:

- Organização de 12 acções de sensibilização itinerantes " Informática para Tod@s",
- Criação e dinamização de um "Gabinete de Apoio à Mulher" Itinerante;
- Organização do Dia da Educação para a Igualdade de Género na Escola Secundária Profissional e EB 2,3 de Mortágua;
- Organização de uma actividade lúdico-pedagógica com livros sobre a Igualdade";
- Concepção e encenação de uma peça de teatro juvenil e construção de produtos para disseminação;
- Publicação de livro com a peça de teatro, ilustrado pelas crianças do 1º Ciclo
- Organização de concurso de fotografia amadora, subordinado ao tema da igualdade de género, violência doméstica, conciliação entre a vida profissional e familiar
- Edição 10 Boletins informativos no âmbito da igualdade de género;
- Organização de 2 ateliers "Conciliação para a Igualdade"
- Dinamização de 4 pequenas performances de teatro sobre a igualdade de género nas Associações locais;
- Organização de café concerto com músicas alusivas à mulher.

Temos muito trabalho pela frente...