terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Municipio de Vouzela promove seminário sobre a igualdade de género

No âmbito do Plano Municipal para a Igualdade, a Câmara Municipal de Vouzela vai realizar, no próximo dia 1 de Fevereiro, pelas 10h, no Auditório Municipal 25 de Abril, um seminário subordinado ao tema: “Construindo Redes para a Igualdade”.
A iniciativa tem como principais objectivos promover uma reflexão crítica sobre a igualdade de género; debater a importância do mainstreaming de género como valor estratégico de desenvolvimento das políticas locais; apresentar o Plano Municipal para a Igualdade de Vouzela e formalizar a criação de uma Rede de Parceiros para a Igualdade.
O projecto será amadrinhado por Matilde Sousa Franco.
Programa:
10h – Sessão de Abertura – Presidente do Município de Vouzela, Dr. Telmo Antunes
10h15 – Dra. Matilde Sousa Franco – “Representações sociais homem/mulher- breve contextualização e novos paradigmas sociais”
11h – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, Dra. Ana Paula Fitas– “O mainstreaming de género como estratégia de desenvolvimento integrado”
11h45 – Intervalo
12h – Técnica Superior de Sociologia do Município de Vouzela, Drª Carla Maia – Apresentação do Plano Municipal para a Igualdade
12h30 – Apresentação e Assinatura dos Protocolos – Rede de Parceiros para a Igualdade

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Eles têm melhores ordenados que elas

Os dados são da deputada Ho Sio Kam: a diferença salarial entre homens e mulheres está a aumentar todos os anos. A presidente da Associação de Educação de Macau, nomeada pelo Chefe do Executivo à Assembleia Legislativa, falou ontem em plenário para pedir igualdade de género no trabalho e na política. Defende também que o Conselho Consultivo dos Assuntos das Mulheres deve passar a abranger todas as classes sociais.
“Em 2009, o rendimento médio das mulheres correspondia a 80 por cento do salário dos homens, mas em 2009 este valor diminuiu para 78 por cento. A diferença entre os rendimentos dos homens e das mulheres tende a aumentar de ano para ano”, afirmou Ho Sio Kam, que participou em Novembro no Fórum Internacional sobre Mulher e o Desenvolvimento Sustentável, organizado em Pequim. A deputada citou sondagens de 2009 para concluir que 70 por cento das mulheres de Macau dizem não ter sido promovidas nos últimos cinco anos. “Isto mostra que, nos últimos dois anos, a mudança do estatuto social das mulheres para cargos mais elevados é pequena”, rematou.
A deputada defende que o Governo deve “proporcionar oportunidades de participação económica e profissional” – quase dez por cento das mulheres entre 45 e 54 anos estão já reformadas – e propõe também mudanças no órgão consultivo que fala pelo género feminino junto do Executivo. “É necessário unir todas as mulheres das diferentes classes sociais e elevar a sua consciencialização de participação na vida política”, defendeu Ho, que pede ao Governo para alargar a representatividade do Conselho Consultivo.
Para confirmar “o baixo nível de participação da mulher” na política, Ho Sio Kam lembrou que entre os cinco secretários “apenas uma é mulher” e contou as quatro deputadas com assento nos 29 lugares da Assembleia. A dirigente associativa sugere um “reforço da capacidade feminina” e avança para o campo da Educação – dos 5104 docentes que dão aulas em Macau, 3753 são mulheres.
“A equipa de professoras em Macau constitui uma força de elite no âmbito da gestão social e da prestação de serviços sociais”, apontou Ho Sio Kam, para quem as mulheres “têm vantagens relevantes no âmbito da manutenção da ordem e estabilidade social”. As professoras, exemplificou, conseguem manter “um contacto mais estreito com as encarregadas de educação, conhecendo bem a respectiva situação social”.
“Caso este impacto feminino seja efectivamente aproveitado, isto contribuirá para consciencializar as mulheres a participar nos assuntos sociais”, defendeu. Estatísticas à parte, Ho Sio Kam acha que as mulheres “têm ainda de ser fortes e autónomas, e devem atrever-se a assumir responsabilidades”. S.N.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Decreto Regulamentar n.º 1/2012, de 6 de Janeiro - Aprova a orgânica da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, abreviadamente designada por CIG.

Decreto Regulamentar n.º 1/2012, de 6 de Janeiro - Aprova a orgânica da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, abreviadamente designada por CIG.
Procede à reorganização interna da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, abreviadamente designada por CIG, organismo da administração directa do Estado, integrado na Presidência do Conselho de Ministros, responsável pela execução das políticas públicas no domínio da cidadania e da promoção e defesa da igualdade de género.
Reduz o número de equipas multidisciplinares de três para duas, as quais passam a agregar as duas grandes áreas de missão da CIG: CIDADANIA E IGUALDADE DE GÉNERO e VIOLÊNCIA DOMÉSTICA/VIOLÊNCIA DE GÉNERO, prioridades assumidas pelo Governo.

Fonte: http://escritosdispersos.blogs.sapo.pt/356758.html

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

A Comissão Cidadania e Igualdade de Género (CIG) vai ser presidida pela jurista Fátima Duarte, a partir de 9 de Janeiro, disse à agência Lusa a secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais.

Fátima Duarte, jurista de formação e que actualmente exercia funções de assessora jurídica no Ministério dos Negócios Estrangeiros, substitui Teresa Fragoso neste organismo da administração pública.

Fátima Duarte integrou o quadro jurídico da antecessora da CIG -- a CIDM (Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres) -- entre 1994 e 2000. Foi depois presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) entre Janeiro de 2006 e Janeiro de 2009. É mestre em Ciências Jurídicas pela Faculdade de Direito de Lisboa.

Na vice-presidência da CIG, até agora ocupada por Manuel Albano, ficará, também a partir de 9 de Janeiro, Teresa Chaves de Almeida, igualmente jurista e que integra o quadro do Ministério da Defesa Nacional.

Foi secretária geral adjunta do Ministério da Defesa Nacional e era actualmente secretária geral adjunta do Ministério da Educação.

“A escolha recaiu sobre pessoas com formação jurídica, uma ampla experiência profissional, um conhecimento profundo da administração pública e um conhecimento e uma sensibilidade específicos para as matérias da igualdade”, disse à Lusa Teresa Morais.

A escolha de Fátima Duarte “é particularmente relevante por, para além da sua sólida formação jurídica, conhecer bem a CIG, onde esteve durante seis anos, e ter presidido a um organismo na área da igualdade [a CITE], que lhe dá um conhecimento profundo das matérias com as quais terá de trabalhar”, justificou a secretária de Estado.

No caso de Teresa Chaves de Almeida, “é muito relevante a experiência que tem de gestão de pessoas e orçamentos”, acrescentou.

Fátima Duarte e Teresa Chaves de Almeida ficarão em funções, no máximo, até ao limite do prazo que a nova lei dos titulares de cargos dirigentes da administração pública estabelece para a realização de concursos públicos para estes lugares, ou seja, 31 de Dezembro de 2013.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

(des)Igualdade entre homens e mulheres em tempos de crise…

Uma análise sob a perspectiva do género é fundamental para compreender a profundidade e os efeitos da actual crise económica e para desenhar as respostas de recuperação mais adequadas. A crise afectou e afecta homens e mulheres, mas afecta-os de maneira diferente.
Um recente relatório das Nações Unidas demonstra que se no início da crise foram os homens quem mais perderam postos de trabalho, entretanto, têm sido as mulheres quem mais estão expostas a situações de desemprego. Efectivamente, as mulheres, neste momento, são quem perde mais e mais rapidamente empregos, enquanto os homens apresentam uma ténue tendência de estabilização da taxa de desemprego. Quando a crise financeira se abateu inicialmente nos Estados Unidos e a seguir na Europa, as consequências fizeram-se sentir primeiro nos sectores com mão de obra masculinizada, como a construção e indústria extractiva e só mais tarde atacou sectores tradicionalmente femininos como os serviços e a industria manufactureira, nomeadamente os têxteis. A situação, passados três anos inverteu-se claramente. No terceiro trimestre deste ano, em Portugal, a taxa de desemprego dos homens atingiu os 12%, mas a das mulheres ultrapassou largamente este valor e fixou-se em 12.9%.
A desigualdade entre homens e mulheres no trabalho não é um fenómeno novo, mas a actual crise económica tem vindo a aumentar os factores de desigualdade de género em todo o mundo. Não há dúvida de que as mulheres estão particularmente em desvantagem para lidar com a crise financeira. A sua falta de poder político e económico, consequência da sobre representatividade em empregos precários ou temporários, salários mais baixos, e o facto de serem os principais provedores do cuidado dos filhos e dos dependentes, torna-as obviamente o elo mais fraco. Por tudo isto, é previsível que sejam as mulheres a ficar ainda mais em desvantagem na recessão económica. Mas por outro lado, é preciso lembrar que esta crise é diferente de outras que aconteceram em momentos anteriores da nossa história recente, porque hoje em dia, o trabalho das mulheres, por mais precário e mal pago que possa ser é indispensável para o seu sustento e para o sustento os seus lares. O trabalho das mulheres é fundamental para a economia de qualquer país. Por isso, o afastamento das mulheres do mercado de trabalho não é uma hipótese minimamente ponderável, nem para as próprias, nem para o mercado de trabalho, nem para o sistema de segurança social nem para o sistema fiscal.
As mulheres não vão desistir do seu lugar no mercado de trabalho, nem o mercado de trabalho quer prescindir da sua força e competência laboral, mais do que provada em todos os sectores de actividade, nem o sistema contributivo ou tributário quer perder a sua comparticipação. Precisamos pois, de não perder algum optimismo e pensar que a actual situação de crise também poderá oferecer uma grande oportunidade de mudança. Mudar, por exemplo, a arquitectura do sistema financeiro global tornando-o mais atento à igualdade. Mudar, por exemplo, para um modelo macroeconómico de desenvolvimento em que a igualdade de género seja uma parte integrante. Mudar, por exemplo, a forma rígida dos papéis sociais atribuídos aos homens e às mulheres. Mudar os preconceitos.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Uma igualdade com diferenças
 
O desporto deve tratar de igual modo homens e mulheres. Só o pode fazer se respeitar as diferenças.A análise da história e sobretudo dos diferentes sistemas de organização social, revela-nos que não é fácil. Razão pela qual o problema da igualdade entre homens e mulheres ter sido, recorrentemente, abordado ao longo dos séculos. No domínio da política, da religião, da economia, da sociologia. O que revela a importância do tema e simultaneamente a sua complexidade. E o desporto não ficou de fora.
Um post recente da Maria José Carvalho para além da oportunidade que revelou teve o mérito de abrir um debate importante. É que o direito das mulheres ao desporto está hoje carregado de outros direitos que o desporto deve acolher na sua singularidade. Nos tempos actuais já não estamos apenas perante um propósito de igualdade de direitos entre sexos que são diferentes, mas entre géneros onde as diferenças não são as mesmas. A alteração semântica não é neutra. Ela acentua a passagem da diferença biológica para a diferença social. E resulta da pressão de movimentos de características diversas, mas muito por força dos movimentos feministas, para quem o género é construído socialmente, independentemente da base biológica. Simone de Beauvoir (O Segundo Sexo), utilizou uma expressão emblemática quando escreveu que ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Com o conceito de género o que se pretende acolher não é apenas o masculino/feminino, mas as representações sociais quer de um, quer de outro, onde, no limite, se podem abrigar, até, diferentes sexualidades e papéis sociais, incluindo na composição da célula familiar e dos diferentes papéis sociais no seu interior (p.e. um homem ser mãe ou uma mulher ser pai…).
A organização de competições desportivas em função da orientação sexual é apenas uma manifestação extrema destes novos tempos, mas cujo futuro ninguém pode, em bom rigor, adivinhar. E a mimetização de comportamentos e vestuário masculinos em algumas modalidades praticadas por mulheres ou os tratamentos de rosto e os modos amaneirados em alguns homens, em modalidades tradicionalmente femininas, demonstram esse facto. Na estética das modalidades verifica-se mesmo que na sua dimensão feminina algumas acentuaram essa feminização enquanto outras optaram por se masculinizar. E no domínio do espectáculo desportivo, palco de signos e valorações simbólicas do corpo em exercício, as metamorfoses masculino/feminino ou vice -versa tem óbvias leituras de conformação/desconformação aos arquétipos e aos padrões sociais dominantes. Podemos deles discordar. Mas não temos como os evitar.
Este modo de abordar o problema não é pacífico. Em alguns círculos de opinião termos como feminizar ou masculinizar suscitam muitas controvérsias porque decorrentes de padrões civilizacionais que foram socialmente moldados. Por outro lado, muito deste debate é feito como posições de grande conflitualidade e onde abundam perspectivas radicais quer de homofobia, quer de misogenia.
Mas o desporto tem uma outra singularidade: é, contrariamente à generalidade das práticas sociais em que participam ambos os sexos (ou géneros?), uma dimensão que, para a sua realização/avaliação, mantém competições e classificações em que os separa. O que é a evidência de uma igualdade com diferenças muito por força do reconhecimento de que, no plano biológico, fisiológico e motor existem diferenças que têm de ser levadas em linha de conta. Mesmo quando, convém reconhecê-lo, a evolução filogenética, social e comportamental das mulheres tenha vindo ao longo dos tempos a reduzir o impacto dessas diferenças no rendimento desportivo.
O direito ao desporto foi um direito tardio e que não acompanhou os restantes direitos cívicos e políticos. Nos tempos actuais o princípio da igualdade de ambos os sexos no uso desse direito não suscita qualquer controvérsia, mas importa ter presente que os Jogos da Antiguidade eram interditos a mulheres, e que, nas primeiras edições dos Jogos Olímpicos da Era Moderna as mulheres foram proibidas de participar. E este último tempo histórico é, apesar de tudo, recente.
A ligação da prática do desporto à promoção dos direitos das pessoas, incluindo as mulheres, obriga a recolocar valores, conteúdos éticos e educativos do desporto à luz do que tem sido o seu desenvolvimento social nos últimos anos. Não pedindo ou esperando do desporto, aquilo que isoladamente não está em condições de dar - uma sociedade mais igualitária entre homens e mulheres - mas pedindo e esperando que dê o seu contributo no que são as suas possibilidades. E que são ainda bastantes.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011


Postais sobre Violência(s) contra as (jovens) Mulheres - Nós Dizemos Não a Qualquer Forma de Violência! E tu?

Neste Dia 25 de Novembro - Dia Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Violência Contra as Mulheres - o Projecto BIIG da UMAR criou e divulga postais aludindo a várias formas de violência contra as (jovens) mulheres.
Postais que o Projecto propôs às várias instituições parceiras (12 câmaras municipais, a ESDIME - Agência para o Desenvolvimento Local do Alentejo Sudeste,  Instituto Português da Juventude, I.P, algumas escolas e organizações da sociedade civil da Região do Alentejo) que divulgassem pelos seus meios (via electrónica ou em papel).

O verso dos postais contem alguns contactos úteis e dados sobre este fenómeno que, na Região do Alentejo como por todo o país, mata, fere, diminui inúmeras jovens raparigas e mulheres residentes em Portugal.
Dizemos Não a qualquer forma de violência! E tu?




 
  
  
Fonte: Facebook: BIG Projectos - big~EI e BIIG
www.umarfeminismos .org   ; www.cdocfeminista.org

Plano de Igualdade de Género da UBI na WEB

A Universidade da Beira Interior (UBI) é a primeira instituição universitária portuguesa a desenvolver um Plano de Igualdade de Género e, consequentemente, a assumir o compromisso de o pôr em prática.
Um Plano de Igualdade de Género é uma estratégia institucional destinada a assumir a equidade real entre homens e mulheres no trabalho, eliminando estereótipos, atitudes e obstáculos que dificultem o acesso de qualquer dos sexos a determinadas profissões e categorias de trabalho em igualdade de condições.

Consciente de que a igualdade de género dentro de uma Instituição potencia o aproveitamento do potencial e das capacidades de todo o pessoal, o aumento da motivação e do compromisso com o trabalho por parte dos trabalhadores e das trabalhadoras e a criação de uma instituição de qualidade, a UBI tem como objetivo promover medidas que favoreçam a incorporação, a permanência e o desenvolvimento da carreira profissional das pessoas, mediante uma participação equilibrada de mulheres e homens em todas as ocupações e em todos os níveis de responsabilidade.

Consulte
http://ubigual.igualdadedegenero.ubi.pt para obter todas as informações sobre o Plano de Igualdade de Género da UBI, as atividades em curso, a legislação vigente, a biblioteca de igualdade de género e muito mais.

Fonte:http://noticias.universia.pt/vida-universitaria/noticia/2011/11/27/892104/plano-igualdade-genero-da-ubi-na-web.html

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O telefone 213 802 160 pode salvar muitas vidas

A Associação das Mulheres Contra a Violência (AMCV) lançou uma campanha de divulgação da linha telefónica, 213 802 160, destinada a denunciar casos de violência doméstica.

 


Uma campanha que surge numa altura em que foram revelados dados do Observatório de Mulheres Assassinadas (OMA) dando conta que este ano já morreram 23 mulheres vítimas de violência doméstica.

A campanha "Denuncie a violência doméstica", disponibiliza o número de telefone 213 802 160, para todos aqueles que tenham testemunhado casos de violência doméstica e os possam denunciar às autoridades competentes.

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2148664

Hoje, comemora-se o dia internacional de luta contra a violência à mulher

Municípios comemoram eliminação da violência doméstica

Hoje, sexta-feira, Lousada, Penafiel e Paredes assinalam o dia com actividades para apelar à eliminação de todas as formas de violência contra as mulheres.
"Diferença na Igualdade" é a designação das actividades que estão a ser desenvolvidas em Lousada até ao dia 5 de Dezembro. Durante três dias, os técnicos frequentam uma acção de formação sobre Igualdade de Género, que decorre no Espaço AJE.
Hoje, realizam-se actividades nos três concelhos para assinalar o dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres com a apresentação do Projecto ALPHI (Agência Local para a Igualdade), no Espaço AJE, pelas 16h00. Em Penafiel, acontecem jornadas de reflexão e, em Paredes, fóruns sobre a violência do namoro nas.
No Hospital Padre Américo vai estar exposta uma obra representativa do projecto que engloba particularidades dos três concelhos, como a pedra, a madeira e o tecido. Este monumento, elaborado por um artista de Penafiel, vai estar exposto em diversos locais dos concelhos e nas instituições parceiras do projecto.
Nos dias 28 e 29 decorre, no Espaço AJE, uma acção de formação sobre tráfico de seres humanos e, no dia 30, vai ser assinado o protocolo de parceria do serviço Flor-de-Lis, no âmbito da problemática da Violência doméstica.
"Um Sorriso pela Diferença" é o nome da exposição que vai estar disponível no Espaço AJE, desde o dia 25 de Novembro até 5 de Dezembro composta por trabalhos realizados pelos alunos das escolas do 3.º ciclo alusivos à igualdade de género, deficiência e voluntariado.
De acordo com a vereadora da Acção Social de Lousada, Cristina Moreira, a violência doméstica "assume-se como uma problemática transversal na nossa sociedade cuja resposta adequada, atempada e satisfatória nem sempre é fácil". "Por isso, entendemos que o desenvolvimento de uma resposta colectiva que congregasse experiências e recursos de três concelhos e de um conjunto alargado de parceiros seria mais consistente e permitiria minorar os efeitos deste flagelo nas nossas vítimas e respectivas famílias", disse ainda.

 Fonte: http://www.verdadeiroolhar.pt/materias.php?id=19976&secao=lousada

83 denúncias de violência doméstica por dia, 15 condenados por homicídio em 2010

A pena mais baixa deste ano foi ouvida no Tribunal de Sintra: 15 anos. Entregara-se na GNR: "Dei um tiro à minha mulher e não sei se está viva ou morta". O tribunal teve em conta "a confissão, o arrependimento e a idade" do homem, de ar frágil, que ia nos 75 anos, menos cinco do que a vítima.

Fonte: http://www.publico.pt/Sociedade/pelo-menos-15-condenados-por-homicidio-de-mulheres-1522482?p=1

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

A ADIBER dinamiza Campanha do Laço Branco de 25 de Novembro a 6 de Dezembro

A ADIBER - Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra, através do Projecto "Expandir Mais Oportunidades", apoiado pelo POPH – Programa Operacional Potencial Humano, sendo o organismo Intermédio a CIG – Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, irá à semelhança de anos anteriores, desenvolver a Campanha do Laço Branco, nos Concelhos de Arganil, Góis, Oliveira do Hospital e Tábua.
O Dia Internacional para a Eliminação de todas as formas de Violência contra as Mulheres, 25 de Novembro, dá o inicio a esta Campanha. Pretende-se deste modo prestar a nossa homenagem às 43 Mulheres que em 2010 perderam a vida. A violência sobre as mulheres é um fenómeno que atravessa classes sociais, idades e regiões, constituindo uma grave violação dos Direitos Humanos. Os números não são subjectivos nem nos podem deixar indiferentes.
Assim, durante estes 12 dias pela não violência, irá ser efectuada a distribuição GRATUITA de LAÇOS BRANCOS a todas as pessoas que se associem a esta causa, solicitando que permaneçam com o seu Laço até 6 de Dezembro, dia em que esta Campanha surgiu, por um grupo de homens, no Canadá que manifestaram deste modo a sua indignação e repulsa pela violência sobre as mulheres.
Refira-se ainda que este ano a Campanha será alargada com a colaboração das equipas de futebol sénior, masculino, as quais se-lhe ssociaram através da colocação do laço branco nos jogos de futebol em que participam. Neste sentido, a ADIBER estará presente, pelas 15 horas, para proceder à distribuição de Laços Brancos nos seguintes jogos:
  • Dia 27/11/2011 – Jogo da 1ª Divisão Série A - Góis / União FC, no Estádio Engº Augusto Nogueira Pereira.
  • Dia 4/12/2011 – Jogo da Divisão de Honra - Arganil / Vigor de Mocidade, no Estádio Dr. Eduardo Ralha.
  • Dia 4/12/2011 - Jogo da Divisão de Honra - Tabuense / Gândara, no Estádio Municipal de Tábua.
  • Dia 4/12/2011 – Jogo da 1ª Divisão Série A - Desportivo de Lagares / Poiares , no Estádio Campo de Futebol da Associação Desportiva de Lagares da Beira.
Associe-se a esta Campanha, use o seu Laço Branco.
Participe!



segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Sessão Evocativa do Dia Internacional para a eliminação de todas as formas de violência contra as mulheres


Fonte:http://www.cig.gov.pt/

Semana da Igualdade regressa a Ferreira

A Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo promove, a partir de hoje, mais uma edição da Semana da Igualdade. A iniciativa prevê a realização de várias actividades descentralizadas em todas as freguesias.
Um mercado social, workshops sobre reciclagem de roupas, exposição sobre os apoios sociais existentes no concelho, conversas sobre “o idoso e os medicamentos”, ginástica para todos, pintura, modelagem de balões e jornadas pedagógicas, são actividades que marcam a Semana da Igualdade.

Fonte: http://www.radiopax.com/noticias.php?go=noticias&id=13726&d=noticias

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Igualdade entre gêneros aumenta em 85% dos países, diz estudo

Durante os últimos seis anos, 85% dos países registraram mais igualdade entre gêneros. No entanto, no restante do mundo a situação está piorando, principalmente em países africanos e sul-americanos, de acordo com o sexto Relatório Global de Desigualdade entre Gêneros 2011 do World Economic Forum (Fórum Econômico Mundial), divulgado nesta terça-feira (1º).
Segundo o estudo, houve queda dos rankings de igualdade em países como Nova Zelândia, África do Sul, Espanha, Sri Lanka e Reino Unido, com diminuição da desigualdade no Brasil, Etiópia, Qatar, Tanzânia e Turquia.
Países nórdicos como Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia mantêm os primeiros lugares do ranking, reduzindo a desigualdade entre gêneros em mais de 80%, enquanto os países ocupando as últimas colocações ainda precisam reduzir suas desigualdades em até 50%.
"Existe uma relação direta entre menor desigualdade e maior competitividade econômica", afirma Saadia Zahidi, Diretora Sênior do Programa de Mulheres Líderes e Paridade de Gênero do World Ecomic Forum e uma das autoras do relatório, por meio de nota. "O mundo está focado em criação de empregos e crescimento econômico e a igualdade de gêneros é a chave para realizar esse potencial e estimular economias."
Saúde e educação
Os resultados internacionais dos setores de educação e saúde são positivos, com 96% das desigualdades em saúde e 93% das desigualdades em educação já eliminadas. Em termos globais, a participação econômica e política ainda representam as maiores desigualdades.
"Em muitas regiões da África e da Ásia as mulheres ainda enfrentam uma expectativa de vida saudável muito baixa e nível de alfabetização reduzido. Na América Latina, as mulheres recebem mais educação que os homens, mas o casamento e a maternidade ainda não estão compatíveis com a participação plena das mulheres na economia e na política. Muito já foi feito, mas ainda se tem muito a fazer", afirma Ricardo Hausmann, Diretor do Centro para Desenvolvimento da Universidade de Harvard e um dos autores do relatório, em nota.
Fonte: http://www.portalodm.com.br/igualdade-entre-generos-aumenta-em-85-dos-paises-diz-estudo--n--677.html

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

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Fonte: http://www.rtp.pt/noticias/?headline=12&t=Os-melhores-e-os-piores-paises-para-as-mulheres.rtp&visual=6&article=495147&tm=1

E o melhor país para as mulheres é...

... a Islândia, segundo o Relatório Global da Diferença de Géneros para 2011, desenvolvido pelo Fórum Económico Mundial. Analisados 135 países, Portugal fica em 35.º lugar e o Iémen na última posição.

Parece que o melhor país do mundo para uma mulher viver e trabalhar, sendo-lhe oferecidas oportunidades iguais às que são apresentadas a um homem, é a Islândia. Pelo menos, de acordo com o Relatório Global da Diferença de Géneros do Fórum Económico Mundial (World Economic Forum) lançado este ano.

O relatório classificou 135 países, colocando seis países europeus nos 10 primeiros. A vizinha Espanha surge em décimo segundo lugar, os EUA em décimo sétimo, seguidos pelo Canadá, pela Letónia e por Cuba. Portugal surge em 35.º lugar no ranking geral, o que o coloca na 16ª posição na Europa, sendo ultrapassado pela Irlanda, a Espanha e a Letónia. Todos os 135 países receberam uma pontuação numérica entre 0 (desigualdade total) e 1 (igualdade total).
Veja a galeria de imagens para saber quais os países melhor e pior classificados.
O relatório constrói o ranking, medindo a diferença entre homens e mulheres em quatro áreas principais:
1. Participação económica e oportunidades, avaliando a diferença salarial, bem como a percentagem de mulheres trabalhadoras e mulheres que trabalham em empregos altamente qualificados.
2. Educação, avaliando o nível de escolaridade dos dois sexos e a facilidade de acesso a todos os níveis de ensino.
3. Saúde e sobrevivência, que mede a esperança média de vida e a taxa de mortalidade.

4. Papel na política, analisando o papel das mulheres na vida política do país, medindo a percentagem de mulheres representadas nas estruturas decisórias e no governo.

Portugal, no primeiro indicador, respeitante às oportunidades e à participação económica, ficou em 59.º lugar, atrás da Croácia, da bulgária, do Botsoana, do Cazaquistão. E neste parâmetro a Islândi ficou na 24.º posição, ficando o primeiro lugar para as Bahamas.
Relativamente à educação, Portugal ficou na 55ª posição, ultrapassando a hungria, a Bulgária, a Bélgica e o Brasil. Em primeiro lugar, com igualdade total, ficaram 22 países empatados, entre os quais a Austrália, a Costa Rica, a República Checa, o Lesoto, as Filipinas, o Reino unido e os EUA.
Na saúde e sobrevivênica Portugal ficou mais para trás, em 71.º lugar, abaixo de Cuba, do Suriname e da Turquia. Em primeiro ficaram 38 países com a pontuação perfeita, entre os quais Angola, Argentina, Cambodja, Costa de amrfim, Mauritânia, Mongólia e Sri Lanka. Os países com os piores resultados nesta área foram a China, a Índia e a Albânia.
Quanto ao poder político das mulheres, Portugal desceu um pouco em relação ao relatório anterior por ter menos mulheres representadas no parlamento. Está agora na 34ª posição. Em primeiro surge a Islândia, seguida da Finlândia e da Noruega. Nos últimos lugares surgem o Iémen, Belize, Brunei, Qatar e Arábia Saudita.
Fonte: http://www.rtp.pt/noticias/?t=E-o-melhor-pais-para-as-mulheres-e.rtp&article=495136&visual=3&layout=10&tm=7