... a Islândia, segundo o Relatório Global da Diferença de Géneros para 2011, desenvolvido pelo Fórum Económico Mundial. Analisados 135 países, Portugal fica em 35.º lugar e o Iémen na última posição.
Parece que o melhor país do mundo para uma mulher viver e trabalhar, sendo-lhe oferecidas oportunidades iguais às que são apresentadas a um homem, é a Islândia. Pelo menos, de acordo com o Relatório Global da Diferença de Géneros do Fórum Económico Mundial (World Economic Forum) lançado este ano.
O relatório classificou 135 países, colocando seis países europeus nos 10 primeiros. A vizinha Espanha surge em décimo segundo lugar, os EUA em décimo sétimo, seguidos pelo Canadá, pela Letónia e por Cuba. Portugal surge em 35.º lugar no ranking geral, o que o coloca na 16ª posição na Europa, sendo ultrapassado pela Irlanda, a Espanha e a Letónia. Todos os 135 países receberam uma pontuação numérica entre 0 (desigualdade total) e 1 (igualdade total).
Veja a galeria de imagens para saber quais os países melhor e pior classificados.
O relatório constrói o ranking, medindo a diferença entre homens e mulheres em quatro áreas principais:
1. Participação económica e oportunidades, avaliando a diferença salarial, bem como a percentagem de mulheres trabalhadoras e mulheres que trabalham em empregos altamente qualificados.
2. Educação, avaliando o nível de escolaridade dos dois sexos e a facilidade de acesso a todos os níveis de ensino.
3. Saúde e sobrevivência, que mede a esperança média de vida e a taxa de mortalidade.
4. Papel na política, analisando o papel das mulheres na vida política do país, medindo a percentagem de mulheres representadas nas estruturas decisórias e no governo.
Portugal, no primeiro indicador, respeitante às oportunidades e à participação económica, ficou em 59.º lugar, atrás da Croácia, da bulgária, do Botsoana, do Cazaquistão. E neste parâmetro a Islândi ficou na 24.º posição, ficando o primeiro lugar para as Bahamas.
Relativamente à educação, Portugal ficou na 55ª posição, ultrapassando a hungria, a Bulgária, a Bélgica e o Brasil. Em primeiro lugar, com igualdade total, ficaram 22 países empatados, entre os quais a Austrália, a Costa Rica, a República Checa, o Lesoto, as Filipinas, o Reino unido e os EUA.
Na saúde e sobrevivênica Portugal ficou mais para trás, em 71.º lugar, abaixo de Cuba, do Suriname e da Turquia. Em primeiro ficaram 38 países com a pontuação perfeita, entre os quais Angola, Argentina, Cambodja, Costa de amrfim, Mauritânia, Mongólia e Sri Lanka. Os países com os piores resultados nesta área foram a China, a Índia e a Albânia.
Quanto ao poder político das mulheres, Portugal desceu um pouco em relação ao relatório anterior por ter menos mulheres representadas no parlamento. Está agora na 34ª posição. Em primeiro surge a Islândia, seguida da Finlândia e da Noruega. Nos últimos lugares surgem o Iémen, Belize, Brunei, Qatar e Arábia Saudita.
Fonte: http://www.rtp.pt/noticias/?t=E-o-melhor-pais-para-as-mulheres-e.rtp&article=495136&visual=3&layout=10&tm=7
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Mulheres com menos igualdade em Portugal
As mulheres em Portugal continuam com piores salários e pior acesso à saúde, indicou o Fórum Económico Internacional que assinala ainda que houve um recuo na igualdade de género, relativamente ao ano passado.No relatório anual sobre igualdade de género, Portugal surge na 35ª posição entre 135 países, três posições abaixo do relatório de 2010. Portugal surge atrás de países como a Espanha (12º) ou Moçambique (26º) mas à frente de outras nações europeias, como a França (48º).
A descida de posição de Portugal, segundo o relatório, deve-se a «pequenas deteriorações nas categorias de rendimento estimado, igualdade salarial e representação feminina no parlamento».
Islândia, Noruega, Finlândia e Suécia são os quatro primeiros em termos de igualdade de género, e o Iémen é o último da tabela.
Numa escala em que a pontuação 1 significa igualdade total entre homens e mulheres e 0 (zero) representa a desigualdade, Portugal regista 0,714 pontos.
A Política é a componente em que os resultados são mais positivos, situando-se o país na 34ª posição geral, sobretudo devido ao número de ministras (21ª posição) e deputadas (29ª posição), que compensam a 44ª posição no indicador de chefes de Estado do sexo feminino nos últimos anos.
Na Educação, o país ocupa a 55ª posição geral e na Economia cai para a 59ª, penalizado pela igualdade de salário por trabalho semelhante (109ª posição) e rendimento estimado (69ª posição).
O pior dos vários indicadores considerados pelo Fórum é a Saúde, que em Portugal surge na 71ª posição.
«A competitividade de um país depende, entre outras coisas, de ser educado e utilizado o seu talento feminino, e como tal é feito», adianta o Fórum.
Fonte:http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=296451sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Pais do Século XXI
Mudar fraldas, esterilizar biberons, preparar refeições já não são tarefas exclusivamente femininas. No século XXI, há cada vez mais homens a assumir o papel de pai a tempo inteiro. Os dados do Instituto Nacional de Estatística apontam que em Portugal, em 2010, cerca de 43 mil homens cuidavam dos filhos sozinhos. O Boas Notícias foi conhecer alguns casos e descobrir quem são estes “novos pais”.São vários os casos de homens que cuidam dos filhos. Alguns assumem a tarefa sozinhos, devido a processos de divórcio, viuvez ou ainda, em menor percentagem, na sequência de processos de adoção de crianças. Outros, apesar de viverem com a sua companheira, assumem voluntariamente as principais tarefas na educação dos filhos.
João Tavares, 37 anos, jornalista, pai de três filhos e autor do livro “Os homens precisam de mimo”, explica ao Boas Notícias que o homem do século XXI, que exerce o papel de pai, está “preocupado com outras atividades para além de estender os pés no sofá, ligar a televisão e pedir uma cerveja à mulher quando chega a casa”.
“É um pai que conhece o lugar dos tupperwares, que sabe quantas gavetas tem o congelador, onde se mete o amaciador na máquina de lavar, que se levanta à noite para dar o leite ao filho e que também tem de tirar cocó das unhas quando uma mudança de fralda não corre tão bem quanto gostaria”.
Este “pai moderno” acentua ainda que, nos dias de hoje, o progenitor faz cerca de 40 a 50 por cento das tarefas que as “mulheres faziam a 100% na década de 60”. Catarina Mexia, psicóloga e terapeuta familiar, confirma que “para além de manter o papel de provedor, o homem de hoje acrescentou o papel de cuidador e companheiro”.
A terapeuta considera que papel do pai tem vindo a alterar-se de forma apreciável nos últimos 20/25 anos. Com os tempos foi quase uma consequência, ou seja, a "moda" de participar na mudança das fraldas, ou dar banho aos filhos tornou-se em símbolo de uma participação ativa e empenhada na educação das crianças.
E, aparentemente, os homens assumiram esta tarefa com a competência necessária: “O homem que assume a parentalidade a tempo inteiro ou sozinho é tão competente quanto uma mãe e a motivação para o fazer tanto existe no homem como na mulher”. Catarina Mexia explica ainda que "ambos precisam de aprender competências básicas de parentalidade e na prática o que distingue um bom pai é a sua capacidade de estabelecer uma relação segura e emocionalmente gratificante com o seu filho".
Por outro lado, é fundamental que o adulto responsável pelas crianças tenha "capacidade de estabelecer regras e limites no que concerne à disciplina, tudo o resto pode ser aprendido, junto dos familiares próximos, dos amigos".
Fonte:http://www.boasnoticias.pt/noticias_Pais-do-Século-XXI_8565.html
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
DIA MUNICIPAL PARA A IGUALDADE - VISEU
Concurso para a criação do Logótipo da Igualdade no Município de MangualdeCom o objectivo de promover a igualdade de género junto da comunidade escolar, a Câmara Municipal de Mangualde, através do Gabinete de Acção Social e Saúde e em parceria com o Agrupamento de Escolas de Mangualde, assinalou ontem, dia 24 de Outubro, na Escola Secundária Felismina Alcântara, o Dia Municipal para a Igualdade. A acção contou com a presença da Vereadora da Acção Social, Maria José Coelho.
Os alunos foram alertados para a problemática dos estereótipos de género ainda muito presentes na nossa sociedade, facto que faz com que rapazes e raparigas se percepcionem de maneira diferente e sintam algumas restrições ao pleno desenvolvimento das suas capacidades e interesses.
Nesta acção de sensibilização para a Igualdade de género, e a título ilustrativo desta problemática, foi exibido o filme “Igualdade de Sexos”, que retracta a Luta das Operárias da Fábrica Inglesa da Ford, pela igualdade salarial e de direitos. No final, foi anunciado um concurso para a criação do Logótipo da Igualdade no Município de Mangualde, dirigido ao 3º Ciclo e Secundário, a realizar brevemente.
O Dia Municipal para a Igualdade insere-se no âmbito da implementação do Plano para a Igualdade no Município de Mangualde, como um projecto de intervenção para a mudança.
Fonte: <http://noticiasdeviseu.com/?p=2147>
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Seminário de Boas-Práticas Municipais em Igualdade
Local: Ermesinde
Horário:15,00 h.
Data de início: Segunda, 24 de Outubro de 2011
Data de fim:Segunda, 24 de Outubro de 2011
A Câmara Municipal de Valongo e a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) promovem, no próximo dia 24 de Outubro, no Fórum Cultural de Ermesinde, o Seminário de Boas-Práticas Municipais em Igualdade.
Com a presença da Secretária de Estado de Assuntos Parlamentares e Igualdade, Dra. Teresa Morais, a Presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, Dra. Teresa Fragoso, e do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Valongo, Dr. João Paulo Baltazar, e da Vereadora da Educação e Acção Social Dra. Maria da Trindade Vale, o seminário será uma oportunidade para discutir a promoção da igualdade de género nos municípios, bem como apresentar as boas-práticas em Portugal nesta área.
Paralelamente decorrerá uma Mostra de Produtos e Boas-Práticas na área da igualdade, que contará com a presença de diversas instituições com intervenção neste âmbito, entre as quais se destaca: a ANIMAR, a Associação para o Planeamento da Família (APF), a Associação para o Desenvolvimento Integrado da Cidade de Ermesinde (ADICE), a Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens (REDE) e a Associação Nacional das Empresárias (ANE).
Informações, inscrições e contactos: avl@cm-valongo.pt ou 22 973 15 85.
Fonte:http://www.animar-dl.pt/index/agenda/igulad
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
A Câmara Municipal de Montalegre e o Ecomuseu de Barroso associam-se à ANIMAR na comemoração do "Dia Municipal para a Igualdade" marcado para dia 24
Na véspera, pelas 15 horas, na sede do Ecomuseu, é exibido o filme "North Country" onde é abordado a temática da igualdade de direitos.
Desenvolvido pela rede nacional ANIMAR (Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local), a igualdade de género para a cidadania é um projeto que visa assegurar dois pilares essenciais de promoção dos princípios de igualdade de oportunidades, em especial o do género: sensibilização/disseminação "Campanha regional de sensibilização e potenciação de recursos em Igualdade de Género" e investigação-ação: Diagnóstico organizacional sobre "A gestão do tempo e a conciliação da vida pessoal, profissional e familiar nas organizações da rede Animar".
FILME EXIBIDO
NO DOMINGO
Neste âmbito, a autarquia de Montalegre e o Ecomuseu de Barroso promovem a exibição de um filme intitulado "North Country". A película fala de assédio sexual e da luta de uma mãe, com dois filhos, que decide procurar trabalho numa mina, local dominado por homens.
Dia 24/10/11- Seminário de Boas-Práticas Municipais em Igualdade
A
Câmara Municipal de Valongo e a Comissão para
a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG)
promovem, no próximo dia 24 de Outubro,
no Fórum Cultural de Ermesinde, o
Seminário de Boas-Práticas Municipais em
Igualdade.
Com
a presença da Secretária de Estado de
Assuntos Parlamentares e Igualdade,
Dra. Teresa Morais, a Presidente da
Comissão para a Cidadania e Igualdade de
Género, Dra. Teresa Fragoso, e do
Vice-Presidente da Câmara Municipal de
Valongo, Dr. João Paulo Baltazar,
o seminário será uma oportunidade para
discutir a promoção da igualdade de género nos
municípios, bem como apresentar as
boas-práticas em Portugal nesta área.
Paralelamente
decorrerá uma Mostra de Produtos e
Boas-Práticas na área da igualdade, que
contará com a presença de diversas
instituições com intervenção neste âmbito,
entre as quais se destaca: a ANIMAR, a
Associação para o Planeamento da Família
(APF), a Associação para o Desenvolvimento
Integrado da Cidade de Ermesinde (ADICE) e a
Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de
Oportunidades entre Mulheres e Homens (REDE).
Neste
sentido, temos o prazer de convidar a vossa
instituição a assistir ao seminário.
A participação é livre mas sujeita a
inscrição até ao próximo dia 21/10/2011,
pelas 12h.
Informações,
inscrições e contactos: avl@cm-valongo.pt ou 22
973 15 85.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Aljustrel: Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género visita concelho
O concelho de Aljustrel vai receber, a partir de hoje até ao próximo dia 26, a Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género.A Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género vai percorrer o concelho de Aljustrel a partir de hoje e até ao próximo dia 26. Esta iniciativa surge no âmbito de um protocolo que foi assinado entre a autarquia de Aljustrel e a UMAR-União de Mulheres Alternativa e Resposta, uma associação Feminista com 35 anos de existência e estatuto de utilidade pública.Através da Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género, a população do concelho poderá consultar livros, materiais informativos, jogos pedagógicos, falar e debater com a UMAR sobre os desafios colocados à igualdade de género, à igualdade, à cidadania e o seu papel enquanto agentes educativos e de mudança. Para além da biblioteca itinerante, este projecto inclui ainda uma exposição sobre Mulheres no Espaço Público e Novas Masculinidades; a oferta de um kit bibliográfico sobre igualdade de género à biblioteca municipal de Aljustrel, bem como uma tertúlia sobre alguns dos livros que integram este kit durante a feira do livro.Magda Alves, coordenadora do projecto Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género, afirmou nesta região são 13 os concelhos que aderiram a esta acção.Ainda segundo Magda Alves pretende-se envolver os vários agentes locais na discussão que tem por base a “igualdade de género”.Hoje a Biblioteca Itinerante pela Igualdade de Género vai estar, entre as 12.00 e as 18.30 horas, no Largo do Mercado na vila mineira.
Inês Patola
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Mulheres portuguesas ganham menos 18 por cento que os homens
As mulheres portuguesas ganham, em média, menos 18 por cento que os homens (181 euros), apesar de a sua participação no mercado de trabalho ter aumentado nos últimos anos, segundo um estudo da CGTP. Hoje decorre em Varsóvia o Congresso Europeu da Mulher.
Fonte:http://publico.pt/Sociedade/mulheres-portuguesas-ganham-menos-18-por-cento-que-os-homens_1512418
Fonte:http://publico.pt/Sociedade/mulheres-portuguesas-ganham-menos-18-por-cento-que-os-homens_1512418
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Mendes Bota eleito para Comissão para a Ética, Cidadania e Comunicação da AR
A Comissão Parlamentar para a Ética, a Cidadania e a Comunicação da Assembleia da República (AR) vai ser dirigida pelo deputado algarvio Mendes Bota. A eleição realizou-se no passado dia 6 e permitiu eleger ainda as vice-presidentes desta comissão Inês Medeiros, deputada socialista, e Catarina Martins, deputada do Bloco de Esquerda.Além desta comissão e do trabalho enquanto deputado do PSD eleito pelo Algarve, Mendes Bota é ainda presidente da Comissão para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa.
Fonte:http://www.jornaldoalgarve.pt/2011/07/mendes-bota-eleito-para-comissao-para-a-etica-cidadania-e-comunicacao-da-ar/
Fonte:http://www.jornaldoalgarve.pt/2011/07/mendes-bota-eleito-para-comissao-para-a-etica-cidadania-e-comunicacao-da-ar/
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Braga,03 jun (Lusa)-Três centenas de pessoas marcharam hoje, em Braga, pela igualdade de género
Braga, 03 jun (Lusa) -Três centenas de pessoas marcharam hoje, em Braga, pela igualdade de género, deixando vincada a ideia de que "ainda há muito caminho a percorrer" até as mulheres serem tratadas "de igual para igual" com os homens.
Envergando t-shirts brancas e empunhando vários cartazes com frases alusivas àquela temática, os participantes na marcha fizeram um pequeno percurso pelo centro histórico de Braga, que terminou junto à Sé Catedral.
"O objetivo é pôr a problemática da igualdade de género na ordem do dia", referiu Regina Sequeira, uma das responsáveis pelo Projeto Convergências, promovido pela Associação Famílias.
Para Regina Sequeira, apesar de nos últimos anos já se terem registado "bastantes avanços" no sentido da paridade entre homem e mulher, "ainda há muito caminho a percorrer" até conseguir a igualdade plena.
Uma das participantes na marcha foi a antiga atleta Albertina Machado, que sublinhou que continua a haver "muita desigualdade" de género, com a sociedade a persistir em pôr as mulheres "em segundo plano".
"Essa desigualdade nota-se sobretudo no emprego. Os patrões preferem os homens, porque as mulheres engravidam e, por isso, faltam mais", criticou.
Opinião partilhada pelo antigo andebolista Jorge Rodrigues, o primeiro português da modalidade a jogar numa equipa estrangeira, que sublinhou a evolução registada na última década mas que defendeu que "ainda há muita hipocrisia e muita desigualdade no tratamento".
Um dos cartazes dos participantes reclamava a instituição do Dia Municipal para a Igualdade.
O Projecto Convergências tem vindo a organizar diversas ações que visam a promoção da igualdade de género e prevenção/combate da violência doméstica e tráfico de seres humanos.
Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2011/06/03/braga-marcha-pela-igualdade-de-genero-juntou-tres-centenas-de-pessoas
Envergando t-shirts brancas e empunhando vários cartazes com frases alusivas àquela temática, os participantes na marcha fizeram um pequeno percurso pelo centro histórico de Braga, que terminou junto à Sé Catedral.
"O objetivo é pôr a problemática da igualdade de género na ordem do dia", referiu Regina Sequeira, uma das responsáveis pelo Projeto Convergências, promovido pela Associação Famílias.
Para Regina Sequeira, apesar de nos últimos anos já se terem registado "bastantes avanços" no sentido da paridade entre homem e mulher, "ainda há muito caminho a percorrer" até conseguir a igualdade plena.
Uma das participantes na marcha foi a antiga atleta Albertina Machado, que sublinhou que continua a haver "muita desigualdade" de género, com a sociedade a persistir em pôr as mulheres "em segundo plano".
"Essa desigualdade nota-se sobretudo no emprego. Os patrões preferem os homens, porque as mulheres engravidam e, por isso, faltam mais", criticou.
Opinião partilhada pelo antigo andebolista Jorge Rodrigues, o primeiro português da modalidade a jogar numa equipa estrangeira, que sublinhou a evolução registada na última década mas que defendeu que "ainda há muita hipocrisia e muita desigualdade no tratamento".
Um dos cartazes dos participantes reclamava a instituição do Dia Municipal para a Igualdade.
O Projecto Convergências tem vindo a organizar diversas ações que visam a promoção da igualdade de género e prevenção/combate da violência doméstica e tráfico de seres humanos.
Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2011/06/03/braga-marcha-pela-igualdade-de-genero-juntou-tres-centenas-de-pessoas
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Inscrições abertas para Prémio Jovens pela Igualdade
A Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) lançou o Prémio “Jovens para a Igualdade”, destinado a associações de jovens que se destaquem na promoção da igualdade de género. O prémio é promovido em colaboração com o Instituto Português da Juventude (IPJ). As candidaturas devem ser entregues até dia 31 de Maio directamente para a CIG, sendo obrigatória a filiação das associações no Registo Nacional do Associativismo Jovem. Os prémios pecuniários são de 1000, 750 e 500 euros, respectivamente para o primeiro, segundo e terceiro classificados.
Fonte: http://semanal.omirante.pt/index.asp?dEdicao=496&id=74599&idSeccao=8062&Action=noticia
Fonte: http://semanal.omirante.pt/index.asp?dEdicao=496&id=74599&idSeccao=8062&Action=noticia
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Mulheres discriminadas no mercado salarial
Segundo relatório do Ministério do Trabalho, as diferenças acentuam-se em lugares de topo
Segundo o estudo-síntese sobre os trabalhadores em 2009, as mulheres ganham menos do que os homens em todos os cargos, mas a diferença acentua-se à medida que se chega aos lugares de topo de carreira.
No relatório do Ministério do Trabalho pode ler-se que ”o maior afastamento das remunerações" continua a registar-se nos quadros superiores com uma diferença de 29,5%.
Uma mulher que trabalhe por conta de outrem num desses cargos de topo ganha à volta de 2000 euros mensais brutos; um homem com as mesmas funções recebe 800 euros a mais (cerca de 2838 euros no total).
O estudo acrescenta ainda que dos quase 2,9 milhões de trabalhadores por conta de outrem, o salário médio total bruto das mulheres ronda os 900 euros por mês, ao passo que os homens recebem quase 1140 euros.
Uma das explicações para esta situação é que a maior parte dos pouco ou nada qualificados são do sexo feminino, liderando ainda as mulheres a modalidade de trabalho em part-time: 70 por cento dos 165,4 mil trabalhadores.
Segundo o estudo-síntese sobre os trabalhadores em 2009, as mulheres ganham menos do que os homens em todos os cargos, mas a diferença acentua-se à medida que se chega aos lugares de topo de carreira.
No relatório do Ministério do Trabalho pode ler-se que ”o maior afastamento das remunerações" continua a registar-se nos quadros superiores com uma diferença de 29,5%.
Uma mulher que trabalhe por conta de outrem num desses cargos de topo ganha à volta de 2000 euros mensais brutos; um homem com as mesmas funções recebe 800 euros a mais (cerca de 2838 euros no total).
O estudo acrescenta ainda que dos quase 2,9 milhões de trabalhadores por conta de outrem, o salário médio total bruto das mulheres ronda os 900 euros por mês, ao passo que os homens recebem quase 1140 euros.
Uma das explicações para esta situação é que a maior parte dos pouco ou nada qualificados são do sexo feminino, liderando ainda as mulheres a modalidade de trabalho em part-time: 70 por cento dos 165,4 mil trabalhadores.
Falar da (des)igualdade em Mortágua
A temática central é da igualdade entre homens e mulheres. Produzida no âmbito do Projeto Ser ou não Ser Igual II, dinamizado pelo Centro de Iniciativas Empresariais e Sociais, estreia esta noite (30), às 21H00, no Centro de Animação Cultural de Mortágua, a peça de teatro “Lembras-te Madalena?”. O texto é de João Maria André, encenador e dramaturgo ligado desde sempre à Cooperativa Bonifrates de Coimbra, e a encenação esteve a cargo de Sílvia Brito, atriz e encenadora, com carreira feita na companhia de teatro de Coimbra A Escola da Noite.De acordo com uma nota da produção, a peça é uma criação coletiva, desenvolvida a partir de narrativas recolhidas pelo elenco, com a colaboração de João Maria André, Cândida Ferreira e Sílvia Brito. O elenco – de 23 pessoas – integra jovens estudantes, profissionais de diversas áreas, desempregados, reformados, homens e mulheres, amadores do teatro que aderiram ao projeto de “criar e levar à cena uma peça de teatro, que mostra a história do namoro, dos afetos e das relações entre homens e mulheres, visitando o passado e mostrando o presente”.
Para João Maria André, esta peça nasceu de um desafio: “mostrar em teatro o problema da (des)iguldade de género”. Num texto a acompanhar a peça, prossegue o autor, “Lembras-te, Madalena?” é um conto de afetos. Os afetos com que se faz a vida, na sua evolução, nos seus movimentos e contradições, nas suas hesitações e sobressaltos, nos seus risos e tristezas, nos seus espantos e rotinas. Um conto de afetos nas contas do amor. De uma família que tem muitos nomes, muitos membros, muitas histórias”.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Peça de Teatro: Lembras-te, Madalena?
“Lembras-te, Madalena?” é uma peça de teatro integralmente concebida e realizada no âmbito do Projecto “Ser ou Não Ser Igual? II".
É uma criação colectiva de um grupo de pessoas de Mortágua.
Este projecto é dinamizado pelo IEBA Centro de Iniciativas Empresariais e Sociais, durante os anos de 2009 e 2010, integrando um conjunto de actividades que visam sensibilizar a comunidade do concelho de Mortágua para a temática da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres.
Vai-se realizar um espectáculo a 26/12 (reservado convidados) e a estreia a 30/12 no Centro de Animação de Mortágua
50% das vítimas de agressão no namoro perdoam o agressor
Investigadora aponta, entre as várias razões para esta situação, a sobreposição do amor à violência
Estudo envidado pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCEUC) revela que metade das vítimas de agressão acabam por perdoar o agressor.
Suzana Lucas, a investigadora à frente do projecto, afirmou à agência Lusa que tal deve-se, em grande parte, ao facto de “o amor se sobrepor à própria violência”.
Outras das razões apontadas são a convicção de que “o outro vai mudar” o comportamento ou “o medo de represálias”, revelou a mesma, à margem de uma conferência sobre “violência no namoro”, promovida pela Associação Académica de Coimbra (AAC).
Durante este encontro foi referido também que nem sempre as vítimas são mulheres. Ou seja, tanto a mulher como o homem são vítimas de violência, apesar do tipo de agressão ser diferente: o agressor masculino pratica, na maior parte das situações, “violência física”, enquanto a mulher adopta mais a agressão “verbal e psicológica” e/ou “provoca ciúmes”, acrescenta a investigadora.
Este estudo incidiu apenas sobre 274 adolescentes vítimas de violência no relacionamento amoroso, mas Suzana Lucas está a desenvolver, no âmbito do seu doutoramento na FPCEUC, um estudo que envolve dois mil casos.
Estudo envidado pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCEUC) revela que metade das vítimas de agressão acabam por perdoar o agressor.
Suzana Lucas, a investigadora à frente do projecto, afirmou à agência Lusa que tal deve-se, em grande parte, ao facto de “o amor se sobrepor à própria violência”.
Outras das razões apontadas são a convicção de que “o outro vai mudar” o comportamento ou “o medo de represálias”, revelou a mesma, à margem de uma conferência sobre “violência no namoro”, promovida pela Associação Académica de Coimbra (AAC).
Durante este encontro foi referido também que nem sempre as vítimas são mulheres. Ou seja, tanto a mulher como o homem são vítimas de violência, apesar do tipo de agressão ser diferente: o agressor masculino pratica, na maior parte das situações, “violência física”, enquanto a mulher adopta mais a agressão “verbal e psicológica” e/ou “provoca ciúmes”, acrescenta a investigadora.
Este estudo incidiu apenas sobre 274 adolescentes vítimas de violência no relacionamento amoroso, mas Suzana Lucas está a desenvolver, no âmbito do seu doutoramento na FPCEUC, um estudo que envolve dois mil casos.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Violência doméstica: Pulseira eletrónica já "vigiou" 25 agressores
Porto, 03 dez (Lusa) - A secretária de Estado para a Igualdade, Elza Pais, afirmou hoje que a pulseira eletrónica já foi aplicada a 25 suspeitos da prática de violência doméstica, 21 dos quais ainda a mantêm.
A governante falava aos jornalistas à margem
do colóquio de encerramento do projeto Rebeca, promovido no Porto pela Associação Portuguesa de Mulheres Juristas (APMJ), sobre as boas práticas judiciais no âmbito da violência doméstica.
Fonte: http://dn.sapo.pt/Inicio/interior.aspx?content_id=1726590
A governante falava aos jornalistas à margem
do colóquio de encerramento do projeto Rebeca, promovido no Porto pela Associação Portuguesa de Mulheres Juristas (APMJ), sobre as boas práticas judiciais no âmbito da violência doméstica.
Fonte: http://dn.sapo.pt/Inicio/interior.aspx?content_id=1726590
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Violência Doméstica: 39 mulheres assassinadas este ano, mais dez do que em 2009 - UMAR
O Observatório das Mulheres Assassinadas da UMAR anunciou hoje que este ano foram já assassinadas por violência doméstica e de género 39 mulheres, mais dez do quem em 2009.
Também as tentativas de homicídio subiram para 37, tendo sido 28 no ano anterior, afirmou Maria José Magalhães, que salientou o facto destes dados serem provisórios.
Face a estes números, a dirigente da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) reiterou a necessidade de reforçar as medidas de polícia, avaliação de risco e aplicação de medidas de coação, no sentido de melhor preservar a segurança e proteção das vítimas.
Fonte:http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/11800773.html
Também as tentativas de homicídio subiram para 37, tendo sido 28 no ano anterior, afirmou Maria José Magalhães, que salientou o facto destes dados serem provisórios.
Face a estes números, a dirigente da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) reiterou a necessidade de reforçar as medidas de polícia, avaliação de risco e aplicação de medidas de coação, no sentido de melhor preservar a segurança e proteção das vítimas.
Fonte:http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/11800773.html
Contos com o Serafim nas Associações do Concelho de Mortágua, um verdadeiro sucesso!!


Estas sessões de contos foram distribuidas pelas Associações de Marmaleira, Vila Moinhos, Carvalhal e Quilho. Nas quais contaram com a presença de aproximadamente 500 pessoas.
Associação de mulheres empresárias organiza seminário «O Talento não tem Género»
«O Talento não tem Género» é o tema do seminário que a Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias (APME) vai organizar na próxima terça-feira, 23, no auditório da delegação regional do Instituto Português da Juventude, em Faro. “O talento não tem género e nós, mulheres, tal como os homens, temos potencial para mudar as nossas empresas e os nossos países. É preciso acabar com os estereótipos de género e dar uma oportunidade a quem tem talento.
E as mulheres, com o seu posicionamento, valores e ideias políticas e sociais distintas das assumidas pelos homens, podem ser – e são, de facto – uma mais-valia nos altos quadros de qualquer empresa”, refere a presidente da APME, Ana Bela Silva.
O seminário, organizado pela APME no âmbito do projecto «P.E. – Passaporte para o Empreendedorismo», tem inscrições gratuitas e destina-se ao público em geral, com particular enfoque para gestores, consultores, formadores, educadores e outros profissionais que trabalham na área empresarial e educativa. Em debate, entre as 14:00 horas e as 18:30, estarão temas como «Boas práticas em PME», «Acabar com os estereótipos: Como?», «Práticas de Igualdade de Género: Diagnóstico e Planeamento» e «Instrumentos e Ferramentas de implementação de Planos de Igualdade». As inscrições no seminário são gratuitas, sujeitas a limite de participantes e podem ser feitas através dos contactos 213150323 e 213150317 ou pelo endereço geral@apme.pt.
Fonte: http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=110502
E as mulheres, com o seu posicionamento, valores e ideias políticas e sociais distintas das assumidas pelos homens, podem ser – e são, de facto – uma mais-valia nos altos quadros de qualquer empresa”, refere a presidente da APME, Ana Bela Silva.
O seminário, organizado pela APME no âmbito do projecto «P.E. – Passaporte para o Empreendedorismo», tem inscrições gratuitas e destina-se ao público em geral, com particular enfoque para gestores, consultores, formadores, educadores e outros profissionais que trabalham na área empresarial e educativa. Em debate, entre as 14:00 horas e as 18:30, estarão temas como «Boas práticas em PME», «Acabar com os estereótipos: Como?», «Práticas de Igualdade de Género: Diagnóstico e Planeamento» e «Instrumentos e Ferramentas de implementação de Planos de Igualdade». As inscrições no seminário são gratuitas, sujeitas a limite de participantes e podem ser feitas através dos contactos 213150323 e 213150317 ou pelo endereço geral@apme.pt.
Fonte: http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=110502
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Dia Internacional Para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres
A Governadora Civil de Castelo Branco e a CooLabora – Consultoria e
Intervenção Social têm a honra de convidar V. Exa. para a cerimónia de
abertura da iniciativa Violência Zero - Dia Internacional Para a
Eliminação da Violência Contra as Mulheres, que terá lugar no Salão
Nobre do Governo Civil, dia 25 de Novembro, pelas 17h00, seguida da
inauguração da exposição de cartoons “Violência Não Faz o Meu Género”,
organizada pela World Press Cartoon.
Fonte:COOLABORA, CRL
Consultoria e Intervenção Social
Quinta das Rosas, Lote 6, RCH Esq. 6200-551Covilhã PT
tel e fax: +351 275335427 telemóvel +351 967455775
www.coolabora.webnode.com
Intervenção Social têm a honra de convidar V. Exa. para a cerimónia de
abertura da iniciativa Violência Zero - Dia Internacional Para a
Eliminação da Violência Contra as Mulheres, que terá lugar no Salão
Nobre do Governo Civil, dia 25 de Novembro, pelas 17h00, seguida da
inauguração da exposição de cartoons “Violência Não Faz o Meu Género”,
organizada pela World Press Cartoon.
Fonte:COOLABORA, CRL
Consultoria e Intervenção Social
Quinta das Rosas, Lote 6, RCH Esq. 6200-551Covilhã PT
tel e fax: +351 275335427 telemóvel +351 967455775
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terça-feira, 2 de novembro de 2010
Serafim conta históriasn de homens e mulheres pelas aldeias de Mortágua

Jorge Serafim, conhecido contador de histórias, vai uma vez mais, presentear os Mortáguenses com várias noites de contos de histórias. Depois de ter actuado em Mortágua (Biblioteca Municipal e nas escolas) em Fevereiro passado, com salas esgotadas, Jorge Serafim volta a Mortágua e conta histórias de homens e mulheres pelas aldeias de Mortágua
SEX, 12 21H00 Associação da Marmeleira
SÁB, 13 21H00 Associação de Vila Moinhos
DOM 14 15H00 Associação do Carvalhal
DOM, 14 18H30 I Associação de Quilho
A sua narrativa é recheada de muito humor com pitadas de stand-up comedy.
Dono de uma dinâmica singular, Serafim consegue envolver o público que o rodeia pois, se quem conta um conto acrescenta um ponto, Jorge Serafim acrescenta dois ou três, pois tem o humor à flor da pele e promete várias sessões que serão sem dúvida recheada de gargalhadas e boa disposição.
Jorge Serafim natural de Beja, que foi técnico da biblioteca Municipal de Beja durante muitos anos, e popularizou-se através do programa de televisão Levanta-te e Ri, passando depois para o programa Fátima. Mas nunca deixou de ser um contador de histórias e vai fazendo também algumas incursões pela escrita.
Por isso já sabe, saia de casa e passe uma tarde/noite bem divertida na companhia deste humorista.
Org. Centro de Iniciativas Empresariais e Sociais
SEX, 12 21H00 Associação da Marmeleira
SÁB, 13 21H00 Associação de Vila Moinhos
DOM 14 15H00 Associação do Carvalhal
DOM, 14 18H30 I Associação de Quilho
A sua narrativa é recheada de muito humor com pitadas de stand-up comedy.
Dono de uma dinâmica singular, Serafim consegue envolver o público que o rodeia pois, se quem conta um conto acrescenta um ponto, Jorge Serafim acrescenta dois ou três, pois tem o humor à flor da pele e promete várias sessões que serão sem dúvida recheada de gargalhadas e boa disposição.
Jorge Serafim natural de Beja, que foi técnico da biblioteca Municipal de Beja durante muitos anos, e popularizou-se através do programa de televisão Levanta-te e Ri, passando depois para o programa Fátima. Mas nunca deixou de ser um contador de histórias e vai fazendo também algumas incursões pela escrita.
Por isso já sabe, saia de casa e passe uma tarde/noite bem divertida na companhia deste humorista.
Org. Centro de Iniciativas Empresariais e Sociais
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Uma “Caminhada pela Igualdade” levou a que 25 pessoas de todas as idades percorressem no domingo algumas ruas e praças do centro histórico de Abrantes
Uma “Caminhada pela Igualdade” levou a que 25 pessoas de todas as idades percorressem no domingo algumas ruas e praças do centro histórico de Abrantes, passando pelos jardins do castelo e Aquapolis, num percurso de seis quilómetros. A iniciativa, organizada pela câmara municipal em parceria com a Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local (Animar) integra-se no trabalho que tem vindo a ser desenvolvido no âmbito da temática da Igualdade de Género.Fonte:http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=467&id=69230&idSeccao=7481&Action=noticia
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Espaço t lança revista para promover igualdade entre géneros
"Mais Igualdade" foi o tema que o Espaço t escolheu para o número 16 da revista Espaço Con(tacto). Uma publicação que pretende sensibilizar todo o tipo de público para a prevenção da violência doméstica.
Na passada sexta-feira, dia 22, o Espaço t apresentou o número 16 da revista Espaço Con(tacto). Com características peculiares, como o facto de ser escrita em diversas línguas e em Braille, esta publicação tem como missão chegar a todas as pessoas. A prevenção da violência doméstica serviu de mote à campanha "Mais igualdade", título desta nova edição.
Apesar do tema ser violência doméstica, houve espaço para discutir outros tipos de crime. Em declarações ao JPN, Elisa Cervina, sócia da instituição, reforça que "o tema violência é muito vasto", pois existem outras formas de "violência silenciosa", "como a segregação", que também devem ser combatidas, apesar de tal combate não apresentar resultados práticos a curto prazo.
O lançamento decorreu nas instalações do Comando Metropolitano do Porto da PSP. Um espaço alusivo ao tema, já que "a violência doméstica deve ser denunciada o quanto antes por todos aqueles que estão implicados e também pelos que não estão implicados", como revela Jorge Oliveira, director do Espaço t.
O centro histórico do Porto, onde se encontram as instalações do Comando da PSP, é conhecido por ser "uma zona particularmente atingida pela pobreza", começa por afirmar Cristiana Silva, representante do Secretariado para a Igualdade de Géneros. Pobreza essa que constitui "um meio onde, muitas vezes, a violência é mais visível", embora "não queira dizer que seja o local onde a violência doméstica esteja mais presente, porque esta está presente em todos os estratos sociais", conclui a representante.
É para esta "realidade transversal" que a revista Espaço Con(tacto) tenta alertar, apostando, para isso, no aspecto pictórico. Maria Isabel Santos, governadora civil do Porto, considera essa aposta de grande relevância, porque "a imagem é apelativa, é agressiva, é acutilante e, acima de tudo, inquieta". A violência doméstica é um fenómeno "que rouba espaço de cidadania a muitas mulheres, a muitas crianças e também a muitos idosos e a muitas pessoas com deficiência neste país", reforça a governadora civil.
Fonte:http://jpn.icicom.up.pt/2010/10/25/espaco_t_lanca_revista_para_promover_igualdade_entre_generos.html
Na passada sexta-feira, dia 22, o Espaço t apresentou o número 16 da revista Espaço Con(tacto). Com características peculiares, como o facto de ser escrita em diversas línguas e em Braille, esta publicação tem como missão chegar a todas as pessoas. A prevenção da violência doméstica serviu de mote à campanha "Mais igualdade", título desta nova edição.
Apesar do tema ser violência doméstica, houve espaço para discutir outros tipos de crime. Em declarações ao JPN, Elisa Cervina, sócia da instituição, reforça que "o tema violência é muito vasto", pois existem outras formas de "violência silenciosa", "como a segregação", que também devem ser combatidas, apesar de tal combate não apresentar resultados práticos a curto prazo.
O lançamento decorreu nas instalações do Comando Metropolitano do Porto da PSP. Um espaço alusivo ao tema, já que "a violência doméstica deve ser denunciada o quanto antes por todos aqueles que estão implicados e também pelos que não estão implicados", como revela Jorge Oliveira, director do Espaço t.
O centro histórico do Porto, onde se encontram as instalações do Comando da PSP, é conhecido por ser "uma zona particularmente atingida pela pobreza", começa por afirmar Cristiana Silva, representante do Secretariado para a Igualdade de Géneros. Pobreza essa que constitui "um meio onde, muitas vezes, a violência é mais visível", embora "não queira dizer que seja o local onde a violência doméstica esteja mais presente, porque esta está presente em todos os estratos sociais", conclui a representante.
É para esta "realidade transversal" que a revista Espaço Con(tacto) tenta alertar, apostando, para isso, no aspecto pictórico. Maria Isabel Santos, governadora civil do Porto, considera essa aposta de grande relevância, porque "a imagem é apelativa, é agressiva, é acutilante e, acima de tudo, inquieta". A violência doméstica é um fenómeno "que rouba espaço de cidadania a muitas mulheres, a muitas crianças e também a muitos idosos e a muitas pessoas com deficiência neste país", reforça a governadora civil.
Fonte:http://jpn.icicom.up.pt/2010/10/25/espaco_t_lanca_revista_para_promover_igualdade_entre_generos.html
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Curso de Violência Doméstica: acções não financiadas
No seguimento do que já havia sido anunciado, a Fundação António Silva Leal (FASL) vai realizar duas acções de formação não financiadas sobre a temática da Violência Doméstica.
Face ao limitado número de vagas permitidas no projecto de formação financiada pela CIG e POPH-QREN, esta iniciativa tem como objectivo possibilitar o acesso à formação a todos os que manifestaram interesse nesta temática.
Em virtude de terem sido recepcionadas inscrições dos mais diversos concelhos do Algarve, a FASL decidiu realizar uma acção em Faro e outra em Albufeira, com o intuito de aproximar o local de formação aos seus destinatários.
Acção de Faro: de 04/11/2010 a 17/12/2010 (todas as 5.ªs feiras) das 19h00 às 23h00;
Acção de Albufeira: de 08/11/2010 a 10/01/2011 (todas as 2.ªs feiras) das 19h00 às 23h00.
A formação será ministrada nos mesmos moldes da formação financiada, nomeadamente com a participação das formadoras Dr.ª Liliana Palma (Psicóloga da APAV) e Dr.ª Cristina Raposo (Advogada), e sendo trabalhado o mesmo referencial produzido pela CIG – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.
O curso tem um custo de 70 euros por participante (isento de IVA) podendo ser pago em duas prestações no valor de 35 euros cada, sendo a 1.ª prestação liquidada no acto de inscrição e a 2.ª no último dia de formação.
Face ao limitado número de vagas permitidas no projecto de formação financiada pela CIG e POPH-QREN, esta iniciativa tem como objectivo possibilitar o acesso à formação a todos os que manifestaram interesse nesta temática.
Em virtude de terem sido recepcionadas inscrições dos mais diversos concelhos do Algarve, a FASL decidiu realizar uma acção em Faro e outra em Albufeira, com o intuito de aproximar o local de formação aos seus destinatários.
Acção de Faro: de 04/11/2010 a 17/12/2010 (todas as 5.ªs feiras) das 19h00 às 23h00;
Acção de Albufeira: de 08/11/2010 a 10/01/2011 (todas as 2.ªs feiras) das 19h00 às 23h00.
A formação será ministrada nos mesmos moldes da formação financiada, nomeadamente com a participação das formadoras Dr.ª Liliana Palma (Psicóloga da APAV) e Dr.ª Cristina Raposo (Advogada), e sendo trabalhado o mesmo referencial produzido pela CIG – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.
O curso tem um custo de 70 euros por participante (isento de IVA) podendo ser pago em duas prestações no valor de 35 euros cada, sendo a 1.ª prestação liquidada no acto de inscrição e a 2.ª no último dia de formação.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Igualdade pode solucionar a crise
Foto Luís Carregã “Só combatemos a crise e garantimos o desenvolvimento se apostarmos na igualdade de género”. A receita para tentar fugir à recessão é da secretária de Estado para a Igualdade de Género e foi divulgada ontem, no Hotel Dona Inês.
Elza Pais abriu o seminário “Igualdade de Género no Trabalho”, promovido pela Unidade Geral de Trabalhadores (UGT) e falou dos projetos em curso para promover a conciliação de género. “Reside aqui a construção do novo paradigma”, afirmou. Dados de Portugal na Europa
A representante do governo aproveitou a ocasião para referir a subida dos números portugueses no Global Gender Gap Report 2010, realizado todos os anos pelo World Economic Forum. Portugal, que ocupava a 46.ª posição neste ranking, subiu 14 lugares e encontra-se agora no 32.º lugar.
De acordo com a secretária de Estado, nesta área, “Portugal é dos países que tem menos discrepâncias”. Um sinal positivo, apesar de, ainda hoje, se desperdiçarem “os recursos das mulheres (…) no mercado de trabalho”.
“Nós não queremos ser super mulheres, queremos ser mulheres normais, queremos os mesmos direitos dos homens”, concluiu.
Depois da abertura, o seminário continuou com um debate moderado por Eduarda Macário, subdiretora do DIÁRIO AS BEIRAS. Uma das participantes foi Sandra Ribeiro, presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e Emprego, que definiu 2010 como “um ano decisivo” para os direitos das mulheres.
O debate foi depois encerrado com novas palavras da secretária de Estado para a Igualdade de Género.
Fonte:http://www.asbeiras.pt/2010/10/igualdade-pode-solucionar-a-crise/
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Portugal sobe no ranking da igualdade de género Por Ana Cristina Pereira
Por força da participação das mulheres no mercado de trabalho e do aumento do seu peso no Governo, Portugal subiu 14 posições no ranking da igualdade de género. O país ocupa agora o 32.º lugar num índice criado pela World Economic Fórum, cujo relatório anual foi ontem divulgado.O índice foi criado em 2006 com o propósito de captar a dimensão da desigualdade de género e de monitorizar os progressos feitos nesta área. Baseia-se em indicadores de política, de economia, de educação e de saúde. Para figurar na tabela, um país tem de, no mínimo, possuir dados sobre 12 dos 14 indicadores em análise.
Este ano, a organização considerou 134 países. O top 10 não surpreende. Como nos anos anteriores, quatro países da Europa do Norte mantêm-se firmes na dianteira.
A Islândia encabeça a lista. Com uma primeira-ministra e um parlamento paritário a quase 100 por cento, é dona de uma das mais elevadas taxas de participação feminina no mercado de trabalho e, em Março, aprovou uma reforma que obriga as empresas públicas com mais de 50 funcionários a ter, no mínimo, 40 por cento de homens ou mulheres nos quadros.
A Noruega ultrapassou a Finlândia, que figura agora em segundo lugar. A Suécia completa o domínio nórdico. A Dinamarca está um pouco atrás - em sétimo. Talvez porque este índice de desigualdade de género está dissociado do nível de rendimento das famílias e do desenvolvimento nacional.
De acordo com o relatório, os nórdicos alcançaram igualdade na literacia há décadas. Há igualdade nos vários níveis de educação, excepto no superior, onde as mulheres já ultrapassaram os homens. A maior parte dos países desenvolvidos logrou este feito, mas poucos conseguem "maximizar o retorno desse investimento".
Os cinco estados nórdicos foram os que chegaram mais longe. Tudo porque combinam elevadas taxas de participação feminina no mercado de trabalho com fossos salariais quase inexistentes e garantem às mulheres imensas oportunidades de ascender a cargos de chefia.
No ranking, seguem-se: a Nova Zelândia, a Irlanda, as Filipinas, a Suíça, a Alemanha, a Bélgica, o Reino Unido, a Holanda, a Letónia, a Espanha. Espanha subiu seis posições este ano, graças a "pequenas melhorias" em diversos indicadores. Os autores do relatório destacam um aumento na presença das mulheres no mercado trabalho e no Governo. E são precisamente esses indicadores que enfatizam, mais à frente, quando referem Portugal.
O Governo de Portugal está longe da paridade: tem um primeiro-ministro, 11 ministros e cinco ministras, o que mesmo assim o coloca em 21 lugar a este nível. A lei da paridade, que obriga os partidos a reservar um terço dos lugares das listas para as mulheres, provocou os seus efeitos no ano passado: nas eleições europeias de Junho, nas legislativas de Setembro e autárquicas de Outubro - na Assembleia da República, por exemplo, foram eleitas 62 deputadas, mais 14 do que em 2005.
Fonte:http://jornal.publico.pt/noticia/13-10-2010/portugal-sobe-no-ranking-da-igualdade-de-genero-20392721.htm
Este ano, a organização considerou 134 países. O top 10 não surpreende. Como nos anos anteriores, quatro países da Europa do Norte mantêm-se firmes na dianteira.
A Islândia encabeça a lista. Com uma primeira-ministra e um parlamento paritário a quase 100 por cento, é dona de uma das mais elevadas taxas de participação feminina no mercado de trabalho e, em Março, aprovou uma reforma que obriga as empresas públicas com mais de 50 funcionários a ter, no mínimo, 40 por cento de homens ou mulheres nos quadros.
A Noruega ultrapassou a Finlândia, que figura agora em segundo lugar. A Suécia completa o domínio nórdico. A Dinamarca está um pouco atrás - em sétimo. Talvez porque este índice de desigualdade de género está dissociado do nível de rendimento das famílias e do desenvolvimento nacional.
De acordo com o relatório, os nórdicos alcançaram igualdade na literacia há décadas. Há igualdade nos vários níveis de educação, excepto no superior, onde as mulheres já ultrapassaram os homens. A maior parte dos países desenvolvidos logrou este feito, mas poucos conseguem "maximizar o retorno desse investimento".
Os cinco estados nórdicos foram os que chegaram mais longe. Tudo porque combinam elevadas taxas de participação feminina no mercado de trabalho com fossos salariais quase inexistentes e garantem às mulheres imensas oportunidades de ascender a cargos de chefia.
No ranking, seguem-se: a Nova Zelândia, a Irlanda, as Filipinas, a Suíça, a Alemanha, a Bélgica, o Reino Unido, a Holanda, a Letónia, a Espanha. Espanha subiu seis posições este ano, graças a "pequenas melhorias" em diversos indicadores. Os autores do relatório destacam um aumento na presença das mulheres no mercado trabalho e no Governo. E são precisamente esses indicadores que enfatizam, mais à frente, quando referem Portugal.
O Governo de Portugal está longe da paridade: tem um primeiro-ministro, 11 ministros e cinco ministras, o que mesmo assim o coloca em 21 lugar a este nível. A lei da paridade, que obriga os partidos a reservar um terço dos lugares das listas para as mulheres, provocou os seus efeitos no ano passado: nas eleições europeias de Junho, nas legislativas de Setembro e autárquicas de Outubro - na Assembleia da República, por exemplo, foram eleitas 62 deputadas, mais 14 do que em 2005.
Fonte:http://jornal.publico.pt/noticia/13-10-2010/portugal-sobe-no-ranking-da-igualdade-de-genero-20392721.htm
Wokshop de Cozinha - COZINHAR É PRECISO! CONCILIAR TAMBÉM.
Contou com a presença de 12 participantes, dos quais 
9 homens e 3 mulheres, foi um workshop que se destinou a homens e mulheres menos experientes na cozinha, que precisavam de saber confeccionar refeições para partilhar tarefas e melhor conciliar a sua vida familiar e profissional. O objectivo foi aprender a confeccionar uma refeição completa: sopa, prato principal e sobremesa.
9 homens e 3 mulheres, foi um workshop que se destinou a homens e mulheres menos experientes na cozinha, que precisavam de saber confeccionar refeições para partilhar tarefas e melhor conciliar a sua vida familiar e profissional. O objectivo foi aprender a confeccionar uma refeição completa: sopa, prato principal e sobremesa.
Este workshop, teve a duração de aproximadamente 8 horas, foi dinamizado pelo Chefe António(credenciado Chefe de Cozinha); a componente de confecção decorreu na cozinha da EBA e o jantar foi servido no Restaurante ACEPIPE REAL.
Cada participante teve a oprtunidade de convidar
uma pessoa para o jantar.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Mulheres aparecem menos nas notícias
As mulheres continuam a ser pouco noticiadas, revela um estudo internacional que analisou, este ano, cerca de 18 mil notícias, incluindo portuguesas, nas quais a esmagadora maioria das pessoas ouvidas ou dos protagonistas são homens (76 %).
O estudo "Quem faz as notícias? Projecto global de monitorização dos media 2010", citado pela agência Lusa, avaliou 1365 jornais, canais de televisão e de rádio e portais noticiosos, num total de 17 mil 795 notícias que envolveram 38 mil 253 pessoas.
Ao todo, foi analisada a imprensa de 108 países - incluindo Portugal -, representando 82 % da população mundial, refere, em comunicado, o Projecto Global de Monitorização dos Media (GMMP, na sigla inglesa).
A investigação, coordenada pela Associação Mundial para a Comunicação Cristã (WACC, na sigla inglesa), foi orientada em Portugal pelo Departamento de Filosofia, Comunicação e Informação da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Comparativamente com 1995, ano em que foi feito o primeiro estudo, a mais actual investigação, a quarta, conclui que 24 % das pessoas retratadas nas notícias são mulheres, um "modesto aumento" face aos 17 % registados há 15 anos.
Ainda que abaixo dos homens, as mulheres passaram a dar mais a sua opinião na imprensa este ano, em 44 % dos casos, do que há cinco anos, em 34 % das situações. Os dados relativos a 2010 realçam que 46 % das notícias reforçam os estereótipos sexuais e que apenas uma em cada cinco mulheres é ouvida como especialista.
Fonte: http://jn.sapo.pt/paginainicial/media/interior.aspx?content_id=1673371
O estudo "Quem faz as notícias? Projecto global de monitorização dos media 2010", citado pela agência Lusa, avaliou 1365 jornais, canais de televisão e de rádio e portais noticiosos, num total de 17 mil 795 notícias que envolveram 38 mil 253 pessoas.
Ao todo, foi analisada a imprensa de 108 países - incluindo Portugal -, representando 82 % da população mundial, refere, em comunicado, o Projecto Global de Monitorização dos Media (GMMP, na sigla inglesa).
A investigação, coordenada pela Associação Mundial para a Comunicação Cristã (WACC, na sigla inglesa), foi orientada em Portugal pelo Departamento de Filosofia, Comunicação e Informação da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Comparativamente com 1995, ano em que foi feito o primeiro estudo, a mais actual investigação, a quarta, conclui que 24 % das pessoas retratadas nas notícias são mulheres, um "modesto aumento" face aos 17 % registados há 15 anos.
Ainda que abaixo dos homens, as mulheres passaram a dar mais a sua opinião na imprensa este ano, em 44 % dos casos, do que há cinco anos, em 34 % das situações. Os dados relativos a 2010 realçam que 46 % das notícias reforçam os estereótipos sexuais e que apenas uma em cada cinco mulheres é ouvida como especialista.
Fonte: http://jn.sapo.pt/paginainicial/media/interior.aspx?content_id=1673371
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Divulgação de Workshop de cozinha fácil e equilibrada para homens e mulheres menos experientes na cozinha!

No próximo dia 09 de Outubro (Sáb.) o IEBA - Centro de Iniciativas Empresariais Beira Aguieira, no âmbito do projecto SER OU NÃO SER IGUAL? II, em colaboração com a EBA - Escola Profissional Beira Aguieira e com o Restaurante ACEPIPE REAL, irá dinamizar um Workshop e cozinha fácil e equilibrada para homens e mulheres menos experientes na cozinha.
É um workshop que se destina a homens e mulheres menos experientes na cozinha, que precisam de saber confeccionar refeições fáceis e equilibradas, para partilhar tarefas e melhor conciliar a sua vida familiar e profissional. O objectivo é aprender a confeccionar uma refeição completa: sopa, prato principal e sobremesa.Esta actividade, terá a duração de 8 horas, será dinamizado por um credenciado Chefe de Cozinha; a componente de confecção decorrerá na cozinha da EBA e o jantar será servido no Restaurante ACEPIPE REAL.
Cada participante pode convidar uma pessoa para o jantar. Segue em baixo, programa e observações a ter em conta:Data: 9 de Outubro de 201015h:00m > 19h:30m - Confecção das Refeições na cozinha da EBA20h:00m > 23h:00m - Jantar Restaurante ACEPIPE REAL, MortáguaInscrições: até 6 de Outubro de 2010, no Restaurante ACEPIPE REAL - Mortágua
Participação limitada a 12 pessoas, com mais de 18 anos, das quais pelo menos 50% homensCritérios de selecção:preenchimento completo, entrega dentro do prazo e número de ordem da ficha de inscrição e quota de género. A participação é gratuitaSegue em anexo, o flyer de divulgação e ficha de inscrição.
Inscreva-se !!!
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Jovens músicos recebem formação em igualdade de género
Quinze jovens músicos de hip hop receberam uma formação em igualdade de género, promovida pela Rede Laço Branco de Cabo Verde e do Instituto Cabo-verdiano para a Igualdade e Equidade de Género. O objectivo da formação, que decorreu no Palácio da Cultura Ildo Lobo, é que os jovens integrem mensagens sobre a igualdade de género na sua arte.
Segundo noticia o jornal A Semana, a ideia é que os jovens incluam nas letras das suas músicas problemáticas como a igualdade de género e a paternidade responsável, criando uma visão mais “ consciente e consistente" da sociedade. Os jovens afirmaram ao A Semana que desejam que estas formações se repitam de forma a haver "mudança das próprias atitudes bem como a qualidade da mensagem que transmitimos através das nossa criações a um público maioritariamente jovem”.
O coordenador da Rede Laço Branco, Ivan Santos, colocou a fita que simboliza a integração à Rede nos 15 jovens músicos de hip hop. “Com eles são já mais de 60 os membros do Laço Branco, organização criada há um ano e que conta com representantes de diversas profissões e estratos sociais em todas as ilhas”, concluiu, acrescentando que ser Laço Branco é uma questão de ser, e de ter uma atitude permanente na defesa da igualdade de género, uma paternidade e uma conduta social responsáveis.
Fonte: http://www.platongs.org.cv/index.php?option=com_content&view=article&id=452:jovens-musicos-recebem-formacao-em-igualdade-de-genero&catid=37:actualidade&Itemid=67
Segundo noticia o jornal A Semana, a ideia é que os jovens incluam nas letras das suas músicas problemáticas como a igualdade de género e a paternidade responsável, criando uma visão mais “ consciente e consistente" da sociedade. Os jovens afirmaram ao A Semana que desejam que estas formações se repitam de forma a haver "mudança das próprias atitudes bem como a qualidade da mensagem que transmitimos através das nossa criações a um público maioritariamente jovem”.
O coordenador da Rede Laço Branco, Ivan Santos, colocou a fita que simboliza a integração à Rede nos 15 jovens músicos de hip hop. “Com eles são já mais de 60 os membros do Laço Branco, organização criada há um ano e que conta com representantes de diversas profissões e estratos sociais em todas as ilhas”, concluiu, acrescentando que ser Laço Branco é uma questão de ser, e de ter uma atitude permanente na defesa da igualdade de género, uma paternidade e uma conduta social responsáveis.
Fonte: http://www.platongs.org.cv/index.php?option=com_content&view=article&id=452:jovens-musicos-recebem-formacao-em-igualdade-de-genero&catid=37:actualidade&Itemid=67
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Teleassistência para vítimas de violência doméstica vai ser alargada a todo o país
O Governo vai alargar a nível nacional o projecto-piloto de teleassistência às vítimas de violência doméstica. Neste programa, o agressor usa uma pulseira electrónica e a vítima um pager que avisa as autoridades sempre que haja uma tentativa de aproximação
Depois de ter sido implementado o projecto-piloto de teleassistência nas comarcas de Lisboa e Porto, o Governo decidiu alargar o programa a nível nacional num protocolo assinado nesta quarta-feira.
Neste programa, o agressor usa uma pulseira electrónica e a vítima um pager. Quando o agressor se aproxima, a vítima recebe uma informação no pager ao mesmo tempo que à central de controlo da Direcção Geral de Reinserção Social (DGRS) chega um sinal sonoro.
O Protocolo de Alargamento Nacional da Teleassistência a Vítimas de Violência Doméstica será assinado entre a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, a Guarda Nacional Republicana (GNR), a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Cruz Vermelha Portuguesa.
Até agora, o sistema era usado em sete casos de agressão e não se registou qualquer incidente em nenhum deles.
O sistema chegou a causar alguma polémica no Parlamento, quando o Bloco de Esquerda levantou a questão sobre o custo mensal de 26 euros dos equipamentos suportado pelas vítimas, criticando que a sua gratuitidade esteja dependente de uma decisão judicial.
Fonte: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=183736
Depois de ter sido implementado o projecto-piloto de teleassistência nas comarcas de Lisboa e Porto, o Governo decidiu alargar o programa a nível nacional num protocolo assinado nesta quarta-feira.
Neste programa, o agressor usa uma pulseira electrónica e a vítima um pager. Quando o agressor se aproxima, a vítima recebe uma informação no pager ao mesmo tempo que à central de controlo da Direcção Geral de Reinserção Social (DGRS) chega um sinal sonoro.
O Protocolo de Alargamento Nacional da Teleassistência a Vítimas de Violência Doméstica será assinado entre a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, a Guarda Nacional Republicana (GNR), a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Cruz Vermelha Portuguesa.
Até agora, o sistema era usado em sete casos de agressão e não se registou qualquer incidente em nenhum deles.
O sistema chegou a causar alguma polémica no Parlamento, quando o Bloco de Esquerda levantou a questão sobre o custo mensal de 26 euros dos equipamentos suportado pelas vítimas, criticando que a sua gratuitidade esteja dependente de uma decisão judicial.
Fonte: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=183736
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Seminário Mulheres + Empreendedorismo = Inovação x Crescimento - 20 Setembro de 2010
A pedido da Senhora Presidente da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, Prof.ª Doutora Sara Facão Casaca, que enderece a vossa Ex.ª o convite para estar presente no Seminário Mulheres + Empreendedorismo = Inovação x Crescimento, que decorrerá no Centro de Congressos de Lisboa da AIP no dia 20 de Setembro de 2010, conforme programa em anexo.
Esta iniciativa tem como objectivo promover estratégias de apoio ao empreendedorismo das mulheres e incentivar o associativismo e a criação de redes, favorecendo o auto emprego, a independência económica, a capacidade empresarial e a qualidade da participação na vida activa.
No âmbito deste evento, terá lugar uma mostra de projectos/empresas liderados por mulheres e resultantes de incentivos de financiamento público, entre outros (CIG/ IEFP / QREN), e ainda entidades associadas da AIP.
Esta iniciativa tem como objectivo promover estratégias de apoio ao empreendedorismo das mulheres e incentivar o associativismo e a criação de redes, favorecendo o auto emprego, a independência económica, a capacidade empresarial e a qualidade da participação na vida activa.
No âmbito deste evento, terá lugar uma mostra de projectos/empresas liderados por mulheres e resultantes de incentivos de financiamento público, entre outros (CIG/ IEFP / QREN), e ainda entidades associadas da AIP.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
FORMAÇÃO FINANCIADA -VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
FORMAÇÃO DE AGENTES QUALIFICADOS/AS QUE ACTUEM NO DOMÍNIO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E/OU DA PREVENÇÃO DA VITIMIZAÇÃO OU REVITIMIZAÇÃO
(30 HORAS)
POPH – Eixo 7 – Tipologia 7.4
OBJECTIVOS GERAIS DO CURSO
Promover a visão transversal e integrada dos diversos agentes activos sobre a problemática da Violência Doméstica;
Promover a importância da sensibilização, prevenção e educação;
Aprofundar os conhecimentos dos/as profissionais, promovendo as competências técnicas e pessoais adequadas às especificidades da problemática;
Desenvolver competências práticas e estratégicas na intervenção conjunta dos/as profissionais junto das vítimas, no sentido da reinserção e prevenção da revitimização.
CALENDARIZAÇÃO
De 06 de Outubro a 24 de Novembro de 2010. O curso tem uma duração de 30 horas, distribuídas por 1 sessão semanal de 4 horas, em horário pós-laboral (das 19h00 às 23h00).
DESTINATÁRIOS
Profissionais dos serviços sociais, forças e serviços de segurança, serviços de saúde, profissionais da educação, magistrados, advogados, funcionários judiciais, psicólogos, formadores, consultores, jornalistas e todos os profissionais com interesse sobre a temática.
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
I – Violência Doméstica: Conhecer a situação e reflectir sobre ela
II – Violência Doméstica: Princípios de intervenção
III – A Lei e o Combate à Violência Doméstica
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
Fundação António Silva Leal
Urb. Sto. António do Alto, Lt. 36 – A
8005-101 Faro
Telf. 289 888 180
Fax 289 888 181
E-mail formacao.geral@fasl.pt
Fonte: website: www.fasl.pt
(30 HORAS)
POPH – Eixo 7 – Tipologia 7.4
OBJECTIVOS GERAIS DO CURSO
Promover a visão transversal e integrada dos diversos agentes activos sobre a problemática da Violência Doméstica;
Promover a importância da sensibilização, prevenção e educação;
Aprofundar os conhecimentos dos/as profissionais, promovendo as competências técnicas e pessoais adequadas às especificidades da problemática;
Desenvolver competências práticas e estratégicas na intervenção conjunta dos/as profissionais junto das vítimas, no sentido da reinserção e prevenção da revitimização.
CALENDARIZAÇÃO
De 06 de Outubro a 24 de Novembro de 2010. O curso tem uma duração de 30 horas, distribuídas por 1 sessão semanal de 4 horas, em horário pós-laboral (das 19h00 às 23h00).
DESTINATÁRIOS
Profissionais dos serviços sociais, forças e serviços de segurança, serviços de saúde, profissionais da educação, magistrados, advogados, funcionários judiciais, psicólogos, formadores, consultores, jornalistas e todos os profissionais com interesse sobre a temática.
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
I – Violência Doméstica: Conhecer a situação e reflectir sobre ela
II – Violência Doméstica: Princípios de intervenção
III – A Lei e o Combate à Violência Doméstica
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
Fundação António Silva Leal
Urb. Sto. António do Alto, Lt. 36 – A
8005-101 Faro
Telf. 289 888 180
Fax 289 888 181
E-mail formacao.geral@fasl.pt
Fonte: website: www.fasl.pt
Vítimas de maus tratos com apoio judiciário grátis
Serviços judiciais definidos há um ano entram só agora em vigorAs vítimas de violência doméstica vão passar a ter serviços gratuitos de um advogado, caso o escolham, disponibilizado pela Or-dem dos Advogados.
Na prática, o que a lei vai permitir, a partir do dia 1 de Setembro, é que as vítimas de maus tratos possam ter um advogado oficioso para acompanhamento no interrogatório, depois de aberto um inquérito-crime, e para uma defesa ao longo de todo o processo, incluindo o julgamento.
Uma medida que já estava prevista na lei de Setembro de 2009 - que alterou alguns pontos da lei penal de 2007 relativos a maus tratos -, mas que só agora vai entrar em vigor. "Tivemos de acertar uns pontos nessa lei", explica fonte do Ministério da Justiça ao DN.
Porém, esta iniciativa não está a ser bem recebida pela APAV. "Isto é uma discriminação positiva", defende Frederico Marques, da associação de apoio à vítima. "Então se dá para as vítimas de violência doméstica, porque não para as vítimas de todos os crimes violentos?", questiona a mesma fonte. "É como a questão das taxas moderadoras no Serviço Nacional de Saúde das quais as vítimas de violência doméstica estão isentas. Porque não também vítimas de outro tipo de crime", questiona.
Frederico Marques entende que "esta medida pouco acrescenta face ao regime de apoio judiciário", explica o representante da associação, "porque estes advogados oficiosos só estarão com certeza disponíveis para casos em que os rendimentos das vítimas o justifiquem", sublinha. E acrescenta: "Além de que o apoio que a APAV dá já prevê o aconselhamento jurídico."
Também a Comissão para para a Igualdade de Género (CIG) já disponibiliza um serviço nesse sentido. "Temos uma linha de apoio a vítimas deste tipo de crimes já há muitos anos", explica ao DN Paula Brito, do organismo dependente da presidência do Conselho de Ministros. "Mas neste caso estamos mesmo a falar de advogados oficiosos para todo o processo, fornecidos pela Ordem dos Advogados", explica a mesma fonte.
Em 2009, só a APAV recebeu 6682 denúncias de maus tratos domésticos. Sendo que a maioria dos casos é relativa a companheiros e cônjuges como agressores.
Este ano já houve 23 mortes por maus tratos. Porém, apenas no- ve das 50 pulseiras electrónicas prometidas pelo Ministério da Justiça para estes agressores estão a ser utilizadas, no programa lançado pela Comissão para a Igualdade de Género, para o Porto e Coimbra.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Empresas “pouco” preocupadas com igualdade de género
Projecto “Acentuar” aponta medidas para a paridade entre homens e mulheresAs Pequenas e Médias Empresas (PME) do distrito de Bragança ainda estão “pouco sensibilizadas” para a questão da igualdade de género. Esta foi uma das conclusões retiradas de um estudo de diagnóstico realizado no âmbito do Projecto “Acentuar”, que visa a elaboração de planos para alcançar a paridade entre homens e mulheres no mercado de trabalho. Apesar disso, a secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais, realçou a “boa articulação” entre instituições na “promoção” desta valência. Inserido no Programa Operacional Potencial Humano, o “Acentuar” começou por ser elaborado em Bragança, mas a amplitude geográfica poderá ser estendida, a curto prazo, a toda a região transmontana, dado que é uma iniciativa promovida pela Federação das Associações Empresariais de Trás-os-Montes e Alto Douro (FAET). Nesta fase, o estudo foi realizado junto de PME do distrito, para que sirva de “indicador de referência” para o projecto. Em Agosto, depois de realizado o diagnóstico, decorrerão as acções a implementar, estendendo-se até ao final do ano, que vão desde acções de sensibilização e de formação, distribuição de material informativo, até acções de inovação no trabalho, esperando-se “abranger 140 destinatários directos”. “Há um longo caminho a percorrer, mas é um caminho que já está a ser efectuado. Hoje já temos instrumentos que nos ajudam a ultrapassar esses obstáculos”, justificou Elza Pais. Para a secretária de Estado, impulsionar a “igualdade é estimular o desenvolvimento de uma região”, pelo que estes planos manifestam uma “proposta de um novo modelo social de organização”. Neste âmbito, e após o diagnóstico realizado a várias entidades, o “Acentuar” vai facilitar a introdução de novas medidas que “ajudem” as famílias a usufruir de uma “proximidade entre a vida pessoal e profissional”. “Estes projectos vão seguramente ajudar-nos a reorganizar o nosso modelo social e económico”, sustentou a responsável. Elza Pais referiu ainda que é “necessário quebrar barreiras e estereótipos”, para que a “conciliação e a representação equilibrada em todos os níveis hierárquicos empresariais saiam reforçados”. Estabelecendo um comparativo com outros distritos, a secretária de Estado mostrou-se “surpreendida” com a “eficiência” do trabalho entre as diferentes redes. “Bragança é um distrito onde as pessoas se conhecem. Quando isso acontece, a proximidade é mais forte e, por isso, os projectos acabam por se fazer de uma forma muito mais fácil e agilizada.” Num investimento que ronda os 42 milhões de euros a nível nacional, a igualdade de género tem, em Bragança, um valor que ultrapassa um milhão de euros, estando o projecto “Acentuar” orçado em cem mil euros, suportado, na totalidade, pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional. Para o presidente da FAET, Jorge Morais, a reduzida sensibilidade dos empresários assenta no “envelhecido tecido empresarial”. “O empreendedorismo é uma nova estratégia e, por isso, temos de apostar nas novas gerações. Estas já estão mais direccionadas para estas questões”, frisou, apontando o “caminho da partilha” para o “desenvolvimento da região”.
Fonte: http://www.mdb.pt/noticia/3076
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Saúde em Português sensibiliza para a igualdade de género

A violência doméstica é apenas um dos sinais. Todos os anos, há mulheres que morrem devido a actos de violência praticados pelos companheiros. Mas o reverso da medalha não acontece. “Não há homens que sejam vítimas mortais de crimes de violência doméstica”, disse ontem Fernando Gomes, coordenador do projecto O Outro Sexo.
Ainda que de forma sub-reptícia, este é um dos sinais do “poder” no masculino. Um poder que está ainda muito enraizado na cultura portuguesa, nas suas mais variadas formas. O projecto, promovido pela Saúde em Português, trouxe a lume, durante mais de um ano, questões ligadas à igualdade do género. Através da sensibilização e da informação, o que se pretendeu foi contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e respeitadora dos direitos humanos e contribuir para a erradicação de comportamentos discriminatórios.
“Há preconceitos que vão passando de uma forma que ninguém se apercebe”. Os exemplos são muitos. “Para a mulher, a margem de erro, de falha ou de tolerância é sempre menor”, lembrou Lurdes Castanheira, presidente da Câmara Municipal de Góis, ela própria exemplo de que uma mulher é capaz de desempenhar tão bem como um homem – ou melhor – funções governativas.
“Em Góis, apesar de ser um concelho do interior, o sinal do eleitorado [ao ter escolhido uma mulher] é um sinal moderno. Porque – continuou – é um território onde predomina o poder patriarcal, onde o poder masculino impera”. No entanto,– confessa – “ainda é um constrangimento uma mulher visitar uma obra”.
A discriminação tem várias “roupagens”: se são as mulheres que frequentam, maioritariamente, o ensino superior, porque não conseguem aceder a lugares de chefia no mercado de trabalho? Do lado masculino, porque não existe ainda uma medicina do género direccionada para o homem?
Como salientou Fernando Gomes, a igualdade de oportunidades “é um problema” e em muito devido a questões culturais. Apesar de tudo, os responsáveis pelo projecto acreditam que – ao contrário do que relatavam as histórias de fadas que nos contaram na infância – “um dia será a princesa a salvar o cavaleiro”.
Ainda que de forma sub-reptícia, este é um dos sinais do “poder” no masculino. Um poder que está ainda muito enraizado na cultura portuguesa, nas suas mais variadas formas. O projecto, promovido pela Saúde em Português, trouxe a lume, durante mais de um ano, questões ligadas à igualdade do género. Através da sensibilização e da informação, o que se pretendeu foi contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e respeitadora dos direitos humanos e contribuir para a erradicação de comportamentos discriminatórios.
“Há preconceitos que vão passando de uma forma que ninguém se apercebe”. Os exemplos são muitos. “Para a mulher, a margem de erro, de falha ou de tolerância é sempre menor”, lembrou Lurdes Castanheira, presidente da Câmara Municipal de Góis, ela própria exemplo de que uma mulher é capaz de desempenhar tão bem como um homem – ou melhor – funções governativas.
“Em Góis, apesar de ser um concelho do interior, o sinal do eleitorado [ao ter escolhido uma mulher] é um sinal moderno. Porque – continuou – é um território onde predomina o poder patriarcal, onde o poder masculino impera”. No entanto,– confessa – “ainda é um constrangimento uma mulher visitar uma obra”.
A discriminação tem várias “roupagens”: se são as mulheres que frequentam, maioritariamente, o ensino superior, porque não conseguem aceder a lugares de chefia no mercado de trabalho? Do lado masculino, porque não existe ainda uma medicina do género direccionada para o homem?
Como salientou Fernando Gomes, a igualdade de oportunidades “é um problema” e em muito devido a questões culturais. Apesar de tudo, os responsáveis pelo projecto acreditam que – ao contrário do que relatavam as histórias de fadas que nos contaram na infância – “um dia será a princesa a salvar o cavaleiro”.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Direito à licença chega às trabalhadoras independentes
As trabalhadoras independentes estão desde hoje abrangidas pelo direito à licença de maternidade, graças a uma directiva europeia.A directiva que hoje entra em vigor foi aprovada pelo Parlamento Europeu no dia 18 de Maio e adoptada pelos Estados-Membros a 7 de Junho, que têm dois anos para transpor para a legislação nacional.
As trabalhadoras independentes terão direito a uma prestação por maternidade e a uma licença de 14 semanas, no mínimo, se assim o desejarem.
Segundo a Comissão Europeia, as novas regras visam promover o empreendedorismo em geral e o das mulheres em particular, uma vez que há disparidades neste domínio, já que só 30 por cento dos empresários na Europa são mulheres.
A disposição em matéria de protecção social para os cônjuges auxiliares e os parceiros de facto (reconhecidos enquanto tal na legislação nacional) prevê o direito a cobertura de segurança social (designadamente pensões) em termos idênticos aos dos trabalhadores independentes.
Os Estados-Membros da UE têm agora de transpor a directiva para o direito nacional, dispondo para tal de um prazo de dois anos.
Segundo dados de Bruxelas, 16 por cento da população activa da UE são trabalhadores independentes e, destes, cerca de 11% dependem da colaboração dos respectivos cônjuges ou parceiros que com eles trabalham numa base informal em pequenas empresas familiares, tais como explorações agrícolas ou consultórios médicos nas pequenas localidades.
"A nova lei europeia garante plena igualdade entre homens e mulheres na vida profissional, promovendo o empreendedorismo feminino e permitindo que as mulheres que trabalham por conta própria beneficiem de uma melhor protecção em termos de segurança social", disse a comissária europeia para a Justiça, Direitos Fundamentais e Cidadania Viviane Reding.
Viviane Reding apelou aos "Estados-Membros para que implementem rapidamente a directiva, a fim de que os cidadãos possam dela beneficiar na sua vida quotidiana".
Fonte:http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8438314542660551450
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Info SER MÃE
Info SER MÃE O que é?
Acreditamos que é possível criar uma sociedade mais justa e solidária se investirmos nas nossas crianças, começando mesmo antes de elas nascerem, e lhes proporcionarmos um ambiente de conforto, segurança e muito amor.
O fio condutor das iniciativas que propomos e dinamizamos visa essencialmente a criação de ambientes favoráveis para os nossos núcleos familiares. Sabendo que não há soluções mágicas, acreditamos que todos temos capacidades e potencialidades mas que é necessário (re)descobri-las e desenvolvê-las. Este é um espaço para esse efeito. Um espaço de partilha de informação e de experiências, que respeitando a diversidade e também a individualidade de cada um, promove as condições necessárias para uma tomada de decisões de forma consciente e autónoma nas diferentes áreas que nos propomos tratar.
Investir nas nossas crianças, começando mesmo antes de elas nascerem, e proporcionar-lhes um ambiente de conforto, segurança e muito amor é a nossa proposta. No Ser Mãe colocamos à disposição serviços relacionados com a gravidez, o nascimento/parto, a maternidade/paternidade, a saúde, entre outros. Queremos contribuir para a tomada de decisões conscientes e informadas.
Fonte e mais informações em: http://www.infosermae.pt/index.html
Acreditamos que é possível criar uma sociedade mais justa e solidária se investirmos nas nossas crianças, começando mesmo antes de elas nascerem, e lhes proporcionarmos um ambiente de conforto, segurança e muito amor.
O fio condutor das iniciativas que propomos e dinamizamos visa essencialmente a criação de ambientes favoráveis para os nossos núcleos familiares. Sabendo que não há soluções mágicas, acreditamos que todos temos capacidades e potencialidades mas que é necessário (re)descobri-las e desenvolvê-las. Este é um espaço para esse efeito. Um espaço de partilha de informação e de experiências, que respeitando a diversidade e também a individualidade de cada um, promove as condições necessárias para uma tomada de decisões de forma consciente e autónoma nas diferentes áreas que nos propomos tratar.
Investir nas nossas crianças, começando mesmo antes de elas nascerem, e proporcionar-lhes um ambiente de conforto, segurança e muito amor é a nossa proposta. No Ser Mãe colocamos à disposição serviços relacionados com a gravidez, o nascimento/parto, a maternidade/paternidade, a saúde, entre outros. Queremos contribuir para a tomada de decisões conscientes e informadas.
Fonte e mais informações em: http://www.infosermae.pt/index.html
quinta-feira, 29 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Ajuda a vítimas de violência doméstica estará disponível em breve
Em breve irá estar disponível em todo o País um dispositivo de auxílio às vítimas de violência doméstica, segundo informou esta terça-feira, a secretária de Estado Elza Pais.
O protocolo será desenvolvido em colaboração com a Cruz Vermelha e permite, através de um pager, com um funcionamento semelhante à tele-assistência para idosos, alertar as forças policiais.
Depois de analisada a situação por um magistrado, as vítimas recebem um dispositivo que apenas necessita de carregar no botão, caso sejam alvo de violência e uma equipa de socorro é enviada imediatamente para o local.
Elza Pais, secretária de Estado para a Igualdade, revelou, segundo a agência Lusa, que "mesmo não estando numa situação tão dramática, a vítima pode sempre utilizar o aparelho para falar com alguém que do outro lado lhe dará conselhos".
Outras das medidas que estão a ser testadas são a vigilância electrónica e programas de tratamento para agressores.
O protocolo será desenvolvido em colaboração com a Cruz Vermelha e permite, através de um pager, com um funcionamento semelhante à tele-assistência para idosos, alertar as forças policiais.
Depois de analisada a situação por um magistrado, as vítimas recebem um dispositivo que apenas necessita de carregar no botão, caso sejam alvo de violência e uma equipa de socorro é enviada imediatamente para o local.
Elza Pais, secretária de Estado para a Igualdade, revelou, segundo a agência Lusa, que "mesmo não estando numa situação tão dramática, a vítima pode sempre utilizar o aparelho para falar com alguém que do outro lado lhe dará conselhos".
Outras das medidas que estão a ser testadas são a vigilância electrónica e programas de tratamento para agressores.
Governo dispõe 800 mil euros para programas de igualdade no distrito de Braga
O distrito de Braga conta com 800 mil euros para sete projectos destinados a promover a igualdade entre géneros.
Isso mesmo realçou a secretária de Estado Elza Pais, ontem, em Soutelo, Vila Verde.
A governante,que tutela a pasta da Igualdade, falava no seminário ‘Promover para a Igualdade/Medidas de conciliação na vida pessoal e profissional’, enalteceu a presença, na mesa de uma engenheira ligada a uma actividade tradicionalmente masculina, a construção.Lembrando que em anterior visita a Vila Verde tinha sido “nomeada secretária de Estado do Amor”, Elza Pais realçou que a afirmação da masculinidade também é possível na prestação de cuidados de saúde ou em lares da terceira idade.Acentuando o tom da “mudança de valores”, a governante lembrou medidas que o executivo tem vindo a colocar em prática visando a igualdade, designadamente a licença parental que mães e pais podem partilhar, repartindo esforços e disponibilidade “sem perda de prestação social”.
O Pares — Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais — é uma área onde preconizou a inserção da actividade masculina, em paralelo com a introdução da mulher em áreas nas quais é tradicional o homem.
A secretária de Estado anunciou que em Setembro vão ser postas em prática medidas para a igualdade em metade dos ministérios que compõem o governo.A intervenção da governante culminou um seminário da Adere-Minho, Associação para o Desenvolvimento Regional do Minho, cujo presidente Abílio Vilaça, também interveio, assim como o presidente da Câmara de Vila verde, António Vilela.
Fonte: http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=32447
Isso mesmo realçou a secretária de Estado Elza Pais, ontem, em Soutelo, Vila Verde.
A governante,que tutela a pasta da Igualdade, falava no seminário ‘Promover para a Igualdade/Medidas de conciliação na vida pessoal e profissional’, enalteceu a presença, na mesa de uma engenheira ligada a uma actividade tradicionalmente masculina, a construção.Lembrando que em anterior visita a Vila Verde tinha sido “nomeada secretária de Estado do Amor”, Elza Pais realçou que a afirmação da masculinidade também é possível na prestação de cuidados de saúde ou em lares da terceira idade.Acentuando o tom da “mudança de valores”, a governante lembrou medidas que o executivo tem vindo a colocar em prática visando a igualdade, designadamente a licença parental que mães e pais podem partilhar, repartindo esforços e disponibilidade “sem perda de prestação social”.
O Pares — Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais — é uma área onde preconizou a inserção da actividade masculina, em paralelo com a introdução da mulher em áreas nas quais é tradicional o homem.
A secretária de Estado anunciou que em Setembro vão ser postas em prática medidas para a igualdade em metade dos ministérios que compõem o governo.A intervenção da governante culminou um seminário da Adere-Minho, Associação para o Desenvolvimento Regional do Minho, cujo presidente Abílio Vilaça, também interveio, assim como o presidente da Câmara de Vila verde, António Vilela.
Fonte: http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=32447
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Homens continuam a matar as mulheres. Porquê?
Foi uma semana sangrenta. Três mulheres foram assassinadas pelos seus companheiros ou já ex-companheiros. Morreram com tiros disparados e com facas cravadas por homens que um dia amaram.
Duas das vítimas tinham já reunido coragem para apresentar queixa à Polícia. O filho de outra das vítimas foi quem foi à esquadra pela mãe. São casos sinalizados junto das autoridades e, ainda assim, com final trágico. Porquê?
Investigadores do fenómeno da violência doméstica apontam vários factores de risco. Terá a crise financeira relação com as agressões? Terão as mulheres cedido, por amor, a mais um pedido de perdão sem saber que, desta vez, o amor vinha com uma arma carregada e pronta a disparar? Poderá uma mulher escapar a uma educação que a prepara para casar e nunca para o cultivo da sua autonomia? Será possível a uma mulher - pobre ou rica, empregada de mesa ou directora de uma empresa - escapar à teia que, ao longo de anos, o homem construiu, isolando-a de amigos, castrando a forma de vestir, simulando ciúme, diminuindo, ardilosamente, a sua auto-estima?
Os estudos indicam que mulheres de personalidade dependente ou com histórico de maus tratos integram, habitualmente, o perfil da vítima. Mas a verdade é que qualquer mulher pode ver-se presa num casulo de manipulação sedutora, independentemente da sua condição socio-económica, e descobrir que, para escapar, a sua vida fica em perigo.
Em 2009, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) ultrapassou os dez mil processos de apoio, mais 1,3% face a 2008. Foram registados 17.628 crimes, repartidos por cinco diferentes categorias criminais. Mais de seis mil mulheres foram vítimas de crime. Cerca de 127 por semana. Quase 18 por dia. Porquê?
Mulheres de classe social mais alta em desvantagem
Ana, Laura, Linda e Sara são nomes reais de mulheres assassinadas, no ano passado, por homens com quem tiveram uma relação amorosa. À medida que investigam o fenómeno, organizações movem-se no terreno para evitar que as Anas e as Saras que conhecemos não terminem numa chocante folha de papel como vítimas mortais de violência doméstica. Para que não terminem como a dor imparável no coração de um filho, de um irmão, de um pai.
"Sinto que os efeitos da crise económica e financeira também se estão a reflectir no aumento do fenómeno da violência contra as mulheres", declarou, esta semana, o deputado social-democrata Mendes Bota, à Lusa. O coordenador da campanha contra a violência doméstica da Assembleia da República defende que "a mulher é o elo mais fraco" para descarregar as "frustrações do desemprego, da falta de bens essenciais em casa e na família". Nesse sentido, Mendes Bota, que também preside à Comissão para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens do Conselho Europeu, apela às autoridades para estarem atentas este tipo de crimes.
Há mais queixas, com ou sem crise
Na perspectiva de Maria Rodrigues Vacas, da APAV, "não se pode estabelecer uma correlação entre a crise social e financeira e a violência doméstica". É possível, isso sim, reconhecer factores de risco que se aplicam a determinadas pessoas, mas não a outras.
Há agressões desencadeadas pela instabilidade económica, pela perda de qualidade de vida. Mas há violência motivada por um historial de maus tratos, por consumo de substâncias, por famílias destruídas, entre outros factores de risco.
No mesmo sentido, a investigadora da Universidade do Porto Maria José Magalhães declara que "tudo indica que não há relação entre a crise e a violência doméstica" e aponta diversos motivos para sustentar a sua afirmação. No que diz respeito às taxas de queixas apresentadas à polícia pelas vítimas, a docente explica que tem sido verificada uma progressão anual entre 10% e 11%, "independentemente da crise ou não".
O fenómeno do aumento de queixas encontra explicação no "aumento das campanhas de prevenção, das respostas sociais às mulheres e dos mecanismos de bloqueio do agressor, defende Maria José Magalhães, também directora da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR).
Aliás, estando a investigar este tipo particular de violência desde a década de 80 e recorrendo a estudos feitos a partir dos anos 60, a autora do livro Gostar de mim, gostar de ti - aprender a prevenir a violência de género recorda que, "antigamente, a mulher que era agredida pelo marido ia ao psiquiatra. Depois o médico chamava o agressor e tentava uma reconciliação". Hoje, não funciona assim.
A realidade mudou e a lei, que tornou o fenómeno num crime público, também. "A actual é boa, mas falta ainda regulamentar muitos aspectos", defende, por sua vez, a técnica da APAV. O apoio ao arrendamento dado às vítimas, por exemplo, "não é claro, porque, na prática, não se sabe quem o dá". E quanto às medidas de afastamento dos agressores, "ainda não há grande aplicabilidade".
A investigadora da Universidade do Porto lembra o caso de uma mulher, assassinada pelo marido no final do ano passado. "Ela apresentou queixa à PSP que, por sua vez, a acompanhou ao Ministério Público para exigir o afastamento do agressor. Mas a Procuradora entendeu que não havia grande perigo e não emitiu a ordem, acabando até por desautorizar a Polícia. Essa mulher morreu pouco tempo depois". Tinha 34 anos.
Advogados caros e detectives privados
Para Maria José Magalhães, associar a crise à violência doméstica, mais do que incorrecto, é "perigoso: desprotege as mulheres mais pobres e considera que as vítimas de violência de classes socio-económicas mais favorecidas só podem ser masoquistas".
A docente da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação alerta para o facto de muitas das vítimas serem empresárias, advogadas, médicas, professoras, catedráticas e defende que a condição social mais elevada não constitui uma vantagem nestes casos.
Pelo contrário: "Sentem mais vergonha, maior incompreensão social. Normalmente são casadas com homens, também financeiramente favorecidos, que pagam um advogado a peso de ouro e são absolvidos em tribunal. Encontram-nas em qualquer lugar, porque contratam um detective privado".
Quando as mulheres são forçadas a recomeçar uma nova vida, noutro lugar, com outra identidade, também as vítimas mais favorecidas socialmente são as que mais obstáculos encontram, segundo a mesma fonte. Note-se, por exemplo, o caso de uma docente universitária catedrática que construiu a sua carreira com base em artigos publicados: "Ao mudar de identidade, a carreira acaba. Já a uma mulher, cuja profissão seja a de empregada doméstica, este problema não se coloca".
O mito da culpa da mulher ainda existe
Segundo a directora da UMAR portuguesa, outro dos perigos da associação da crise a este tipo de violência é o facto de contribuir para "manter o mito de que a mulher é responsável pelo crime". Além disso, a investigadora sublinha que, de 2008 para o ano passado, morreram menos 17 mulheres nas mãos dos companheiros "e a crise não diminuiu de um ano para o outro". Segundo o Observatório das Mulheres Assassinadas da UMAR, em 2008, registaram-se 46 vítimas. Morreram 29, no ano transacto.
"Estamos a melhorar", diz, apesar da semana sangrenta que passou, com três mulheres mortas a tiro e à facada. "Hoje temos a sensação de haver mais homicídios, porque há mais atenção dos média para estes casos e há mais campanhas de prevenção. Na realidade, há menos homicídios".
Maria José Magalhães acredita ainda que os números estão abaixo dos reais, porque "há famílias que não querem ver as suas vítimas nesta estatística". Um cruel pedaço de papel com nomes que nos rodeiam todos os dias.
Duas das vítimas tinham já reunido coragem para apresentar queixa à Polícia. O filho de outra das vítimas foi quem foi à esquadra pela mãe. São casos sinalizados junto das autoridades e, ainda assim, com final trágico. Porquê?
Investigadores do fenómeno da violência doméstica apontam vários factores de risco. Terá a crise financeira relação com as agressões? Terão as mulheres cedido, por amor, a mais um pedido de perdão sem saber que, desta vez, o amor vinha com uma arma carregada e pronta a disparar? Poderá uma mulher escapar a uma educação que a prepara para casar e nunca para o cultivo da sua autonomia? Será possível a uma mulher - pobre ou rica, empregada de mesa ou directora de uma empresa - escapar à teia que, ao longo de anos, o homem construiu, isolando-a de amigos, castrando a forma de vestir, simulando ciúme, diminuindo, ardilosamente, a sua auto-estima?
Os estudos indicam que mulheres de personalidade dependente ou com histórico de maus tratos integram, habitualmente, o perfil da vítima. Mas a verdade é que qualquer mulher pode ver-se presa num casulo de manipulação sedutora, independentemente da sua condição socio-económica, e descobrir que, para escapar, a sua vida fica em perigo.
Em 2009, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) ultrapassou os dez mil processos de apoio, mais 1,3% face a 2008. Foram registados 17.628 crimes, repartidos por cinco diferentes categorias criminais. Mais de seis mil mulheres foram vítimas de crime. Cerca de 127 por semana. Quase 18 por dia. Porquê?
Mulheres de classe social mais alta em desvantagem
Ana, Laura, Linda e Sara são nomes reais de mulheres assassinadas, no ano passado, por homens com quem tiveram uma relação amorosa. À medida que investigam o fenómeno, organizações movem-se no terreno para evitar que as Anas e as Saras que conhecemos não terminem numa chocante folha de papel como vítimas mortais de violência doméstica. Para que não terminem como a dor imparável no coração de um filho, de um irmão, de um pai.
"Sinto que os efeitos da crise económica e financeira também se estão a reflectir no aumento do fenómeno da violência contra as mulheres", declarou, esta semana, o deputado social-democrata Mendes Bota, à Lusa. O coordenador da campanha contra a violência doméstica da Assembleia da República defende que "a mulher é o elo mais fraco" para descarregar as "frustrações do desemprego, da falta de bens essenciais em casa e na família". Nesse sentido, Mendes Bota, que também preside à Comissão para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens do Conselho Europeu, apela às autoridades para estarem atentas este tipo de crimes.
Há mais queixas, com ou sem crise
Na perspectiva de Maria Rodrigues Vacas, da APAV, "não se pode estabelecer uma correlação entre a crise social e financeira e a violência doméstica". É possível, isso sim, reconhecer factores de risco que se aplicam a determinadas pessoas, mas não a outras.
Há agressões desencadeadas pela instabilidade económica, pela perda de qualidade de vida. Mas há violência motivada por um historial de maus tratos, por consumo de substâncias, por famílias destruídas, entre outros factores de risco.
No mesmo sentido, a investigadora da Universidade do Porto Maria José Magalhães declara que "tudo indica que não há relação entre a crise e a violência doméstica" e aponta diversos motivos para sustentar a sua afirmação. No que diz respeito às taxas de queixas apresentadas à polícia pelas vítimas, a docente explica que tem sido verificada uma progressão anual entre 10% e 11%, "independentemente da crise ou não".
O fenómeno do aumento de queixas encontra explicação no "aumento das campanhas de prevenção, das respostas sociais às mulheres e dos mecanismos de bloqueio do agressor, defende Maria José Magalhães, também directora da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR).
Aliás, estando a investigar este tipo particular de violência desde a década de 80 e recorrendo a estudos feitos a partir dos anos 60, a autora do livro Gostar de mim, gostar de ti - aprender a prevenir a violência de género recorda que, "antigamente, a mulher que era agredida pelo marido ia ao psiquiatra. Depois o médico chamava o agressor e tentava uma reconciliação". Hoje, não funciona assim.
A realidade mudou e a lei, que tornou o fenómeno num crime público, também. "A actual é boa, mas falta ainda regulamentar muitos aspectos", defende, por sua vez, a técnica da APAV. O apoio ao arrendamento dado às vítimas, por exemplo, "não é claro, porque, na prática, não se sabe quem o dá". E quanto às medidas de afastamento dos agressores, "ainda não há grande aplicabilidade".
A investigadora da Universidade do Porto lembra o caso de uma mulher, assassinada pelo marido no final do ano passado. "Ela apresentou queixa à PSP que, por sua vez, a acompanhou ao Ministério Público para exigir o afastamento do agressor. Mas a Procuradora entendeu que não havia grande perigo e não emitiu a ordem, acabando até por desautorizar a Polícia. Essa mulher morreu pouco tempo depois". Tinha 34 anos.
Advogados caros e detectives privados
Para Maria José Magalhães, associar a crise à violência doméstica, mais do que incorrecto, é "perigoso: desprotege as mulheres mais pobres e considera que as vítimas de violência de classes socio-económicas mais favorecidas só podem ser masoquistas".
A docente da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação alerta para o facto de muitas das vítimas serem empresárias, advogadas, médicas, professoras, catedráticas e defende que a condição social mais elevada não constitui uma vantagem nestes casos.
Pelo contrário: "Sentem mais vergonha, maior incompreensão social. Normalmente são casadas com homens, também financeiramente favorecidos, que pagam um advogado a peso de ouro e são absolvidos em tribunal. Encontram-nas em qualquer lugar, porque contratam um detective privado".
Quando as mulheres são forçadas a recomeçar uma nova vida, noutro lugar, com outra identidade, também as vítimas mais favorecidas socialmente são as que mais obstáculos encontram, segundo a mesma fonte. Note-se, por exemplo, o caso de uma docente universitária catedrática que construiu a sua carreira com base em artigos publicados: "Ao mudar de identidade, a carreira acaba. Já a uma mulher, cuja profissão seja a de empregada doméstica, este problema não se coloca".
O mito da culpa da mulher ainda existe
Segundo a directora da UMAR portuguesa, outro dos perigos da associação da crise a este tipo de violência é o facto de contribuir para "manter o mito de que a mulher é responsável pelo crime". Além disso, a investigadora sublinha que, de 2008 para o ano passado, morreram menos 17 mulheres nas mãos dos companheiros "e a crise não diminuiu de um ano para o outro". Segundo o Observatório das Mulheres Assassinadas da UMAR, em 2008, registaram-se 46 vítimas. Morreram 29, no ano transacto.
"Estamos a melhorar", diz, apesar da semana sangrenta que passou, com três mulheres mortas a tiro e à facada. "Hoje temos a sensação de haver mais homicídios, porque há mais atenção dos média para estes casos e há mais campanhas de prevenção. Na realidade, há menos homicídios".
Maria José Magalhães acredita ainda que os números estão abaixo dos reais, porque "há famílias que não querem ver as suas vítimas nesta estatística". Um cruel pedaço de papel com nomes que nos rodeiam todos os dias.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Peça de teatro "Lembras-te, Madalena?"
No âmbito deste projecto e no desenvolvimento da encenação da peça de Teatro "Lembras-te, Madalena?" criou-se um grupo no Facebook.
Link: http://www.facebook.com/#!/group.php?gid=140484095964443
Encontra-se acessivel ao público em geral.
Link: http://www.facebook.com/#!/group.php?gid=140484095964443
Encontra-se acessivel ao público em geral.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
“A Promoção da Igualdade de Género nas Organizações” em discussão em Castro Verde
A Esdime – Agência para o Desenvolvimento Local no Alentejo Sudoeste realiza hoje o Seminário “A Promoção da Igualdade de Género nas Organizações”, subordinado à temática dos Planos de Igualdade Profissional, no Fórum Municipal de Castro Verde. De acordo com a Esdime o seminário “constituirá uma oportunidade para conhecer algumas experiências desenvolvidas neste domínio por diferentes entidades (ONG – Organização Não Governamental - e autarquias) e para apresentar o Plano de Igualdade da Esdime” construído no âmbito do projecto “Entre nós Iguais” financiado pelo Programa Operacional do Potencial Humano/Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (POPH/CIG).O município do Montijo, o Espaço T, a Surt e a Animar – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local são as instituições que vão partilhar as suas experiências ao longo deste seminário. “Experiências diferentes com diferentes actores mas que esperam que sejam úteis para quem estiver presente” refere David Marques, presidente da Esdime.O mesmo responsável, referiu que este seminário vai “permitir discutir e apresentar diferentes experiências e abordagens sobre a incorporação das preocupações da igualdade de género no contexto das organizações”.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
IV Encontro Temático do Fórum sobre “ Violência Doméstica e Pessoas com Deficiência “, dia 15 Junho
No dia 15 de Junho terá lugar, na CERCICA, o "Violência Doméstica e Pessoas com Deficiência". Para além da apresentação do estudo "O Impacto da Discriminação com base na Deficiência nas Mulheres", este encontro constituirá um momento de reflexão e debate sobre as especificidades do fenómeno da violência doméstica na população com deficiência.Inscrição através do telefone 214815263 ou forum.violenciadomestica@cm-cascais.pt.
Fonte: http://www.cig.gov.pt/
Prorrogado prazo de entrega de candidaturas à 9.ª edição do Prémio IGUALDADE É QUALIDADE até dia 14 de Junho

Anúncio de abertura de Candidaturas à 9.ª edição do Prémio IGUALDADE É QUALIDADE. A Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) e a Comissão para a Igualdade no Trabalho e Emprego (CITE) informam que o prazo para entrega de candidaturas à 9.ª edição do Prémio IGUALDADE É QUALIDADE foi prorrogado até 14 de Junho de 2010.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Seminário Internacional " Desafiar a indiferença: género, igualdade e inclusão social" - 25 de Junho - 9:30H - Gulbenkian
Encarrega-me a Presidente da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género de convidar V. Exa. para o Seminário Internacional “ Desafiar a indiferença: género, igualdade e inclusão social”, organizado pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, a realizar no próximo dia 25 de Junho na Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa.
Junto se anexa o programa.
Com os melhores cumprimentos,
Junto se anexa o programa.
Com os melhores cumprimentos,
Sessão de Apresentação Pública do projecto “SAÚDE DA MULHER – CONSTRUIR A IGUALDADE”,
Sessão de Apresentação Pública do projecto “SAÚDE DA MULHER – CONSTRUIR A IGUALDADE”, terá lugar no próximo dia 14 de Junho, na Praça do Giraldo em Évora pelas 19h00. No âmbito da sua intervenção social, o Movimento Democrático de Mulheres encontra-se a desenvolver entre 2010 e 2012 um projecto sócio-educativo designado, que terá mplementação geográfica nos Concelhos de Évora, Montemor-o-Novo e Arraiolos. Através da abordagem de temas complexos, relacionados com a Saúde Sexual e Reprodutiva da Mulher, visa despertar as consciências , actualizar mentalidades, desconstruir tabus e preconceitos, pela salvaguarda da vida das mulheres e do seu bem-estar.
Fonte: http://www.cig.gov.pt/
Fonte: http://www.cig.gov.pt/
Vergonha inibe homens de gozar licença de paternidade
Há mais homens a gozar licença de paternidade a que têm direito, desde 2004. Mas as mulheres duplicam tal valor. O receio de não se mostrarem másculos e a falta de fiscalização nos locais de trabalho podem motivar discrepâncias, defende um estudo do INE.
É necessário que mulheres e homens, com condições financeiras e protectoras laborais, dividam o tempo que a legislação estabelece nos cuidados a crianças, à excepção das habituais seis semanas que implica a recuperação física das mães. A recomendação consta do artigo "Nos 15 anos da Plataforma de Pequim", da jurista Maria do Céu da Cunha Rego, que integra a Revista de Estudos Demográficos, publicada ontem pelo Instituto Nacional de Estatística.
O estudo relativo ao gozo das licenças de maternidade e paternidade, principalmente desde 2004 - altura em que a segunda foi estabelecida -, refere que as mulheres continuam maioritariamente a permanecer com o bebé após o nascimento. Há cada vez mais homens a partilhar a licença mas num tímido crescimento.
"Os dados acabam em 2008. Em 2009, houve as alterações no Código de Trabalho. Apesar de ser sinónimo de 'inteligência' cada vez mais homens de licença, nestas questões continua a ver-se o homem como padrão e a mulher como um ser especifico", defende Cunha Rego, ex-secretária de Estado da Igualdade, frisando que "a lei deve tentar que o tempo seja dividido".
Segundo a jurista, há uma enorme pressão social para que "a mulher fique em casa, para justificar que é boa mãe". "Já a mesma pressão tende a achar o homem menos másculo se sair do seu posto de trabalho, nem que seja para ir ao médico com o filho. Há uma vergonha social de não corresponder a determinados padrões", justifica.
Outra razão para tal diferença? "Se desde 2004 há uma licença de paternidade e se incumpre, então é porque a fiscalização não está a funcionar", responde. "A Autoridade para as Condições do Trabalho) deveria intervir para que se perceba por que existem esses valores", salientou a autora do trabalho, que assinala os 15 anos sobre a grande conferência das Nações Unidas relativa à igualdade de homens e mulheres.
Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1588546
É necessário que mulheres e homens, com condições financeiras e protectoras laborais, dividam o tempo que a legislação estabelece nos cuidados a crianças, à excepção das habituais seis semanas que implica a recuperação física das mães. A recomendação consta do artigo "Nos 15 anos da Plataforma de Pequim", da jurista Maria do Céu da Cunha Rego, que integra a Revista de Estudos Demográficos, publicada ontem pelo Instituto Nacional de Estatística.
O estudo relativo ao gozo das licenças de maternidade e paternidade, principalmente desde 2004 - altura em que a segunda foi estabelecida -, refere que as mulheres continuam maioritariamente a permanecer com o bebé após o nascimento. Há cada vez mais homens a partilhar a licença mas num tímido crescimento.
"Os dados acabam em 2008. Em 2009, houve as alterações no Código de Trabalho. Apesar de ser sinónimo de 'inteligência' cada vez mais homens de licença, nestas questões continua a ver-se o homem como padrão e a mulher como um ser especifico", defende Cunha Rego, ex-secretária de Estado da Igualdade, frisando que "a lei deve tentar que o tempo seja dividido".
Segundo a jurista, há uma enorme pressão social para que "a mulher fique em casa, para justificar que é boa mãe". "Já a mesma pressão tende a achar o homem menos másculo se sair do seu posto de trabalho, nem que seja para ir ao médico com o filho. Há uma vergonha social de não corresponder a determinados padrões", justifica.
Outra razão para tal diferença? "Se desde 2004 há uma licença de paternidade e se incumpre, então é porque a fiscalização não está a funcionar", responde. "A Autoridade para as Condições do Trabalho) deveria intervir para que se perceba por que existem esses valores", salientou a autora do trabalho, que assinala os 15 anos sobre a grande conferência das Nações Unidas relativa à igualdade de homens e mulheres.
Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1588546
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Prémio Paridade: “Mulheres e Homens na Comunicação Social”

O prazo de candidaturas ao Prémio Paridade: “Mulheres e Homens na Comunicação Social”, decorre de 9 a 25 de Junho de 2010, promovido pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género.
São admitidos a concurso peças jornalísticas e produtos de publicidade originais, (Imprensa, Rádio, Televisão ou outro meio de difusão), de entidades públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos, em suporte papel, vídeo digital e áudio, difundidos nos meios de comunicação social, durante o ano de 2009.
Fonte:http://www.cig.gov.pt/
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